Deixo a porta destrancada pro meu pai vim me comer gostoso!
Eu tava no meu quarto, de calcinha e sutiã, trocando de roupa pra dormir. A porta não tava trancada. Nunca trancava. Ele abriu devagar, sem bater, e ficou parado na soleira. Eu vi o reflexo dele no espelho e não me virei logo. Deixei ele olhar. O sutiã preto, a calcinha de renda que mal cobria a bunda, as pernas abertas enquanto eu puxava a camiseta. Ele ficou ali uns segundos, respiração pesada, mão já apertando o volume na calça. Eu me virei devagar, olhei pra ele e não me cobri. — Fecha a porta, pai. Ele fechou. Trancou. Veio até mim, agarrou meu cabelo e puxou minha cara pra cima. Beijou minha boca com força, língua grossa entrando, dente batendo em dente. Eu gemei no beijo, mão já descendo pro cinto dele. Abrir a calça, puxar o short pra baixo e a pica dele saltou pra fora, já dura, grossa, a cabeça vermelha pingando pré-gozo. Eu desci de joelhos no carpete e engoli aquela pica sem cerimônia. Chupei fundo, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta, babando, fazendo barulho molhado. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha boca, empurrando até eu engasgar, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos meus peitos. — Isso, filha… chupa essa pica gostosa… toma tudo… Eu chupei até ele estar molhado de baba, veias saltadas, prestes a gozar. Aí ele me puxou pelo cabelo, me levantou e me jogou de bruços sobre a mesa de estudos. Cadernos e canetas caíram no chão. Ele puxou minha calcinha pro lado, abriu minhas pernas e enfiou a língua na minha buceta de uma vez. Chupou o grelinho inchado, lambeu a fenda toda, enfiou a língua no buraco e chupou o cu também, molhando tudo. Eu gemendo alto, batendo a mão na mesa, pernas tremendo. — Porra, pai… chupa essa buceta… assim… mais forte… Ele mordeu a bunda, deu um tapa forte que deixou a marca da mão e depois enfiou dois dedos na buceta enquanto chupava o clitóris. Eu gozei na mão dele, buceta apertando os dedos, gozo escorrendo pela coxa. Ele não esperou. Pôs a camisinha, alinhou a pica na entrada e enfiou tudo de uma vez. Eu gritei. A pica dele era grossa demais, abria a buceta toda, enchia até o fundo. Ele começou a meter forte, sem dó, segurando meu quadril com força, batendo a barriga na minha bunda. Cada estocada fazia a mesa ranger e meus peitos balançarem. — Toma essa pica, putinha… sua buceta é tão apertada… porra… — Mais forte, pai… fode essa buceta… arromba… Ele metia com tudo, o som molhado da pica entrando e saindo ecoando no quarto. Eu gemendo desesperada, babando na mesa, olhos revirando. Ele puxou meu cabelo pra trás, me forçou a arquear a coluna e meteu ainda mais fundo. A cabeça da pica batendo no ponto certo toda vez. Eu gozei de novo, buceta esguichando um pouco, pernas bambas. Ele não parou. Continuou fudendo, agora mais lento, mais fundo, girando o quadril pra sentir cada centímetro. Depois ele me virou, me levantou e me carregou até a cama. Deitou de costas e me puxou pra cima. Eu montei nele, segurei a pica na mão e enfiei na buceta de novo. Desci devagar, sentindo ela abrir, engolir cada veia. Quando sentei até o fundo, balancei o quadril, rebolei, sentindo a pica mexer lá dentro. Ele segurou meus peitos, apertou os mamilos, chupou um enquanto eu cavalgava. Eu subia e descia rápido, batendo a bunda nas coxas dele, gemendo alto. — Olha como eu monto essa pica… toma, pai… fode sua filha… — Isso, cavala nessa pica… sua buceta é uma putaria… Eu rebolava com força, o grelinho roçando na base da pica a cada movimento. Ele batia na minha bunda, deixando vermelho, e de vez em quando enfiava um dedo no meu cu enquanto eu montava. O dedo entrava fácil, molhado de saliva e de gozo. Eu gemendo mais alto ainda, quase gritando. — Enfia o dedo no cu… assim… porra… Ele enfiou o segundo dedo, abriu o cu e eu gozei de novo, buceta e cu apertando ao mesmo tempo. Ele aproveitou, me levantou um pouco, tirou a pica da buceta e enfiou no cu de uma vez. Eu gritei de dor e prazer misturados. A pica grossa abrindo o cu, entrando até o fundo. Ele me segurou pelos quadris e começou a meter no cu, devagar no começo, depois com força. Eu rebolava contra ele, sentindo a pica rasgar o cu, o calor subindo pela espinha. — Toma no cu, filha… seu cuzinho é apertado pra porra… — Fode meu cu… arromba esse cu… mais fundo… Ele metia com tudo, a camisinha esticando, o som de pele batendo em pele. Eu gozei com a pica no cu, corpo inteiro