Meu tio me aliciou: marido quase pega no flagra e ficou desconfiado!
Essa é a segunda parte do conto anterior, de quando comecei a trepar com meu tio. O cheiro de porra ainda estava grudado na minha buceta quando eu ouvi o carro do meu marido estacionando na garagem. O pau do meu tio tinha acabado de me gozar fundo, jatos quentes e grossos estourando direto no meu útero, enchendo minha xota até transbordar. Eu ainda estava de quatro na cama dele, gemendo baixo, a bunda empinadinha, o cu piscando de tanto que ele tinha me arrombado antes de foder minha buceta com força. — Tira essa porra de calcinha agora — ele rosnou, puxando o tecido molhado de volta pra baixo enquanto eu tentava me vestir. — Quero ficar com ela. Quero cheirar sua buceta gozada o dia inteiro. Eu forcei a voz, ainda ofegante: — Mario tá chegando, tio… por favor… Mas ele não ligou. Puxou a calcinha até meus tornozelos, tirou ela de uma vez e enfiou o nariz no forro encharcado de porra e gozo misto. Depois, sem nem limpar o pau, veio de novo. Segurou a calcinha na frente da pica e gozou direto nela, jatos brancos e viscosos manchando o tecido preto. Deixou a calcinha no banheiro, jogada em cima da pia, achando que tinha acertado o cesto de roupa suja. Errou feio. Eu corri pro quarto, limpei o excesso de porra que escorria pelas minhas coxas com a toalha, vesti outra calcinha limpa e tentei fingir que nada tinha acontecido. O coração batia descontrolado. A buceta ainda latejava, aberta, molhada, o grelinho inchado de tanto que ele tinha chupado e esfregado. Meu marido entrou. Beijou minha testa. Foi no banheiro. Silêncio. Depois a porta bateu com força. — Que porra é essa? Ele veio com a calcinha na mão. O tecido estava pesado de sêmen. Cheiro forte de porra fresca. — Não faço ideia — eu respondi, tentando manter a voz firme. — Não brinquei comigo mesma hoje. Ele me encarou. Não perguntou mais na hora. Só guardou a calcinha num saco plástico e ficou quieto o resto da tarde. À noite, deitado na cama, me olhou de lado: — Você acha que seu tio deve ter se masturbado com sua calcinha? Eu engoli seco. A buceta contraiu só de lembrar. — Talvez… Você sabe que ele tá sozinho, solteiro… às vezes os instintos tomam conta. Meu marido não confrontou o tio. Só disse, no dia seguinte, na frente dele: — Precisamos de privacidade. Acho melhor você ir embora. Já faz oito horas. O tio ainda tá aqui. Não saiu. Fica andando pela casa como se nada tivesse acontecido, olhando pra mim com aquele sorriso safado, a pica marcada na calça. Agora eu tô no banheiro, de novo. Ele entrou atrás de mim, trancou a porta. Me empurrou contra a pia, puxou minha saia pra cima, abaixou a calcinha limpa e enfiou dois dedos de uma vez na minha buceta ainda sensível. — Sua putinha safada… ainda tá cheia da minha porra de ontem — ele sussurrou no meu ouvido, mastigando meu pescoço. — Vai gemer baixinho agora. Seu marido tá na sala. Os dedos dele entraram fundo, curvados, batendo no ponto que me faz tremer. Eu mordei o lábio pra não gritar. A buceta fez aquele barulho molhado, nojento, gostoso. Ele tirou os dedos, chupou, e depois me virou de frente pro espelho. — Olha pra você. Buceta pingando. Grelinho inchado. Cu ainda aberto de ontem. Ele cuspiu na mão, passou no meu cu e enfiu o polegar sem aviso. Eu gemí, alto demais. — Shhh, sua vadia. A pica dele já estava dura, grossa, veias saltadas. Ele esfregou a cabeça no meu grelinho, molhando tudo de pré-porra, e enfiou de uma vez. Fundo. Até o saco bater na minha bunda. Eu engasguei no gemido. — Porra… tio… ele vai ouvir… — Então goza quietinha — ele respondeu, metendo forte, rítmico, a pica rasgando minha buceta já destruída. — Quero sentir essa xota apertando minha pica de novo. Ele meteu sem piedade. Mão na minha boca pra abafar os gemidos desesperados que escapavam. Cada estocada fazia minha buceta estalar, o som molhado ecoando no banheiro pequeno. O grelinho raspava na porcelana fria da pia. Eu babava nos dedos dele, olhos revirando. — Mais fundo… por favor… arromba essa buceta… Ele riu baixo e obedeceu. Tirou quase tudo e enfiou com força, batendo fundo. Minha barriga contraía. O orgasmo veio rápido, violento. A buceta apertou a pica dele em espasmos, gozando em jatos quentes que escorriam pelas minhas coxas e pingavam no chão. — Isso… goza na pica do tio, sua puta. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu tremia, as pernas fraquinhas. Depois tirou, me virou, me ajoelhou no chão frio e enfiou a pica na minha boca. Eu chupei com fome, lambendo a própria porra misturada com a dele. A cabeça batia na minha garganta. Ele segurava meu cabelo e fodia minha boca como se fosse uma buceta. — Engole tudo, vadia. Quando gozou, foi direto na minha língua. Jatos grossos, quentes, salgados. Eu engoli o que deu, o resto escorreu pelo queixo e pingou nos meus peitos. Ele ainda estava duro. Me puxou de novo, me sentou na pia, abriu minhas pernas e enfiou de novo na buceta. Dessa vez mais devagar, fundo, rebolando pra sentir cada centímetro. — Seu marido acha que eu só gozei na calcinha… — ele sussurrou, lambendo meu mamilo. — Não sabe que eu enchi essa buceta ontem. E vou encher de novo agora. Eu gemia sem parar, sem conseguir controlar. A pica dele batia no fundo, o saco molhado esbarrando no meu cu. Ele passou o dedo no meu cu de novo, enfiou até a junta, e meteu os dois buracos ao mesmo tempo. Eu quase gritei. — Porra… tio… eu não aguento… — Aguenta sim. Sua buceta foi feita pra isso. Ele acelerou. A pia balançava. Eu gozei de novo, mais forte, a buceta jorrando, o corpo inteiro tremendo. Ele segurou meu pescoço, me olhou nos olhos e gozou fundo, jatos quentes enchendo meu útero outra vez. A porra vazou imediatamente, escorrendo pelo meu cu e pingando no chão. Quando ele saiu de dentro, a buceta ficou aberta, latejando, escorrendo. Ele limpou a pica na minha calcinha nova, a mesma que eu tinha acabado de colocar, e guardou no bolso. — Dessa vez eu não erro o lugar — ele disse, sorrindo. Abriu a porta e saiu como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei ali, de pernas abertas, porra escorrendo, o corpo inteiro cheirando a sexo. Oito horas se passaram. Ele ainda não saiu de casa. E eu já tô molhada de novo só de pensar na próxima vez que ele for me pegar enquanto meu marido estiver na sala, suspeitando, mas sem coragem de perguntar direito. Ainda tem porra escorrendo pela minha coxa enquanto eu digito isso. A buceta continua latejando. O cu arde gostoso. E eu já sei que, assim que meu marido dormir, o tio vai entrar no meu quarto de novo. Vai me acordar com a pica na boca. Vai me foder até eu não conseguir mais caminhar direito. E eu vou gemer baixinho, desesperada, pedindo mais, porque essa sacanagem tá boa demais pra acabar agora.
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