Aquele dia começou como qualquer outro, mas terminou de um jeito que nenhuma de nós duas jamais esqueceria. Eu estava em casa, deitada no sofá, tentando me distrair com qualquer porcaria na televisão depois de mais um dia chato de trabalho, quando o celular tocou. Era a minha irmã. A voz dela saía embargada, quase engasgada de tanto chorar. — Por favor, vem me buscar… ele… ele tá fodendo outra ali na frente de todo mundo… eu não aguento mais… Eu não pensei duas vezes. Levantei, peguei as chaves e saí. Nove em cada dez vezes era eu que ia atrás dela, e tudo bem. A gente tinha essa lei silenciosa desde sempre. Se uma precisasse, a outra aparecia. As duas já passadas dos trinta, cada uma com suas cicatrizes. Eu ainda engolia o gosto amargo do meu divórcio, aquele casamento que me drenou até a última gota de vontade de viver. Fazia anos que ninguém me tocava de verdade. Anos sem sentir uma pica dentro de mim, sem gemer de verdade, sem gozar como gente. A viagem até o lugar onde ela estava durou quase meia hora. Quando cheguei, ela estava sentada no meio-fio, saia curta, maquiagem borrada, olhos vermelhos. Subiu no carro sem falar nada. Eu dirigi em silêncio pelos primeiros minutos, só ouvindo o soluço dela de vez em quando. A estrada de volta pra casa dela era longa, quase uma hora de curva e asfalto escuro. — Ele tava com a porra da mão na buceta dela… — ela murmurou de repente, a voz rouca. — E a puta gemendo igual uma cadela no cio. Eu fiquei parada olhando. Que merda, hein? Eu tirei uma mão do volante e pus na coxa dela. A pele quente, macia, um pouco suada. Comecei a esfregar devagar, só a ponta dos dedos subindo e descendo. Ela não afastou. Pelo contrário, abriu um pouco as pernas, a saia subindo mais ainda. — Continua… — sussurrou. — Tá gostoso. Você nunca me machucaria, né? Eu confio em você. A mão subiu mais. A ponta do meu dedo encontrou o tecido da calcinha. Já estava úmido. Eu comecei a circular por cima, sentindo o relevo do grelinho inchado. Ela soltou um suspiro longo, a cabeça jogada pra trás no banco. — Porra… continua assim… não para… Eu apertei um pouco mais, deslizando o dedo no meio da fenda molhada por cima do tecido. O carro seguia a estrada vazia, os faróis cortando a noite. O cheiro dela começou a subir, aquele cheiro doce e salgado de buceta excitada. Eu enfiava o dedo com mais força, sentindo o tecido afundar entre os lábios inchados. — Sua calcinha tá encharcada, irmãzinha… — falei baixo, a voz rouca de tesão acumulado. — Tá pingando de vontade. Ela gemeu alto, as pernas abrindo ainda mais. — Mete o dedo… tira essa porra de calcinha e mete… Eu puxei o tecido pro lado. A buceta dela estava inchada, o grelinho saltado, os lábios brilhando de porra. Meu dedo médio deslizou direto no meio, enfiando até a junta. Quente, apertado, molhado pra caralho. Ela arquejou, a mão agarrando meu braço. — Aiiii… porra… mais fundo… Comecei a foder ela com o dedo, entrando e saindo devagar, o polegar esfregando o grelinho. O barulho molhado enchia o carro. Ela rebolava no banco, a saia completamente levantada, as tetas subindo e descendo sob a blusa. — Mais… mete outro… arrebenta essa buceta… Enfiei o segundo dedo. Ela gritou, o corpo retesando. — Isssooo… assim… fode… fode a minha xota… Os dedos entravam e saíam, o polegar girando no clitóris inchado. Ela estava gozando já, o corpo tremendo, a buceta apertando meus dedos com força. Um jato quente escorreu pela minha