Irmao voltou da missão e nós aproveitamos muito bem!
O avião aterrissou e o barulho das turbinas ainda ecoava quando alguém gritou que estavam dispensados. Eu já estava correndo antes mesmo de processar direito. Meu irmão, 26 anos, farda colada no corpo, cabelo curto de militar, ombros largos de quem passou anos carregando peso. Eu, 27, saltei nele com braços e pernas, o abraço foi tão forte que quase o derrubei. Meus lábios bateram nos dele. Não foi beijo de irmã. Foi boca em boca, quente, rápido, e a gente riu meio sem jeito depois, mas o gosto ficou. Ele ainda cheirava a viagem longa, suor preso na farda, mas caralho, dava pra entender por que as mulheres gostam disso. O tecido grosso, o cinto, a postura. Em casa a gente não via farda assim. Eu só conseguia pensar nele daquele jeito enquanto as famílias esperavam do lado de fora. Chegamos em casa. Ele tomou banho demorado. Eu fiz o jantar favorito dele, hambúrguer, batata, cerveja gelada. Ele comeu quase sem falar, jet lag pesado nos olhos. Depois eu mandei ele dormir. Fui pro outro quarto, mas não dormi direito. No meio da madrugada ouvi a TV ligada no quarto dele. Entrei sem bater. Ele estava deitado de lado, só de bermuda, luz baixa da tela batendo no peito. — Não consegue dormir? — perguntei, já me sentando na beira da cama. Ele virou o rosto. Sorriso cansado. — Jet lag fodeu tudo. Vem cá. Deitei do lado dele. Conversamos baixo. Histórias de lá, de camaradas, de noites frias, de merda que ele viu. Nada sujo. Só a voz dele, rouca, e o cheiro de sabonete misturado com o cheiro dele de verdade. Até que ele falou, quase sem pensar: — Eu gostei que você pulou em mim e me beijou. Meu coração disparou como se eu tivesse corrido uma maratona. A boca ficou seca. Eu me inclinei, bem devagar, e falei bem baixinho: — Assim? E fiquei ali, rosto colado no dele. Foi o bastante. As mãos dele subiram pelas minhas costas, puxaram a camiseta. Eu tirei a dele. A farda não estava mais, mas o corpo sim: peito duro, braços grossos, a marca de queimadura de sol no ombro. A boca dele veio com fome. Beijo fundo, língua, dente, saliva. Eu gemi no meio do beijo e ele engoliu o som. As roupas saíram rápido. Minha calcinha molhada grudou na coxa quando ele puxou. A mão dele desceu direto pra buceta. Dois dedos abriram os lábios e escorregaram no meio, molhado pra caralho. — Porra, você tá pingando — ele murmurou, voz grossa. — Desde que te vi de farda — respondi, já abrindo as pernas mais. Ele enfiou dois dedos de uma vez. Eu arquejei. Os dedos dele eram grossos, calejados, entravam e saíam com força, o polegar batendo no grelinho. Eu gemendo baixo, mordendo o ombro dele pra não gritar. Ele chupou meu peito, puxou o mamilo com os dentes, lambendo em volta enquanto os dedos fodiam a buceta. Eu já estava molhando a mão dele toda. — Sobe — ele mandou. Eu subi em cima. A pica dele estava dura, grossa, veias saltadas, a cabeça brilhando de porra. Eu segurei com a mão, passei a cabeça na fenda, esfreguei no grelinho até ele gemer. Depois sentei. A pica abriu a buceta devagar, centímetro por centímetro, até o fundo. Eu soltei um gemido longo, desesperado. — Caralho, que pica grossa… Ele segurou minha cintura e começou a me foder de baixo pra cima. Cada estocada batia fundo, a cabeça da pica batendo no fundo da buceta. Eu bouncei em cima, peitos balançando, o barulho molhado de buceta engolindo pica enchendo o quarto. Ele puxou meu cabelo pra trás, me fez olhar pra ele. — Assim, irmã. Senta toda. Quero sentir essa buceta apertando. Eu sentei até o saco bater na minha bunda. Gemia alto agora, sem conseguir segurar. Ele me virou de quatro. A primeira estocada de trás foi tão forte que eu quase caí de cara no travesseiro. Ele segurou minha cintura e meteu com força, o pau saindo quase todo e entrando de uma vez, o barulho de pele batendo em pele. Eu gemia desesperada, a boca aberta, baba escorrendo. — Isso, fode essa buceta… mais forte… Ele cuspiu na minha bunda e passou o polegar no cu, apertando