O aniversário de minha namorada: peito de fora, tora do vizinho e descontrole na chácara!

O sol de trinta graus castigava a chácara dos pais da Carol, mas a verdadeira eletricidade na festa de 21 anos dela vinha de muito tempo atrás. Ela estava deslumbrante: branca, magra, com aquele biquíni azul-claro que deixava os seios fartos absurdamente marcados e comprimidos pelo tecido. Eu tinha 23 anos, era médico recém-formado e namorava a Carol; o Lucas tinha 20, era nosso vizinho e o caçula da turma.
O Lucas nunca teve um físico bonito — era magro, meio desengonçado —, mas compensava em um detalhe que virou piada interna, motivo de assombro e descontrole para todo mundo: a pica dele era absurda, enorme, grossa e pesada. A memória daquela tarde na sorveteria, anos atrás, ainda pairava no ar: no meio da foto em grupo, enquanto ela agachava na frente, ele aproveitou a bagunça para tirar o monstro para fora da cueca por debaixo da bermuda de moletom e a encoxou sem dó, empurrando com força direto contra a bunda dela, fazendo a Carol dar um pulo rápido e disfarçar com um sorriso.
Enquanto eu virava os cortes de carne na churrasqueira, conversando animadamente com o namorado da Joana que tinha recém-chegado ao grupo, a conversa na beira da piscina pegava fogo. Estavam a Larissa, a Joana, o João, o Lucas e mais alguns amigos, rindo alto e falando muita besteira regada a cerveja quente.
O Lucas já havia tirado a bermuda e ficado só com uma cueca box branca, fina, que molhada de suor e água da piscina desenhava perfeitamente cada centímetro do que ele carregava embaixo. Era um volume desproporcional que marcava pesado no tecido claro, parecendo uma verdadeira mangueira de bombeiro dobrada ali dentro. O João não aguentou, apontou o dedo e soltou a risada:
— Olha o tamanho dessa tora, velho! O Lucas tem vinte anos recém-completados, é o moleque mais novo da roda, mas nasceu com a benção completamente desregulada no armário debaixo! O shape é de grilo, mas a pica é de cavalo!
A rodinha inteira desabou a gargalhar, apontando sem cerimônia. A Larissa cruzou os braços, arqueando a sobrancelha com um sorriso malicioso:
— Espera aí, sério mesmo, Lucas? De onde tirou espaço para guardar isso aí num corpinho magro desse? Isso é maldade com a sociedade! Já disseram para você que isso é ilegal em três estados diferentes?
A Joana entrou na onda, inclinando-se para frente com os olhos brilhando de curiosidade:
— Conta pra gente, caçula! Quando você fica de tesão de verdade, essa bagaça chega a encostar no umbigo ou dobra para o lado? Porque não é possível uma proporção dessas!
O Lucas, sentindo-se o centro de todas as atenções e o alvo de tantas perguntas picantes, ficou imediatamente com o pescoço e as orelhas em brasa, vermelhos de vergonha. Ele ria amarelo, tentando em vão ajeitar a cueca molhada com as mãos para disfarçar o volume, enquanto tentava entrar na zoeira para não dar o braço a torcer:
— Ah, vão catar coquinho, seus desgraçados! Eu herdei o lote errado da genética, só pode! O corpo não cresceu, mas o resto decidiu compensar por todo mundo! — ele gaguejou, rindo nervoso, envergonhado por ser o mais novo e o mais zoado da turma.
Carol, que estava ouvindo tudo de braços cruzados encostada na borda da piscina, abriu um sorriso safado e decidiu entrar na brincadeira, aproximando-se dele com um brilho desafiador no olhar.
— Ah, é? Já que você tá pagando de valentão aí no meio da roda, deixa eu te fazer uma pergunta, caçula... — Carol provocou com voz mansa, inclinando o tronco para a frente e deixando o decote do biquíni azul ainda mais evidente na cara dele. — Todo esse volume aí é só pose quando tá de cueca molhada, ou na hora do vamos ver você realmente aguenta preencher o espaço todo sem fazer feio?
