Comi uma crente casada!

Estou tranquilo no trabalho e aproveitei o tempo ocioso pra escrever esse conto. Escrevi dois contos anteriores, todos reais, e esse não será diferente. Vi que vocês curtem algo mais rápido, vou tentar manter esse formato. Aquela breve introdução de praxe: meu nome é Bernardo (nome fictício), tenho 30 anos. Todos os relatos são da minha época de solteiro.
Sem mais delongas, conheci a crente na faculdade. Vou chamá-la de Bianca (nome fictício). Bianca era baixinha, por volta de 1.54m, pele branca, cabelos longos e loiros (pintados), naturalzinha e tinha seios médios. Mas o que mais chamava atenção era sua inocência, típica de mulher puritana de igreja (perdoa-me, Deus kkkkkk).
Apesar de ser mais velha que eu (pelo menos 8 anos de diferença), Bianca não tinha muitas experiências sexuais, mesmo sendo casada - coisa que vou detalhar mais adiante. (Obs. sempre gostei de mulheres mais velhas. A propósito, perdi minha virgindade com uma mulher de 44 anos que tinha fetiche em novinhos... eu tinha 17 anos... talvez essa história fique para um próximo relato).   
Estudávamos na mesma faculdade e eu sempre via Bianca pelos corredores, até que uma amiga em comum nos apresentou. Foi uma apresentação totalmente casual, não havia qualquer interesse secundário de nenhuma das partes. Certo dia, Bianca conversava com essa amiga, sentadas em um dos bancos mais afastados da praça de alimentação. Elas não me viram chegar por trás, e pude escutar o teor da conversa delas (falavam sobre os respectivos relacionamentos).
- "Não transamos há bastante tempo. Já comprei lingerie de renda, já me insinuei, e nada do Beto" - disse Bianca, referindo-se ao problema que estava enfrentando com o marido, Beto (nome fictício).
Quando elas perceberam a minha presença, o assunto morreu. Lembra que falei que não havia qualquer interesse inicial? Então... até aquele dia. Meu cérebro pervertido começou imaginar a Bianca numa lingerie de renda. Foi aí que tudo começou. Alguns dias depois, ainda com a cena na cabeça, comecei a conversar mais com Bianca e, aos poucos, fomos ficando próximos. Próximos o suficiente pra que ela começasse a contar algumas coisas da vida pessoal. Entre elas, falou que os familiares de Beto não a aceitavam muito bem e que preferiam que ele tivesse se casado com outra mulher da igreja. Embora Bianca fosse crente, sua família não era e tinha hábitos não aceitos (ex. consumo de álcool, ouvir música sertaneja etc), o que despertava desconfiança e pouca aceitação pelos pais de Beto. Em resumo, ela era da igreja, mas sempre se sentiu excluída e julgada.
Certa noite, pra comemorar o fim da primeira semana de provas do semestre, um grupo de amigos resolveu ir a um restaurante/barzinho. Éramos umas 10-12 pessoas, então a mesa era grande. Bianca acabou sentando ao meu lado. Começamos a comer e beber. Ela estava tomando um drink com gin, enquanto eu bebia cerveja. Em dado momento, já um pouco "altos" por causa da bebida, começou a surgir uma tensão sexual entre nós. Uma mão aqui, outra ali, risadinha etc... Até que Bianca soltou:
- "Só não me deixa beber vinho, porque fico com fogo"
Na mesma da hora, levantei uma das mãos, como se estivesse chamando o garçom:
- "Me traz a cartela de vinhos, por favor" - brinquei, deixando claro que gostaria de vê-la "com fogo".
Nem precisamos do vinho. Ela ficou soltinha só com a brincadeira. Algumas horas depois, o pessoal começou a ir embora. Percebi que Bianca estava alterada e sugeri acompanhá-la até o carro, o que foi aceito prontamente. Conversamos por alguns minutos a sós e, nesse momento, ela revelou que não estava passando por um bom momento com o marido. Eles haviam brigado, Beto tinha saído de casa e voltado para a casa dos pais, que moravam em outra cidade. Dei alguns conselhos, mas tentei sair do assunto, afinal, ela estava bêbada e emocionalmente frágil. Sugeri acompanhá-la no trajeto até sua casa, cada um no seu carro (não sabia se ela estava em condições de dirigir). E foi assim que fizemos. Quando chegamos próximo ao condomínio onde ela morava, Bianca estacionou e fez um sinal para que eu descesse do carro. Ela veio na minha direção, me abraçou e agradeceu pela noite agradável. Depois se afastou um pouco, mas continuou com as mãos na minha cintura Ficou olhando nos meus olhos por alguns segundos, como se estivesse esperando alguma coisa. Eu a beijei no rosto e nos despedimos.
