Batendo siririca na praia!

Não consigo acreditar que estou fazendo isso de novo, mas o tesão me come por dentro de um jeito que não tem como segurar. É verão onde eu moro agora, o calor gruda na pele o dia inteiro e a praia vira o único lugar onde eu consigo respirar. Cheguei cedo, passei a tarde toda deitada na areia quente, de biquíni cortininha preto, aquele que quase não cobre nada. Os peitos ficam pra fora o tempo todo, o tecido fino só esconde o mamilo quando eu quero. Fiquei tomando sol, molhando o corpo no mar, e o tempo foi passando devagar. Quando já batia umas oito da noite, o sol quase sumindo no horizonte, a praia esvaziou. A maioria da galera já tinha ido embora. Sobrou só uns poucos, espalhados longe, e eu com aquela tenda pequena montada, meio escondida entre as dunas.
Foi aí que a safadeza bateu forte pra caralho. Olhei pro mar, pro céu alaranjado, e a mão já desceu sozinha pro peito. Puxei o tecido do biquíni pro lado, deixei um peito inteiro pra fora. O mamilo já estava duro, pontudo, sensível pra porra. Apertei ele entre os dedos, torci devagar, e a buceta latejou na hora. Tirei o celular e comecei a fotografar. Primeiro o peito sozinho, depois os dois, apertando, amassando, puxando os mamilos até doer gostoso. A areia ainda quente, o vento leve batendo na pele nua. Dois caras mais longe, uns trinta e poucos, pararam de conversar e ficaram me olhando. Eu senti o olhar deles queimando na minha pele. Em vez de me cobrir, eu puxei o outro lado do biquíni também. Agora os dois peitos estavam completamente expostos, pesados, as pontas rosadas e inchadas de tesão.
- Porra… olha isso – murmurei baixo pra mim mesma, mordendo o lábio inferior.
A mão desceu. Passei os dedos por cima do tecido da calcinha. Já estava encharcada. A buceta latejava, o grelinho inchado, pedindo atenção desesperada. Empurrei o tecido pro lado e enfiei dois dedos direto na fenda. Estava escorrendo. O líquido grosso escorria entre os lábios, molhando a areia embaixo de mim. Comecei a esfregar o grelinho em círculos lentos, apertando de leve, depois mais forte. Os caras continuavam olhando. Um deles passou a mão na própria bermuda, claramente apertando a pica. Isso me deixou ainda mais puta.
- Ah, caralho… – gemí baixinho, abrindo mais as pernas.
Deitei de costas na toalha, com a tenda me dando um pouco de sombra, mas não o suficiente pra esconder tudo. Continuei me masturbando ali mesmo, de frente pro mar. Os dedos entravam e saíam da buceta molhada, o barulho molhado se misturando com o som das ondas. Enfiei três de uma vez, abrindo ela, sentindo as paredes quentes e apertadas sugando meus dedos. Com a outra mão eu apertava os peitos, beliscava os mamilos até doer gostoso. O tesão subia rápido pra caralho. Eu via os caras se aproximando um pouco mais, ainda distantes, mas o suficiente pra ver tudo. Um deles já tinha a mão dentro da bermuda, claramente batendo uma.
- Vem, porra… olha essa buceta se abrindo – falei mais alto, sem me importar se escutavam.
Comecei a gemer de verdade. Não era mais baixinho. Eram gemidos longos, desesperados, que saíam da garganta sem controle nenhum.
- Aaaah… caralho… assim… mais fundo…
Os dedos iam e vinham rápido agora, o polegar esfregando o grelinho com força. A buceta fazia barulho de xana molhada, aquele barulho sujo que só aumenta o tesão. Eu levantava o quadril, enfiando os dedos o mais fundo que conseguia, imaginando que era uma pica grossa me arrombando ali mesmo na areia. O cu também latejava, contraía sozinho. Passei um dedo lambuzado de porra da buceta e enfiei devagar no cu. O aperto foi imediato. Gemi alto pra caralho.
- Porra, meu cu… tá se abrindo também… aaah, que delícia…
Os dois caras agora estavam mais perto. Um deles falou algo pro outro, e eu ouvi risadas baixas. Não me importei. Continuei. Tirei o biquíni de vez, fiquei completamente nua na toalha, as pernas abertas pro mar e pro olhar deles. Os peitos balançavam a cada movimento, a buceta aberta, vermelha, brilhando de porra. Eu enfiava quatro dedos agora, abrindo ela o máximo que dava, o grelinho inchado e dolorido de tanto esfregar.
