Eu sempre fui assim. Desde que comecei a transar de verdade, a ideia de trair me deixava molhada. Não era só o risco. Era o desprezo. Era o cara me tratando como um buraco descartável, comparando minha buceta com a de outra, rindo da minha cara enquanto gozava dentro. Isso me deixava louca. Competitiva. Eu queria provar que eu engolia mais, que eu gemía mais alto, que eu deixava a pica mais babada do que qualquer namorada de mentira. Três anos atrás eu ainda estava com o primeiro. Ele em casa, esperando eu voltar do cinema. Eu saí com um amigo. Na sala escura, no fundo, eu já estava de joelhos. A mão dele no meu cabelo, a outra segurando a pica grossa e quente que eu engolia inteira. Eu engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, pingando no chão da sala. Ele empurrava fundo, a cabeça batendo na minha garganta, e eu só conseguia fazer barulho de afogado. - Engole tudo, puta. Engole até o saco. Eu gemia abafado, o som saindo pela narina. A pica latejava na minha garganta. Quando ele gozou, foi tão forte que eu engasguei de verdade. Tosse, cuspe, porra escorrendo pelo nariz. A luz acendeu. Dois funcionários estavam parados no corredor. Eu ainda ajoelhada, boca aberta, língua branca de porra. Eles gritaram. A gente saiu correndo. No carro dele, eu ainda com gosto de porra na boca, ele me olhou e falou: - Termina com o teu namorado. Eu não quero sobra de ninguém. Eu terminei no mesmo dia. Fui pra casa, botei a calcinha suja de porra na gaveta e fiquei tocando o grelinho até gozar pensando nele me chamando de puta. Seis meses atrás. Corrida de estudantes. Eu estava de shortinho e top. O cara me puxou pra uma ruazinha atrás das arquibancadas. Ele tirou a pica, já dura, e enfiou entre meus peitos. Eu apertei os seios, babando a fenda, chupando a cabeça toda vez que ele empurrava pra cima. Ele filmava. A câmera bem perto. Eu olhava pra lente e falava: - Goza na minha boca, porra. Goza nessa cara de vadia. Ele acelerou. A pica escorregava entre os peitos, batendo no meu queixo. Quando gozou, enfiou a cabeça na minha boca e jorrou direto na garganta. Eu engoli. Ele continuou filmando enquanto eu limpava a sobra com a língua. - A minha namorada não engole assim. Você é bem mais puta. Aquela frase me fez gozar sem nem tocar. Fiquei de quatro no chão, dedos na buceta, gemendo baixo pra não chamar atenção. O vídeo ficou no celular dele. Eu pedi pra ele me mandar. Assisti dezenas de vezes. Nove meses atrás. Viagem pra cidade natal da amiga da faculdade. Ela saiu pra encontrar os amigos. Eu fiquei sozinha no bar. Um cara chegou, falou pouco, me puxou pela mão. Na casa dele, fotos da namorada em toda parede. Cama de casal, perfume dela no travesseiro. Ele me jogou na cama, tirou a calça e enfiou a pica na minha boca sem pedir. - Chupa como se fosse a dela. Só que mais fundo. Eu chupei. Olhava pras fotos enquanto a pica entrava na garganta. Ele me virou, enfiou na buceta de uma vez só. Meu gemido saiu alto. - Ahh porra… essa pica… mais fundo… Ele me fodia olhando pras fotos. Ria. - Ela não geme assim. Você tem uma bucetinha bem melhor. Eu gozei com ele falando isso. Gozei de novo quando ele me virou de quatro e meteu no cu sem lubrificante. A dor misturou com o prazer. Eu gritava no travesseiro dela. - Fode meu cu… fode essa puta… compara… compara com a buceta dela… Ele gozou dentro do meu cu. Ficou escorrendo enquanto eu me vestia. Na porta ele falou: - Volta amanhã se quiser mais. Eu voltei. Três vezes. Dois meses atrás. Viagem com quatro amigas da faculdade. Todas