Flagrei minha mãe gozando pra outro!

O relógio da sala marcava quase uma da manhã quando eu acordei com aqueles gemidos. Baixos no começo, mas insistentes, como se alguém estivesse se contorcendo de prazer do outro lado da parede. Meu pai tinha saído pra trabalhar no plantão de domingo de carnaval, então a casa era só eu e ela. Levantei da cama de cueca, o pau já meio duro só de ouvir, e fui devagar até o corredor. A porta do quarto dos meus pais estava entreaberta, como sempre. Ninguém trancava nada aqui em casa.
Cheguei perto e olhei pela fresta. A luz do abajur estava acesa, a tv ligada num volume alto o bastante pra abafar um pouco o barulho, mas não o suficiente. Minha mãe estava deitada na cama de casal, completamente nua. Quase cinquentona, corpo ainda firme, peitos grandes e pesados caindo pro lado, barriga macia, e aquela buceta grisalha bem aberta. Ela segurava um vibrador grosso na mão direita, enfiando e tirando devagar daquela xota molhada, enquanto a esquerda segurava o celular. Filmava. Ou tirava foto. E falava baixo, quase num sussurro safado:
- Isso, Preto... mete fundo... assim mesmo, Pedro... enche essa buceta de porra...
Eu gelei na hora. Será que a coroa tava traindo o velho? Mas o meu pau não ligou pra moral nenhuma. Ficou duro pra caralho, latejando dentro da cueca. Tirei ele pra fora ali mesmo, no corredor escuro, e comecei a bater uma olhando pra aquela mulher nua se masturbando. A buceta dela brilhava de porra, os pelos grisalhos molhados, o clitóris inchado. Ela abria mais as pernas, empurrava o brinquedo até o fundo e gemia mais alto:
- Aaaaah... porra... que pau gostoso... enfia tudo... arromba essa puta...
Eu masturbava forte, imaginando que era o meu pau ali dentro. Queria ser o cara do outro lado da tela. Queria meter naquela buceta quente, foder aquela mãe safada até ela gozar gritando meu nome. O cheiro de sexo vinha pela fresta, misturado com o perfume barato dela. Ela virava o celular, mostrava o cu apertado, e enfiava um dedo enquanto o vibrador continuava trabalhando a xota.
- Olha esse cuzinho, Preto... quer meter aqui também? Quer gozar no cu da sua putinha?
Eu quase gozei só de ouvir. Aumentei o ritmo, a mão escorregando no pau babado de porra. Quando ela chegou no orgasmo, o corpo inteiro tremeu. As coxas bateram uma na outra, a buceta apertou o brinquedo e ela soltou um gemido longo, desesperado:
- Aiiiiiiii... to gozando... porraaaaa... goza comigo, Pedro... enche tudo...
Quatro jatos fortes saíram do meu pau ali mesmo no chão do corredor. Esporrei pra caralho, vendo a buceta dela se contrair. Mas o pau não amoleceu. Continuou duro, latejando, pedindo mais. Eu fiquei ali, sem me mexer, olhando ela se recuperar. Ela tirou o vibrador, mostrou a xota escorrendo pro celular e riu baixinho:
- Gostou, né, safado? Agora olha o que essa vadia faz pelo cu...
Ela pegou outro brinquedo, mais fino, lubrificou com a própria porra da buceta e começou a enfiar no cuzinho. Devagar no começo, gemendo baixo. Eu voltei a bater uma, agora com o olhar colado naquele cu se abrindo. Minha mãe, a mulher que me criou, a coroa do meu pai, estava ali se arrombando pro amante enquanto filmava. E eu, o filho, no corredor, punhetando feito um louco.
- Aaaaah... cu apertado... mete, Preto... arromba essa bunda...
O vibrador sumiu quase inteiro. Ela empinava a bunda, abria as nádegas com a mão livre e filmava tudo. Eu imaginava meu pau no lugar. Queria invadir o quarto, puxar ela pelo cabelo e enfiar tudo de uma vez. Queria gozar dentro daquela buceta de onde eu saí, encher o útero da minha própria mãe de porra. Mas me contive. Fiquei só assistindo, a mão voando no pau.
Ela gozou de novo. Dessa vez mais forte. O corpo se arqueou, o cu apertou o brinquedo e ela gritou abafado:
- Porraaaaa... to gozando pelo cu... aiiiiii... enche tudo... goza dentro dessa puta...
Eu gozei junto. Mais jatos, escorrendo pelos dedos, pingando no chão. O coração batia forte. Voltei pro meu quarto cambaleando, o pau ainda semi-duro, a cabeça cheia de imagens. Deitei na cama e continuei me tocando, pensando nela. Pensando se ela me daria chance. Se eu chegasse perto, se eu falasse, se eu mostrasse o pau duro... será que ela topava? Será que aquela vadia queria o pau do filho também?
Não demorou. Menos de meia hora depois os gemidos voltaram. Mais altos. Eu levantei de novo, o pau já em pé só de ouvir. Voltei pra fresta. Agora ela estava de quatro na cama, o vibrador grosso na buceta e o outro no cu, os dois funcionando ao mesmo tempo. O celular apoiado na cabeceira, filmando a bunda. Ela rebolava, empurrava pra trás, gemendo desesperada:
- Isso... fode os dois buracos... arromba essa mãe puta... mete fundo no cu... porra... que delícia...
Eu tirei o pau de novo e masturbei olhando. A buceta dela engolia o brinquedo, o cu se abria e fechava, a porra escorria pelas coxas. Ela olhava pra câmera e falava:
- Olha como essa vadia goza... quer gozar na cara da sua putinha, Preto? Quer que eu engula tudo?
