Estava comendo minha esposa, de repente meu amigo começou a bater uma e gozou nas costas dela!
Eu tinha trinta e cinco anos, casado, trabalhando numa firma que pagava o suficiente pra manter a casa em pé, mas nunca o bastante pra competir com o padrão daquele filho da puta. Ele era meu amigo de trabalho, mais rico, mansão com piscina, carrão importado, viagens pra lugares que eu só via no Instagram. Nossas esposas tinham quase a mesma idade, bonitas as duas, e a gente saía junto com frequência. Só que ele sempre bancava a maior parte. Airbnb caro, casa alugada em condomínio fechado, jantar em restaurante que eu nem olhava o cardápio. Eu contribuía com o que dava, mas a diferença de grana criava uma coisa estranha. Ele se sentia superior. Eu me sentia devendo. E a submissão ia entrando de mansinho, quase sem a gente perceber. Naquela viagem com mais três casais, alugamos uma casa grande no condomínio. Quatro quartos só. Como ele tinha pago quase tudo, eu e a minha mulher ficamos na sala. Sofá grande, travesseiro, cobertor fino. A gente nem reclamou. Já estava acostumado a aceitar o que sobrava. Voltamos da festa de madrugada, completamente bêbados. O álcool estava pesado, a cabeça rodando, o corpo quente. Sentamos no sofá e em dois minutos já estávamos nos agarrando. Minha esposa estava de vestido curto, sem sutiã por baixo. Eu passei a mão pela coxa dela, subi o tecido e senti que ela não estava de calcinha. Ela tinha tirado no banheiro da festa mesmo, aquela safada. — Porra, você já veio preparada — murmurei no ouvido dela. Ela riu baixo, a voz embriagada, e se acomodou no meu colo de frente pra mim. O vestido subiu até a cintura. Eu abaixei a parte de cima, liberando aqueles peitos pesados, mamilos duros de vontade. Chupei um, chupei o outro, mordi de leve. Ela gemeu, o som abafado porque a casa estava cheia de gente dormindo. — Coloca essa pica logo, amor… tô molhada pra caralho… Eu abri o zíper, tirei a rola pra fora. Já estava dura pra porra, veias latejando. Ela se ergueu um pouco, posicionou a buceta quente na cabeça e desceu de uma vez só. Aquele calor molhado me engoliu inteiro. A gente começou a foder ali mesmo, ela rebolando no meu colo, eu segurando a cintura dela com força, empurrando pra cima. O sofá rangia baixo. O cheiro de sexo misturado com álcool e perfume barato da festa enchia o ar. A porta de um dos quartos se abriu. A gente nem parou. Só olhei de canto de olho e vi que era ele. O amigo rico. Estava de bermuda, camiseta frouxa, cabelo bagunçado. Foi até a cozinha, pegou água, e quando voltou ficou parado no corredor, olhando pra gente. Eu continuei fodendo. Minha esposa também. O álcool tinha apagado qualquer pudor. Ele ficou ali, de pé, a mão descendo até a frente da bermuda. Vi o volume. Depois a mão entrando por baixo do tecido. Ele começou a bater uma olhando pra gente. A rola dele, que eu já tinha visto uma vez no vestiário do clube, era grossa, veiuda, a cabeça rosada. Ele masturbava devagar no começo, depois mais rápido, os olhos fixos na buceta da minha mulher engolindo minha pica. — Ele tá vendo — sussurrei pra ela. — Deixa… — ela respondeu entre gemidos. — Tô gozando… não para… Eu apertei o clitóris dela com o polegar enquanto ela rebolava. O grelinho inchado, molhado de porra e saliva. Ela começou a tremer, a buceta apertando minha rola com força. Gozou ali mesmo, soltando um gemido desesperado que ela tentou abafar na minha boca. Eu continuei metendo, mais fundo, mais rápido. O sofá batendo na parede baixinho. Ele se aproximou. Passo a passo. A mão ainda na pica, batendo com força agora. Chegou perto o suficiente pra eu sentir o cheiro da porra dele. Minha esposa olhou por cima do ombro, viu a rola dele apontada pra ela, e não falou nada. Só rebolou mais forte em cima de mim. Eu senti o gozo subindo. Aporrei fundo, jorrando