Quando cheguei em casa, vi que ela havia acabado de postar um story no instagram. Era uma imagem com a frase: "tem abraço que parece beijo" - era uma indireta ou mera coincidência? kkkkk... Mandei mensagem avisando que havia chegado em casa (ela pediu) e perguntei se estava bem. Conversamos mais um pouco e ficou por isso naquela noite.
Na semana seguinte, durante a segunda semana de provas, Bianca voltou a falar do marido. Perguntei como eles estavam. Ela disse: "na mesma", mas que já não tinha mais saco pra ele e para a sogra, que, naquele mesmo dia, havia ligado para xingá-la de vagabunda simplesmente por ter saído com os amigos (no dia do restaurante), numa tentativa de defender o filho. Foi nesse momento que percebi algo diferente na raiva de Bianca. Não era uma raiva explosiva (aquela que nos faz querer discutir, gritar ou devolver a ofensa). Era uma "raiva emancipatória" - e aqui cabe um disclaimer sobre o que observei/senti na hora:
Ela passou tanto tempo tentando ser a esposa certa, a mulher correta, a nora respeitosa, seguindo expectativas que talvez nem fossem realmente suas. Até perceber que não queria passar o resto da vida tentando provar que era uma mulher digna aos olhos do marido, da sogra ou dos irmãos de igreja; Havia nela apenas o desejo de recuperar a própria voz. Ela passou muito tempo sendo definida pelo olhar e julgamento da igreja. E, pela primeira vez, começou a se perguntar quem seria quando ninguém mais estivesse dizendo quem ela deveria ser... É isso que chamei de raiva emancipatória.
Voltando. Enquanto conversávamos sobre o assunto, começamos a caminhar em direção ao estacionamento da faculdade. Nossos carros estavam próximos e, quando chegamos até eles, a abracei como forma de despedida. Foi então que soltei:
- "Tem abraço que parece beijo, mas meu beijo é melhor que meu abraço" - fazendo referência ao story que ela havia postado na noite do restaurante.
Bianca riu, mas não se afastou. Foi o suficiente para que começasse a beijá-la. O beijo encaixou certinho. Lento, com a pressão certa, nem seco nem molhado demais. Entrelacei os dedos nos cabelos de sua nuca e os fechei em um aperto firme, fazendo sua cabeça se inclinar levemente pra trás (obs. gosto de fazer isso). A reação dela foi imediata. A respiração ficou mais curta e ela se deixou levar.
- "Quer ir pra minha casa?" - Bianca perguntou
- "Qual a chance do seu marido aparecer de surpresa?" - respondi, meio brincando, meio querendo ter certeza.
- "Nenhuma. Os pais dele moram na cidade XYZ" - era uma cidade relativamente distante, então aceitei. Tirei meu carro do estacionamento da faculdade e o deixei do lado de fora. Fomos no carro dela, assim poderíamos entrar direto no condomínio sem que eu precisasse me cadastrar como visitante. Chegamos e entramos rapidamente na casa. Começamos a nos beijar na sala e, aos poucos, fomos parar no quarto. Foi ali que percebi que ela estava um pouco nervosa. Parei e perguntei:
- "Tá tudo bem?" - achei que ela estivesse começando a se arrepender.
- "Sim, tô nervosa... não tenho muita experiência nisso" - responde Bianca.
- "Nisso o quê, exatamente?" - perguntei
- "No sexo" - ela respondeu. E completou.
- "Tive poucas experiências"
Aquilo me pegou de surpresa. Até então, quando ela dizia que não tinha muita experiência, eu imaginava algo bem diferente. Na minha cabeça, "pouca experiência" significava ter vivido algumas coisas, conhecer o próprio corpo, saber o que gostava e o que não gostava (o que normalmente se espera de uma mulher 30+). Mas não era bem isso. Pra ela, o sexo era reduzido a um pau entrando na buceta. E foi aí que minha perspectiva mudou completamente. Esqueci totalmente do meu tesão e me vi determinado a dar a melhor experiência da vida dela, pelo menos até aquele momento.   
