Mostrei meu pau pra uma atendente de sexshop, em seguida soquei a pica nela!
Eu nunca tinha entrado numa sex shop na vida. Casado há vinte anos, a rotina tinha matado quase tudo. A buceta da minha mulher só molhava de vez em quando e minha pica já nem acordava fácil. Aos 39 eu me sentia um cara seco, com tesão acumulado que doía no saco. Foi por isso que, num fim de tarde de semana, eu empurrei a porta daquela loja escondida numa galeria quase vazia. O cheiro de silicone e perfume barato bateu na cara. Prateleiras cheias de paus de borracha, anéis, chicotes, plugues de cu, tudo iluminado por luzes baixas. Eu andava devagar, mãos nos bolsos, coração batendo forte. A loja estava deserta. Só ela atrás do balcão. Uma mulher de uns trinta e poucos, cabelo castanho preso num rabo de cavalo, blusa preta justa que marcava os peitos fartos e um short curto que deixava as coxas à mostra. Olhou pra mim com um sorrisinho torto. - Precisa de ajuda, moço? - Não, obrigado. Só tô olhando. Fingi interesse nas mangueiras de masturbação. Aqueles tubos de silicone transparente, com textura por dentro, uns mais apertados, outros com bolinhas. Eu não fazia a menor ideia de qual escolher. Minha pica já começava a latejar só de imaginar enfiar ela ali dentro. Mas a vergonha era maior. Virei de costas e caminhei até a porta. - Espera aí. A voz dela veio firme. Eu parei. Ela saiu de trás do balcão e veio até mim, o salto batendo no chão. - Você tava olhando as mangueiras, né? Qual o problema? Não tem dinheiro ou não sabe o tamanho da sua pica? Eu engoli seco. Ninguém falava assim comigo há anos. - Eu... não tenho certeza do tamanho. Ela deu uma risadinha baixa e me puxou pelo braço de volta para o fundo da loja, perto da seção de vibradores. Os paus de borracha estavam enfileirados do menor pro maior, alguns pretos, outros rosados, alguns com veias saltadas. - Olha, eu entendo. Falar de tamanho dá vergonha pra caralho. Mas se você for rápido e não se importar... só me mostra o que você tem. A loja tá vazia. Ninguém vai entrar agora. Meu coração disparou. Eu já estava semi-duro só de ouvir ela falar daquele jeito. Olhei pros lados. Ninguém. As mãos suaram. Sem pensar muito, puxei o zíper da calça, abaixei o short e a cueca de uma vez. Minha pica saiu, ainda mole mas inchando rápido, a cabeça já avermelhada, as veias começando a aparecer. Ela não hesitou. Estendeu a mão e envolveu o pau com os dedos quentes. O toque dela foi direto, sem cerimônia. Apertou leve na base e deslizou a pele pra cima, descobrindo a glande. Eu soltei um gemido baixo, involuntário. - Porra... - Calma. Deixa eu ver direito. Ela apertou de novo, subindo e descendo devagar, sentindo o peso, a espessura. Minha pica endureceu na mão dela em segundos, ficando pesada, latejando. Meu pau batia contra a barriga dela quando ela se aproximava mais. O cheiro do meu tesão já estava no ar. - Sete e meia, fácil. Grossura boa também. Não é daqueles pauzinhos de dedo não. Dá pra encher uma buceta direitinho. Ela não soltou. Continuou masturbando devagar, o polegar passando pela fenda da cabeça, espalhando o pré-gozo que já escorria. Eu tremia. As pernas bambas. Fazia tempo que uma mão estranha não tocava minha pica. - Você tá pingando já, hein? Olha só essa porra saindo. Ela se ajoelhou na minha frente, ainda com a mão no pau, e cospe bem na cabeça. A saliva quente escorreu pelas veias. Depois engoliu a glande de uma vez, chupando fundo, a língua rodando embaixo. Eu soltei um gemido mais alto, quase um grito abafado. - Aah, porra... que boca gostosa... Ela chupava