Trepei com minha psicóloga e provavelmente ela vai perder o crp!

O consultório dela era pequeno, aconchegante, com aquele cheiro de madeira e lavanda que ela sempre acendia no difusor. Eu chegava todo semana, sentava no divã de couro escuro, e ela me olhava com aqueles olhos verdes que pareciam enxergar direto pra dentro da minha cabeça. Tinha 27 anos, cabelo castanho longo que caía pelos ombros, maquiagem leve, peitos pequenos pra médios que embutiam bem nas blusas justas que usava, e uma bunda larga, redonda, que balançava quando ela se levantava pra pegar água. Eu já tinha reparado nisso desde a primeira sessão. Meu antigo terapeuta tinha indicado ela, e depois que ele voltou eu simplesmente continuei. Era mais fácil. Ela entendia o trampo de ilustrador, o cansaço, as noites em claro, os relacionamentos que sempre davam merda.
Naquela noite eu era o último. Já passava das nove. Falei de novo dos meus relacionamentos frustrados, do ghosting depois de um date bom, da última foda que tinha sido uma cagada completa, eu gozando cedo demais, a mina fazendo cara de decepção. Ela escutava, pernas cruzadas, saia preta justa subindo um pouco nas coxas. De repente soltou:
- Toda vez que você fala nesse assunto, fala bem triste... mas aposto que não foi tão ruim assim. Eu mesma ia gostar da sua performance.
O coração bateu forte. Eu ri meio sem graça, olhei pro teto e respondi como quem não quer nada:
- É, mas você não transou comigo pra saber.
Ela não riu. Só me encarou, os lábios se abrindo um pouco, e falou baixo, quase um sussurro:
- Eu adoraria, na verdade.
O silêncio que veio depois foi pesado. Eu engoli seco. Tudo passou pela cabeça: ética, CRP, se descobrisse, a carreira dela. Mas a porra da pica já estava começando a endurecer dentro da calça. Ela se levantou devagar, caminhou até a porta, girou a chave e o clique ecoou no consultório. Voltou, sentou perto de mim no divã, a mão pousando na minha coxa.
- Tá afim? – perguntou, a voz já rouca.
- Tô – respondi no impulso. Homem é foda mesmo, pensa com a cabeça de baixo.
A gente se jogou um no outro. A boca dela era quente, úmida, a língua se enrolando na minha com vontade. Eu puxei o cabelo dela pra trás e beijei o pescoço, sentindo o cheiro de perfume e suor leve. As mãos dela já estavam dentro da minha camisa, arranhando as costas. Eu desci a blusa dela, e aqueles peitos pequenos e firmes saltaram pra fora. Lindos pra caralho. Areolas rosadas, mamilos duros. Eu chupei o primeiro com força, a língua rodando, os dentes beliscando de leve. Ela gemeu alto:
- Aaaah, porra... chupa essa teta, caralho... assim, mais forte...
Eu mamei nos dois, alternando, lambendo, sugando até ela arquear as costas. A mão dela já tinha descido e aberto meu cinto, puxado a calça e a cueca pra baixo. A pica saltou pra fora, grossa, dura, a cabeça já molhada de pré-gozo. Ela segurou com a mãozinha e começou a masturbar, o polegar passando pela glande.
- Que pica gostosa... – murmurou – grossa pra porra. Quero engolir essa porra toda.
Ela se ajoelhou no tapete, entre minhas pernas, e engoliu a cabeça de uma vez. A boca quente, a língua rodando, a garganta se abrindo. Eu gemí baixo, a mão no cabelo dela, empurrando devagar. Ela engasgou um pouco, baba escorrendo pelo queixo, mas continuou, chupando fundo, a mão massageando o saco. O som molhado de boquete ecoava: glub, glub, gluc.
- Porra, que boca deliciosa... – eu gemi – engole essa pica, vai...
Ela tirou a boca só pra falar, a voz embargada de saliva:
- Adoro chupar pica... adoro o gosto de porra... quero que você goze na minha cara depois...
Mas eu não aguentei. Puxei ela pra cima, juntei a saia até a cintura, puxei a calcinha pro lado e enfiei dois dedos na buceta. Estava encharcada, quente, o grelinho inchado. Eu massageei o grelinho com o polegar enquanto metia os dedos, e ela começou a tremer:
- Aaaaai, caralho... assim... fode minha buceta com os dedos... mais fundo... aihhh...
Eu a deitei no divã, abri as pernas dela e enfiei a cara. Lambei a buceta inteira, de baixo pra cima, suguei o grelinho, enfiei a língua dentro. O gosto era doce e salgado ao mesmo tempo. Ela puxava meu cabelo, empurrava a buceta na minha boca, gemendo desesperado:
- Chupa essa buceta, porra... come meu grelinho... aihhh, vou gozar... não para... não paraaaa...
