Era pra ser só a cabecinha!

O estacionamento do escritório estava quase vazio naquela sexta à noite. Eu, Larissa, 26 anos e Renato, 35, anos estávamos preparando pra ir pra casa e depois de tanta insistência fui com ele de carona. Só restavam uns três carros, e o do Renato, ficava bem no fundo, longe dos postes de luz. A gente tinha saído pra beber depois do expediente, e eu ainda sentia o gosto da cerveja na boca quando ele começou a falar.
Ele apoiou o corpo no capô do carro, a voz baixa, quase um susurro rouco.
- Porra, Lari... faz tempo que eu não gozo dentro de uma buceta de verdade. A Letícia só aceita de camisinha. Sempre. Eu sinto falta daquela quentura molhada apertando a pica, do gemido dela quando o porra sobe...
Eu olhei pra ele. O pau já marcava a calça. Grosseiro, grosso, o tipo de pica que faz a boca salivar só de imaginar. Eu riu, meio bêbado, e cheguei mais perto.
- Então deixa eu te ajudar um pouco, Rê. Só pra não ficar com a porra presa.
Minha mão desceu, abriu o zíper devagar, e eu puxei aquela pica enorme pra fora. Era quente, pesada, as veias saltadas. Eu passei o polegar na cabeça já úmida de pré-porra e ele soltou um gemido baixo.
- Caralho...
Eu me agachei ali mesmo, no escuro, e enfiei a boca naquela pica. Chupei a cabeça com vontade, lambendo o freio, sentindo o gosto salgado. Ele agarrou meu cabelo e empurrou um pouco mais fundo. Eu engasguei de propósito, deixei a saliva escorrer pelo pau e pelas bolas enquanto chupava com força, fazendo barulho molhado.
- Isso, porra... chupa essa pica...
Eu tirei a boca, mas continuei masturbando ele com a mão, rápida, apertada, o polegar passando na glande a cada movimento. Ele estava quase lá, o corpo travado, a respiração pesada.
- Para... para... se continuar assim eu não vou aguentar e vou gozar...
Eu levantei, virei de costas pro carro, puxei a calça e a calcinha até as coxas e abri as pernas. A buceta já estava encharcada, o grelinho latejando. Eu olhei por cima do ombro.
- Só a pontinha, né? Como a gente combinou. Só a cabecinha enquanto você goza. Isso não é traição...
Ele se posicionou atrás de mim. A pica quente e molhada de saliva encostou na entrada da minha buceta. Eu tremi inteiro quando ele empurrou só a cabeça pra dentro. Aquele calor grosso abriu meus lábios e ficou ali, pulsando.
- Porra... que apertada...
Ele segurou minha cintura com força e começou a gozar. O primeiro jato saiu forte, quente, direto no fundo. Eu senti cada pulsada da pica dele dentro de mim e gozei quase na hora. A buceta se contraiu violentamente em volta daquela cabeça, espremendo, engolindo a porra. Eu gemí alto, sem vergonha.
- Ahhh... caralho... tá gozando dentro... ahhh porra...
Ele continuou jorrando, gemendo baixo e desesperado.
- Tá pegando tudo... a porra toda...
Mas o corpo dele não obedeceu. Depois que o gozo principal passou, ele deu duas, três estocadas involuntárias, mais fundo. A pica inteira entrou de uma vez, até as bolas baterem na minha buceta. Eu gritei, o orgasmo se prolongando, a buceta escorrendo mistura de porra e lubrificação.
- Ahhh... enfia... enfia mais... porra...
Ele ficou parado um segundo, respirando pesado, a pica ainda latejando dentro de mim. Depois puxou pra fora devagar. Um fio grosso de porra escorreu da minha buceta e escorreu pela coxa.
Ele guardou o pau, ainda meio duro, e olhou pra mim com aquele olhar de quem acabou de fazer merda e adorou.
- Eu..... eu preciso ir... Letícia tá me esperando em casa.
Eu só acenei, ainda encostado no carro, as pernas tremendo. Ele entrou no carro e foi embora. Eu puxei a calça, sentei no banco do meu carro e dirigi pra casa com a porra dele escorrendo pela calcinha, molhando o banco, o cheiro forte de sexo preenchendo o carro.
Cheguei em casa ainda molhada. Entrei no banheiro, tirei a roupa e me olhei no espelho. A buceta estava vermelha, inchada, a entrada brilhando de porra. Eu passei dois dedos e senti o volume quente ainda lá dentro. Voltei pro quarto, me deitei de costas e abri as pernas. Com a mão direita comecei a esfregar o grelinho, com a esquerda enfiei os dois dedos de novo, empurrando a porra mais fundo.
- Porra... ele gozou tanto...
Gemí sozinha, lembrando da pica grossa entrando só a pontinha e depois forçando o resto. A buceta latejou de novo. Eu masturbei o grelinho com força, rápido, molhado, o barulho obsceno enchendo o quarto. Quando o segundo orgasmo veio, eu contrai tudo, esguichando um pouco de porra misturada com meu próprio gozo.
Fiquei ali, respirando pesado, os dedos ainda dentro, a porra escorrendo pelas nádegas. Satisfação pura. Naquela noite eu dormi com o cheiro dele em mim e a certeza de que, na próxima vez que a gente bebesse, a “só a pontinha” ia virar a pica inteira de novo.

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Comentários


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meny Comentou em 02/08/2026

Que delicia, eu tive uma amiga, que o assunto era só a cabeçinha também mas nunca ficou só na cabeçinha, sempre empurava tudo e gozamos que nem loucos ficamos nisso por 4 meses e ela teve que se mudar de estado, saudade sinto daquela branquinha gostosa, dona de uma rebolada que só ela tinha.. um dia vou contar essa história 🤤




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Era pra ser só a cabecinha!

Codigo do conto:
268893

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/08/2026

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