A melhor mamada que recebi na vida foi de minha filha!
Aquele dia começou como tantos outros depois que a minha esposa saiu pra trabalhar. Eu tava no sofá, tentando concentrar no celular, mas a porra da cabeça não parava de voltar praquela mamada de três anos atrás. Minha filha Lorena, agora com 21, ainda era a mesma putinha provocante que me chupou até eu despejar porra quente direto na garganta dela quando ela tinha 18. Duas vezes na mesma noite. Eu nunca esqueci o jeito que a boca dela se fechava em volta da minha pica, molhada, quente, sugando como se quisesse arrancar a alma pela porra. Ela apareceu na porta do quarto de camisola transparente, aquela que quase não cobria nada. Os peitos firmes, mamilos duros apertando o tecido fino, a bunda redonda e branca balançando a cada passo. As meias justas marcavam o formato da buceta, o grelinho inchado visível sob o pano. Ela parou na minha frente, mão na cintura, sorriso safado. - Pai… tá com a pica dura de novo, né? Eu sinto o cheiro da seu tesão daqui. Eu engoli seco. A porra já começava a vazar na cueca só de olhar pra ela. - Filha… a gente combinou que não ia mais… Ela se ajoelhou entre minhas pernas sem pedir licença. Puxou o short e a cueca num movimento só. Minha pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça vermelha e molhada de pré-porra. Ela lambeu o lábio inferior, olhou pra cima com aqueles olhos de putinha e falou baixo, quase gemendo: - Eu tô com fome da sua pica, pai. Deixa eu mamar de novo. Faz três anos que eu não sinto esse gosto na boca. Antes que eu pudesse responder, a língua quente dela passou devagar pela cabeça, lambendo o líquido transparente que escorria. Eu soltei um gemido grosso. Ela abriu a boca e engoliu a pica inteira de uma vez, o fundo da garganta apertando a cabeça. O barulho molhado de saliva e sucção encheu o quarto. Ela chupava com fome, a cabeça subindo e descendo rápido, a mão direita apertando o saco enquanto a esquerda subia pela minha barriga. - Porra, filha… sua boca é uma máquina de chupar… chupa essa pica… mais fundo… Ela gemeu em volta do meu pau, o som vibrando na garganta. Saliva escorria pelo queixo, pingava nos peitos. Eu agarrei o cabelo dela e comecei a foder a boca, empurrando a pica até sentir o nariz dela colado na minha virilha. Ela engasgava, mas não parava. Os olhos marejados, mas o olhar de safada pedia mais. Eu tirei a pica da boca dela só pra ouvir o gemido desesperado que ela soltou. - Não tira, pai… me dá essa porra… eu quero engolir de novo… Ela voltou com mais força, chupando como se a vida dela dependesse daquilo. A língua rodava na cabeça, a boca sugava com força, a garganta engolia cada centímetro. Eu sentia o saco apertar, a porra subindo. - Vou gozar… abre a boca, putinha… Ela não tirou. Ficou ali, engolindo enquanto eu explodei. Jatos grossos de porra quente encheram a boca dela. Ela engolia tudo, gemendo alto, o corpo tremendo. Um pouco escorreu pelo canto da boca, mas ela limpou com o dedo e chupou, olhando pra mim. - Que porra gostosa… ainda é a melhor que eu já provei, pai. Eu puxei ela pra cima, juntei a boca na dela, sentindo o gosto da minha própria porra na língua dela. As mãos desceram pela bunda, apertaram as nádegas e puxaram o fio dental pro lado. A buceta estava encharcada, o grelinho duro e inchado. Eu enfiei dois dedos de uma vez, sentindo as paredes molhadas se fecharem. - Porra, pai… fode minha buceta… eu tô pingando de tesão… Ela se sentou em cima da minha pica ainda meio mole, esfregando a buceta molhada pra cima e pra baixo, o grelinho roçando na cabeça. Em segundos eu estava duro de novo. Ela se ergueu, posicionou a cabeça na entrada e desceu devagar, gemendo alto enquanto a pica abría a buceta apertada. - Aaaaaiii… que pica grossa… tá abrindo toda a minha buceta… mais fundo, pai… Ela começou a quicar, a bunda batendo nas minhas coxas, o peito balançando na minha cara. Eu chupei um mamilo, mordi de leve, enquanto ela gemía desesperada. - Mais forte… fode sua filha… arrebenta essa buceta… Eu agarrei a cintura dela e comecei a meter de baixo pra cima, a pica entrando até o fundo a cada estocada. O barulho de pele batendo, o cheiro de sexo, os gemidos dela virando gritos. - Porra… porra… eu vou gozar… goza dentro, pai… enche a buceta da sua putinha… Eu virei ela de quatro no sofá. A bunda alta, a buceta aberta e pingando. Enfiei de uma vez, até o saco bater no grelinho. Ela gritou, a cara enterrada no sofá. - Isso… mete forte… arrebenta meu cu também… enfia o dedo… Eu cuspi na mão e enfiei o dedo no cu apertado dela enquanto a pica martelava a buceta. Ela gozou gritando, o corpo todo tremendo, a buceta apertando minha pica com força. Eu não aguentei. Gozei fundo, jatos quentes enchendo ela, a porra escorrendo pelas coxas enquanto eu continuava metendo. Ela desabou no sofá, ofegante, a buceta latejando, a porra escorrendo. Virou o rosto pra mim, sorriso safado, voz rouca: - Ainda não acabou, pai… quero essa pica no meu cu agora… Eu passei a cabeça molhada de porra e buceta no cu dela, apertando devagar. Ela empurrou pra trás, engolindo centímetro por centímetro até eu estar todo dentro. O cu apertado, quente, sugando. Comecei a meter devagar, depois mais forte, a bunda dela tremendo a cada estocada. - Porra… seu cu é apertado pra caralho… tô fodendo o cu da minha filha… Ela gemia sem parar, a mão no grelinho, se esfregando enquanto eu arrombava o cuzinho. - Mais fundo… goza no meu cu… enche de porra… Eu meti até o fundo e explodei de novo, a porra quente enchendo o cu dela. Quando tirei, a porra escorreu, misturada com a da buceta. Ela se virou, chupou a pica limpa, limpando tudo com a língua. - Melhor que da outra vez… agora a gente não para mais, né, pai? Eu puxei ela pro colo, a pica ainda latejando entre as pernas dela. - Não para mais, putinha. Toda vez que a sua mãe sair, essa buceta, esse cu e essa boca são meus. Ela sorriu, já esfregando de novo a buceta na minha pica. - Então começa de novo… eu ainda quero mais porra. E a gente continuou ali, no sofá, até o sol baixar, gemendo, fodendo, gozando, a casa cheia do cheiro de sexo e da nossa sacanagem.
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