Deixei meu melhor amigo me foder como um favor e acabei gozando mais forte do que deveria!
Meu nome é Larissa e eu conheço Renato desde a faculdade. 27 anos, doce pra caralho, engraçado, com aquele jeito suave de ser bonito que a gente não repara direito no começo. Mas depois que a namorada largou ele há dois anos, ele virou um poço sem fundo de autodepreciação. Toda vez que a gente se encontrava era a mesma ladainha. Que ele ia morrer sozinho. Que nenhuma mulher ia querer chegar perto. Que ele era feio, patético, quebrado. Eu já tava de saco cheio de ouvir aquilo. Na sexta-feira passada fui pra casa dele. Levei cerveja, como sempre. A gente sentou no sofá, botou um filme qualquer que ninguém prestou atenção, e lá veio ele de novo. Voz baixa, olhos no chão, falando que se sentia invisível, que o pau dele provavelmente era o único que ainda aguentava ficar duro por ele mesmo, que nenhuma mina ia tocar nele de verdade. Eu olhei pra cara dele e algo estalou dentro de mim. Cansada. Irritada. E, se eu for honesta, um pouco molhada só de imaginar o que eu tava prestes a fazer. Levantei, fiquei na frente dele e falei sem rodeios. — Escuta aqui. Isso é uma coisa só. Um favor. Eu tô saindo com um cara, ainda não é oficial, mas é. Isso nunca mais vai acontecer. Entendeu? Ele abriu a boca pra protestar, mas eu já tava tirando a camiseta. O sutiã logo em seguida. Os seios pesados caíram livres, os mamilos já duros só da ideia. Empurrei a calça e a calcinha juntas, fiquei completamente nua na sala dele. A buceta já tava úmida, o grelinho latejando. Ele ficou olhando como se eu fosse uma alucinação. Subi no colo dele, abrindo as pernas em cima das coxas dele, e senti o volume duro na calça. — Tira essa porra. Minha voz saiu rouca. Ele obedeceu com mãos trêmulas. Quando o pau saiu, eu engoli em seco. Grosso. Veias saltadas batendo na pele. A cabeça já brilhante de pré-porra, uma correntezinha constante escorrendo pela fenda e pingando no tecido do sofá. Acariciei algumas vezes, sentindo o calor, a dureza, a pele lisa deslizando sob os dedos. Mais pré-gozo jorrou, escorrendo pelos meus dedos. Não aguentei. Desci pro chão, me ajoelhei entre as pernas dele e enfiei aquela pica na boca de uma vez. A cabeça bateu no fundo da minha garganta. Eu engasguei, saliva escorrendo pelos cantos da boca, mas não recuei. Chupei fundo, a língua pressionando a veia de baixo, a mão apertando a base grosa e as bolas pesadas. Ele já tava se contorcendo, gemendo baixo, a pica jorrando pré-porra direto na minha língua. O gosto era salgado, quente, viciante. Eu subia e descia a cabeça, babando, fazendo barulho molhado e obsceno, a saliva escorrendo pelo pau inteiro e pingando nas bolas. Ele agarrou meu cabelo, mas sem força, como se tivesse medo de estragar o favor. Não prolonguei. Levantei, empurrei ele de volta no sofá e subi de novo no colo. Segurei o pau grosso com uma mão, alinhei a cabeça na entrada da minha buceta encharcada e desci devagar. Um movimento só. Ele me preencheu completamente. Cada centímetro, cada veia, cada saliência. Eu senti o fundo do útero ser empurrado, a buceta esticando ao redor daquela grossura, o grelinho esmagado contra a base quando sentei até o fim. Um gemido longo e desesperado saiu da minha garganta. — Porra… que pica grossa pra caralho… Comecei a montar. Pra cima e pra baixo, devagar no começo, sentindo cada veia raspar nas paredes internas. Depois mais rápido. Minha buceta já tava escorrendo tanto que o som era nojento e gostoso ao mesmo tempo, um xuc xuc molhado toda vez que eu descia até o fundo. O pré-gozo dele se misturava com meu mel, escorrendo pelas bolas dele e manchando o sofá. Eu esfregava o grelinho na base do pau a cada descida, apertando, gemendo alto. — Assim… isso… fode essa buceta… Ele segurava minha cintura, olhando pra baixo, hipnotizado com a própria pica desaparecendo dentro de mim. Eu continuei pulando, os seios balançando na cara dele, os mamilos roçando no peito dele. A buceta fazia barulho cada vez mais sujo. Eu tava encharcada pra caralho. Podia sentir o mel escorrendo pelo cu também, esquentando tudo. De repente ele me virou. Me deitou de costas no sofá, levantou minhas pernas, enfiou os ombros por baixo das minhas coxas e começou a me foder de verdade. Estocadas profundas, pesadas, que faziam o sofá