A câmera clicou de novo. Um estalo seco, quase inofensivo, mas pra mim naquele instante soou como um tiro no peito. Eu estava de quatro na cama, calcinha de renda preta puxada pro lado, dedos molhados enfiados até o fundo da buceta, gemendo baixo enquanto assistia o vídeo no celular apoiado na cabeceira. O dildo rosa grosso ainda estava do lado, esperando. Eu não tinha pensado na porra da câmera. Tinha plugado ela na cômoda de frente pra cama ontem pra carregar e esqueci. Completamente. Quando o clique veio, meus dedos pararam por meio segundo. O coração disparou. Ele. Só podia ser ele. O aplicativo no celular do meu filho. Dezoito anos, fora na casa do pai, e de alguma forma abriu o app. A câmera não desligou. Ficou ali, piscando o LED vermelho pequenininho, me filmando de frente. Eu podia ter parado. Puxado o cobertor, desligado a câmera, fingido que nada aconteceu. Mas não parei. O nervoso me deixou mais molhada. A vergonha queimou na cara e desceu direto pro clitóris. Eu continuei. Mais devagar no começo, como se estivesse testando. Os dedos entravam e saíam, o barulho molhado da minha buceta preenchendo o quarto. Eu olhei de lado pra câmera, sem encarar direto, e mordeu o lábio. — Porra… — soltei baixo, quase um sussurro. A ideia de que ele estava do outro lado, olhando, me fez tremer as pernas. Eu era a mãe dele. Eu. E ele me via assim, de quatro, dedos fodendo a própria buceta. O nervoso virou tesão sujo. Eu tirei a calcinha de vez, joguei pro lado e abri mais as pernas. A câmera captava tudo: a buceta inchada, o grelinho rosinha saltado, o cu apertado se contraindo toda vez que eu gemía. Peguei o dildo. Era grosso, veias em relevo, o mesmo que eu usava quando precisava sentir algo de verdade. Lambei a cabeça devagar, olhando de canto pra câmera. A língua subia e descia, molhando o silicone, fazendo barulho de chupada molhada. Eu imaginei a cara dele. Será que estava de pau duro? Será que a mão já estava dentro da calça? — Nossa… que delícia… — gemí, a voz saindo rouca. Empurrei o dildo pra dentro de uma vez. A buceta engoliu fácil, molhada demais. Soltei um gemido mais alto, quase um grito abafado. Comecei a cavalgar, subindo e descendo, as mamas balançando. A cada estocada eu batia a bunda na cama, o barulho molhado ecoando. Eu não conseguia parar de olhar pra câmera. O LED vermelho continuava aceso. Ele não desligou. Continuava assistindo. — Filho… — soltei sem querer, a palavra saindo num gemido. — Que merda… tô gozando de você me ver… A vergonha me fez tremer inteira, mas a buceta apertou o dildo com força. Eu acelerei. Montava com força, a cabeça jogada pra trás, gemidos saindo desesperados. — Aaaah… porra… assim… assim… — a voz falhava. — Tô toda molhada… a buceta tá escorrendo… Levantei o quadril e enfiei o dildo mais fundo, girando o pulso. O grelinho raspava na base a cada movimento. Eu estava babando, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto gemia alto. Não tinha mais vergonha de fingir. Queria que ele visse. Queria que ele ouvisse. — Olha pra mim… olha essa buceta gozando… — falei direto pra câmera, a voz embargada. — Sua mãe tá se fodendo… sua mãe tá gozando sabendo que você tá vendo… Os gemidos ficaram mais altos, quase gritos. Eu cavalgava como louca, a bunda batendo, o dildo sumindo inteiro dentro de mim. A buceta fazia barulho molhado, suculento. O cu se contraía a cada estocada. Eu meti dois dedos no próprio cu enquanto cavalgava, abrindo os dois buracos pra câmera. — Porra… meu cu… minha buceta… tudo aberto pra você… — gemia sem parar. — Tô tão puta… tão suja… O orgasmo veio forte. As pernas tremeram, a buceta esguichou um pouco no dildo, o corpo inteiro se contorceu. Eu gritei, a voz saindo quebrada: — Aaaaah… gozei… gozei… porraaaa… Fiquei de quatro, ofegante, o dildo ainda enterrado, o cu pulsando nos dedos. O suor escorria entre os peitos. Eu olhei de novo pra câmera. O LED ainda aceso. Ele tinha visto tudo. Tinha ouvido tudo. Depois de alguns minutos eu desci o quadril, tirei o dildo devagar e fiquei deitada de bruços, a bunda erguida, a buceta e o cu ainda abertos e molhados, virados pra câmera. Fiquei assim, respirando pesado, o coração batendo no ouvido. A vergonha voltou, misturada com um tesão que não