com vontade, a cabeça indo e vindo, a mão na base apertando e torcendo. O barulho molhado da saliva e do meu pré-gozo enchia o silêncio da loja. Eu segurei o cabelo dela, empurrando um pouco mais fundo. Ela engasgou de leve mas não parou. Os olhos molhados olhavam pra cima, desafiadores. Quando soltou o pau da boca, um fio de saliva e porra conectava a língua dela à minha glande. - Agora me mostra se esse pau sabe foder de verdade. Ela se levantou, virou de costas, puxou o short e a calcinha pro lado e apoiou as mãos na prateleira de vibradores. A bunda redonda, a buceta já brilhando de tesão, o cu apertadinho bem ali em cima. Eu não pensei duas vezes. Encostei a cabeça grossa na entrada molhada e enfiei de uma vez só. - Aaaah, caralho! Que pica grossa... enfia tudo, porra! A buceta dela engoliu meu pau até o saco bater. Quente, apertada, escorrendo. Eu comecei a meter com força, as mãos agarrando a cintura dela, a pele batendo na pele com um barulho molhado e sujo. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem e os vibradores na prateleira tremerem. - Mais forte... assim... fode essa buceta... aah, aah, aah! Ela gemia alto, sem vergonha. Eu metia fundo, sentindo o colo do útero no fundo, a parede interna apertando a cada retirada. Puxei o cabelo dela pra trás e mordi o ombro enquanto continuava socando. - Sua buceta tá engolindo tudo... que puta gostosa... - Sou puta mesmo... usa essa pica... me fode até eu gozar escorrendo... Eu tirei o pau, todo molhado de porra dela, e esfreguei a cabeça no cu. Ela empurrou a bunda pra trás. - Mete no cu também... quero sentir essa pica me arrombando... Cospi na mão, passei no cu apertado e fui entrando devagar. O anel se abriu com dificuldade, mas ela gemia de prazer e dor misturados. - Aaaaah, filho da puta... que pau grosso no cu... continua... Quando enfiei até o fundo, ela tremeu toda. Comecei a foder o cu dela com estocadas profundas, sentindo o aperto insano. A outra mão desceu e esfregou o grelinho inchado dela, circulando rápido. Ela gritou. - Assim... no grelinho... porra, vou gozar... vou gozar no seu pau... O corpo dela contraiu. A buceta e o cu apertaram juntos, um espasmo atrás do outro. Ela gozou forte, o líquido escorrendo pelas coxas, molhando meu saco. Eu não aguentei. Meti mais três vezes fundo no cu e explodi. Jatos grossos de porra quente enchendo o interior dela, pulsando, vazando pelas beiradas enquanto eu ainda empurrava. - Toma... toma toda essa porra... aah, caralho... Saí devagar. A porra escorreu do cu dela, branco e grosso, descendo pela buceta até as coxas. Ela se virou, ainda ofegante, pegou um vibrador de sete e meia polegadas da prateleira e comparou lado a lado com meu pau ainda semi-duro e sujo de porra. - É desse tamanho mesmo. Agora você sabe. Ela limpou a boca com o dorso da mão, ajeitou a roupa e voltou a falar como se nada tivesse acontecido, só que a voz ainda saía rouca. - A mangueira que eu recomendo é essa aqui. Apertadinha, com textura. Vai te fazer gozar igual eu te fiz gozar agora. Eu paguei sem negociar, a mão ainda tremendo. Saí da loja com a sacola e o cheiro dela grudado na pele. Em casa, trancado no banheiro, enfiei a pica na mangueira nova enquanto lembrava da boca dela, da buceta quente, do cu apertado e dos gemidos desesperados. Gozei tão forte que a visão escureceu, a porra saindo em jatos longos, a mão apertando a base como se ainda fosse a mão dela. Até hoje, sempre que uso aquela mangueira, é a voz dela que eu ouço gemendo no meu ouvido.
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