Ela gozou na minha boca, o corpo todo se contraindo, a buceta pulsando, líquidos escorrendo. Eu continuei lambendo até ela se acalmar um pouco. Depois me levantei, alinhei a pica na entrada e enfiei de uma vez. A buceta apertou em volta, quente, molhada. Eu comecei a meter forte, o pau entrando e saindo, o barulho de pele batendo em pele ecoando.
- Que buceta apertada... – eu gemia – porra, que delícia... aperta nessa pica...
Ela enfiava as unhas nas minhas costas, as pernas enroladas na minha cintura, pedindo mais:
- Mete mais forte... fode essa buceta... aihhh, caralho... assim... quebra essa buceta... aaaah...
Eu virei ela de quatro no divã. A bunda larga se abriu, o cu apertadinho e rosado aparecendo. Eu cuspi na mão, passei no cu dela e enfiei o polegar enquanto metia na buceta. Ela gritou:
- Porraaaa... o cu... aihhh... mete o dedo no cu... fode os dois buracos... aaaah, que delícia...
Eu meti mais fundo, a pica sumindo inteira, o saco batendo nela. O suor escorria, o cheiro de sexo invadia a sala. Ela gemía sem parar, a voz já rouca, desesperada:
- Mais forte... mais fundo... enche essa buceta de porra... quero sentir gozando dentro... aihhh, caralho... vou gozar de novo... não para... não paraaaa...
Eu tirei o pau, enfiei na boca dela de novo só pra ela sujar de baba, depois voltei pra buceta. Mudei de posição, ela em cima, cavalgando. Os peitos pequenos balançavam na minha cara e eu chupava enquanto ela rebolava, a buceta engolindo a pica inteira.
- Assim... – ela gemia – sentndo gostoso essa pica... aihhh... que pica grossa... tá me arrombando... porra...
Eu segurei a bunda dela e empurrei pra cima, metendo com força. O divã rangia. Ela gozou de novo, o corpo todo tremendo, a buceta esguichando um pouco. Eu quase gozei junto, mas segurei. Virei ela de lado, levantei uma perna e meti de lado, a mão no grelinho dela, esfregando.
- Sente essa pica... – eu falava – sente como tá te fudendo... aperta... goza nessa pica de novo...
Ela estava completamente entregue, gemendo alto, sem se importar com nada:
- Aaaah... aihhh... caralho... tô gozando... tô gozandooo... fode... fode mais... enche... porraaaa...
Foi nesse momento que a gente ouviu a batida na porta. Forte. Depois a maçaneta girou, mas a porta estava trancada. A voz do zelador veio de fora, preocupada:
- Doutora? Tá tudo bem? Ouvi uns barulhos...
A gente congelou. Eu ainda estava dentro dela. O cheiro de sexo estava forte pra caralho, o tapete molhado de porra e saliva, as roupas espalhadas. Eu tirei o pau rápido, o coração batendo na boca. Ela se vestiu às pressas, o cabelo todo bagunçado, a boca inchada, o batom borrado. Eu também. A pica ainda dura, latejando, a porra quase saindo.
Ela abriu a porta um pouco, o rosto vermelho.
- Tá tudo bem, senhor João... só um... desentendimento... já resolvemos.
O zelador olhou desconfiado, farejou o ar, mas não insistiu. Fechou a porta de novo. O clima morreu na hora. A gente se olhou, ofegante, a excitação ainda no ar, mas a realidade pesando.
Ela se sentou, a voz baixa:
- Vai ser melhor você ir... Eu quero manter contato, mas... provavelmente não posso mais te atender. A culpa foi minha. Eu argo com as consequências.
Eu me vesti, a cabeça ainda zonza. Beijei ela de leve na boca, provei o gosto da buceta ainda nos meus lábios, e saí. No elevador ainda sentia o cheiro dela nas minhas mãos.
Faz uma semana. Nenhuma mensagem. Nem a automática de confirmação da sessão de amanhã chegou. Meu amigo que fez psicologia já avisou: se o zelador falar qualquer coisa, ela perde o CRP fácil. Foi uma delícia. A buceta apertada, os peitos na boca, os gemidos dela, o jeito que ela rebolava. Queria fazer de novo, sem a pressão, sem o risco de acabar com a carreira de alguém. Mas por enquanto só me sobra a memória daquela noite: o clique da chave na porta, o sabor da buceta, o som molhado da pica entrando e saindo, e a voz dela gemendo desesperada enquanto eu metia até o fundo.

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Comentários


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marcioabilio Comentou em 11/08/2026

Sou doido pra fuder a minha. Coroa linda! Falo um monte de putaria que vivo, pra estimular ela. Mas, a porra do secretário não dar brecha.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Trepei com minha psicóloga e provavelmente ela vai perder o crp!

Codigo do conto:
269602

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/08/2026

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