baixava. Eu estava excitada de novo só de imaginar o que ele estava fazendo do outro lado. A câmera clicou. O LED apagou. Eu fiquei ali, deitada, o cheiro de sexo no ar, a buceta latejando. Não sabia o que ia acontecer quando ele voltasse. Só sabia que a imagem dele me assistindo, de pau duro, com a mão na pica, já estava gravada na minha cabeça. E eu queria mais. Mais tarde, quando a porta da frente abriu, eu ainda estava no quarto. Ouvi os passos dele subindo. Meu coração disparou de novo. Eu estava só de camisola fina, sem calcinha, a buceta ainda sensível. Ele parou na porta do meu quarto. Eu virei o rosto. Ele estava ali, de camiseta e short, o volume grande marcando a frente. Os olhos dele desceram pelo meu corpo e voltaram pro meu rosto. Nenhum dos dois falou nada por alguns segundos. Então ele deu um passo pra dentro e fechou a porta atrás de si. — Eu vi — ele disse, a voz baixa, rouca. — Tudo. Eu engoli em seco. A buceta latejou. — E… você gostou? — perguntei, a voz saindo mais fina do que eu queria. Ele não respondeu com palavras. Só caminhou até a cama, parou na frente de mim e puxou o short pra baixo. A pica dele saltou, grossa, veia saltada, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Eu abri a boca sem pensar. Ele seguiu a cabeça dela com a mão e empurrou a pica pra dentro da minha boca. Eu gemi ao redor do pau, chupando com vontade, a língua rodando a cabeça enquanto ele gemía baixo. — Porra, mãe… — ele soltou, a voz embargada. — Você tava tão gostosa… cavalgando aquele brinquedo… gemendo… Eu chupei mais fundo, engasgando um pouco, saliva escorrendo pelo queixo. Ele segurou meu cabelo e começou a meter na minha boca, devagar no começo, depois mais fundo. Eu olhava pra cima, os olhos marejados, vendo a cara dele de tesão. Ele puxou a pica pra fora, um fio de saliva ligando a boca dela à cabeça grossa. — Deita — mandou. Eu deitei de costas, abri as pernas. Ele subiu na cama, ajoelhou entre elas e enfiou a pica de uma vez na minha buceta. Eu gritei. — Aaaaah… filho… porra… Ele meteu forte, sem dó, a pica grossa abrindo tudo. A cada estocada a cama batia na parede. Eu gemia alto, as unhas nas costas dele, a buceta molhada demais, o barulho molhado preenchendo o quarto. — Sua buceta é tão apertada… — ele gemia no meu ouvido. — Tava se masturbando pra mim… sua putinha… — Sou… sou sua putinha… — respondi entre gemidos. — Fode a mamãe… fode forte… Ele virou eu de quatro e meteu de novo, agora mais fundo. Uma mão apertava minha bunda, a outra chegava na frente e esfregava o grelinho. Eu gemia desesperada, a voz falhando. — Aiiií… aíiiii… no grelinho… porra… vou gozar de novo… Ele meteu mais rápido, a pica batendo fundo, as bolas batendo na minha buceta. Eu gozei gritando, a buceta apertando ele com força. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu tremia, o orgasmo se arrastando. — Agora o cu — ele disse, a voz baixa. Eu soltei um gemido longo. Ele tirou a pica da buceta, passou a cabeça molhada no meu cu e empurrou devagar. Eu gemi alto, o cu abrindo aos poucos, a sensação de ser preenchida de novo me fazendo tremer. — Porra… meu cu… tá entrando… — soltei, a voz quebrada. Ele meteu até o fundo e começou a foder meu cu com vontade. Eu gemia sem parar, a cara enfiada no travesseiro, a bunda erguida. Ele cuspía na minha bunda, metia fundo, puxava quase pra fora e enfiava de novo. — Você tem um cu gostoso pra caralho… — ele gemia. — Apertando minha pica… Eu metia a mão pra trás e abria a bunda pra ele, gemendo: — Fode meu cu… fode mais forte… goza dentro… Ele acelerou. As estocadas ficaram mais profundas, mais desesperadas. Eu sentia a pica latejando dentro do meu cu. Ele gemeu alto e gozou, jatos quentes enchendo meu cu. Eu gemi junto, sentindo o porra escorrer enquanto ele ainda metia devagar. Quando ele tirou, o porra escorreu pela minha buceta e coxas. Eu fiquei de quatro, ofegante, o cu e a buceta latejando, o corpo inteiro mole. Ele deitou do meu lado, ainda ofegante. Eu virei o rosto e olhei pra ele. Nenhum dos dois sorriu. Só ficou aquele silêncio carregado, o cheiro de sexo no ar, a câmera desligada na cômoda, testemunha muda de tudo. Eu ainda estava molhada. E já queria de novo.
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