Meu pai tava acamado, cuidei dele e tudo mudou quando vi seu pau duro!
A casa estava quieta naquela tarde quente de verão. Eu, com meus 26 anos, não conseguia mais fingir que estava tudo normal desde aquele dia em que ajudei meu pai a se limpar. Ele tinha 61, estava acamado depois de uma cirurgia no quadril, e eu, como filha única, entrei no quarto com a bacia de água morna e a toalha. Quando puxei o lençol pra limpar ele direito, vi aquilo. A pica dele, grossa, pesada, meio semi-dura, pulsando devagar enquanto eu passava o pano. Ele ficou vermelho, murmurando desculpas, mas o pau continuou inchando, a cabeça roxa brilhando. Eu disse que estava tudo bem, que era natural, mas desde então minha buceta molhava só de lembrar daquela veia latejando na palma da minha mão. As semanas seguintes foram um inferno doce. Ele pedia desculpa toda vez que me via. - Desculpa filha, eu não sei o que deu em mim... – e eu respondia sempre a mesma coisa: - Tá tudo bem pai, relaxa, eu entendo. Mas por dentro eu queimava. Toda noite eu metia dois dedos na minha buceta pensando naquela pica velha, imaginando como seria sentir ela esticando minha carne. Uma vez quase peguei ele no banho. A porta rangeu quando eu empurrei devagar, e eu vi de relance o corpo peludo dele, a barriga grande, e aquela pica pendurada grossa entre as pernas enquanto a água escorria. Fechei rápido, coração disparado. Outro dia, na sala, família toda vendo TV. Eu sentei no chão bem na frente dele, de shortinho. Ele estava de bermudão folgado. Com o canto do olho eu vi: a cabeça rosada da pica dele escapando pela perna da bermuda, meio dura, brilhando um pouco de suor. Quando virei a cabeça pra olhar melhor, ele cruzou as pernas rápido, ajustando. Mas eu sabia. Ele também queria. O ar entre a gente estava pesado, carregado de desejo sujo. Naquela noite a casa ficou vazia. Mãe viajou pra visitar a tia, irmãos saíram. Só eu e ele. Eu estava na cozinha pegando água quando ele apareceu, só de cueca samba-canção velha. A barriga peluda por cima do elástico, e o volume já marcando forte. - Filha... a gente precisa conversar sobre aquilo – ele disse, voz rouca. Eu me virei, encostei na pia, sentindo minha buceta latejar. - Sobre o quê, pai? Sobre sua pica ficando dura quando eu te lavei? Ou sobre você me olhando com cara de quem quer foder a própria filha? Ele engoliu seco. Os olhos desceram pro meu shortinho, pra camiseta fina sem sutiã, meus mamilos duros marcando. - Porra... você não devia falar assim. Mas ele não saiu. Eu dei um passo pra frente, pus a mão no peito dele, sentindo o coração bater forte. - Eu não consigo esquecer, pai. Toda vez que fecho os olhos eu vejo sua pica grossa. Eu me mastrobo pensando nela. Quero sentir você dentro de mim. Ele gemeu baixo, um som animal. - Caralho, filha... isso é errado pra caralho. Mesmo assim, a mão dele subiu e apertou meu peito por cima da camiseta. Eu soltei um gemido manhoso. - Aperta mais, pai. Eu sou sua putinha agora. Ele perdeu o resto de controle. Me puxou pro quarto dele, me jogou na cama de casal. Tirou minha roupa com pressa, mãos tremendo. Quando fiquei pelada, ele parou um segundo olhando minha buceta raspadinha, os lábios inchados já molhados. - Que buceta linda da porra... tão rosadinha. Eu abri as pernas, mostrei o grelinho inchado. - Chupa ela, pai. Come a buceta da sua filha. Ele se ajoelhou, cara enfiada entre minhas coxas. A língua dele era quente, áspera, lambendo devagar primeiro, depois com fome. Sugou meu grelinho, chupou forte, enfiou a língua dentro da minha bucetinha apertada. Eu segurei a cabeça dele, quadril rebolando. - Aiii pai... isso... chupa o grelinho da sua filha... caralho, que delícia... Ele grunhia enquanto comia, barba pinicando minha pele sensível. Dois dedos grossos entraram na minha buceta, abrindo, fodendo devagar enquanto a boca sugava o clitóris. Eu gozei pela primeira vez rápido, jorrando na cara dele, corpo tremendo. - Porra... eu tô gozando pai... aaaahhh! Ele subiu, tirou a cueca. A pica dele pulou pra fora, enorme, veias grossas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Mais grossa do que eu lembrava. - Olha o que você faz com o pau do seu pai, sua safada. Eu peguei na mão, masturbei devagar, sentindo o peso, o calor. - Que pica