Peguei meu irmão no flagra batendo uma, me vinguei de uma forma inesperada!
Eu já sentia há semanas. Aquele olhar demorado demais quando eu passava de shortinho pelo corredor, o barulho de passos leves parando na porta do banheiro enquanto o chuveiro escorria quente no meu corpo. Às vezes eu fingia não perceber, só pra ver até onde ele ia. Meu irmão mais novo, Vinicius, 20 anos, corpo magro mas já com aqueles braços definidos de academia, sempre cheirando a sabonete barato e tesão reprimido. Eu, Larissa, 26 anos, chegando do trabalho de salto e blusa apertada, cansada pra caralho mas ainda com o corpo quente. Naquele dia eu abri a porta do meu quarto mais cedo. Ele não esperava. Estava deitado na minha cama, calça de moletom abaixada até as coxas, a mão direita bombeando a pica grossa e rosada com força, enquanto a esquerda apertava minha calcinha preta de renda contra o nariz. O celular apoiado na coxa mostrava uma loira gemendo alto, mas o olhar dele estava fixo na porta, como se esperasse exatamente aquilo. Quando me viu, a boca abriu, a mão parou no meio do movimento e a pica latejou sozinha, pingando um fio de porra pré-gozo na minha calcinha. - Porra… mana… eu… eu só… Ele tentou se levantar, a pica ainda dura balançando pra frente, mas eu fechei a porta atrás de mim e travei a chave. O barulho do clique fez o pau dele dar um pulo. - Fica aí. Não sai dessa cama. A voz saiu baixa, quase calma, mas eu sentia o coração batendo forte e a buceta já começando a latejar. Ele engoliu seco, a cara vermelha, a respiração ofegante. Eu tirei o salto, caminhei até a cama e fiquei de pé na frente dele, olhando aquela pica grossa, veias saltadas, a cabeça brilhando de porra. - Então é isso. Você me espia no chuveiro, cheira minha calcinha e bate uma pensando na irmã. Que safado, hein? Ele tentou falar de novo, mas só saiu um gemido baixo quando eu me sentei na beira da cama e puxei a calcinha da mão dele. O tecido estava úmido do cheiro dele e do meu. Eu levei até o nariz, cheirei devagar, e ele quase morreu ali. - Continua. Bate essa pica pra mim. Quero ver. Ele hesitou só um segundo. Depois a mão voltou a subir e descer, mais rápido, os olhos grudados no meu rosto. Eu abri as pernas um pouco, o shortinho subindo, e ele gemeu alto. - Porra, mana… sua buceta… eu sonho com ela todo dia… - Cala a boca e bate essa punheta, vaai. Mas não vai gozar ainda. Eu mando. Eu tirei o short e a calcinha de uma vez, fiquei só de blusa. A buceta já estava molhada, o grelinho inchado, as dobras brilhando. Ele soltou um gemido desesperado, a mão apertando a base da pica pra não gozar. - Olha pra ela. Olha como a buceta da sua irmã tá molhada só de te ver se masturbando como um cachorro. Eu subi na cama, ajoelhei de frente pra ele e estendi o pé direito. O pezinho macio, unhas pintadas de vermelho, encostou de leve na cabeça da pica. Ele tremeu inteiro. - Porra… porra… seus pés… - Shhh. Deixa eu te ajudar, seu safado. Eu comecei a esfregar a sola do pé na glande, devagar no começo, sentindo o calor e a viscosidade da porra pré-gozo. Depois o outro pé subiu também, prendendo a pica entre as duas solas. Subia e descia, apertando, torcendo um pouco. O footjob saiu natural, como se eu já tivesse feito isso mil vezes. Ele jogou a cabeça pra trás, a boca aberta, gemendo alto pra caralho. - Ahhh… mana… assim… aperta mais… porra… sua irmã… me dando footjob… eu vou gozar… - Não goza ainda, porra. Segura. Eu apertei mais forte, os pés subindo e descendo rápido, a pica escorregando entre as solas molhadas de