Pra quebrar a tensão, ficamos nos beijando por um tempo até que pedi para que tirasse seus sapatos e deitasse de bruços na cama para massageá-la. Aos poucos comecei a despi-la: primeiro a blusa, depois a calça, deixando-a somente de calcinha e sutiã. Enquanto massageava suas costas com uma das mãos, deslizava sutilmente os dedos da outra pelo interior de suas pernas. Desci sua calcinha até o meio das pernas e vi que estava molhada, foi quando comecei a tocar sua buceta levemente. Ficamos assim por alguns minutos e cada vez mais sentia seu corpo relaxar. Terminei de tirar sua calcinha e pedi para que ficasse de barriga para cima. Tirei toda a minha roupa (o resto que ainda sobrava).
Escalei o seu corpo e comecei a beijá-la, deixando meu pau duro roçar em sua buceta. Fui descendo e lambendo seu corpo aos poucos. Primeiro no pescoço, depois seios, barriga, virilha até, de fato, começar a chupar sua bucetinha molhada e quente. Enquanto chupava seu clitóris, enfiei dois dedos e comecei a fazer o movimento como se estivesse chamando alguém com a ponta deles voltada para cima (obs. boa parte das mulheres com quem transei gostaram desse estímulo, então sempre procuro fazer kkkk), foi quando ela grudou meus cabelos com as mãos, e começou a erguer seu quadril ao mesmo tempo em que fechava as pernas como se quisesse esmagar minha cabeça de tanta pressão, continuei até ouvir seu gemido mais intenso seguido do relaxamento total de seu corpo - ela gozou.   
Sua buceta estava encharcada, muito mesmo. Alguns minutos depois, encapei o pau e pedi para que ela viesse por cima. Ela montou, segurou meu pau extremamente duro e o acomodou dentro da sua buceta, quando comecei a guiar seu quadril com as mãos em movimento de vai e vem. Ficamos assim até que senti ela querendo acelerar. Ela não tinha habilidade com o quadril, então o segurei de forma mais firme pressionando-a contra o meu corpo, fazendo com que seu clitóris esfregasse em mim mais intensamente, foi quando, num piscar de olhos, seu corpo se contraiu todo - ela havia gozado de novo, mas dessa vez mais forte do que a primeira, tanto que o corpo inteiro tremia. Por algum motivo não gozei - provavelmente por estar mais focado na experiência dela.
Ela, toda mole, se deitou sobre meu peito e perguntou se não iria gozar. Sinalizei que estava com muito tesão, mas que iria demorar. Ficamos deitados nos beijando até que ela começou a bater uma pra mim, pedindo pra gozar. Passado um tempo, pedi para que ela me chupasse. Ela não tinha muita habilidade, mas estava bom. Informei que estava prestes a gozar e ela continuou, não queria tirar meu pau da boca de jeito algum, percebi que estava realmente gostando daquilo, foi quando falei: "vou gozar na sua boca... você vai tomar meu leite?", ela fez um "aham" e continuou como uma putinha safada, até que enchi a boca dela de leite (ela engoliu. Sim, foi uma surpresa) - que tesão do caralho, ver a crente no ápice da perversão.
Nos beijamos na sequência e ficamos deitados. Nesse momento, ela me revelou três fatos que aumentaram meu ego: "nunca gozei com alguém me chupando"; "nunca gozei apenas com penetração"; "nunca gozaram na minha boca" - PQP, deu tesão só de lembrar kkkkk
Tomamos banho juntos. Ela me deixou próximo a faculdade (onde meu carro estava estacionado) e fui pra casa. Até conversamos um pouco depois disso, mas o marido voltou pra casa. Acompanhei o relacionamento deles pelo instagram. Se divorciaram tempos depois e ela casou com um outro homem, esse não era da igreja. Acompanho ela até hoje... inclusive, parece uma mulher mais livre, mais alegre/feliz e satisfeita sexualmente.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comi uma crente casada!

Codigo do conto:
269009

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
03/08/2026

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