- Olha só… tô gozando… porra, tô gozando pra vocês verem…
O orgasmo veio forte pra caralho. O corpo inteiro tremeu. A buceta se fechou em volta dos dedos com força, o cu apertou o dedo que estava dentro, e um jato quente de porra saiu escorrendo pela areia. Eu gemia desesperada, a voz falhando:
- Aaaaah… caralho… tô gozando… porra… não para… não para…
As pernas batiam na toalha, os peitos subiam e desciam rápido, o rosto contorcido de prazer. Continuei esfregando mesmo depois de gozar, prolongando, sentindo as contrações ainda. Quando finalmente parei, estava ofegante, o corpo mole, a buceta latejando e o cu latejando junto. Olhei pros caras. Um deles tinha a pica pra fora da bermuda, grossa, dura, e batia uma sem vergonha. O outro só olhava, a mão apertando o volume.
Eu sorri, ainda com os dedos na buceta, e mostrei a mão molhada pra eles de longe.
- Viu? Tô toda molhada… – falei alto o suficiente pra eles ouvirem.
Eles ficaram ali, parados, olhando. Eu não chamei ninguém pra chegar perto. Não quis. Queria só isso: me exibir, me masturbar na frente deles, sentir o olhar queimando enquanto eu me destruía de tesão sozinha. Voltei a me deitar, abri as pernas ainda mais, e continuei. Os dedos entravam e saíam da buceta encharcada, o polegar esfregava o grelinho sem parar. O outro dedo voltou pro cu, entrando e saindo devagar, abrindo o buraco apertado.
- Porra… meu cu tá se abrindo sozinho… aaah…
Gemia alto de novo. Os gemidos saíam desesperados, longos, quase chorosos de tanto prazer. Eu enfiava os dedos fundo na buceta, sentindo as paredes quentes se apertarem, o grelinho latejando debaixo do polegar. A areia grudava nas nádegas, no peito, nas costas. O cheiro da minha porra misturava com o cheiro do mar. Os caras continuavam ali, um batendo uma abertamente, o outro só olhando com a pica marcada na bermuda.
- Continua olhando… porra… olha essa buceta se abrindo… – eu falava entre um gemido e outro.
Enfiei a mão inteira quase, abrindo a buceta o máximo que dava, mostrando tudo. O grelinho estava vermelho, inchado, sensível demais. Esfreguei ele com força, rápido, sem dó. O segundo orgasmo veio ainda mais forte. O corpo inteiro tremeu de novo. Eu gritei:
- Aaaaah… caralho… tô gozando de novo… porra… não para… não para…
A buceta jorrou de novo, molhando a toalha e a areia. O cu se apertou em volta do dedo com tanta força que doeu gostoso. Continuei esfregando, prolongando, sentindo cada contração. Os gemidos não paravam. Eram desesperados, altos, sem vergonha nenhuma. Eu estava nua, de pernas abertas, me masturbando na praia quase deserta, com dois caras olhando e batendo uma pra mim.
Quando o orgasmo finalmente passou, eu fiquei deitada ofegante, os dedos ainda dentro da buceta e do cu, o corpo inteiro mole. Olhei pros caras mais uma vez. O que batia uma gozou ali mesmo, a porra jorrando na areia. Eu sorri, tirei os dedos devagar, mostrei a mão molhada de novo e chupei os dedos na frente deles.
- Gostaram do show? – perguntei, a voz rouca de tanto gemer.
Eles não responderam. Só ficaram olhando. Eu me levantei devagar, ainda nua, juntei o biquíni e a toalha. A porra escorria pelas minhas pernas enquanto eu me vestia. Olhei pro mar uma última vez, o corpo ainda latejando, o grelinho sensível demais, o cu latejando gostoso.
Não consigo acreditar que fiz isso. Me masturbei e me exibi na praia, gozei duas vezes na frente de dois desconhecidos, e foi a coisa mais gostosa que eu fiz em muito tempo. Já quero voltar amanhã.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Batendo siririca na praia!

Codigo do conto:
269512

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
10/08/2026

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