pré-gozo. O barulho molhado enchia o quarto. Ele tentava mexer o quadril, empurrando a pica contra meus pés, desesperado. - Por favor… deixa eu gozar… eu não aguento mais… ahhh… - Goza então. Goza nos meus pés, seu puto. Quero sentir essa porra quente. Ele gritou. A pica latejou forte entre meus pés e jorrou. Porra quente, grossa, esguichando em jatos longos, cobrindo a sola, os dedos, escorrendo entre os pés. Ele gozou tanto que algumas gotas alcançaram minha canela. O corpo dele tremia, a respiração falhava, os olhos revirando. Eu continuei esfregando devagar, espremendo as últimas gotas, enquanto ele gemia baixo, quase chorando de prazer. - Limpou. Agora limpa. Ele olhou pra mim confuso, ainda ofegante. - Com a língua. Limpa a porra dos meus pés e depois massageia. Devagar. Ele engatinhou até mim sem hesitar. A língua quente passou pela sola do pé direito, lambendo a porra dele misturada com o suor da minha pele. Ele chupou cada dedo, passou a língua entre eles, limpou tudo com vontade, gemendo enquanto fazia. Depois o outro pé. Quando terminou, as mãos grandes começaram a massajar, apertando a sola, os dedos, o calcanhar, com uma devoção que me deixou ainda mais molhada. Eu fiquei olhando ele ali, de joelhos, lambendo e massageando meus pés depois de gozar neles, a pica ainda semi-dura balançando entre as pernas. - Você vai ficar viciado nisso agora. Toda vez que eu quiser, você vai ajoelhar e me servir. Entendeu? Ele só balançou a cabeça, a boca ainda colada no meu pé. - Sim, mana… qualquer coisa… sua buceta, seu cu, seus pés… tudo… Eu sorri, puxei o pé de leve e empurrei a sola contra a boca dele de novo. - Ainda não. Por enquanto é só isso. Mas da próxima vez… eu vou sentar essa buceta na sua cara até você não conseguir respirar. E depois eu quero sentir essa pica grossa no meu cu. Você aguenta? Ele gemeu contra meu pé, a pica endurecendo de novo. - Aguento… porra… eu quero… me usa… Eu me deitei na cama, ainda com os pés no colo dele, e fechei os olhos por um segundo, sentindo o cheiro de sexo no ar, a buceta latejando, o grelinho pedindo atenção. Ele continuava massageando, obediente, a respiração quente contra minha pele. Naquela noite eu não fiz mais nada. Só deixei ele limpar e massajar até a porra secar e o desejo dele voltar a ficar quase doloroso. Mas eu já sabia. A partir daquele dia, meu irmão ia virar meu brinquedo. E eu ia usar ele bem. O quarto ficou quieto depois, só o som da respiração dele e o meu sorriso no escuro. Eu já estava planejando a próxima vez: eu de quatro, toda empinadinha e rebolando, piscando o cuzinho, a língua dele no meu cu, a pica latejando sem poder gozar até eu mandar. Ou eu cavalgando a cara dele até o grelinho explodir na boca dele. Ou os dois, uma perna de cada lado da cabeça dele, a buceta esfregando enquanto eu chupava a pica até ele gozar de novo nos meus pés. Ele ainda estava ajoelhado quando eu abri os olhos de novo. - Vai pro seu quarto agora. E não bate uma sem eu saber. Da próxima vez que eu te pegar, você vai me chupar até a garganta doer. Ele se levantou, a pica ainda semi-dura, a cara vermelha, e saiu cambaleando. Eu fiquei na cama, a mão descendo até a buceta molhada, o dedo esfregando o grelinho enquanto eu pensava nele. Gemendo baixinho, sozinha, já imaginando o próximo round. E assim começou. Eu e meu irmão. A partir daquele footjob sujo, daquela porra nos meus pés, daquela língua limpa e obediente. Eu sabia que ia brincar muito com ele. E ele ia pedir mais.
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