Comi uma mendiga!

Mais um dia saindo do trabalho cansado e estressado. Mais um dia de pressão, clientes reclamando, chefe cobrando meta. Já era início da noite quando decidi voltar a pé. Às vezes fazia isso. A caminhada de uns quarenta minutos ajudava a descarregar a cabeça. Era inicio da noite, o ar ainda estava quente, o asfalto soltando aquele cheiro de borracha e urina misturado com fumaça de carro do centro da cidade...
No meio do caminho, os becos começavam. Sempre tinha gente. Moradores de rua sentados em colchões velhos, embaixo de marquise, enrolados em cobertores sujos. Eu costumava passar reto, olhando para frente. Mas naquele dia, quase chegando em casa, passei por uma mulher.
Na luz fraca do poste não dava pra ver muita coisa, mas, era preta, cabelos curtos, crespos e sujo. Estava sentada no chão, encostada na parede úmida do beco. Camiseta velha de uma campanha política antiga, já desbotada e com um furo perto da axila. Short jeans surrado. Quando me viu, levantou o rosto e falou alto:
— Moço… me dá dez reais pra comer?
Eu parei. Não sei o que me deu, mas, acionou um gatilho, talvez pela maneira como ela me olhou, com um olhar meio submisso, . Fiquei em pé na frente dela e falei baixo, quase sem pensar:
— Se você chupar meu pau, eu te dou vinte.
Ela me encarou por um segundo, deu uma risadinha, mostrando os dentes um pouco amarelados.
— Eita safado, vamos ali. Eu chupo.
Quando ela se levantou, me impressionei, a mendiga era gostosa. Não era bonita de rosto, mas o corpo..... os peitinhos balançando embaixo da camiseta, a bunda era avantajada e balançava enquanto ela andava...o tesão veio mais forte....eu não iria querer só uma chupada, iria comer a mendiga...
Segui ela, meio inconsquente, facilmente poderia ser roubado ali, mas nem pensei na hora....ela levou mais para dentro do beco.... O cheiro era forte: mijo seco e lixo. O chão irregular, pedras soltas. Ela parou encostada na parede, se virou para mim e se ajoelhou direto no concreto sujo.
— Quero o dinheiro antes — falou, olhando para cima e desabotoando minha calça.
— Não. Primeiro mama gostoso. Depois eu te pago.
Abaixei a calça e a cueca de uma vez. O pau já estava duro, grosso, latejando, a cabeça inchada e brilhante de pré-gozo. Ela abriu a boca num “nossa…” baixo:
— Já tá duro…
Segurou na base com a mão áspera, deu uma punhetada lenta, sentindo o peso. Ficou olhando um pouco, como se admirasse. Olhou para os lados do beco, e caiu de boca.
Ela chupava gostoso, parecia experiente, quente, molhada, sem frescura...um boquete molhado e obsceno.... A mão livre massageava as bolas, os dedos calejados contrastando com a pele sensível. Eu segurei a cabeça dela, os cabelos curtos e ásperos entre os dedos, e enfiei mais fundo. Ela engasgou, mas não parou. Os olhos marejaram, a garganta se abriu, e ela continuou mamando com vontade, o nariz quase tocando minha barriga.
Eu estava quase gozando. A pressão subia rápido. Puxei o pau para fora, a saliva fazendo um fio grosso entre a boca dela e a cabeça do pau.
— Para. Eu quero comer você.
Ela limpou a boca com o dorso da mão e balançou a cabeça.
— Não. O trato era só o boquete.
— Te dou cinquenta.
Ela pensou dois segundos.
— Tem camisinha?
— Não....Sessenta. Sem camisinha.
Ela olhou para o pau de novo, depois para mim. Olhou em volta no beco...
— Tá. Mas você goza fora.
Mandei ela virar de costas. Ela virou, abaixou o short jeans encardido.... A bunda preta, redonda, firme, apareceu na penumbra. Um rabo bem feito, a pele lisa apesar da vida na rua, e um bucetão, que pareceu piscar esperando minha rola. Ela empinou, apoiando as mãos na parede...
Me aproximei. Segurei os quadris largos, e soquei. A buceta estava quente e molhada, ela soltou um gemido baixo e empinou ainda mais. Empurrei fundo. Buceta apertada, e com o cheiro forte de quem não se lavava há um tempo.....parece que só aumentou minha vontade
Cada estocada fazia a bunda dela bater nas minhas coxas....Ela gemia, baixinho e ficava olhando pros lados, preocupada, se chegaria alguém. acelerei as metidas, meu pau saía brilhando da buceta quente...Não aguentei muito....e gozei dentro....O leite jorrou enchendo a buceta dela.... Eu continuei metendo enquanto gozava, sentindo a porra escorrer pelas minhas bolas e pelas coxas dela.
Quando parei, ainda ofegante, ela ficou quieta por um segundo. Depois soltou uma risadinha...
— Seu safado… gozou dentro, né? Cachorrão. Nem deixou eu gozar, hein…
Na hora eu meio que me arrependi....já comecei a imaginar no monte de doenças que eu poderia ter pegado por causa daquela gozada...mas, já era...não podia fazer nada..... Peguei as notas e entreguei os sessenta reais. Me recompus e avisei
— Amanhã eu volto — Pra comer você de novo.
— Se vier, vou dar meu cuzinho! Ela disse rindo...
Eu virei e saí do beco, com o cheiro da mendiga impregnado....Continuei o caminho para casa com as pernas leves e a cabeça vazia pela primeira vez no dia.
O Stress tinha ído embora...
No dia seguinte acordei de pau duro, o típico tesão matinal, e na minha cabeça já veio a imagem e as sensações da noite anterior: o beco, o cheiro, a gozada naquela buceta quente…
Logo depois veio a preocupação.