A rodinha inteira deu um grito coletivo de "Eita!" e "Uuuuuuh!". O Lucas engoliu em seco, com o rosto pegando fogo de um jeito que quase entrava em combustão espontânea, o pau pulsando duro dentro da cueca branca com a ousadia da pergunta. Vendo o garoto quase desmaiar de tanta vergonha e tesão misturados, a Carol deu uma risadinha gostosa, balançando a mão para aliviar o clima.
— Tá bom, tá bom, chega de bullying com o menino, senão ele vai ter um troço bem no dia do meu aniversário! Vão deixar o garoto traumatizado!
O clima esquentou de vez quando puxaram uma partida de vôlei dentro da piscina. O Lucas caiu no mesmo time da Carol. A água batendo na cintura fazia os corpos se chocarem a cada jogada, e o biquíni azul sofria com os pulos. Em um lance do jogo, o time adversário mandou um saque forte. Carol saltou para bloquear na rede, mas pulou atrasada. Vendo que ela não alcançaria, o Lucas deu um impulso por trás, colando o corpo magro no dela. Ele a pegou com força pela cintura, levantando-a para o alto para que ela conseguisse bloquear a bola. No impulso do salto, a bunda redonda da Carol foi parar exatamente na cara do Lucas, cobrindo o rosto dele com tanta força que ele afundou o nariz ali, respirando fundo o cheiro dela, enquanto a pica latejava esmagada contra as coxas dela. A galera inteira na piscina urrou.
Logo depois, o jogo de vôlei encerrou e o pessoal começou a se organizar para a tradicional guerra de galo, reunindo um total de sete pessoas na piscina numa bagunça generalizada de duplas e trios. O namorado da Larissa estava bem ali na água participando, rindo e empurrando o pessoal.
Aproveitando o tumulto da organização, a Carol nadou rapidinho até a Larissa, puxou a amiga pelo braço e sussurrou com um sorriso cheio de malícia nos lábios:
— Amiga, faz um favor do caralho para mim... na hora que começar a confusão da guerra de galo e a gente estiver no meio da bagunça, puxa a lateral do meu biquíni de surpresa. Quero ver a cara de todo mundo pagando pau, e o Lucas vai ficar doido sem entender nada.
A Larissa arregalou os olhos, soltou uma risada maliciosa e olhou de relance para o namorado dela que estava logo ali na água, antes de voltar o olhar fixo nos peitos fartos da Carol, mordendo o lábio:
— Menina, você não bate bem da cabeça! Meu namorado tá ali na piscina junto... Se eu fizer isso, ele e os outros vão ver esses melões gigantes saltarem na minha mão, vão ficar com os olhos do tamanho de bolas de bilhar e depois vão me cobrar o dobro no quarto mais tarde! — a Larissa sussurrou, dando uma cotovelada de leve na costela da amiga. — Sem contar que você tá com uma vontade louca de mostrar o estrago para o caçula, né? Acha que eu não percebi você secando a tora que o Lucas tá escondendo na cueca o dia todo? E o seu namorado, o médico, tá ali na churrasqueira... se ele olhar pra cá e vir isso, vai pirar de tesão e me foder com força mais tarde, do jeito que eu gosto!
Carol soltou uma gargalhada baixa, com os olhos brilhando de pura safadeza, e colou o corpo no da Larissa na água:
— E se eu tiver? Você viu o tamanho daquilo, Lari? O moleque é um absurdo ambulante! E quanto ao meu amor, quer coisa melhor do que deixar o meu médico dodói de tesão? Ele adora quando eu faço umas loucuras dessas! Deixa os homens malucos hoje, a festa é minha e o estrago vai ser coletivo. Quero ver todo mundo babando e o Lucas quase tendo um derrame tentando esconder o volume. Só puxa com força, amiga!
— Ah, quer saber? Você é uma tarada incurável igual a mim! Fechado, deixa comigo que eu faço o serviço completo e ainda tiro onda — a Larissa respondeu, os olhos faiscando de excitação.
Enquanto eu continuava perto da churrasqueira conversando animadamente com o namorado da Joana, a gritaria na água explodiu com o início da guerra de galo.
