Na noite de filmes com nossos pais, meu irmão me aliciou e me fez gozar gostoso!
A noite estava quieta demais pra quem queria se entregar. A sala de estar cheirava a pipoca e aquele perfume barato que a mamãe sempre usava. A luz da televisão era a única coisa que cortava o escuro, projetando as cenas do Poderoso Chefão nas paredes. Mais uma vez. Já tínhamos visto aquilo umas vinte vezes, mas papai insistia. Ele e a mamãe estavam grudados no sofá grande, quase dormindo um no colo do outro. Eu e o irmãozinho no sofá menor, do outro lado, com o travesseiro no meio como se fosse uma barreira inútil. Eu estava de shortinho de moletom sem nada por baixo e uma camiseta larga. Ele de bermuda. O corpo dele era quente perto do meu. Eu sentia o cheiro da pele dele, aquele cheiro de sabonete e suor leve. Não aguentei. Quando os pais demoraram a responder um comentário qualquer sobre a cena, eu me virei um pouco e ele já estava se aproximando por trás. O braço dele passou pela minha cintura e me puxou contra o peito. — Vem cá… — ele sussurrou bem baixinho no meu ouvido, a voz rouca de quem já estava excitado. Eu virei o rosto e encontrei a boca dele. O beijo foi curto no começo, só lábios se tocando, mas logo a língua dele invadiu a minha. Quente, molhada, faminta. Eu gemi baixinho dentro da boca dele e senti a pica dele endurecer contra a minha bunda. Mesmo por cima da bermuda dava pra sentir o volume grosso, quente, latejando. Minha buceta já estava escorrendo só com aquilo. Eu puxei as mãos dele e enfiei por baixo da minha camiseta. — Brinca com os peitos… — pedi num sussurro, quase sem voz. Ele não hesitou. As mãos grandes dele subiram, passaram por cima do sutiã e depois entraram por baixo dele. Os dedos grossos apertaram meus mamilos duros, rodando, beliscando com força o suficiente pra me fazer tremer. Eu continuei beijando ele enquanto ele malhava meus seios, apertando, puxando, esmagando. A buceta latejava, o grelinho inchado e molhado, batendo no shortinho a cada movimento. Eu esfreguei a bunda nele com mais vontade, sentindo a pica dele crescer ainda mais, o pau grosso se encaixando no meio das minhas nádegas mesmo por cima da roupa. Olhei de canto pro sofá dos pais. Eles estavam quietos, olhando a tela. Seguro. Eu balancei a bunda mais devagar, mais sujo, esfregando o cu e a buceta contra aquele pau duro. Ele gemeu no meu pescoço, um som baixo e gutural. — Porra, irmã… tá molhada pra caralho já… A mão dele desceu das minhas tetas e passou pela barriga. Eu sou hiper-sensível ali. Quando os dedos dele fizeram cócegas leves eu quase ri alto, o corpo inteiro se contorcendo. Bati na mão dele de leve. — Para… — sussurrei, mas sem força nenhuma. Ele sorriu contra minha pele e insistiu. A mão deslizou mais baixo, entrou pelo cós do shortinho. Eu bati de novo, um pouco mais forte, e virei o rosto pra olhar ele. Os olhos dele estavam escuros, famintos. Ele só beijou minha testa e continuou. Os dedos passaram por cima da calcinha (eu tinha colocado uma fininha de algodão só por precaução) e sentiram o calor absurdo. A calcinha já estava encharcada, colada na buceta, o tecido molhado no meio da fenda. — Caralho… tá pingando — ele murmurou, a voz embargada. Eu derreti. A buceta latejou forte, o grelinho doendo de tanto querer ser tocado. Ele não pediu permissão. Os dedos deslizaram por baixo da calcinha e encontraram a pele nua, quente, escorregadia. Dois dedos passaram devagar pela fenda, abrindo os lábios inchados, espalhando o mel que escorria. Eu mordia o lábio inferior com força pra não gemer. A mão livre dele ainda apertava um peito por baixo do sutiã, beliscando o mamilo. Quando o dedo médio dele encontrou o grelinho e começou a roçar em círculos lentos, eu quase me entreguei. O corpo inteiro tremeu. Eu enfiei a mão na própria boca, abafando os gemidos que queriam sair desesperados. — Assim… mais… — eu gemi baixo, a voz falhando. Ele acelerou. O dedo grosso subia e descia pelo grelinho, depois descia até o buraco da buceta e entrava só a ponta, molhando tudo, voltando pro clitóris. Eu estava encharcada. O shortinho já tinha uma mancha escura. Cada movimento dos dedos dele fazia um barulhinho molhado, úmido, obsceno. Eu apertava as coxas, tentando segurar o gozo que já estava subindo. Ele meteu dois dedos de uma vez. Fundo. A buceta engoliu os dedos dele com um barulho molhado e eu soltei um gemido abafado contra a própria mão. Os dedos entravam e saíam, curvando pra dentro, acertando aquele ponto que me fazia ver estrelas. O polegar não parava de esfregar o grelinho. Eu estava tremendo toda, a bunda se contraindo contra a pica dura dele. — Vai gozar pra mim… — ele sussurrou no meu ouvido, a voz baixa e suja. — Goza na minha mão enquanto os velhos tão aí do lado… Eu não aguentei. O gozo veio forte, violento. A buceta se agarrou nos dedos dele, pulsando, esguichando mais mel. Eu morria de vontade de gritar, de gemer alto, de falar putaria, mas só conseguia fazer um barulho abafado contra a mão, o corpo inteiro se sacudindo. As pernas tremeram, a bunda apertou a pica dele com força. Ele continuou dedilhando mesmo depois, prolongando o orgasmo, os dedos molhados entrando e saindo enquanto eu me contorcia. Quando finalmente parei de tremer, ele tirou a mão de dentro do shortinho. Os dedos estavam brilhando, cobertos do meu gozo. Ele levou até a boca e chupou devagar, os olhos fixos nos meus. Depois ofereceu os dedos pra mim. — Chupa… prova como você goza gostoso… Eu abri a boca e chupei os dedos dele. O gosto era salgado, doce, meu. Eu lambei cada um, chupando até a base, olhando pra ele. Ele gemeu baixo e apertou a pica por cima da bermuda. — Porra… quero meter essa pica nessa buceta agora… Mas a gente não podia. Os pais ainda estavam ali. Eu voltei a olhar a tela, o coração batendo descontrolado, a buceta ainda latejando, aberta, molhada, pedindo mais. Ele abraçou meu corpo por trás de novo, a pica dura pressionada contra a minha bunda, e ficou quieto. Só as mãos dele debaixo da camiseta, apertando meus peitos de leve, como se não quisesse soltar. O filme continuava. Al Pacino falava alguma coisa. Papai resmungou. Mamãe riu baixo. E eu estava ali, com a buceta ainda latejando do gozo que o meu irmãozinho tinha me dado com os dedos, a poucos passos dos nossos pais, o gosto do meu próprio gozo ainda na língua. Eu apertei a mão dele sobre o meu peito e sussurrei, quase sem voz: — Próxima vez… eu quero essa pica inteira dentro de mim… Ele beijou meu pescoço e apertou mais forte. — Vai ter. Vai gozar sentada na minha pica enquanto eles dormem na sala do lado. Vou te foder até você não aguentar mais, irmã… A noite ainda era longa. E a gente mal tinha começado.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.