gostosa... grossa pra caralho. Quero ela toda dentro da minha buceta. Ele se posicionou, esfregou a cabeça na minha entrada molhada, depois empurrou. Centímetro por centímetro, esticando minha buceta ao limite. Eu gritei de prazer e dor boa. - Aiiiiii meu Deus... tá muito grossa... me arromba pai... enfia tudo! Ele meteu fundo, até as bolas batendo na minha bunda. Começou a foder com força, a cama rangendo. Cada estocada fazia meus peitos balançarem. O som molhado da pica entrando e saindo da buceta enchia o quarto. - Toma filha... toma a pica do papai... que buceta apertada da porra... tá me apertando gostoso. Eu gemia desesperada, unhas cravadas nas costas dele. - Me fode pai... me usa como uma vadia... ai... mais forte... quero sentir suas bolas batendo na minha bundinha... Ele acelerou, suor pingando do peito peludo pra cima de mim. Eu gozei de novo, buceta pulsando em volta da pica dele, leite escorrendo. - Tô gozando de novo... aaaahhh caralho! Ele não parou. Virou meu corpo, me colocou de quatro, enfiou de novo. Segurou meu cabelo, metendo como um animal. - Olha essa bundinha... que cu gostoso... um dia eu vou arrombar ele também. Eu rebolava pra trás, encontrando as estocadas. - Sim pai... fode gostoso a bucetinha da sua filha... enche ela de porra... Ele grunhia alto, pica inchando mais dentro de mim. Depois de muitos minutos de foda bruta, ele gozou. Jatos quentes, grossos, enchendo minha buceta até transbordar. - Porra filha... tô gozando... toma toda a porra do papai... aaaargh! Eu senti o calor inundando, escorrendo pelas coxas. Ele ficou lá dentro um tempo, pulsando, depois saiu devagar. A buceta ficou aberta, vermelha, vazando sêmen branco. Mas ele ainda estava duro. Olhou pro meu cu, piscando. - Agora eu quero esse cuzinho virgem. Eu fiquei com medo e tesão ao mesmo tempo. - Pai... vai doer... mas eu quero. Arromba meu cu. Ele cuspiu na mão, passou na pica melada de porra e buceta, depois no meu furinho. Pressionou a cabeça grossa contra o anel apertado. Eu segurei os lençóis. - Devagar pai... tá muito grande... Ele empurrou. A cabeça entrou com um pop dolorido. Eu gritei. - Aaaaiii... tá rasgando meu cu... porra que dor... Mas ele não parou. Centímetro por centímetro, forçando o cu apertado a se abrir. Lágrimas escorriam no meu rosto, mas minha buceta pingava de tesão. Quando ele meteu tudo, bolas encostando, eu soltei um gemido longo, desesperado. - Tá todo dentro... aiiiiii pai... fode meu cuuuuu... devagar primeiro.....agora começa a bombar forte. Ele começou a mover, devagar, depois mais fundo. A dor virou prazer doentio, queimando gostoso. Ele segurou meus quadris, metendo mais forte. O som das bolas batendo na buceta molhada, o cu esticado ao máximo. - Que cu apertado da porra... tá me espremendo... toma no cu filha... toma a pica grossa do papai. Eu rebolava, gemendo alto, voz rouca. - Aiiiiiiiiiiii... me arromba... fode vaaai, fode forte meu cuzinho... tô gostando... mais forte... aaaahhh! O prazer cresceu rápido. Meu grelinho latejava, eu meti a mão e esfreguei enquanto ele socava meu cu. Gozei loucamente, corpo convulsionando, cu piscando em volta da pica. - Tô gozando com seu pau no meu cu... pai... aaaaiii... vou me acabar... se você gozar dentro... eu vou me cagar... porra... não para... Ele acelerou, selvagem. - Eu vou gozar sim... encher esse cu de porra... - Não... se gozar dentro eu vou cagar... aaaahhh... tô gozando de novo... caralho! Ele não aguentou. Grunhiu alto e gozou fundo no meu intestino. Jatos quentes enchendo meu cu. O orgasmo dele me fez explodir de novo, prazer misturado com a sensação estranha de estar cheia. Quando ele puxou o pau devagar, meu cu ficou aberto, vermelho, piscando. Eu rebolava, sem controle, e aconteceu. Um jato de merda misturado com a porra branca dele saiu, escorrendo pela minha bunda, sujando as coxas, a cama. Eu gemia envergonhada e excitada. - Olha o que você fez pai... eu me caguei toda... porra misturada com merda... mas que delícia... Ele olhava hipnotizado, pau ainda meio duro pingando. - Minha putinha safada... cagou no pau do papai... A gente ficou lá, suados, sujos, respirando pesado. O desejo sujo tinha virado realidade, e nenhum de nós queria parar.
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