o furinho enquanto metia. Eu tremia. Quando ele enfiou o dedo no cu junto com a pica na buceta eu gritei no travesseiro. O cu apertando o dedo, a buceta engolindo a pica, eu gozando sem conseguir parar. O gozo saiu quente, escorrendo pelas coxas, molhando o saco dele. Ele tirou o pau, me virou de costas e meteu de novo, agora olhando no meu rosto. As mãos dele seguravam minhas pernas abertas. Cada estocada fazia meu grelinho esfregar nele. Eu estava babando, gemendo sem parar, pedindo mais. — Mete fundo… enche essa buceta de porra… Ele meteu mais rápido, o pau inchando dentro de mim. Quando gozou foi com um gemido baixo e gutural, a pica latejando, jorrando porra quente lá no fundo. Eu senti cada jato. Ele continuou metendo devagar, empurrando a porra pra dentro enquanto eu ainda tremia no pós-gozo. Ficamos ali, suados, a pica dele ainda dentro, amolecendo devagar. Ele beijou meu pescoço, mordeu de leve. — Ainda tenho mais um dia — eu falei, voz rouca. Ele sorriu contra minha pele. — Então a gente ainda não acabou. E não tinha acabado mesmo. De madrugada ele acordou de novo, jet lag ainda fudendo o sono. A mão dele já estava na minha buceta, dedos enfiados, eu molhada outra vez. Ele me puxou pra cima dele, me fez montar de costas. Eu sentei na pica de novo, agora mais devagar, sentindo a porra antiga escorrer enquanto a nova entrava. Ele segurou meus peitos por trás, apertando os mamilos enquanto eu subia e descia. — Olha essa buceta engolindo… — ele murmurou no meu ouvido. — Tava com saudade dessa porra. Eu gemia cada vez que descia até o fundo. A mão dele desceu pro grelinho, esfregando em círculos rápidos. Eu gozei de novo, a buceta apertando a pica dele com força. Ele me segurou firme e meteu de baixo, rápido, até gozar outra vez, mais porra misturando com a anterior, escorrendo quando eu levantei. Depois ele me deitou de lado, puxou uma perna pra cima e meteu de novo, mais devagar, mais fundo. A boca dele no meu pescoço, a mão no meu peito, a outra no grelinho. Eu gemia baixinho agora, cansada, mas ainda pedindo. — Não para… quero sentir essa pica até o último segundo… Ele fodeu assim por um tempo longo, estocadas profundas, o pau esfregando em todo canto da buceta. Quando gozou pela terceira vez foi quase sem força, só o corpo tremendo contra o meu, a porra quente enchendo de novo. Eu senti escorrer pela coxa quando ele tirou. Agora são cinco da manhã. Ele dormiu de novo, a respiração pesada, o braço ainda em cima de mim. Eu estou aqui, digitando isso, fazendo café no caso de ele acordar. O cheiro de sexo ainda está no quarto. A buceta latejando, o cu ainda um pouco aberto do dedo dele, a porra escorrendo devagar. Tenho mais um dia. Não quero ir embora. Quero que ele acorde, me puxe de novo, me foda até eu não conseguir mais gemer. Quero a pica dele grossa abrindo a buceta, o grelinho sendo esfregado, o cu sendo apertado, a boca dele no meu peito, a voz rouca mandando eu sentar mais fundo. E quando ele acordar, eu vou estar pronta. Sem calcinha, só a camiseta dele, a buceta já molhada de novo. Vou subir em cima, segurar a pica ainda mole e chupar até ela endurecer na minha boca. Vou lamber o saco, chupar as bolas, enfiar a língua no cu dele se ele deixar. Depois vou montar de novo e pedir pra ele me foder até eu gozar gritando. Quero ouvir ele falar putaria, quero ouvir ele chamar a buceta de molhada, quero sentir a mão dele batendo na minha bunda enquanto mete. O café está quase pronto. Se ele acordar agora, eu nem vou oferecer a xícara. Vou só abrir as pernas e deixar ele ver o quanto ainda estou pingando. E quando a pica entrar de novo, eu vou gemer o nome dele bem baixinho, bem sujo, bem pra ele ouvir. Porque um dia ainda não é suficiente. Eu quero essa pica, essa buceta sendo fodida, esse cu sendo aberto, esse grelinho sendo chupado até eu não aguentar mais. E ele sabe. Ele sentiu. E quando acordar, a gente vai continuar exatamente de onde parou.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.