A minha sogra me pegou usando um enorme plug anal..... em seguida me fez colocar no rabo dela!
Ainda não consigo acreditar que aquilo aconteceu de verdade. Já se passaram horas e eu continuo com o corpo inteiro arrepiado, a buceta latejando e o cu formigando só de lembrar. Preciso despejar isso em algum lugar antes de enlouquecer de vez. Eu e o Rafael estamos juntos há quase dois anos. Os pais dele são aquele tipo de gente doce, de jantar de domingo, toalha de renda e conversa educada sobre o tempo. A última coisa que qualquer um esperaria era a namorada do filho aparecer pro jantar de família com um plug anal monstruoso enterrado até o fundo, dilatando a minha abertura e me lembrando a cada passo o quão puta eu sou. Mas eu já tava doida pra usar aqueles plugs faz tempo. Quanto maior, melhor. Aquela sensação constante de estar cheia, o peso puxando pra baixo, o plástico grosso esfregando nas paredes do meu cu… só de pensar eu já ficava encharcada. Ontem eu escolhi o maior. Grosso pra caralho, base larga que mal cabia entre as minhas nádegas, e uma vez dentro eu sentia ele a cada movimento. Já tava molhada só de imaginar ficar sentada na mesa com os pais dele enquanto aquilo ficava enterrado fundo, me abrindo, me lembrando que eu era uma vadia safada escondendo um segredo nojento. Passei lubrificante generoso, forcei a entrada, mordei o travesseiro pra não gritar enquanto a parte mais larga esticava meu cu até doer gostoso. Quando a base se acomodou, eu soltei um gemido baixo e fiquei ali um minuto, respirando fundo, sentindo o plug pulsando junto com o meu coração. O jantar foi um inferno delicioso. Eu sentava devagar, as pernas juntas, sentindo o peso do plug me preencher a cada mudança de postura. Toda vez que me inclinava pra pegar o sal, ele se mexia lá dentro e eu precisava morder a parte de dentro da bochecha pra não soltar um gemido. A mãe do Rafael, a Helena, conversava normal, sorrindo, perguntando sobre o trabalho, sobre os planos de viagem. Eu respondia com a voz um pouco trêmula, as coxas apertadas, a buceta escorrendo tanto que eu tinha certeza que a legging preta ia ficar manchada. Depois do jantar me levantei pra ir ao banheiro. O corredor era estreito. Quando abri a porta, ela estava bem ali. Helena me olhou de cima a baixo, os olhos escuros parando exatamente no contorno óbvio do plug marcando a legging justa. Ficou em silêncio por dois segundos que pareceram uma eternidade. Depois falou baixo, a voz rouca: - Você está usando algo, não está? Tentei negar. A boca abriu e fechou sem som. Ela não aceitou. Agarrou meu pulso com uma força que eu não esperava daquela mulher de aparência delicada e me puxou de volta pro banheiro. Trancou a porta. O clique do trinco ecoou no meu peito. Me mandou virar de costas e baixar a legging. Eu tremia inteira, o rosto pegando fogo, o coração batendo tão forte que doía. Mas eu fiz. Desci a legging junto com a calcinha até as coxas, me curvei sobre a pia, as mãos apoiadas na porcelana fria, o cu exposto, a base preta do plug piscando entre as minhas nádegas abertas. Ela ficou olhando. Eu sentia o olhar dela queimando. Depois se abaixou. Sem aviso, os dedos dela seguraram a base. Puxou devagar, firme, sem pressa. Eu soltei um gemido estrangulado, mordendo o lábio até doer, as pernas bambas. O plug saía centímetro por centímetro, as paredes do meu cu se contraindo desesperadas tentando segurar aquilo, o vazio que ia ficando atrás do plástico grosso me arrancando um soluço. Quando a parte mais larga passou pela minha entrada e saiu com um som molhado e obsceno, eu quase desabei. Helena segurou o plug na mão, olhando pro tamanho dele, pro brilho do lubrificante e dos meus fluidos escorrendo pelo plástico preto. Achei que tinha acabado. Que ela ia me xingar, me expulsar, contar pro filho. Eu estava errada. Ela colocou o plug na bancada, limpou os dedos no papel higiênico sem pressa e me olhou bem nos olhos. A voz saiu baixa, quase um sussurro, mas carregada de uma autoridade que me fez tremer de novo: - Agora você vai colocar em mim. Eu congelei. As palavras demoraram a fazer sentido. Ela não repetiu. Apenas se virou, puxou a própria calça de alfaiataria e a calcinha de renda pra baixo até os tornozelos e se curvou sobre a pia exatamente do mesmo jeito que eu estava segundos antes. As nádegas dela eram firmes, a pele um pouco mais madura, o cu apertado e rosado, a fenda da buceta já brilhando um pouco. Ela olhou por