Fazia exato quatro meses que meu filho, o Ricardo completara 18 anos. Eu, a mãe dele Lilian, 39 anos, e a Carla, minha irmã mais nova, 32, decidimos surpreendê-lo no dia de seu aniversário na nossa casa de lago. Compramos carne, cerveja, cachaça e um bolo simples. Quando ele chegou e viu a mesa posta e as duas de nós sorrindo, o rosto dele iluminou daquele jeito de menino que ainda não perdeu a doçura. Bebemos. Muito. A Carla já estava com a blusa molhada de suor e o sutiã aparecendo. Eu sentia o vinho subir quente pela garganta e descer direto pro meio das pernas. O Ricardo bebia junto, rindo alto, as mãos grandes, o corpo alto e largo que ele tinha ganhado nos últimos dois anos. De vez em quando eu pegava ele olhando meus peitos por baixo da camiseta fina. Eu deixava. Quando a noite caiu de vez, a Carla se levantou, puxou a blusa pela cabeça e ficou só de calcinha. — Vamos nadar peladas, porra. Água tá quente e a gente tá bêbada o suficiente pra não dar a mínima. Eu hesitei só um segundo. Depois tirei a camiseta, o short, a calcinha preta e fiquei nua na varanda. O ar noturno bateu nos meus mamilos e eles ficaram duros na hora. O Ricardo ficou parado, a boca meio aberta, olhando. A calça dele já marcava o volume grosso. Ele tirou a camisa, depois o short e a cueca de uma vez. A pica dele saltou pra fora, grossa, veia latejando na lateral, a cabeça já brilhando de porra. Tinha uns vinte centímetros fáceis, e grosso pra caralho. Entramos na água. A Carla nadou até o meio e depois virou de costas, flutuando, os peitos saindo da superfície. Eu fiquei mais perto da beira. O Ricardo veio nadando devagar e parou do meu lado. A mão dele tocou minha cintura por baixo da água, subiu e apertou um peito. Eu não afastei. Ele apertou de novo, o polegar rodando o mamilo. — Porra, mãe… tá dura pra caralho. A Carla riu alto. — Ele tá com a pica dura desde que a gente tirou a roupa. Olha isso. Ela se aproximou, meteu a mão na água e pegou o pau do sobrinho. Apertou, puxou a pele pra trás, mostrou a cabeça rosada e inchada. — Que pica linda, Ricardo. Grossa pra porra. Ele gemeu baixo e empurrou o quadril pra frente, enfiando a rola na mão dela. Eu olhei. A buceta já estava latejando. A mão dele desceu da minha cintura e enfiou entre minhas pernas. Dois dedos acharam a fenda, abriram e entraram fácil. Eu estava encharcada. — Caralho, mãe… tá molhada pra porra. Ele meteu os dedos fundo, bateu com a palma no meu clitóris. Eu segurei no ombro dele e abri mais as pernas. A Carla continuava chupando a cabeça da pica dele por cima da água, fazendo barulho molhado. Eu empinei a bunda e ele meteu o terceiro dedo. Os gemidos saíram da minha boca sem eu controlar. — Ahh… assim… mais fundo… Nadamos mais um pouco, mas ninguém nadava de verdade. Era só toque. Ele apertava meus peitos, esfregava a pica na minha coxa, enfiava dedo no meu cu e na buceta ao mesmo tempo. A Carla chupava ele, depois me beijava na boca com gosto de cerveja e de porra. Quando saímos da água, os três estávamos pingando e com o corpo quente. Fomos pra dentro. A Carla puxou o Ricardo pro sofá e ajoelhou na frente dele. Abriu a boca e engoliu a pica inteira de uma vez. O barulho de engasgo molhado encheu a sala. Eu sentei do lado e abri as pernas. O Ricardo meteu a mão na minha buceta de novo enquanto a tia chupava ele. Eu gozei ali mesmo, com os dedos dele enfiados até o fundo e o polegar no grelinho. O corpo tremeu, a buceta apertou, e eu gemendo alto: — Ahh caralho… tô gozandoooooo… ahh porra… Ele tirou a pica da boca da Carla, se levantou e me virou de quatro no sofá. A cabeça da rola bateu na minha entrada e ele enfiou tudo de uma vez. O pau grosso abriu a buceta com força. Eu gritei. — Porraaaa… que pica grossa… enfia tudo… Ele meteu rápido, a bola batendo na minha bunda, a mão puxando meu cabelo. A Carla se ajoelhou na minha frente e enfiou a língua na minha boca. Eu chupava a língua dela enquanto o filho fodia minha buceta com tudo. O barulho de pele batendo era alto, molhado, sujo. Ele gozou dentro, jatos quentes enchendo. Quando tirou, a porra escorreu pela minha coxa. A Carla se deitou de barriga pra cima no chão. O Ricardo ajoelhou entre as pernas dela e enfiou de novo. Eu fiquei de quatro em cima da cara dela e sentei na boca. Ela chupava minha buceta cheia