Depois de ver a pica enorme do meu pai, não aguentei mais ficar somente na siririca!
Eu já tava planejando tudo há dias. Depois daquela primeira vez no banheiro, quando vi o pau enorme do meu pai balançando molhado na minha frente, não consegui mais pensar em outra coisa. Comecei a testar. Roupas mais curtas, shortinhos que subiam quando eu me curvava, blusinhas sem sutiã que deixavam os mamilos marcando. Dançava na sala enquanto ele assistia TV, rebolando devagar, abrindo as pernas demais quando me abaixava pra pegar algo no chão. Ele fingia não perceber no começo, mas eu sentia o olhar pesado nas minhas coxas, na curva da minha bunda, no jeito que a calcinha sumia entre os lábios da buceta quando eu me inclinava pra frente. Naquele dia eu tava no banheiro mijando de novo. Porta entreaberta de propósito. Ele entrou sem bater, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Pegou a escova de dente e começou a escovar, ficando bem do meu lado. Eu continuei sentada no vaso, pernas abertas, o xixi saindo enquanto ele escovava os dentes bem perto. Olhei de lado e vi o volume na calça dele. Já tava meio duro. A pica grossa marcando o tecido, empurrando pra frente. Meu grelinho latejou na hora. Terminei de mijar, limpei devagar, deixando os dedos demorarem mais do que o necessário entre as pernas. Ele me olhou pelo espelho. Não disse nada. Só escovou os dentes e saiu. Fui pra cozinha depois. Tava de shortinho preto colado e uma camiseta larga que caía num ombro só. Comecei a fazer um café, mexendo na bancada, rebolando de leve como se estivesse ouvindo música na cabeça. Senti ele entrar na cozinha. O silêncio ficou pesado. De repente as mãos grandes dele seguraram meus quadris por trás. Firmes. Os dedos apertando a carne macia. — Eu não aguento mais fingir que não tô vendo o que você tá fazendo. A voz dele saiu rouca, baixa, colada na minha orelha. O corpo quente colou nas minhas costas. Senti a pica dura pressionando a fenda da minha bunda por cima da calça. — Pai… o que… — Não inventa. Você tá se rebolando na minha frente há dias. Deixando a buceta quase de fora. Olhando pro meu pau no banheiro como se quisesse engolir. Eu sei que você quer. As mãos dele desceram, apertaram minha bunda com força, os dedos enfiando no shortinho e puxando a calcinha pro lado. Um dedo grosso passou direto no meio da buceta. Eu já tava encharcada. O mel escorreu nos dedos dele na hora. — Porra… tá pingando. Você tava se molhando só de me provocar, né sua putinha? Gemi baixo, empurrando a bunda pra trás contra a mão dele. Ele riu, um som rouco e sujo. — Fala o que você quer. Fala logo. — Me fode… por favor… me fode com essa pica grande… Ele não esperou mais. Puxou meu shortinho e a calcinha pra baixo num movimento só. A calcinha ficou presa nos tornozelos. Me curvou pra frente sobre a bancada da cozinha, a bunda empinada, as pernas abertas. Ouvi o barulho do zíper. Depois o peso quente e pesado da pica dele batendo na minha bunda. Grosseira. Grossa pra caralho. A cabeça já tava molhada de pré-gozo. Ele esfregou o pau inteiro no meio da minha buceta, de cima a baixo, passando no grelinho inchado, enfiando só a cabeça e tirando de novo. — Olha o tamanho dessa buceta molhada… tá pedindo pra ser arrombada. Empurrou. A cabeça grossa abriu meus lábios e entrou. Eu soltei um gemido alto, as mãos apertando a beirada da bancada. Ele era grosso demais. A pica esticava tudo, forçando as paredes da buceta a se abrirem. Continuou empurrando, devagar no começo, até eu sentir as bolas baterem na minha pele. Estava inteiro dentro. O pau dele pulsava fundo, enchendo tudo. — Porra… que buceta apertada… tá engolindo tudo… Ele puxou até quase sair e enfiou de novo, mais forte. O barulho molhado ecoou na cozinha. Começou a foder de verdade. Estocadas pesadas, profundas, a bancada balançando. Cada vez que entrava fundo eu gemia desesperada, a boca aberta, o peito colado no mármore frio. A pica dele rasgava, esticava, batia num ponto dentro de mim que fazia minhas pernas tremerem. — Mais forte… porra, me fode mais forte… — Calada. Aguenta essa pica toda. Ele segurou meus cabelos com uma mão e puxou minha cabeça pra trás, fudendo ainda mais fundo. A outra mão desceu e começou a esfregar meu grelinho com os