Consolei gostoso o pai de minha amiga!

Eu tava na sala da minha amiga, sentada no sofá de couro meio gasto, esperando ela sair do banho. A gente ia pra uma festa e eu já tava pronta: saia curta preta que mal cobria a bunda, blusinha colada e por baixo só uma calcinha fio dental preta que entrava no meio do cu e deixava os lábios da buceta quase à mostra se eu me mexesse errado. O cheiro de shampoo dela vinha pelo corredor junto com o barulho da água. Eu mexia no celular quando ouvi a discussão no fundo da casa. Vozes altas, porta batendo. A mãe dela saiu sem nem olhar pra mim, carro ligando e sumindo na rua.
O pai dela apareceu na cozinha. Homem alto, ombros largos de quem carrega saco de cimento o dia inteiro, mãos calejadas, camiseta preta suada colada no peito peludo. Ele abriu a geladeira, pegou uma cerveja e ficou ali, olhando pro nada. Eu levantei e fui até a porta da cozinha.
- Tá tudo bem? - perguntei, baixo.
Ele me olhou. Olhos cansados, mas ainda com aquela cara de homem que sabe o que quer.
- Não. - respondeu, abrindo a lata. - Ela só usa a casa que eu pago. Não transa comigo há meses. Eu trabalho pra caralho e chego em casa e nada. Me sinto um merda.
Eu engoli seco. Aquele homem falando da própria esposa daquele jeito me deixou com a buceta latejando. Pensei nele por cima de mim, me fodendo pra compensar o que a mulher dele não dava. Fiquei molhada só de imaginar.
- Mile, vai demorar quanto tempo pra ficar pronta? - gritei pro banheiro.
- Uns vinte minutos! - a voz da minha amiga veio abafada pela água.
Vinte minutos. Tempo pra caralho.
Voltei pra sala. Ele já tava sentado no sofá, pernas abertas, cerveja na mão. Eu me sentei atrás dele, no encosto.
- Deixa eu fazer uma massagem. Você merece.
Comecei a apertar os ombros largos. Músculos duros, quentes. Desci as mãos pelas costas, sentindo a camiseta úmida. Ele soltou um suspiro fundo. Minhas mãos desceram mais, quase na cintura. Olhei por cima do ombro dele e vi o volume enorme se formando na calça jeans. A pica dele tava dura pra caralho, marcando o tecido grosso.
- Isso é por minha causa? - perguntei, a voz já rouca.
Ele virou o rosto. O hálito de cerveja bateu no meu pescoço.
- Você sempre me deixa assim. Toda vez que vem aqui de saia curta eu fico de pau duro pensando em enfiar essa pica na sua bucetinha.
Eu sentei no colo dele de frente, a saia subindo. A calcinha fio dental já tava encharcada, colada nos lábios. A pica dele pulsava contra a minha buceta, só o jeans e o tecido fino separando a gente.
- Fala o que você quer fazer comigo - sussurrei no ouvido dele.
Ele agarrou minha bunda com as duas mãos calejadas, apertando forte, os dedos entrando no meio das nádegas e puxando o fio dental pro lado.
- Quero te comer nesse sofá. Quero meter essa pica grosso no fundo da sua buceta até você gozar gritando. Quero gozar dentro de você e deixar você toda melada pra ir pra festa com a porra do seu pai da amiga escorrendo na calcinha.
Eu gemi baixo, rebolando em cima do volume. A buceta já tava pingando, o cheiro de tesão subindo entre a gente. Ele abriu o zíper com pressa. A pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça rosada e já molhada de porra. Eu segurei com as duas mãos. Quase não dava pra fechar os dedos. Desci a cabeça e lambi a ponta, sentindo o gosto salgado.
- Porra... - ele gemeu, a mão na minha nuca. - Chupa essa pica, sua putinha.
Eu engoli o máximo que deu, a boca esticando, o pau batendo no fundo da garganta. Saliva escorrendo pelo queixo, lágrimas nos olhos. Ele empurrava a cabeça pra baixo, fodendo minha boca. Eu engasgava e ainda assim queria mais. A buceta latejava, o grelinho inchado esfregando no jeans dele.
Ele me puxou pra cima de novo. Rasgou a calcinha fio dental com uma mão só. O tecido se rompeu e ficou pendurado na minha coxa. Dois dedos grossos entraram de uma vez na minha buceta molhada.
- Porra, que buceta apertada - rosnou. - Tá escorrendo pra caralho.
Ele enfiou os dedos fundo, curvando, batendo no ponto certo. Eu rebolava, gemendo desesperada, a mão na própria boca pra não gritar alto demais. O barulho da água do banheiro ainda vinha, mas eu não ligava mais.