dentro dela. No mesmo segundo ele deu um passo final, se posicionou atrás dela e gozou. O jato quente caiu nas costas nuas da minha mulher, escorrendo pela coluna, pingando no sofá, algumas gotas alcançando o meu pau ainda enterrado nela. Ele gemeu baixo, a voz grossa de prazer, e continuou espremendo o pau até a última gota cair. Ninguém falou nada. Ele guardou a rola, limpou a mão na própria camiseta e voltou pro quarto como se nada tivesse acontecido. Eu e ela ficamos ali, suados, fedendo a sexo e porra de outro homem. O silêncio pesava mais que o gozo nas costas dela. Eu não toquei no assunto no dia seguinte. Nem ela. Nem ele. A dinâmica que já existia — ele bancando, eu aceitando — tinha cruzado um limite que não dava pra voltar atrás. Aquela porra nas costas dela era a prova física de que eu tinha deixado acontecer. De que a gente tinha deixado. No café da manhã ele estava normal, rindo, oferecendo mais uma rodada de bebida pra todo mundo. Eu respondia, conversava, mas a cabeça não saía daquela cena. A buceta da minha mulher ainda cheirava a mim e a ele. O grelinho dela, quando a gente se trancou no banheiro mais tarde, ainda estava sensível. Eu chupei, limpei com a língua, e ela gemeu de novo, mas dessa vez sem olhar nos meus olhos. Nas semanas seguintes a coisa só piorou. Toda vez que a gente saía juntos, eu sentia o olhar dele. Toda vez que ele pagava a conta, eu lembrava da porra escorrendo. Minha esposa começou a usar vestidos mais curtos quando ele estava por perto. Uma vez, numa casa alugada em outra viagem, ele “passou” pela sala de novo enquanto a gente se pegava. Dessa vez não gozou em cima. Só ficou masturbando até o fim, e depois perguntou se a gente queria que ele chamasse a esposa dele pra juntar. Eu disse não. Mas a voz saiu fraca. Eu fiquei pensando no que fazer. Cortar relação? Tirar satisfação? A verdade é que a grana dele ainda facilitava muita coisa. E a sacanagem tinha sido gostosa pra caralho. A gente nunca tinha falado sobre cuckold, sobre trocar, sobre nada disso. Só aconteceu. E o silêncio depois foi o pior de tudo. Uma noite, depois de mais uma festa, a gente voltou pra casa sozinhos. Eu estava embriagado de novo. Ela também. No sofá da nossa casa mesmo, eu pedi pra ela contar o que sentiu. — Eu gozei mais forte com ele olhando — ela disse, direta. — E quando a porra dele caiu nas minhas costas… puta que pariu. Foi sujo. Foi errado. E eu quis mais. Eu tirei a roupa dela ali mesmo. Chupei a buceta até ela tremer, meti os dedos no cu enquanto chupava o grelinho. Ela gemeu alto, sem se preocupar com vizinho. — Mete no cu agora — pediu. — Quero sentir a mesma sujeira. Eu gozei dentro do cu dela enquanto ela falava do amigo. Do pau grosso dele. Do jeito que ele olhava. Depois a gente ficou em silêncio de novo. O mesmo silêncio daquela noite. Hoje, meses depois, a gente ainda sai com ele. Ainda deixa ele bancar. E de vez em quando, quando o álcool sobe e a casa está quieta, a porta se abre de novo. Ele fica olhando. Às vezes se masturba. Às vezes só observa até a gente gozar. Eu nunca falei nada. Ela também não. A porra dele já escorreu mais de uma vez pelas costas dela. Uma vez caiu no meu pau. Outra vez ela limpou com o dedo e chupou na minha frente. Não sei se é vício, se é submissão, se é só a grana falando mais alto. Sei que a dinâmica mudou pra sempre. E que, toda vez que ele se aproxima com a mão na pica, a buceta da minha mulher fica mais molhada. E a minha também. O que eu faria? Continuo fazendo o que a gente vem fazendo. Engolindo o silêncio junto com a porra. Porque cortar relação seria admitir que aquilo me quebrou. E tirar satisfação seria admitir que eu gostei. E os dois são verdade. A noite continua. O sofá continua. E a porta do quarto dele ainda abre de vez em quando.
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