O cheiro ainda estava na minha memória quando eu cheguei na casa da minha prima de novo. Dezoito anos, pau quase sempre semi-duro de tanto pensar nela, e ela com vinte e quatro, corpo de mulher feita, peitos pesados, bunda redonda e aquela buceta que eu já tinha cheirado e lambido na calcinha suja meses atrás. Dessa vez ela me recebeu de shortinho curto e camiseta larga. O short subia tanto que eu via o começo da curva da bunda dela toda vez que ela se inclinava. Eu mal conseguia falar direito. - Entra, caralho. Tá quente pra porra hoje - ela disse, jogando o cabelo molhado pra trás. Tinha acabado de sair do banho de novo. O cheiro de sabonete barato misturado com o cheiro quente de mulher ainda saía da pele dela. Eu fui direto pro banheiro enquanto ela ia pra cozinha. O coração batia no pescoço. A porta estava entreaberta. No chão, perto da máquina de lavar, a pilha de roupa suja. Eu agachei rápido. A calcinha preta estava no meio, o tecido do meio todo encharcado, quase transparente de tanto creme. Eu peguei, fechei a porta e enfiei o nariz fundo naquele tecido. O cheiro me deu um soco no cérebro. Azedo, doce, forte, o cheiro de buceta quente que acabou de gozar ou quase gozar. Eu chupei o tecido. O gosto veio grosso, salgado, cremoso. Minha pica ficou dura instantânea, doendo dentro da calça. Eu abri o zíper, tirei o pau pra fora e comecei a bater uma enquanto cheirava e chupava a calcinha usada dela. A mão ia e vinha rápido, a cabeça da pica já brilhando de porra pré-gozo. Do lado de fora eu ouvi a voz dela: - Tá demorando pra caralho aí dentro. Tá cagando ou tá batendo uma? Eu engoli seco, escondi a calcinha no bolso e abri a porta com a pica ainda dura apertada contra a calça. - Só meia - respondi, voz rouca. Ela estava parada no corredor, braços cruzados embaixo dos peitos. O shortinho subia tanto que eu via o começo da fenda da buceta. Sem calcinha. Eu senti a boca secar. - Meia o caralho. Você tá com cara de quem acabou de cheirar a minha calcinha de novo. O sangue desceu todo pro pau. Eu fiquei parado, sem saber o que falar. Ela deu um passo pra frente, pegou a minha mão e colocou direto entre as pernas dela. O shortinho estava molhado por dentro. Os dedos meus entraram fácil naquela fenda quente, escorregadia, o grelinho já inchado. - Tá vendo? Eu sabia que você vinha fazer essa merda de novo. Toda vez que você fica aqui eu sinto. Deixa a calcinha molhada de propósito, porra. Queria ver até onde você ia. Eu enfiei dois dedos fundo. Ela gemeu baixo, a boca aberta, os olhos fechados. - Ahh… assim… enfia mais, caralho. Sente como a minha buceta tá escorrendo só de pensar em você cheirando ela. Eu amei a parede e comecei a dedar ela forte, o polegar esfregando o grelinho. Ela abriu as pernas mais, o shortinho enfiado entre os lábios da buceta. O creme escorria pelos meus dedos, pingava no chão. - Tira essa porra - eu falei, puxando o shortinho pra baixo. A calcinha que eu tinha roubado caiu do bolso. Ela riu, baixa, suja. - Tá vendo? Ladrão de calcinha suja. Cheira de novo enquanto me come. Eu ajoelhei na frente dela, enfiei o nariz na buceta descoberta e chupei. O cheiro era dez vezes mais forte ao vivo. Língua larga lambendo do cu até o grelinho, chupando os lábios, enfaindo a língua dentro. Ela agarrou meu cabelo e empurrou a cara dela contra a minha boca. - Isso… chupa essa buceta suja, porra. Chupa o creme todo. Ahhh… mais forte… eu tô gozando… caralhoooo… Ela gozou na minha boca, as coxas tremendo, o suco escorrendo pelo meu queixo. Eu continuei chupando até ela puxar meu cabelo pra cima. Eu levantei, a pica latejando. Ela ajoelhou na hora, puxou meu pau pra fora e engoliu até o fundo. A garganta apertou a cabeça. Eu segurei a cabeça dela e comecei