Foi exatamente no meio do empurra-empurra generalizado que a Larissa cumpriu o combinado: nadou por trás da Carol com discrição, deu uma risadinha maliciosa e, num puxão rápido e certeiro, desamarrou a lateral do biquíni azul dela. O tecido cedeu de uma vez só, liberando aqueles peitos gigantescos, brancos e fartos que saltaram volumosos e pesados no corpo extremamente magro da Carol.
Ela deu um pulo de susto na água, mas logo abriu um sorriso largo e vitorioso, achando a maior graça. Ali no meio da bagunça, ela deu uma rebolada típica de mulher italiana, gargalhando e balançando o corpo de um lado para o outro para fazer aqueles seios enormes balançarem pesados e livres no ar. Todo mundo na piscina parou na mesma hora. Os meninos — incluindo eu, que virei os olhos lá da churrasqueira com o sangue fervendo de um tesão descontrolado por ver minha namorada se exibi desse jeito — babamos sem conseguir desviar os olhos daquele espetáculo obsceno de tão gostoso.
O único que ficou perdido foi o Lucas: bem na hora do flash, ele estava logo abaixo, distraído enquanto se ajeitava para subir nos ombros ou dar apoio na brincadeira, sem notar o estrago que tinha acontecido em cima.
Percebendo o alvoroço geral que ela mesma havia arquitetado, a Carol riu ainda mais, tapou rapidamente os mamilos com os dedos indicadores de forma provocante, deixando apenas as aréolas generosas à mostra por cima das mãos, e deu um mergulho cinematográfico direto na água. A Larissa foi atrás nadando, caindo na gargalhada e ajudando a amiga a ajeitar e amarrar o biquíni de volta no lugar, enquanto as duas trocavam cochichos cúmplices.
— Caralho, amiga! Você viu a cara do seu namorado médico lá na churrasqueira? O homem quase teve um troço de tanto tesão! — a Larissa disparou, ajeitando apressada os nós finais do laço. — E o Lucas? Nem viu nada o coitado, tava cego de paixão e de tesão olhando pro alto!
— Deixa ele, daqui a pouco ele vai ver coisa muito pior bem de perto... — Carol respondeu com um sorriso dissimulado, os olhos brilhando de adrenalina pura.
Logo depois, inverteram os papéis na brincadeira: o Lucas subiu nos ombros da Carol. Com o corpo esguio e forte o suficiente para sustentá-lo na base da água, ela o segurava pelas coxas. Na hora de descer ou quando perdiam o equilíbrio e tombavam na água, o corpo desengonçado do Lucas escorregava rente ao dela; a pica enorme e dura — já solta e livre para fora da cueca dentro da água — roçava inteira e de propósito contra o pescoço, o rosto e o cabelo molhado da Carol, que feria os lábios num sorriso abafado de puro tesão com o contato direto.
A festa avançou pela madrugada. Por volta das cinco e meia da manhã, o meu despertador tocou: plantão de urgência no hospital às sete.
Caminhei em silêncio pela varanda para pegar a chave do carro. Foi quando passei pela espreguiçadeira grande e o meu coração deu uma disparada violenta. Eu não esperava ver aquilo.
A cena era crua. A Carol já estava sem a parte de cima do biquíni azul, com uma toalha leve jogada cobrindo vagamente os peitos. E o Lucas estava colado nela, dormindo de lado, completamente encaixado de conchinha. Ele a estava encoxando de verdade, com o corpo magro colado na bunda dela, e dava para ver perfeitamente o encaixe pesado entre os dois na penumbra. Todo mundo estava bêbado e capotado ao redor, mas aquilo ali era íntimo demais.
Fiquei estático, dividido por uma onda violenta de tesão bruto e aquela pulsação louca na cabeça. Lembrei do showzinho dela na piscina mais cedo e percebi que a safadeza ali tinha ido muito além do que eu imaginava. Meu corpo inteiro reagiu com uma excitação absurda àquela visão. Eu precisava saber o que tinha rolado, mas o relógio corria e o hospital me chamava.
Dei uma última olhada nela, ajeitei minhas coisas e fui em direção ao carro, sabendo que aquela imagem não sairia da minha cabeça o plantão inteiro.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O aniversário de minha namorada: peito de fora, tora do vizinho e descontrole na chácara!

Codigo do conto:
269567

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
10/08/2026

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