cima do ombro e esperou. Sem pressa. Sem vergonha. Minhas mãos tremiam tanto que quase deixei o plug cair. Tive que abrir a bolsa, pegar o tubinho de lubrificante que eu sempre carrego, espalhar generosamente sobre o plástico grosso ainda quente do meu corpo. Aproximei a ponta da entrada dela. O cu de Helena se contraiu no contato. Empurrei devagar. Ela estava apertada pra caralho. Cada centímetro exigia esforço, a pele esticando, a resistência quase dolorosa. Eu sentia as paredes internas dela se abrindo à força do plug que eu tinha acabado de tirar da minha própria bunda. Helena soltava respirações curtas, controladas, mas quando a parte mais larga chegou na entrada ela soltou um gemido baixo e trêmulo, o corpo inteiro estremecendo. - Mais devagar… porra… - a voz dela saiu rouca, quase um rosnado. Empurrei com mais cuidado, girando um pouco, sentindo a resistência ceder milímetro a milímetro. O lubrificante fazia barulho molhado. O cu dela engolia o plug aos poucos, as nádegas tremendo. Quando finalmente a base larga se acomodou contra a pele dela, Helena soltou um suspiro longo, trêmulo, quase um gemido desesperado. Ficou ali curvada, respirando fundo, o plug preto enterrado fundo naquela bunda que eu nunca imaginaria tocar. Ela se levantou devagar, ajeitou a calcinha e a calça por cima do volume óbvio, se virou pra mim. Os olhos estavam escuros, brilhando. Falou baixo, quase colada no meu ouvido: - Limpe-se. E nunca mais entre nesta casa usando um desses de novo… a menos que eu mande. Destrancou a porta e saiu como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei ali, pernas trêmulas, a legging ainda nas coxas, o cu vazio e latejando, a buceta escorrendo tanto que pingava no chão do banheiro. Lavei as mãos, tentei me recompor, voltei pra sala com um sorriso torto. O Rafael me olhou preocupado, perguntou se eu tava bem. Eu só respondi que sim, a voz falhando. Cheguei em casa mais tarde. Lavei o plug com água quente e sabão, mas não conseguia parar de reviver a cena. A mão dela no meu pulso. O olhar dela quando viu a base do plug entre as minhas nádegas. O som molhado quando ela puxou. O gemido baixo quando o meu próprio plug sumiu dentro do cu dela. Deitei na cama, abri as pernas, enfiei dois dedos na buceta encharcada e gozei em menos de um minuto, gemendo o nome dela baixinho, o corpo inteiro se contorcendo. Agora eu fico pensando o que acontece se ela mencionar isso de novo. Se mandar mensagem. Se me olhar daquele jeito na próxima visita. Meu namorado ainda não faz a menor ideia. E eu… eu não sei se sou nojenta ou se isso é o mais excitante que já me aconteceu na vida. Porque cada vez que fecho os olhos eu vejo Helena curvada sobre a pia, o cu dela engolindo o plug que ainda estava quente do meu corpo, e a buceta lateja de novo, pedindo mais. Ontem à noite eu não consegui dormir direito. Fiquei revirando na cama, as mãos descendo sozinhas entre as pernas, o dedo médio escorregando pelo grelinho inchado enquanto a outra mão apertava a própria bunda, imaginando o peso daquele plug dentro dela. Quantas vezes ela deve ter se mexido no sofá depois, sentindo o volume a cada mudança de postura? Será que o cu dela ficou latejando a noite inteira igual o meu? Será que ela gozou pensando nisso quando chegou no quarto? Hoje de manhã acordei com a calcinha encharcada e a cabeça cheia de imagens. O Rafael saiu pro trabalho. Eu fiquei sozinha, fui pro banheiro, peguei o mesmo plug, passei lubrificante e enfiei de novo, gemendo alto agora que não precisava me controlar. Fiquei de quatro no chão frio, empurrando o plástico pra dentro e pra fora, imaginando que eram os dedos dela me abrindo, a voz baixa mandando eu engolir tudo. Gozei duas vezes, o corpo inteiro tremendo, o cu se contraindo em volta do plug enquanto eu xingava baixinho, chamando ela de puta, de safada, de sogra nojenta que me fez colocar meu próprio brinquedo na bunda dela. E agora eu tô aqui, escrevendo isso com os dedos ainda cheirando a buceta e a lubrificação, o plug ainda dentro de mim, me lembrando a cada movimento o que aconteceu ontem. Não sei o que fazer se ela falar de novo. Não sei se consigo olhar nos olhos dela sem lembrar do gemido trêmulo quando a parte mais larga passou. Não sei se sou nojenta. Só sei que tô viciada nessa sensação e que, se ela mandar, eu coloco de novo. Mais fundo. Mais devagar. Até ela gemer desesperada igual eu.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.