dedos grossos, apertando, esmagando enquanto a pica entrava e saía. Eu tava babando na bancada, gemendo alto, a buceta fazendo barulho obsceno a cada estocada. O mel escorria pelas minhas coxas, pingando no chão. — Tá gozando já? Senti a buceta apertando… Sim. O orgasmo veio forte, as paredes se contraindo loucas em volta daquela pica grossa. Eu gritei, as pernas bambas, o corpo inteiro tremendo. Ele não parou. Continuou fodendo através do meu orgasmo, as estocadas ficando mais rápidas, mais brutais. A bancada rangia. Meu cu se contraía sozinho a cada vez que ele entrava fundo. — Porra… que delícia… essa buceta é uma puta mesmo… Ele gozou pela primeira vez uns vinte minutos depois. Empurrou até o fundo e soltou tudo dentro. A porra quente jorrou em jatos grossos, enchendo minha buceta, escorrendo pelas bordas enquanto ele ainda empurrava. Senti cada pulsada, cada jato quente batendo lá no fundo. Ele ficou parado um segundo, respirando pesado, a pica ainda dura dentro de mim. — Ainda não terminei com você. Puxou pra fora. A porra escorreu em fios grossos pela minha buceta, descendo pelas coxas. Ele me virou de frente, me levantou e sentou meu cu na beirada da bancada. Abriu minhas pernas o máximo que deu e enfiou de novo, de frente agora. Assim eu via tudo. Via a pica grossa sumindo dentro da minha buceta inchada, coberta de porra e mel. Via as veias saltadas, a base grossa esticando meus lábios. Ele fodia com força, segurando minhas coxas abertas, o polegar esfregando meu grelinho inchado. — Olha pra essa pica te arrombando… fala que gosta. — Gosto… porra, gosto pra caralho… me fode… goza de novo dentro… Ele inclinou pra frente e chupou um dos meus peitos por cima da camiseta, mordendo o mamilo enquanto fodia. Eu tava um caos. Gemidos desesperados, a boca aberta, a buceta engolindo aquela pica monstruosa como se tivesse nascido pra isso. Ele enfiava até as bolas baterem, puxava quase tudo pra fora e entrava de novo num golpe só. O barulho era nojento e gostoso pra caralho. Molhado, carnudo, obsceno. Senti o segundo orgasmo subindo. Mais forte que o primeiro. O grelinho latejava sob o dedo dele, a buceta apertava a pica com força. — Tô gozando de novo… porra… não para… Ele acelerou. As estocadas ficaram selvagens. A bancada batia na parede. Eu gritei quando gozei, o corpo se contorcendo, a buceta esguichando um pouco em volta da pica dele. Ele soltou um gemido rouco e eu senti a pica inchar ainda mais dentro de mim. Tava prestes a gozar de novo. Foi exatamente nesse momento que ouvimos a chave na porta da frente. Os dois congelamos. A pica dele ainda enterrada fundo, pulsando, a porra do primeiro gozo escorrendo. Passos no corredor. A voz da minha mãe: — Cheguei! Tá todo mundo em casa? Ele puxou pra fora rápido. A pica saiu com um barulho molhado, coberta de porra e do meu mel. Eu desci da bancada com as pernas tremendo, puxei o shortinho e a calcinha pra cima na pressa. A porra escorreu pela calcinha na hora, molhando tudo. Ele guardou o pau na calça como pôde, ainda duro pra caralho, o volume impossível de esconder direito. Eu limpei a bancada rápido com um pano, o coração batendo na garganta. Minha mãe entrou na cozinha segundos depois, sorrindo, falando do trabalho. Eu fiquei encostada na pia, as coxas apertadas, sentindo a porra quente escorrendo pela buceta, molhando a calcinha, descendo pela perna. Ele ficou do outro lado, pegando um copo d’água, o pau ainda marcando a calça de forma obscena. Nossos olhares se cruzaram por um segundo. Eu vi a promessa ali. Não tinha acabado. Longe disso. Mais tarde, quando ela foi tomar banho, ele passou por mim no corredor e apertou minha bunda com força, os dedos enfiando no shortinho sujo de porra. — À noite. No meu quarto. Quero te foder de novo até essa buceta não aguentar mais. Eu só balancei a cabeça, já molhando de novo só de ouvir. A calcinha tava um nojo gostoso, cheia da porra dele misturada com meu mel. E eu mal podia esperar pra sentir aquela pica grossa me arrombando de novo, sem pressa, sem risco de alguém chegar. Queria gozar gritando. Queria ele me fodendo o cu também. Queria engolir a porra quente direto da fonte. A noite ainda ia ser longa pra caralho.
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