Quando o pau do meu irmão acidentalmente escorregou dentro da minha buceta!
Eu tinha 19 anos. Meu irmão, dois anos mais velho, 21 na época. Hoje eu tenho 21 e ele 23, mas essa história é daquele final de semana em que nossos pais viajaram pra visitar uns amigos que não viam há porra nenhuma de tempo. Três dias sozinhos na casa. A mensagem chegou: “Embarcamos, cuidem da casa”. A porta nem tinha fechado direito e eu já sentia o ar diferente. Tomei banho. Saí do banheiro completamente nua, toalha jogada no chão do corredor de propósito. Foi a primeira vez que ele me viu assim, sem nada. Seios pesados, mamilos escuros, buceta depilada só nas laterais, os lábios carnudos à mostra, um fiozinho de pelo no meio. Ele estava na sala, de short, e parou no meio do movimento. - Porra… - ele soltou, olhando direto. - A gente pode ficar nu mesmo? - Sim, cara - respondi, parada na porta, sem cobrir nada. - Você já apertou meus peitos semana passada. Acha que eu me importo de você ver tudo? Ele engoliu seco. Tirou a camiseta, depois o short e a cueca de uma vez. A pica dele já estava semi-dura, grossa, veias começando a marcar, a cabeça rosada aparecendo. As bolas pesadas. Ficamos os dois pelados no meio da sala, só olhando. - Posso ficar nu também então? - ele perguntou de novo, como se ainda precisasse de confirmação. - Claro, porra. Já tá nu. No dia seguinte a gente acordou ainda nus. Tomamos banho juntos no box. A água quente escorrendo pelos corpos. Eu ensoapava as costas dele e a pica dele já estava dura batendo na minha coxa. Ele ensoapava meus seios, apertando os mamilos, dedos escorregando pra baixo até abrir os lábios da minha buceta e esfregar o grelinho inchado. Eu gemia baixinho contra o azulejo. - Tá molhada pra caralho já - ele murmurou no meu ouvido. - Culpa dessa pica latejando na minha perna. Saímos do banho, ainda pingando, e fomos pro sofá. Ele sentou normal. Eu de lado, pernas cruzando as dele, a sola do meu pé tocando de leve a pica dura dele. Começamos a provocar, como sempre fazíamos. - Olha o tamanho desse pau - eu zoava, empurrando a cabeça com o peito do pé. - Parece que vai explodir. - E essa buceta aí - ele devolvia, mão subindo pela minha coxa interna. - Tá escorrendo no sofá, putinha. A brincadeira virou luta. Ele empurrou minhas pernas pra longe. Eu forcei de volta. De repente eu pulei, joguei uma perna por cima dele e montei no colo. A buceta aberta encostou direto na pica quente. Começamos a nos fazer cócegas de verdade, rindo, se contorcendo. Ele tentava me derrubar de lado, eu prendia os braços dele contra o sofá com o peso do corpo. Eu me contorcia pra cima e pra baixo, rindo, e a cabeça grossa da pica dele começou a roçar exatamente na entrada da minha buceta. O pré-sêmen já deixava tudo escorregadio. Eu continuei me mexendo, fingindo que era só luta, e de repente a ponta encaixou. Um empurrão mínimo do quadril dele – ou meu, não sei – e a pica inteira escorregou pra dentro de uma vez. - Aahn, porra! - eu gritei, a voz saindo alta demais. Ele ficou parado um segundo, olhos arregalados, ainda se contorcendo como se estivesse tentando escapar da “luta”. - Caralho… entrou… - ele gemeu, a voz grossa, desesperada. Eu continuei o prendendo, coxas apertando os lados dele, buceta engolindo a pica até o fundo. As bolas batiam na minha bunda. Eu me mexia pra frente e pra trás, ainda fingindo que era briga, mas cada movimento enfiava a pica mais fundo, abrindo minha buceta, esfregando o grelinho na base dura. - Tá me fodendo enquanto a gente luta, seu filho da puta - eu gemia no ouvido dele, voz quebrada. - Que pica grossa… tá esticando tudo… Ele empurrou o quadril pra cima com força, metendo fundo enquanto eu o segurava. - Porra, sua buceta tá chupando meu pau… aah, caralho… A luta virou só estocadas. Eu quicava no colo dele, seios balançando na cara dele. Ele chupava um mamilo com força, dentes arranhando, enquanto as mãos apertavam minha bunda e abriam as nádegas. O barulho molhado da buceta engolindo a pica enchia a sala. Eu estava encharcada, o mel escorrendo pelas bolas dele, molhando o sofá. - Mais forte… fode essa buceta… aahn, aahn… - eu pedia, já sem conseguir fingir. Ele segurou minha cintura e começou a meter de baixo pra cima como um condenado. Cada estocada batia no fundo. Eu gemia alto, desesperada, unhas cravadas nas costas dele. - Vou gozar… - ele avisou, a voz falhando. - Porra, vou jorrar dentro… - Se gozar, eu ganho a luta - eu consegui falar entre gemidos. - Goza então, caralho. Enche essa buceta. Ele enterrou fundo e gozou. A pica latejou forte, jatos quentes disparando lá no fundo. Eu sentia cada pulsar, a porra quente me enchendo. A sensação me empurrou pro limite. O grelinho esfregando na base, a buceta apertando em volta da pica pulsante… eu gozei junto, gritando, corpo todo tremendo, buceta contraindo em espasmos, esguichando um pouco em volta do pau dele. - Aahn, porraaa… tô gozando na sua pica… - eu quase chorava de tesão. Continuamos nos mexendo mesmo depois, a porra já escorrendo pra fora, misturada com meu mel, descendo pelas minhas coxas. Eu ainda o prendia, gemendo baixinho a cada pequeno movimento. - Ganhei - eu falei, ofegante, sorrindo contra o pescoço dele. - Você gozou primeiro. Ele riu, ainda com a pica dentro de mim, latejando. - Sua puta… - murmurou. - A gente fodeu de verdade. Eu levantei devagar. A pica saiu com um barulho molhado e um fio grosso de porra veio junto, escorrendo da minha buceta aberta, pingando no sofá e nas minhas pernas. Eu passei dois dedos, peguei a mistura e chupei na frente dele. - Gostoso pra caralho. Ele puxou meu rosto e me beijou sujo, língua misturando o gosto da porra com saliva. A pica dele já estava começando a endurecer de novo só de olhar. A gente ficou os três dias assim. Pelados o tempo todo. No sofá, na cama dele, no chão da sala, de novo no box do banheiro. Ele me fodia de quatro enquanto eu segurava o encosto do sofá, gemendo alto pra ele meter mais fundo no cu também. Eu chupava a pica dele até ele gozar na minha garganta e depois montava de novo pra ele me encher a buceta. Uma vez ele me pegou contra a geladeira, pernas abertas, me erguendo e enfiando com tudo enquanto eu gritava e gozava escorrendo pelas pernas dele. Mas aquela primeira vez no sofá… quando a pica escorregou “sem querer” e a gente continuou lutando enquanto ele me fodia até gozar dentro… foi a mais intensa. O desespero dos gemidos, o calor, o barulho molhado, a porra quente jorrando lá no fundo enquanto eu ainda o prendia. Nunca mais conseguimos olhar um pro outro do mesmo jeito. E toda vez que os pais saem, a gente ainda brinca de “luta”. Só que agora eu já sei exatamente como fazer a pica dele escorregar bem no meio da minha buceta molhada.
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