Meu pau latejava. Eu queria ser o Preto. Queria ser o Pedro. Queria que ela me chamasse de filho enquanto eu metia. Queria ouvir:
- Mete no filho, mãe... enfia tudo nessa buceta... goza no pau do teu menino...
Eu gozei de novo, mais forte ainda. Os jatos bateram na parede. Tive que me segurar pra não gemer alto. Fui pro quarto antes que ela percebesse. Mas a cabeça não parava. Eu ficava me tocando, imaginando invadir o quarto, pegar ela de surpresa, colocar o pau na boca dela e falar:
- Mama o pau do filho, puta. Vê se aguenta.
Ela engoliria. Eu sabia. Aquela mulher safada engoliria tudo, chuparia até as bolas, e depois abriria as pernas pra eu meter. Eu foderia a buceta primeiro, bem fundo, até ela gozar gritando. Depois tiraria e enfiaria no cu. Apertado, quente, se contraindo. Ela gemeria:
- Aiiii... cu da mãe... arromba... mete tudo... goza dentro... enche o cu da tua mãe de porra...
Eu gozaria fundo. E depois botaria de novo na buceta, pra gozar no lugar de onde eu saí. Marcaria ela. Faria ela saber que o pau do filho era melhor que o do amante.
Passei a madrugada inteira assim. De vez em quando voltava pra fresta. Ela continuava. Às vezes só com os dedos, às vezes com os brinquedos, sempre filmando, sempre chamando o nome do cara. Eu punhetava até doer. Gozei mais duas vezes só de olhar. Na última, quase entrei. A mão no peitoril da porta, o pau latejando, a vontade queimando. Mas me contive. Fiquei só assistindo ela gozar mais uma vez, o corpo tremendo, a buceta escorrendo, o cu se contraindo no vibrador.
Quando finalmente parou, já era quase quatro da manhã. Ela desligou o celular, tirou os brinquedos, limpou tudo e apagou a luz. Eu voltei pro quarto com o pau ainda semi-duro, a mão cheirando a porra, a cabeça cheia dela. Deitei e fiquei imaginando o dia seguinte. Como olhar na cara dela no café. Como fingir que não vi nada. Como segurar a vontade de chegar perto e falar baixo:
- Vi tudo, mãe. Vi você se arrombando pro amante. E eu gozei olhando. Quer experimentar o pau do seu filho agora?
Eu sabia que ia ficar duro de novo só de pensar. E sabia que, na próxima vez que ela resolvesse se tocar, eu estaria na fresta de novo. Esperando. Querendo. Doendo de vontade de meter naquela buceta grisalha, naquele cu apertado, de fazer a minha própria mãe gozar gritando meu nome.
E se ela me flagrasse? Melhor ainda. Eu entraria. Fecharia a porta. Tiraria a cueca e mostraria o pau duro. Ela olharia surpresa, a boca entreaberta, a buceta ainda molhada. Eu chegaria perto, seguraria o queixo dela e falaria:
- Abre a boca. Mama. Agora é o filho que vai te foder.
E ela mamaria. Chuparia gostoso, olhando pra cima, os olhos úmidos. Eu seguraria a cabeça e meteria fundo na garganta, ouvindo ela engasgar e gemer. Depois jogaria ela na cama, abriria as pernas e enfiaria de uma vez na buceta quente. O barulho molhado, o cheiro, o calor. Ela gemeria alto:
- Aaaaah... filho... que pau grosso... mete... fode a mamãe... arromba essa puta...
Eu meteria sem dó. Até o fundo. Batendo nas bolas. Segurando as coxas. Chupando os peitos. Mordendo o pescoço. Ela gozaria no meu pau, a buceta apertando, escorrendo. Eu tiraria e enfiaria no cu. Devagar no começo, depois forte. Ela gritaria:
- Porraaaaa... no cu... aiiiiii... goza dentro... enche o cu da tua mãe...
E eu gozaria. Fundo. Pulsando. Enchendo. Depois tiraria, botaria de novo na buceta e gozaria mais uma vez. Até ela ficar cheia. Até escorrer pelas coxas. Até ela olhar pra mim com cara de puta satisfeita e falar:
- Mais... me fode de novo... o pau do meu filho é melhor...
Eu foderia a noite inteira. Até o sol nascer. Até o meu pai voltar. E mesmo assim eu continuaria querendo mais. Porque agora eu sabia. Minha mãe era uma vadia. Uma puta safada. E eu queria ser o amante dela. Queria ser o pau que ela filmava. Queria ser o nome que ela gemia.
Fiquei deitado, o pau duro de novo só de imaginar. A mão voltou a subir e descer. Devagar. Pensando nela. Na buceta. No cu. Nos gemidos. No cheiro. No jeito que ela se contorcia. E gozei mais uma vez, sozinho no quarto, sussurrando baixo:
- Mãe... puta... vou te foder...
A porra escorreu pelos dedos. O corpo relaxou. Mas a vontade não passou. Eu sabia que na próxima noite, se ela começasse de novo, eu estaria lá. Na fresta. O pau na mão. Esperando a chance de entrar. De meter. De gozar dentro da minha própria mãe. De fazer ela esquecer o Preto, o Pedro, qualquer outro. Porque o pau que ela precisava estava aqui em casa. O pau do filho. Pronto pra arrombar aquela buceta grisalha e aquele cu apertado até ela gozar gritando, desesperada, pedindo mais.
E eu daria. Sem poupar. Sem dó. Até ela virar a puta oficial do filho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Flagrei minha mãe gozando pra outro!

Codigo do conto:
268973

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/08/2026

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