a foder a boca dela, fundo, ouvindo o barulho molhado de saliva e engasgo. - Toma essa pica… engole… isso… - eu gemia, a voz baixa. Ela tirou a boca, cuspiu na pica e olhou pra cima com o rímel escorrido. - Mete na minha buceta agora. Quero sentir essa pica grossa me abrindo. Eu virei ela de frente pra parede do corredor, abri as pernas dela e enfiei de uma vez. A buceta engoliu tudo, quente, escorregadia, apertada. Eu comecei a meter forte, a mão na nuca dela, a outra segurando a bunda. O barulho de pele batendo era alto. Ela gemia alto, sem vergonha. - Ahhh… assim… mete fundo… arrebenta essa buceta… porra… mais forte… eu quero sentir sua pica no fundo do útero… Eu meti até o saco bater nela. A cada estocada o grelinho dela esfregava na parede. Eu senti ela apertar, gozar de novo, o creme escorrendo pelas minhas bolas. Eu tirei, ajoelhei de novo e chupei o gozo dela direto da buceta, lambendo tudo. Depois levantei e enfiei de novo. Dessa vez eu fui mais devagar, sentindo cada centímetro. Ela olhou por cima do ombro, a boca aberta, gemendo baixo. - Me fode o cu também… quero sua pica no meu cu… passa o creme da buceta nele e mete. Eu tirei, passei o dedo na buceta dela e enfiei no cu. Estava apertado pra caralho. Eu cuspí na mão, passei mais e fui enfiando a pica devagar. A cabeça entrou. Ela gemeu alto, a mão na parede, os dedos brancos de tanto apertar. - Ahhh… caralho… tá entrando… mais… mais… arrebenta meu cu… Eu enfiei até o fundo. O cu dela apertava a pica como se quisesse sugar. Eu comecei a meter, primeiro devagar, depois mais rápido. Uma mão no peito dela, apertando o mamilo, a outra no grelinho, esfregando em círculos. Ela gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, o cu pulsando em volta da minha pica. - Eu vou gozar… porra… eu vou gozar no seu cu… - Goza… enche meu cu de porra… quero sentir quente dentro… Eu meti fundo e gozei. Jatos grossos, quentes, enchendo o cu dela. Eu continuei metendo enquanto gozava, sentindo a porra escorrer pra fora e descer pelas coxas dela. Quando tirei, a porra escorreu em fio branco. Eu ajoelhei e chupei o cu dela, lambendo minha própria porra misturada com o gosto dela. Ela se virou, ainda tremendo, e me beijou com a boca aberta, lambendo a própria porra da minha língua. - Próxima vez você vai me pegar no banho - ela sussurrou, a voz rouca. - Vai entrar sem eu perceber, vai me ver nua de verdade, vai me empurrar contra o azulejo e meter enquanto a água escorre. E eu vou deixar. Porque eu também fico molhada só de imaginar você cheirando minhas calcinhas sujas. Eu ainda estava de pau semi-duro, coberto de porra e creme. Ela se abaixou, chupou a cabeça uma última vez, limpou com a língua e sorriu. - Agora guarda essa calcinha. Eu quero que você bata uma pra ela todas as noites até voltar aqui. E da próxima vez… eu quero que você me foda no sofá da sala com a porta aberta. Quero que qualquer um que passe na rua ouça eu gritando sua pica. Eu guardei a calcinha molhada no bolso de novo. O cheiro ainda estava forte. Minha pica latejava. Eu sabia que não ia conseguir dormir direito nas próximas noites. Só ia conseguir pensar nela, no gosto da buceta dela, no aperto do cu dela, nos gemidos desesperados que ela soltava enquanto eu metia fundo. E a próxima visita já estava marcada na minha cabeça. Eu ia “acidentalmente” abrir a porta do banheiro. Ia ver ela nua de verdade. Ia meter a mão naquela buceta quente antes mesmo dela conseguir fechar a torneira. E ela ia gemer o meu nome enquanto a água escorria pelos peitos e a minha pica entrava nela de novo. O cheiro da calcinha no bolso ainda me deixava chapado. E eu sabia que da próxima vez não ia ser só a calcinha.
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