O calor da casa estava abafado naquela noite de verão. Eu estava na sala, de bermuda folgada, tentando assistir qualquer merda na TV, mas a mente não parava. Minha enteada, a Lúcia, de dezoito anos, andava pela casa como se fosse o dono do lugar. Nua. Completamente nua. Já fazia semanas que ela tinha largado sutiã e calcinha. A mãe dela, a Carol, minha esposa, só ria e dizia que as duas eram “livres” em casa. Carol ainda parecia uma estudante, corpo firme, peitos altos, e Lúcia era a cópia jovem dela. Mesma boca carnuda, mesmos olhos escuros, mesma bunda redonda que balançava a cada passo. Eu já tinha visto ela nua antes, mas agora era diferente. Depois que ela me contou, só pra mim, que estava namorando um cara mais velho, alguma coisa mudou. Ela começou a se exibir. Ontem mesmo ela tinha me chamado pro quarto dela. - Pai… olha isso. Ela estava de frente pro espelho, pernas abertas, e apontou pro meio das coxas. A buceta estava lisa, lisa de verdade. Depilação a laser brasileira. Nem um fiozinho. O grelinho inchadinho aparecia entre os lábios rosados, e o cu apertadinho se fechava quando ela se mexia. - Não precisa mais depilar nada. Ficou limpinha pra ele… e pra quem mais quiser olhar. Eu engoli seco. A pica já estava dura pra caralho dentro da bermuda. Tentei disfarçar, mas ela viu. O sorrisinho safado dela me disse que ela sabia exatamente o que estava fazendo. Hoje a Carol tinha saído pra jantar com amigas. Eu e Lúcia sozinhos em casa. Ela apareceu na sala de novo, nua, carregando um copo de suco. Os peitos dela balançavam leves, bicos escuros e duros por causa do ar-condicionado. A buceta lisa brilhava um pouco, como se ela tivesse passado óleo. Ela se sentou no sofá do outro lado, abriu as pernas sem nenhum pudor e ficou me olhando. - Tá olhando, pai? A voz dela saiu baixa, provocante. - Você sabe que eu olho. Você fica andando assim de propósito. Ela riu, passou a mão entre as pernas e abriu os lábios da buceta com dois dedos. O grelinho apareceu inteiro, molhadinho. - Eu gosto. Gosto de ver essa pica sua tentando se esconder. Ontem você ficou duro pra caralho quando eu te mostrei. A mamãe não sabe, né? Que além dela, a filha também deixa o padrasto de pau latejando. Eu me levantei. A bermuda marcava tudo. A cabeça da pica já estava molhada de pré-gozo. Eu caminhei até ela, parei na frente do sofá. Ela não fechou as pernas. Pelo contrário, abriu mais. - Você quer ver de perto, pai? Quer cheirar essa buceta lisa que eu fiz pra ficar gostosa? Eu me ajoelhei. O cheiro dela subiu forte, doce e quente. Eu encostei o nariz bem no meio e cheirei fundo. A língua saiu sozinha. Lambei o grelinho dela devagar, sentindo ele tremer. Lúcia gemeu alto, a mão foi direto no meu cabelo e puxou. - Porra… assim… lambe esse grelinho, pai. Chupa direito. Eu abri a boca e engoli o grelinho inteiro, sugando forte enquanto a língua rodava. O gosto dela era viciante. Eu enfiei a língua mais fundo, entrando na buceta, chupando os lábios, molhando tudo. Ela estava encharcada. O mel escorria pela bunda e molhava o sofá. Eu desci mais e lambei o cu dela também, apertadinho e limpinho. A língua entrou um pouco e ela gritou. - Aaaaah… porra, lambendo meu cu também… que safado! Eu levantei a cabeça só o suficiente pra falar, a boca molhada dela. - Você pediu pra eu ver. Agora eu vou comer essa buceta e esse cu até você gozar gritando. Eu puxei a bermuda pra baixo. A pica saltou, grossa, veias latejando, a cabeça brilhando de porra. Lúcia olhou e abriu a boca. - Que pauzão… maior que o