mão, pingando no banco. — Aaaahhh… caralho… tô gozandoooooo… tô gozando na sua mão… Eu continuei, sem parar, até ela se acalmar um pouco, ofegante, a cabeça caída pro lado. Continuei o caminho até a casa dela. Quando chegamos, ela quase não conseguia andar. Eu a ajudei a subir, deitei ela na cama. Ela me puxou pra baixo e me beijou, a língua quente e desesperada. Depois caiu no sono, ou fingiu muito bem. Eu fiquei olhando por um tempo, a mão ainda fedendo a buceta dela, o coração batendo forte demais. A gente nunca falou daquilo depois. Mas desde aquele dia ela começou a aparecer na minha casa quase todo dia. Morávamos no mesmo condomínio, então era fácil. E eu… eu estava morrendo de tesão. Anos sem foder, o corpo gritando por alívio, e aquela imagem dela gemendo no meu carro não saía da minha cabeça. Hoje à noite eu preparei tudo. Jantar leve, vinho, Netflix já aberto na primeira temporada de qualquer merda que a gente nunca ia prestar atenção. Quando a campainha tocou, meu coração disparou. Ela entrou sorrindo, aquele sorriso cansado de sempre. Abraçou, beijou meu rosto. O cheiro do perfume dela misturado com o dela mesmo me deixou molhada na hora. — Cheirou gostoso… — ela falou, olhando a mesa. — Você tá mimando demais. Comemos, bebemos, rimos de merda nenhuma. Depois fomos pro sofá. O filme começou. Eu me aproximei devagar, a mão voltando pra coxa dela, dessa vez por cima da calça legging justa. Ela não disse nada. Só abriu as pernas um pouco. — Tá lembrando daquela noite? — perguntei baixo, os dedos apertando a carne macia. Ela virou o rosto pra mim, os olhos escuros. — Toda porra de dia. Sonho com seus dedos na minha buceta. Não precisei de mais nada. Puxei ela pra mim e beijei com fome, a língua enfiando fundo na boca dela. As mãos já subiam por baixo da blusa, apertando as tetas, beliscando os bicos duros. Ela gemeu dentro da minha boca. — Tira essa porra… quero sentir sua pele… Arranquei a blusa dela, depois a minha. As tetas se esfregaram, os bicos duros se tocando. Eu desci a boca, chupando um peito, mordendo de leve, lambendo o mamilo até ela se contorcer. — Aiii… chupa forte… assim… Minha mão desceu, puxou a legging junto com a calcinha. A buceta dela já estava escorrendo de novo. Enfiei dois dedos de uma vez, fodi rápido, o polegar no grelinho. — Sua xota tá pedindo pica, irmã… tá molhada pra caralho… Ela rebolava nos meus dedos, gemendo alto. — Mete… mete a porra dos dedos… arrebenta… Eu a empurrei de costas no sofá, ajoelhei entre as pernas dela e enfiei a cara. A língua passou direto no meio da fenda, lambendo do cu até o grelinho. O gosto dela era forte, doce e salgado. Eu chupava o clitóris com força, os lábios puxando, a língua vibrando. Dois dedos entravam e saíam da buceta, fazendo barulho molhado. — Porraaaa… assim… chupa esse grelinho… aiii caralho… Ela agarrou meu cabelo, empurrando minha cara contra a buceta. Eu chupava com vontade, lambendo, sugando, enfiando a língua o mais fundo que dava. O cu dela contraía toda vez que eu passava a ponta da língua ali. — Chupa meu cu também… lambê essa bundinha… Levantei as pernas dela, abrindo tudo. A língua desceu, lambeu o cu apertado, enfiou a ponta. Ela gritou, o corpo inteiro tremendo. — Issooo… mete a língua no cu… ahhh porra… Voltei pra buceta, chupando o grelinho enquanto os dedos fodiam os dois buracos. Ela gozou de novo, jatos quentes molhando minha boca e meu queixo. Eu lambia tudo, sem desperdício. Quando