Ajudei meu paciente!

Me chamo Júlia. Tenho 46 anos, sou loira, meu cabelo bate na altura da cintura, tenho peitos médios, bunda grande, coxas grossas... Enfim, sou considerada uma mulher gostosa apesar da idade e de já ter duas filhas. Estou acostumada a levar cantadas o tempo todo, e adoro isso.
Sou fisioterapeuta e amo minha profissão. Trabalho principalmente com a recuperação de jovens com lesões na medula espinhal, ou seja, paraplégicos. Foi assim que conheci meu paciente, Pedro.
Pedro era um menino de 23 anos. Era cadeirante há 7 anos, e foi uma das minhas primeiras experiências com atendimento domiciliar. Sua família tem muito dinheiro e, apesar da condição física de Pedro, conseguem dar tudo do bom e do melhor para ele.
Pedro é tímido, educado, engraçado e muito bonito. Sempre que o atendo faço questão de elogiar, e ele fica todo bobo sempre que faço isso. Também já notei ele olhando por cima da minha blusa e para a minha bunda sempre que tem a oportunidade, mas nunca dei bola para isso, afinal, estou acostumada com olhares por onde passo.
Certo dia, após a sessão na casa de Pedro, estava um sol de rachar, cerca de 35º. A casa tinha uma piscina enorme, e Pedro me perguntou se eu poderia ajudá-lo a entrar um pouco na água. Estávamos só nós dois na casa. Pensei em alguma desculpa, olhei para o relógio e disse:
– Poxa, é que já está ficando tarde...
– Por favor, vai. Eu peço para o meu pai te pagar por esse tempo a mais.
O encarei por alguns segundos e falei:
– Mas eu não tenho como ficar com você, não trouxe biquini.
– Ah, isso não é problema. Você pode usar um da minha mãe.
– Ela me mandaria embora se soubesse que eu estou usando os biquinis dela.
– Claro que não, ela entenderia. Vai, por favor.
Pensei um pouco. Até que não seria má ideia me refrescar um pouco nessa piscina, com o calor que está fazendo.
– Tá bom, mas só um pouquinho.
Perguntei onde ficavam os biquinis da mãe dele e ele me indicou. Fomos ao quarto dele. Perguntei se precisava de ajuda para se trocar e ele disse que não.  Enquanto eu me trocava no banheiro, ele se trocava no quarto. O biquini da mãe dele serviu, mas ficou um pouco apertado. Me olhei no espelho e ri comigo mesmo, pensando "é hoje que esse menino tem um treco".
Perguntei através da porta se ele já tinha se trocado e ele disse que sim. Quando saí, vi ele com uma bermuda larga e sem camiseta. Ele me olhou e só faltou babar. Falei em tom de brincadeira:
– Que foi? Nunca viu uma mulher?
Ele ficou corado e respondeu:
– Assim, não.
Dei risada e levei ele até a piscina. Com certa dificuldade, consegui entrar com ele na parte rasa e o levei até a beirada, onde ele podia se segurar com as mãos. Me afastei um pouco mas continuei por perto caso ele precisasse.
– E aí, tá gostosa?
Ele me olhou de cima a baixo e respondeu:
– Sim, tá sim.
Cruzei os braços e falei:
– Tô falando da água.
– Ah sim. A água também tá gostosa.
Dei risada e mudei de assunto. Conversamos por alguns minutos ali na água, que estava uma delícia. Pedro não parava de olhar para os meus peitos, a essa altura ele nem tentava disfarçar. Me fiz de besta e continuei conversando normalmente. Após cerca de uma hora, falei:
– Bom, acho que já deu de piscina por hoje, né? Vamos sair?
– Vamos sim.
Ajudei ele a sair, coloquei ele na cadeira de rodas e me virei para buscar uma toalha, que estava no chão. Na hora, pensei "vou dar um presente para esse garoto ter o que pensar hoje". Puxei a parte de baixo do biquini para cima, atolando na minha bunda, e me abaixei para pegar a toalha, deixando minha bunda à mostra para ele. Quando me voltei para ele, é óbvio que ele estava olhando. Dei a toalha para ele, quando olhei para baixo, vi marcado na bermuda um pau enorme. Fiquei tão surpresa que não consegui disfarçar. Ele percebeu meu olhar, mas ambos ficamos em silêncio.
Mais tarde naquele dia, em casa, antes de dormir, fiquei pensando sobre a cena. Será que Pedro estava de pau duro? O pau dele parecia ser gigante. Era errado eu pensar sobre isso? Ele claramente não parava de olhar para o meu corpo. Eu não devia ter feito isso, meu Deus.
Na semana seguinte, ao chegar para mais uma sessão na casa do Pedro, estava um pouco constrangida. Tentei fingir que não e agir com naturalidade. Mas ele parecia cada vez mais vidrado no meu corpo. Cada vez que eu me abaixava ou fazia um movimento para o lado, ele inclinava o pescoço para dar uma boa analisada em mim. Comecei a me sentir culpada, mas não podia parar de pensar no volume que vi aquele dia. No fim da sessão decidi confrontá-lo.
– Pedro, você está me olhando muito desde o dia da piscina. Não estou gostando disso.
Ele ficou sem graça.
– Me desculpa, acho que eu passei um pouco dos limites.