ranger e o ar sair dos meus pulmões. A pica dele arrastava bem no ponto G a cada entrada, a cabeça grossa abrindo caminho e saindo brilhante de porra e mel. O som era alto, molhado, obsceno. As bolas batiam na minha bunda com força. Eu gemia desesperada, a boca aberta, os olhos revirando. — Mais forte… porra… enfia tudo… arrebenta essa buceta… Ele obedeceu. Os quadris batiam com força, o pau sumindo inteiro dentro de mim a cada estocada. Eu sentia o fundo sendo batido, o grelinho sendo esmagado entre os corpos, a buceta se contraindo sozinha. O orgasmo veio sem aviso. Forte pra caralho. Minha buceta apertou a pica dele como se quisesse engolir, pulsando descontrolada, um líquido claro esguichando ao redor do pau e molhando a barriga dele. Eu gritei, as pernas tremendo no ar, o corpo inteiro se contorcendo. Ele não parou. Continuou me fodendo através do orgasmo, as estocadas ficando mais irregulares, mais desesperadas. Eu ainda tava gozando quando senti ele enterrar até o fundo, a pica latejando forte dentro de mim. Ele gozou com um gemido longo e grave, jorrando carga atrás de carga de porra quente e espessa direto no meu útero. Eu senti cada espasmo, cada jato grosso enchendo tudo. Quando ele finalmente parou de pulsar, ficou ali dentro, ofegante, a pica ainda semi-dura e latejando. Ele saiu devagar. Um fio grosso de porra branca veio junto, escorrendo da minha buceta arrombada e pingando no sofá. Mais veio. Eu sentia o excesso saindo, quente, escorrendo pela bunda e molhando o tecido. Levantei com as pernas bambas, ainda sentindo a buceta aberta e vazando. Me vesti na pressa, a calcinha logo molhada de novo com a porra que continuava descendo pela coxa. Ele ficou sentado, o pau mole e brilhante de porra misturada, olhando pra mim como se eu tivesse quebrado alguma coisa dentro dele. — Foi um favor. Uma vez só. Eu tô saindo com alguém. Isso não vai acontecer de novo. Falei e saí. No caminho pra casa eu sentia a porra escorrendo mais a cada passo, a calcinha encharcada, a buceta ainda latejando e aberta. Cheguei em casa, travei a porta do quarto, tirei a roupa e me deitei com as pernas abertas. Os dedos foram direto pro meio. A buceta ainda tava molhada de porra dele, o grelinho inchado e sensível. Comecei a esfregar, lembrando da grossura, das veias, do jeito que ele me preencheu até o fundo. Gemi alto, sozinha, enfiando os dedos e sentindo a porra dele ainda dentro, misturada com meu mel. — Porra… que pica gostosa… me fodeu tão fundo… Continuei. Mais fundo. Mais rápido. O orgasmo veio de novo, mais fraco mas ainda forte, a buceta se contraindo nos dedos enquanto eu imaginava ele me fodendo de novo. Passei a noite inteira assim. Acordava, enfiava os dedos, gozava lembrando do peso dele em cima, do som das estocadas, da porra quente enchendo tudo. No dia seguinte ainda sentia um leve ardor gostoso ao sentar, a lembrança física de ter sido esticada por aquela pica grossa. Mandei mensagem pra ele no domingo, só pra reforçar. — Foi uma vez. Não vai ter outra. Mas toda vez que eu fechava as pernas sentia o eco daquele pau dentro de mim. Toda vez que o grelinho latejava eu lembrava de como ele arrastava no ponto G. Toda vez que eu me tocava a imagem vinha clara: eu montando, ele me fodendo de costas, a porra escorrendo depois. Eu gozei mais forte do que deveria. E isso me irritava. Porque um favor era pra ser só um favor. E eu tava pensando naquela pica muito mais do que uma pessoa que fez um favor deveria pensar. Na segunda-feira eu ainda tava molhada. No trabalho, no carro, no banho. Toda vez que o grelinho roçava na calcinha eu lembrava. À noite me masturbei de novo, de quatro na cama, os dedos enfiados fundo, gemendo desesperada como se ele estivesse ali me fodendo de novo. A buceta engolia os dedos com fome, o cu se contraindo junto, o mel escorrendo pela bunda. Eu gozei gritando no travesseiro, o corpo inteiro tremendo, a imagem da pica dele latejando dentro de mim se repetindo sem parar. E mesmo depois de gozar, eu continuei. Mais devagar. Sentindo a buceta ainda aberta, imaginando ele me enchendo de porra de novo. Porque um favor é um favor. Mas o corpo não tinha recebido o memorando. E a buceta continuava pedindo aquela pica grossa como se fosse a única coisa que importava.
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