ela se acalmou um pouco, eu me levantei, tirei a minha calça. A buceta minha estava inchada, escorrendo pelas coxas. Fazia anos. Anos sem nada. Eu estava desesperada. — Agora é minha vez… — falei, a voz embargada. — Quero sua língua na minha xota. Ela se ajoelhou no chão na frente de mim, puxou minhas pernas e enfiu a cara. A língua dela era quente, ávida. Ela chupava como se estivesse faminta há dias, lambendo, sugando o grelinho, enfiando a língua fundo. Eu segurava a cabeça dela, rebolando na cara. — Isso… chupa… chupa essa buceta faminta… aiii porra… Ela enfiu dois dedos em mim enquanto chupava. Eu já estava no limite. O orgasmo veio forte, as pernas tremendo, um gemido longo saindo da minha garganta. Eu gozei na boca dela, escorrendo pelos cantos dos lábios. Mas não bastava. Eu precisava de mais. Precisei de pica, mesmo que fosse de brinquedo. Levantei, fui até o quarto e voltei com o vibrador grosso que eu usava sozinha nas noites longas. Ela olhou e sorriu safada. — Vai meter essa pica em mim? — Em nós duas. Até a gente não aguentar mais. Deitei ela de novo no sofá, abri as pernas e enfiei o vibrador na buceta dela de uma vez. Ela gritou, as unhas cravando no meu braço. — Caralhoooo… é grosso pra porra… arrebenta… Liguei no máximo. O barulho do motor misturado com os gemidos dela enchia a sala. Eu fodia ela com força, entrando até o fundo, o clitóris sendo esfregado pela base. Ao mesmo tempo, enfiava dois dedos no cu dela, abrindo. — Toma… toma essa pica na xota e no cu… gemendo igual puta… Ela gozava sem parar, um atrás do outro, o corpo se contorcendo, a buceta esguichando. Eu tirei o vibrador, todo molhado de porra dela, e enfiei em mim mesma. O grosso me abriu, doeu gostoso depois de tanto tempo. Comecei a me foder na frente dela, os dedos no grelinho, gemendo alto. — Olha… olha eu me fodendo… aiii porra… minha buceta tá pedindo… Ela se levantou, se ajoelhou e começou a chupar meus peitos enquanto eu me fodia. Depois tirou o vibrador de mim e enfiu de novo nela, se sentando em cima, rebolando. A noite inteira foi assim. A gente se chupou, se fodeu com dedos, com o vibrador, com a língua no cu, com gemidos desesperados. Eu lambi a buceta dela até o maxilar doer. Ela chupou meu grelinho até eu gozar esguichando na cara dela. A gente se beijava com gosto de porra uma da outra, as línguas se enrolando. Em um momento eu a virei de quatro no sofá, enfiei a língua no cu dela enquanto o vibrador fodía a buceta. Ela gritava, a cara enterrada no sofá. — Mete… mete a língua fundo…e depois arrebenta meu cuzinho… ahhh caralho… Depois eu deitei de costas e ela se sentou na minha cara, rebolando a buceta molhada na minha boca enquanto se masturbava. O gosto, o cheiro, o barulho… tudo me deixava louca. Quando finalmente paramos, suadas, ofegantes, o sofá encharcado, eu olhei pra ela e ri baixo. — A gente fodeu pra caralho, né? Ela passou a mão na minha bochecha, os dedos ainda cheirando a buceta. — E vai foder mais. Toda vez que eu vier aqui. Sua pica de plástico, seus dedos, sua língua… eu quero tudo. Sempre. Eu beijei ela de novo, devagar, saboreando. O corpo ainda tremia. Anos sem sentir nada, e agora minha irmã tinha acordado tudo de novo. A lei silenciosa entre a gente agora tinha um novo capítulo. Se uma precisasse de buceta, de cu, de gemido, de gozada… a outra estaria lá. Sempre. E aquela noite foi só o começo.
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