Talvez fosse psicológico, mas senti uma leve coceira na cabeça do pau e comecei a pensar em todas as doenças que poderia ter pegado. Nada que diminuísse o tesão. Prometi a mim mesmo que procuraria um médico… e que nunca mais voltaria àquele lugar. Tudo isso enquanto batia uma punheta lembrando da foda.
O dia foi leve. Produzi mais no trabalho, resolvi coisas acumuladas, mas volta e meia lembrava dela, e o pau reagia dentro da cueca.
Chegou o fim do expediente e, como era comum nas sextas, eu e mais três colegas fomos pra um buteco. O mesmo de sempre, bem próximo do trabalho. Ficamos lá umas duas horas, falando merda e tomando uma gelada. Como havia bebido, era mais um dia que voltaria a pé. No meu subconsciente eu sabia que não era só aquilo. Eu queria reencontrar aquela fêmea.
Saí meio apressado, com o pau latejando na calça. Entrei pelas ruas escuras. Parecia que tinha mais nóia que o normal, mas não me importei.
Dei uma volta.
Depois outra.
Não a encontrei.
Alguns começaram a me observar. Um homem muito magro, sem camisa, com o rosto marcado e poucos dentes, aproximou-se.
— Fala, patrão. Tá procurando uma pedra?
Não respondi.
Senti vergonha de estar ali, caminhando em círculos como um predador desorientado. Decidi ir embora. Já alcançava a avenida iluminada quando ouvi uma voz:
— Veio mesmo, hein?
Virei-me.
Era ela.
Na luz mais forte consegui observar melhor. O rosto parecia mais velho, cansado, rosto de nóia. Ela carregava uma sacola, vestia um top preto improvisado e a mesma bermuda jeans da noite anterior. Como no dia anterior, dava pra notar: era uma mendiga gostosa. Fui objetivo.
— Vamo ali num hotelzinho.
— Vamo, mas hoje é cem.
— Quero que você tome um banho.
Ela riu.
— Se pagar eu tomo até dois.
Chegamos rápido no hotel de meia estrela. O atendente mal nos olhou, recebeu os cinquenta reais e entregou a chave. Ouvi ele falando pra outro funcionário: “Chegou mais um comedor de nóia”.
No quarto simples — uma cama de madeira, uma TV antiga e um banheiro apertado — Janaína largou a sacola no chão e foi tirando a roupa sem pudor, indo pro chuveiro.
Fiquei pelado e deitei na cama. O banho foi demorado. Ela nem se secou. Já veio por cima, como se tivesse pressa.
— Vamos meter direito hoje — ela disse, rindo.
Enfiou a mão no meu pau, posicionou e sentou de uma vez só. A buceta quente e molhada engoliu até o fundo. O cheiro de sabonete e mulher se misturou no ar quente do quarto. Ela começou a cavalgar pesado, a bunda batendo nas minhas coxas, os peitos pequenos balançando. Gemia alto, sem vergonha.
Segurei os quadris e meti pra cima, fundo, sentindo a buceta escorregar molhada. O som úmido enchia o quarto. Ela gozou primeiro, o corpo tremendo, a buceta apertando em espasmos, um gemido longo. Continuou rebolando mesmo assim, mais lenta.
Virei ela de quatro na cama estreita. A bunda redonda na minha frente. Abri as nádegas, cuspi no cu e passei a cabeça do pau ali. Empurrei. O anel apertado resistiu. Cuspi de novo, forcei. A cabeça entrou. Ela gritou baixinho, uma mistura de dor e tesão, e empurrou o corpo pra trás.
— Mete… mete fundo nesse cu…
Segurei os quadris largos e fodi. Cada estocada fazia as nádegas baterem na minha barriga. O cu dela parecia acostumado a levar pica. Metia fundo, tirava quase tudo e enfiava de novo, sentindo o calor engolir. Ela gemia com a cara enfiada no travesseiro, siriricando a própria buceta.
Gozei dentro do cu dela. O leite jorrou, quente, enchendo. Continuei metendo enquanto gozava, sentindo a porra escorrer pelas minhas bolas e pelas coxas dela. Quando tirei, o cu ficou aberto, piscando, com ela olhando pra trás e rindo.
Não paramos.
Ela se virou, deitou de frente e abriu as pernas. Tava meio cansado, mas o pau não descia....Enfiei de novo na buceta. Metia forte, a cama de madeira rangendo. Ela gozou de novo, as unhas nas minhas costas, a buceta apertando. Depois a coloquei de lado, levantei uma perna e entrei no cu outra vez. Mais fácil agora, molhado da minha própria porra. Fodi lento e fundo, sentindo o anel apertar a cada movimento.
Ela gozou mais uma vez com os dedos na buceta enquanto eu comia o cu. Gozei de novo lá dentro, o corpo travando, o leite escorrendo.
Ficamos suados, ofegantes, o quarto cheirando a sexo forte, suor e sabonete barato. Ela levantou, pegou um cigarro na sacola, puxou fundo e passou pra mim. Fumamos em silêncio. Depois ela deitou com a cabeça no meu peito. Parecíamos dois namorados.
No meio da madrugada acordei de repente. A cama ao lado estava vazia. O quarto silencioso. O coração disparou. Já imaginei o pior: tinha sido roubado. Celular, carteira, relógio, tudo. Levantei rápido, a cabeça girando, o pau doendo.
Olhei em volta. A carteira estava na mesa. O celular também. O relógio. Tudo no lugar. Só faltavam os cem reais que eu tinha deixado em cima da TV. Por incrível que pareça, a nóia tinha levado só o combinado.
O pau estava esfolado, de tanto meter. Senti o corpo pesado, atordoado. Vesti a roupa devagar, o cheiro de sexo ainda impregnado na pele. Saí do hotel sem olhar pro atendente.
Na rua, caminhando de volta pra casa, a cabeça não parava. A melhor foda da minha vida tinha sido com uma mendiga drogada. O cheiro, o cu apertado, a buceta quente, os gemidos sujos, a porra escorrendo… tudo. E eu queria mais.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario secretman14