- Mete, por favor - pedi, a voz falhando. - Enfia essa pica agora.
Ele me virou de costas, ajoelhada no sofá, a bunda empinada. A cabeça da pica esfregou nos lábios inchados, subiu e desceu no grelinho, depois encaixou na entrada. Empurrou de uma vez só. A pica grossa abriu tudo, esticando a buceta até doer gostoso. Eu soltei um gemido alto, abafado no encosto do sofá.
- Aaaaah porra... que pica grande...
Ele meteu fundo, até as bolas baterem na minha bunda. Começou a foder com força, o sofá rangendo, a pica saindo quase toda e entrando de novo até o fundo. Cada estocada batia no meu útero. Eu gemia sem parar, a voz quebrada.
- Mais forte... fode essa buceta... enche ela de porra...
Ele agarrou meu cabelo, puxando a cabeça pra trás, e meteu ainda mais fundo. A outra mão apertava minha bunda, o polegar esfregando a entrada do cu.
- Quer no cu também, sua puta?
- Quero... enfia o dedo no meu cu enquanto me fode...
Ele enfiou o polegar no cu de uma vez. Eu gozei na hora. A buceta apertou a pica dele com força, um jato de porra escorrendo pelas coxas enquanto eu tremia toda, gemendo desesperada, o corpo se contorcendo.
- Porraaaa... tô gozando... tô gozando na sua pica...
Ele não parou. Continuou metendo forte, o polegar no cu, a pica martelando a buceta gozada. Eu ainda tava no meio do orgasmo quando ele puxou o pau pra fora, me virou de frente e enfiou de novo, agora me olhando nos olhos.
- Olha pra mim enquanto eu gozo dentro de você.
Eu abri as pernas o máximo que deu. Ele meteu fundo, fundo, fundo, e gozou. A pica latejando, jatos quentes de porra enchendo minha buceta. Eu senti cada jato, a porra quente escorrendo pro meu cu, molhando o sofá. Ele gemeu baixo, o corpo pesado em cima do meu, ainda metendo devagar enquanto a porra vazava.
Ficamos assim uns segundos, ofegantes. A pica dele ainda dura dentro de mim. Eu rebolei devagar, sentindo a porra escorrer.
- Mais uma vez - pedi. - Rápido. Antes que ela saia.
Ele me pegou no colo, a pica ainda dentro, e me sentou de novo. Dessa vez eu cavalguei. Subia e descia rápido, a buceta fazendo barulho molhado, a porra dele escorrendo e molhando as bolas. Ele chupava meus peitos, mordendo os mamilos, enquanto eu rebolava desesperada. O grelinho esfregava na base da pica a cada descida. Eu já tava perto de novo.
- Goza de novo nessa pica - ele mandou. - Quero sentir essa buceta apertar.
Eu gozei de novo, mais forte. A buceta se contraindo, puxando a pica dele, mais porra escorrendo. Ele gozou junto, mais um jato quente dentro de mim. Eu caí no peito dele, tremendo, a boca aberta, gemendo baixinho.
O barulho da água parou. A gente se separou rapidinho. Eu puxei a saia pra baixo, a calcinha rasgada ficou no bolso dele. A porra escorria pelas minhas coxas, molhando o fio da saia. Ele guardou a pica, ainda semi-dura, e me olhou.
- Vai pra festa assim, toda melada da minha porra.
Eu sorri, a buceta latejando, o cu ainda aberto do polegar dele.
- Melhor rapidinha da minha vida.
Minha amiga saiu do banheiro cheirosa, maquiagem pronta, perguntando se eu tava pronta. Eu disse que sim, a voz ainda meio embargada. A gente saiu. No carro eu sentia a porra escorrendo, a buceta latejando a cada curva. Chegamos na festa e eu já tava de bom humor pra caralho. Dancei a noite toda sabendo que o pai dela tinha me fodiido no sofá enquanto ela tomava banho, e que a porra dele ainda tava dentro de mim.
Foi intenso pra porra. E eu voltaria a fazer de novo.

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Comentários


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companhiadivorciado Comentou em 29/07/2026

Que trepada deliciosa!!

foto perfil usuario meta69

meta69 Comentou em 29/07/2026

Gozei junto! Minha filha tem, uma amiga que sempre vem em casa... vou fazer uma ensenacao assim e ver se como ela..




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Consolei gostoso o pai de minha amiga!

Codigo do conto:
268601

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
29/07/2026

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