– Sim, eu também acho. Confesso que eu também passei, não deveria ter entrado na piscina aquele dia. Talvez seja melhor você procurar outra pessoa para fazer as sessões com você.
Ele olhou com uma cara de indignação e respondeu:
– Não, Júlia, por favor. Você não fez nada errado, fui eu que passei do ponto. Claro que eu olho, você tem um corpo incrível, me deixa louco, mas eu juro que se você continuar eu vou parar com isso. O erro foi todo meu. Eu adoro o seu trabalho, por favor, não saia.
Fiquei um tempo olhando para ele e pensando.
– Você me olha bastante né, faz tempo que eu percebo.
Ele olhou para baixo, arrependido. Me ajoelhei e peguei nas mãos dele.
– Pedro, tudo bem se eu te fizer uma pergunta bem pessoal?
Ele me olhou e acenou que sim com a cabeça.
– Aquele dia da piscina eu não pude deixar de perceber... Como posso dizer? É... Você estava...?
Ele me olhou confuso.
– Estava o que?
– Bom... Você estava de pau duro?
Ele me olhou nos olhos e respondeu:
– Fiquei sim. Me desculpa.
– Não precisa pedir desculpas, eu sabia que estava te provocando. Eu errei.
– Você sabia?
– Claro que sim, sempre percebo seus olhares. É natural um homem da sua idade ter essas vontades. Eu fico lisonjeada por você me achar bonita. Mas é complicado, é antiprofissional.
– Então se você não trabalhasse aqui, ficaria comigo? – Perguntou em tom de deboche. E olhou para baixo, triste.   
Encarei ele por um tempo e respondi:
– Ué, por que não?
– Você só está falando isso para me deixar feliz.
– Pedro, você é um cara muito bonito.
Ele acenou de forma negativa com a cabeça. Senti remorso e quis animá-lo.
– Bonito e ainda tem um pauzão.
Ele olhou surpreso para mim. Parecia não acreditar no que tinha acabado de ouvir.
– Eu reparei aquele dia. Você acha que não? – E dei risada. Ele ficou animado e até um pouco tímido.
Olhei em volta, pensei por alguns segundos, e tive uma ideia.
– Pedro, acho que posso te ajudar com algo, mas você precisa me prometer que não vai contar para ninguém.
Ele ficou entusiasmado, e eu continuei:
– Acho que posso te ajudar com esse seu problema. Mas é só dessa vez, depois disso voltamos à nossa rotina normal. O que acha?
– Que? Como assim?
Me inclinei para ele, passei a mão sobre a sua coxa e sussurrei no seu ouvido:
– Eu posso te fazer gozar, assim você para de pensar nisso.
Quando me inclinei para trás, ele estava com um sorriso de orelha a orelha, apenas acenando com a cabeça. Quando olho para baixo, lá está o volume na calça dele, quase que instantaneamente. Quando puxei a calça dele para baixo, o pau era maior ainda do que eu esperava. Realmente era enorme, e pulsava na minha mão. Massageei-o por alguns segundos, e ele começou a escorrer o melzinho pela cabeça do pau. Lambi, e aproveitei para começar a mamar. O pau dele era gostoso, macio e bem veiudo. Quando olho para cima, Pedro está com a cabeça inclinada para trás, aproveitando cada segundo. Fiquei feliz e decidi dar o máximo de mim. Punhetei com as duas mãos enquanto sugava a cabeça, que pulsava cada vez mais forte na minha boca. Parei de chupar e continuei massageando:
– Pedro, não goza ainda.
Ele pareceu fazer um esforço para não gozar, mas foi só eu tocar meus lábios nele de novo, que ele soltou um jato de porra na minha cara. Me assustei e fui para trás, mas ele não parava de gozar. Continuei punhetando. Ele sujou meu cabelo, meu rosto e minha roupa. Fiquei ali parada, ele olhou para mim e falou:
– Desculpa, não consegui segurar.
Sorri e respondi:
– Tá tudo bem. Você fez uma sujeira comigo, hein.
Ele riu. Voltei a olhar para o pau dele e passei a mão. Ainda estava duro como pedra. Olhei para ele novamente, mordi os lábios e falei:
– Será que você aguenta um segundo round?
Ele fez que sim com a cabeça. Sorri, tirei a parte de cima do meu uniforme e dei meu peito para ele chupar. Ele chupava gostoso e começou a passar a mão sobre a minha buceta. Eu não tirava o olho do pau dele, que continuava duro.
Tirei a calça e a calcinha, joguei no chão, virei de costas para ele e segurei seu pau. Encaixei na minha buceta e comecei a sentar. O pau dele era muito grosso, e pulsava dentro de mim. Podia sentir todo o calor, e ele deslizava fácil na minha buceta que estava completamente encharcada nesse ponto. Enquanto eu quicava, massageava meu clitóris com dois dedos, pressionando cada vez com mais força. Não demorei para gozar. Olhei para ele sorrindo, cansada. Me vesti, dei um beijo no seu rosto e fui recolher minhas coisas para ir embora. Prometi que essa seria a única vez, mas acabei quebrando minha promessa algumas vezes.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ajudei meu paciente!

Codigo do conto:
269702

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/08/2026

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