secretman14 Comentou em 31/07/2026

Já fiz isso também, é muito bom, só não dormi fiquei bebendo a noite toda de manhã ainda sai junto com ela do motel e paguei o café.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


268765 - Como é grande minha buceta! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
268735 - Perdi a cabeça vendo minha enteada nua todo dia! - Categoria: Incesto - Votos: 3
268707 - A minha sogra me pegou usando um enorme plug anal..... em seguida me fez colocar no rabo dela! - Categoria: Lésbicas - Votos: 0
268601 - Consolei gostoso o pai de minha amiga! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
268575 - Meu tio me aliciou: marido quase pega no flagra e ficou desconfiado! - Categoria: Incesto - Votos: 2
268566 - Sempre fui apaixonado pela minha irmã mais velha, até que um dia não aguentei mais! - Categoria: Incesto - Votos: 0
268565 - Transei com o melhor amigo de meu irmão, enquanto meu namorado estava em casa! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
268558 - Sem resistir, acabei comendo uma égua! - Categoria: Zoofilia - Votos: 0
268539 - Meu tio me aliciou enquanto meu marido não estava, acabei não resistindo! - Categoria: Incesto - Votos: 3
268532 - Quando tinha 18 anos, trepei com minha cunhada de 34! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
268530 - Meu filho batia punheta me vendo transar... até que um dia não resistir e chamei pra participar! - Categoria: Incesto - Votos: 7
268519 - E foi assim... que viciei na pica de meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 3
268506 - Anal acidental com meu ex! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
268504 - Instrutora de auto escola! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
268456 - Comendo minha priminha carente e casada! - Categoria: Incesto - Votos: 3
268439 - Não consigo parar de trepar com um colega de trabalho nojento! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
268435 - Pagando uma dívida com o cu! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
268433 - Irmã mais velha nos pegou no flagra, não resistiu e participou também! - Categoria: Incesto - Votos: 5
268431 - Um estranho seduziu minha namorada! - Categoria: Cuckold - Votos: 2
268402 - Finalmente deixei meu irmão me lamber! - Categoria: Incesto - Votos: 3
268401 - Minha irmã finalmente me fez um boquete! - Categoria: Incesto - Votos: 2
268336 - Agente de saúde bunduda! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
268319 - Duas amigas me desafiaram a transar com meu namorado na frente delas! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 9
268315 - Ele me viu nua, após isso transei gostoso com ele! - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
268314 - Carreguei a porra dele na minha buceta na praia! - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
268304 - Dando o cu bem gostoso pra um vibrador! - Categoria: Masturbação - Votos: 0
268287 - A mamãe de meu amigo! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
268286 - Dando pro amigo comprometido! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
268240 - Minha namorada se exibiu sem querer! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 6
268239 - Comendo a namorada do melhor amigo! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Comi uma mendiga!

Codigo do conto:
268772

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
31/07/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0