do meu namorado. Enfia, pai. Enfia tudo. Eu me posicionei entre as pernas dela, esfreguei a cabeça da pica no grelinho molhado e enfiei de uma vez só. A buceta apertou em volta, quente e escorregadia. Ela gritou alto, as unhas cravaram nas minhas costas. - Porraaaa… que pica grossa… tá me arrombando… Eu comecei a meter forte, fundo, as bolas batendo no cu dela a cada estocada. O sofá rangeu. O barulho molhado da buceta engolindo a pica enchia a sala. Ela gemeu desesperada, a voz saindo quebrada. - Mais forte… mete mais forte… quero sentir essa pica rachando minha buceta… Eu segurei as coxas dela e abri ainda mais. A visão era putaria pura: a buceta lisa engolindo meu pau, o grelinho esmagado contra a base, o cu piscando embaixo. Eu tirei a pica quase toda e enfiei de novo, fundo, até o fundo do útero. Ela tremeu inteira. - Vou gozar… porra, pai, tô gozandoooooo… O gozo dela veio forte. A buceta latejou e apertou, o mel jorrou em volta da minha pica. Eu continuei metendo, sem parar, sentindo o líquido escorrer pelas minhas bolas. Quando ela ainda tremia, eu tirei o pau e virei ela de quatro no sofá. A bunda dela ficou pro ar, o cu e a buceta molhada se abrindo. Eu cuspi no cu e enfiei o polegar, abrindo. - Agora o cu. Você vai levar essa pica no cu também. - Enfia… enfia no meu cuzinho… quero sentir. Eu empurrei a cabeça da pica no cu apertado. Ele resistiu um pouco e depois abriu, engolindo centímetro por centímetro. Lúcia enterrou o rosto no sofá e gritou abafado. - Aaaaah… porra, ardeeeeee … mas é gostoso… enfia tudo… Eu meti até o fundo. O cu dela apertava a pica como um torniquete. Eu comecei a foder o cu dela com força, segurando a cintura, batendo a bunda nela. O barulho de pele batendo era alto. Ela empurrava pra trás, pedindo mais. - Fode meu cu… fode forte… me usa, pai… me usa como puta… Eu tirei a pica do cu e enfiei de novo na buceta, depois voltei pro cu, alternando, sujando os dois buracos com a mesma pica. Ela estava destruída de prazer, gemendo sem parar, a baba escorrendo pela boca. - Não para… não para de foder esses buracos… Eu senti o gozo subindo. Segurei o cabelo dela e puxei a cabeça pra trás enquanto metia fundo no cu. - Onde você quer a porra? - Dentro… joga tudo dentro do meu cu… Eu gozei. A pica latejou e jorrou jatos quentes de porra fundo no cu dela. Eu continuei metendo enquanto gozava, empurrando a porra pra dentro. Quando tirei, um fio grosso de porra escorreu do cu aberto e caiu na buceta. Eu enfiei dois dedos e empurrei a porra pra dentro da buceta também, misturando tudo. Lúcia caiu de lado no sofá, ofegante, as pernas tremendo. A buceta e o cu estavam abertos, vermelhos, cheios de porra. Eu me sentei ao lado, a pica ainda latejando, molhada dela. Ela olhou pra mim com os olhos vidrados e sorriu. - Amanhã a mamãe chega cedo… mas eu quero de novo. Quero essa pica toda noite. E se ela perceber… a gente fode as duas juntos. Eu passei a mão na buceta dela, sentindo a porra escorrendo, e enfiei dois dedos de novo, devagar. - Então é isso. Você vai continuar andando nua pela casa. E eu vou continuar te comendo sempre que der vontade. Ela gemeu baixo, empurrando os dedos pra dentro. - Combinado, pai. Agora chupa essa porra que tá saindo do meu cu. Quero ver você engolindo. Eu me abaixei de novo e lambei. O gosto de porra misturado com o mel dela. Lúcia segurou minha cabeça e empurrou contra o cu, gemendo de novo, já querendo mais. A noite ainda era longa. E a casa estava só nossa.
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