Aquilo aconteceu faz uns dez anos, mas ainda sinto o cheiro daquele dia na pele. Eu era um moleque preto nascido no final dos anos 90, aquele tipo que no começo da adolescência quase não conseguia chegar perto de mulher. Tudo mudou no ensino médio. De repente as meninas que me ignoravam começaram a me olhar diferente. Eu aproveitei, claro. Mas tinha uma que era diferente. Vou chamar ela de Suzy. Suzy era gostosa pra caralho. Peito grande, pesado, daqueles que balançavam quando ela andava. Bunda larga, carnuda, rebolando sozinha. Gordinha no ponto certo, barriguinha macia, coxas grossas que eu já tinha mordido duas vezes antes. A gente tinha transado duas vezes só, nada sério. Mas conversava pra caralho. Eu considerava ela amiga de verdade. Naquele dia eu saí do estágio umas treze horas. Tinha entrado às sete, cansado, mas o celular vibrava. Era ela. A gente tinha voltado a falar depois de um tempo. Eu já fui soltando umas cantadas na hora. - Porra, Suzy, tô com saudade daquela risada sua na sala... e de outras coisas também. Ela cortou rápido. - Para, moleque. Tô namorando agora. Eu não desisti. - Sei lá. Saudade daquelas conversas. Das risadas. De te ver rebolando quando ria. Ficou um silêncio. Depois ela mandou: - Pode vir aqui em casa se quiser. Minha mãe e meus avós tão em casa, mas a gente fica na área. Não pensei duas vezes. Saí do estágio e fui direto. Casa dela era simples, área coberta no fundo, aquelas cadeiras de plástico, um sofá velho, a porta da sala aberta. Dava pra ouvir a televisão e a voz da avó dela falando alto. A gente sentou um de frente pro outro. Eu já tava com o pau meio duro só de olhar pra ela. Suzy usava uma shortinho jeans apertado e uma blusinha que marcava os peitos. O decote caía um pouco e dava pra ver o começo daquela carne macia. Eu comecei a jogar conversa fiada, rindo, provocando. - Tá mais gordinha, hein? Ficou mais gostosa ainda. Ela riu, deu um tapa de leve no meu joelho. - Seu safado. Continua igual. O clima foi esquentando. Eu levantava de vez em quando, andava um pouco, e fazia questão de deixar a pica bem marcada na calça. Dei uma volta, parei de costas pra sala, e fiquei ali, de lado, só pra ela ver o volume. O pau já tava duro pra porra, apertando o jeans. Ela olhou, engoliu seco, e eu vi o jeito que a respiração dela mudou. Depois de uns minutos ela levantou. - Vou pegar seu celular e esconder, seu otário. Foi a desculpa perfeita. Eu me levantei atrás dela, abracei por trás e colei a pica dura bem no meio daquela bunda. O shortinho dela era tão curto que a carne escapava. Eu roçei o pau grosso ali, sentindo a maciez, e com uma mão subi e peguei o peito dela por cima da blusa. O outro peito eu apertei com a outra mão enquanto fingia que tava tentando pegar o celular. - Devolve, porra... Ela rebolou. Uma rebolada lenta, apertando a bunda na minha pica. Foi só uns quatro segundos, mas eu quase gozei na hora. A família tava ali na sala, a poucos metros, e ela namorando. Isso me deixava mais louco ainda. O pau latejava. Voltei a sentar. Agora eu já podia tocar. Peguei a mão dela e coloquei direto no volume da calça. Suzy olhou pra porta da sala, depois pra mim, e começou a acariciar por cima. A mão dela era quente, apertava a cabeça da pica, subia e descia devagar. - Tá doido? Minha mãe pode aparecer... - Então aperta mais forte. Ela apertou. Eu não aguentei. Abri o zíper, puxei a cueca pra baixo e tirei o pau pra fora. A pica preta, grossa, veias saltadas, a cabeça já molhada de pré-gozo. Suzy ficou com os olhos arregalados. - Guarda isso, caralho! Vai se foder... - Só guardo se você bater uma pra mim agora. Ela olhou de novo pra sala. O som da televisão continuava. A mão dela tremeu, mas pegou. Os dedos envolveram a pica e começaram a subir e descer. Lento no começo, depois mais rápido. O polegar dela passava na cabeça, espalhando o líquido. Eu gemia baixo. - Assim... mais forte... porra, sua mão tá quente pra caralho... Ela masturbava com medo, olhando de