namorando. Todas traíram. Hotel barato, quarto compartilhado. Na primeira noite a gente saiu. Cada uma voltou com um cara diferente. Eu trouxe dois. Eles me foderam no banheiro enquanto as meninas gemiam nos outros cantos. Eu de joelhos, uma pica na boca, outra na mão. Depois me colocaram de quatro. Um no cu, outro na buceta. Eu gritava. - Usa essa vadia… usa tudo… Eles riram. Um deles falou: - Sua amiga ali goza mais quietinha. Você grita igual cadela no cio. Aquilo me fez gozar em cascata. Quando eles saíram, eu ainda estava no chão, porra escorrendo dos dois buracos. Uma das amigas chegou, olhou pra mim e falou: - Você é a mais puta da gente. Eu respondi: - E você adora. Nos dias seguintes a gente trocou. Eu chupei o cara que ela trouxe. Ela chupou o meu. A gente se beijou com gosto de porra na boca. Foi a viagem mais safada da minha vida. Últimos doze a quatro meses. Os quatro colegas de apartamento. No começo foi um. Depois outro. Depois os quatro souberam. Eu virei uso livre. Qualquer hora, qualquer cômodo. Eu acordava com uma pica na boca. Tomava banho e alguém entrava e me fodia contra a parede. Duas vezes fui compartilhada. Um no cu, outro na boca, o terceiro esperando a vez. Eu gemía sem parar. - Ahh caralho… mais forte… arrebenta essa buceta… Eles falavam coisas. - Essa buceta é melhor que a da mina que eu fiquei semana passada. - Seu cu aperta mais. - Você engole mais fundo que qualquer uma. Eu competia. Queria ser a melhor. Queria que eles me usassem até cansar. Uma noite os dois me levaram pro sofá. Um deitou, eu sentei na pica dele. O outro enfiou no cu. Eu bouncei nos dois. Os gemidos saíam desesperados. - Porra… porra… tô gozando… não para… não para de foder… Eles gozaram juntos. Um dentro da buceta, outro no cu. Eu continuei sentada, sentindo os jatos quentes, o corpo tremendo. Depois limpei os dois com a boca. Eles me chamaram de putinha do prédio. Eu aceitei o título. Dois anos atrás. Noite de pijama na casa da amiga. Todo mundo dormindo. O irmão mais velho dela chegou tarde. Eu estava de shortinho sem calcinha. Ele me viu na cozinha. Não falou nada. Me puxou pelo corredor, abriu a porta do quarto dele e me empurrou na cama. A pica já dura. Eu chupei em silêncio. Ele gemeu baixo. - Mais quieta que a minha irmã. Mas bem mais puta. Eu ri com a boca cheia. Depois me coloquei de quatro. Ele enfiou na buceta de uma vez. A cama balançou. Eu mordia o travesseiro pra não gritar. Ele metia fundo, a mão no meu cabelo, puxando. - Essa buceta tá molhada pra caralho. Você tava pensando nisso a noite toda? - Sim… eu tava… fode mais forte… Ele gozou dentro. Ficou escorrendo pela minha coxa enquanto eu voltava pro colchão no chão. De manhã a amiga perguntou se eu tinha dormido bem. Eu disse que sim. Ainda com a porra do irmão dela na calcinha. Eu adoro tudo isso. Adoro quando me menosprezam. Adoro quando comparam. Adoro ser o buraco que eles usam quando a namorada não dá. Cada vez que alguém fala que eu sou melhor que a outra, meu grelinho lateja. Eu fico competitiva. Quero engolir mais, gemer mais alto, deixar a pica mais suja. Quero que eles voltem. Quero que me usem de novo. E eu continuo. Toda semana alguma coisa nova. Um amigo do namorado. Um cara do trabalho. Um desconhecido no aplicativo. Sempre a mesma fome. Sempre o mesmo gosto de porra e de traição na boca. Sempre o mesmo gemido desesperado quando a pica entra fundo e alguém fala baixinho: - Você é bem mais puta do que ela. Eu gozo. Sempre.
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