de porra enquanto o sobrinho metia nela com força. Os gemidos da Carla saíam abafados contra a minha pele. — Hmmm… mais forte… enfia essa pica… aaaaaaaaahh… Ele meteu até o fundo, a bunda dela tremendo. Gozei de novo na cara dela, o líquido escorrendo pro nariz e pra boca. Depois os três caímos no sofá, suados, fedendo a sexo e a lago. Na manhã seguinte eu acordei cedo. A casa ainda estava quieta. Ouvi barulho vindo do quarto do fundo. Abri a porta devagar. A Carla estava de barriga pra baixo, as pernas abertas, a bunda empinada. O Ricardo estava em cima dela, a pica grossa entrando e saindo inteira. O pau brilhava de porra e de porra dela. Ele metia rápido, forte, a mão apertando a nuca dela contra o travesseiro. Ela mordia o tecido e gemia alto: — Ahh porra… que pica grande… arromba essa buceta… mais fundo… ahh caralho… O barulho de pele batendo era seco e molhado ao mesmo tempo. A cada estocada a bunda dela tremia e a buceta fazia aquele som de sucção. Eu fiquei parada na porta, a mão dentro da calcinha, dedos no grelinho. Gravei tudo com o celular. Ele gozou dentro dela de novo, o corpo travando, a pica latejando. Quando tirou, a porra escorreu grossa pela fenda dela. Fechei a porta e fui pro banheiro. Me masturbei olhando o vídeo, três vezes seguidas, até a buceta doer. Voltamos pra cidade no mesmo dia. Ninguém falou nada. Desde então o Ricardo mudou. Anda só de boxer pela casa. De manhã entra na cozinha com a pica dura marcando o tecido, esfrega contra minha bunda enquanto eu faço café. Beija meu pescoço. Minhas calcinhas somem. Eu sinto o olhar dele quando tomo banho. Em vez de me irritar, eu fico molhada. Uma tarde ele chegou em casa mais cedo. Eu estava de shortinho e sutiã. Ele veio por trás, apertou meus peitos e falou baixo no meu ouvido: — Mãe… eu sei que você gravou. O coração bateu forte. Eu virei. A mão dele já estava dentro do meu short, dois dedos entrando fácil. — Eu quero a mesma coisa que fiz com a tia. Quero foder essa buceta todo dia. Quero gozar dentro. Quero ouvir você gemendo meu nome. Eu abri as pernas. Ele me levou pro quarto, tirou minha roupa e enfiou a língua na buceta. Chupou o grelinho com força, meteu dedo no cu. Eu gozei na boca dele. Depois ele me virou de quatro e meteu a pica grossa de uma vez. O pau abriu tudo. Ele fodeu rápido, forte, a mão no meu cabelo. — Isso… toma essa pica… sua buceta é mais apertada que a da tia… ahh porra… Eu gemia desesperada: — Ahh caralho… enfia tudo… arromba… mais forte… tô gozando de novo… Ele gozou dentro, jatos quentes. Depois me virou de frente, enfiou de novo e chupou meus peitos enquanto metia. A Carla chegou no meio. Viu a gente e só sorriu. Tirou a roupa e se juntou. Os três na cama. Eu chupando a pica dele enquanto ela sentava na cara dele. Depois ele metendo na minha buceta e eu chupando a da Carla. Porra escorrendo, gemidos altos, o cheiro de sexo impregnando o quarto. Desde aquele dia a casa mudou. De manhã ele me fode no chuveiro. À tarde a Carla vem e os três se pegam no sofá. Eu gravo tudo. À noite ele dorme no meu quarto, a pica ainda dentro de mim depois de gozar. Eu acordo com ele metendo de novo, devagar, fundo. Uma noite ele me falou, ainda com a rola latejando dentro da minha buceta: — Eu te amo, mãe. E eu amo foder você. Essa buceta é minha agora. Eu apertei ele por dentro e respondi: — E essa pica é minha. Pode meter sempre que quiser. Quero sentir você gozando dentro todo dia. A Carla riu do lado e meteu a mão entre nós dois, apertando o saco dele enquanto ele ainda estava enterrado em mim. — E eu quero continuar entrando nessa brincadeira. Pode metendo em nós duas ao mesmo tempo. Ele puxou a pica, ainda dura, e enfiou na boca da tia. Depois na minha. Depois voltou pra minha buceta. A gente gozou mais duas vezes antes de dormir. Agora é assim. Sem culpa. Só desejo. A pica grossa do meu filho entrando e saindo da minha buceta, do meu cu, da boca da minha irmã. Gemidos, porra, cheiro de sexo, e a certeza de que nenhum de nós três quer parar.
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Eu tenho relações com minha mãe a alguns anos. Tudo escondido, pois ainda tenho pai em casa. Se alguém quiser trocar ideia sobre, ou quiser alguma dica para conseguir, pode chamar no app de mensagem Zangui. Meu número lá é 6865550615