canto. O movimento fazia a bunda dela se mexer na cadeira. Eu metia a mão por baixo da blusa dela e apertava o peito nu. O mamilo tava duro. Eu beliscava e ela soltava um gemido abafado. - Ahhh... para... alguém vai ouvir... - Continua. Tô quase gozando. Ela bateu mais um minuto. A mão dela já tava molhada do meu pré-gozo. De repente parou, olhou pra porta e sussurrou: - Vamos dar uma volta. Agora. Antes que eu faça merda. Levantei, enfiei o pau pra dentro como pude e saímos pela lateral da casa. A rua era quieta. Andamos uns quarteirões até um terreno baldio no final, cheio de mato alto. Lá ninguém via nada. Assim que entramos no meio do mato eu a empurrei contra uma árvore. Beijei a boca dela com fome, lambendo a língua, mordendo o lábio. A mão já tava dentro do shortinho, enfiando dois dedos na buceta. Estava encharcada. O grelinho inchado, quente, escorregadio. - Porra, Suzy... tá pingando... - Ahhh... seu filho da puta... minha buceta tá doendo de tesão... Eu ajoelhei na frente dela, puxei o shortinho e a calcinha juntos até os joelhos. A buceta peluda, os lábios grossos, o clitóris saltado. Lambi de baixo pra cima, chupando o grelinho com força. Ela gemeu alto, sem conseguir segurar. - Aaaaaahhh... caralho... mama mais... mama meu grelinho, porra... Chupei, chupei, enfiei a língua dentro e mexi. Os dedos entravam e saíam molhados. Ela rebolava na minha cara, molhando meu queixo. Eu subia de vez em quando e mordia a coxa interna. - Tô gozando... ahhh... não para... não para... Ela gozou na minha boca, tremendo, soltando um gemido desesperado que ecoou no mato. O líquido escorreu pela minha língua. Levantei, virei ela de costas, forcei a se inclinar e enfiei a pica de uma vez só. A buceta apertou, quente, escorrendo. Meti fundo, até o saco bater nela. - Ahhhhh... sua pica... sua pica grossa... mete mais... mete forte... Eu segurava a cintura gorda dela e metia com força. O barulho de pele batendo em pele. Cada estocada fazia a bunda dela tremer. Eu cuspia na mão e enfiava o dedo no cu dela ao mesmo tempo. O cu apertava o dedo enquanto a buceta engolia a pica. - Porra... seu cu tá piscando... quer pica no cu também? - Ahhh... depois... agora fode minha buceta... mais fundo... ahhh... tô gozando de novo... Ela gozou outra vez, a buceta contraindo, espremendo meu pau. Eu tirei, virei ela de frente, levantei uma perna dela e enfiei de novo. Agora olhava nos olhos dela. Os peitos balançavam pra fora da blusa. Eu chupava um mamilo enquanto metia. - Fala que tá me traindo... fala... - Tô... tô te traindo... ahhh... com essa pica preta gostosa... mete mais... arromba minha buceta... Eu acelerava. O pau latejava. Ela gemendo sem parar, desesperada. - Aaaaaahhh... vai gozar... goza dentro... enche minha buceta... Não aguentei. Enterrei fundo e gozei. Porra quente, jatos e jatos enchendo ela. A buceta latejava, engolindo tudo. Quando tirei, o gozo escorreu pela coxa dela, branco e grosso. Mas eu ainda tava duro. Empurrei ela de quatro no chão, no meio do mato. Abri as nádegas e enfiei a pica no cu dela. Devagar no começo. O cu apertava, quente, seco. Eu cuspiva e metia. - Ahhhhh... caralho... tá doendo... mas mete... mete no meu cu... Meti até o fundo. O cu dela engolia a pica inteira. Eu segurava os cabelos dela e fodia sem dó. Ela gemia alto, a boca aberta, baba escorrendo. - Aaaaahhh... sua pica no meu cu... ahhh... tô gozando só com o cu... porra... Gozei de novo, dessa vez dentro do cu. Enchi ele também. Quando tirei, o gozo escorria dos dois buracos. Ela ficou ali, de quatro, tremendo, a buceta e o cu latejando, suja de porra. Levantei ela, limpei o que deu com a própria blusa e a gente voltou andando. Na porta de casa ela me olhou, ainda ofegante. - Seu safado do caralho... amanhã eu te mando mensagem. E sumiu pra dentro. Eu voltei pra casa com o pau ainda latejando, o cheiro dela na mão, o gosto da buceta na boca. E a certeza de que aquilo ia se repetir.
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