tremendo, gozo escorrendo da buceta pra cima da pica. Ele tirou, me jogou de quatro na cama e enfiou de novo na buceta. Agora metia com raiva, segurando meu cabelo como rédea, me fudendo como uma puta. Eu gritava no travesseiro, pedindo mais, pedindo mais forte. — Mais… mais… fode essa puta… sua putinha… Ele tirou a camisinha, se masturbou rápido e gozou no meu cu e na minha bunda, jatos quentes de porra caindo na pele. Eu continuei de quatro, respirando pesado, buceta e cu latejando. Ele passou a mão na porra e enfiou os dedos na minha boca. Eu chupei, limpando a porra dos dedos, olhando pra ele. Depois ele me puxou pro colo, me beijou devagar, ainda ofegante. Ficamos assim uns minutos, a pica dele ainda semi-dura contra minha barriga. Eu desci a mão e comecei a mexer de novo. Em minutos ele já tava duro outra vez. Eu chupei a pica limpa de porra, engoli até o fundo, sentindo o gosto salgado. Ele me deitou de lado, levantou uma perna e enfiou de novo na buceta, metendo de lado, fundo, lento. Eu gemei no ouvido dele, pedindo pra ele gozar dentro, mas ele não gozava. Preferia ver eu gozar várias vezes. Ele me virou de novo, me colocou de quatro e chupou minha buceta e meu cu ao mesmo tempo, língua entrando nos dois buracos. Eu rebolava na cara dele, molhando o rosto inteiro de gozo. Quando não aguentei mais, ele me montou de novo, me fez cavalgar de frente, peito a peito, e meteu até eu gozar gritando o nome dele. Depois deitou em cima de mim e fodeu lento, profundo, até eu quase chorar de tanto prazer. Cada estocada arrancava um gemido desesperado da minha garganta. — Pai… não para… fode mais… eu aguento… — Sua buceta é viciada nessa pica… toma tudo… Ele meteu até gozar de novo, dessa vez na camisinha dentro da buceta. Quando tirou, a camisinha tava cheia. Eu tirei, chupei a pica limpa e engoli o resto de porra que ainda pingava. Ele me beijou, limpou a boca com a língua e ficou deitado do meu lado por uns minutos, mão na minha buceta, dedos brincando com o grelinho inchado. Depois ele se levantou, se vestiu, olhou pra mim ainda pelada na cama, buceta aberta, gozo escorrendo, e saiu sem falar nada. Eu fiquei ali, pernas abertas, corpo latejando, já querendo a próxima vez. No dia seguinte a gente agia normal. Café da manhã, ele lendo o celular, eu estudando. Mas à noite, quando a mãe saía, a porta do meu quarto se abria de novo. E acontecia tudo outra vez. Ele entrava, eu ajoelhava, chupava a pica até ela ficar dura e grossa, ele me dobrava na mesa ou me jogava na cama, me fodia a buceta e o cu até eu não aguentar mais de gemer. Às vezes ele me fazia chupar enquanto ele chupava minha buceta, 69 molhado, babando um no outro. Às vezes me amarrava as mãos com a própria camiseta e me fodia sem eu poder tocar nele, só receber. Eu gostava quando ele ficava bruto, quando puxava o cabelo, quando dava tapa na bunda e na cara, quando me chamava de putinha e de vadia enquanto metia. Uma noite ele chegou e eu já tava sem roupa, de quatro na cama, esperando. Ele riu baixo, tirou a camisa, a calça, e veio atrás de mim. Enfiou a língua no cu primeiro, chupou até eu tremer, depois enfiou a pica na buceta e meteu forte enquanto me dava tapa na bunda. Eu gemia alto, pedindo pra ele enfiar no cu também. Ele tirou, cuspiu no cu, enfiou dois dedos e depois a pica. Fodeu meu cu até eu gozar gritando, corpo inteiro contraído. Depois me virou, me fez chupar a pica suja de cu e de buceta, e gozou na minha boca. Eu engoli tudo, abri a boca pra ele ver a porra na língua e engoli de novo. Outra noite eu montei nele de costas, rebolando a bunda na cara dele enquanto a pica entrava e saía da buceta. Ele chupava meu cu ao mesmo tempo, língua e pica juntas. Eu gozei tanto que quase desmaiei. Ele me segurou, continuou metendo, e só parou quando gozou na camisinha pela segunda vez. Eu sei que é errado. Sei que não posso contar pra ninguém. Mas toda vez que a porta abre e ele entra, eu já fico molhada. A buceta lateja, o cu aperta sozinho, a boca salva. Eu ajoelho, abro a boca, e chupo a pica do meu pai até ele decidir como vai me foder naquela noite. Às vezes na mesa, às vezes na cama, às vezes no chão. Sempre com camisinha. Sempre com gemidos abafados pra ninguém ouvir. Sempre com a certeza de que no dia seguinte a gente vai fingir que nada aconteceu. Mas à noite, quando a casa fica quieta, eu deixo a porta destrancada. E espero.
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