Caso com ex-aluno!

Eu abri o app quase sem pensar, o uísque já esquentando a garganta e a casa quieta demais pra uma sexta à noite. A mensagem veio com aquele “Oi, Miss Musgrove” e a foto do peito nu. Demorei uns segundos pra encaixar o rosto. Aquela criança magrela do sexto ano agora tinha ombros largos, cintura fina e aquela barriga marcada de quem treina sério. Cliquei. Li. Respondi.
Ele chegou em menos de meia hora. Quando abri a porta, o cheiro de sabonete barato e adrenalina entrou junto com ele. Camisa preta justa, jeans escuro, tênis. Olhou pra mim de cima a baixo como se estivesse confirmando um sonho antigo.
- Porra, você tá ainda mais gostosa do que eu lembrava.
Fechei a porta com o calcanhar e puxei ele pelo colarinho. A boca dele veio quente, molhada, com pressa de adolescente que finalmente pode. Empurrei a língua dentro, chupei o lábio inferior dele e senti a pica já dura batendo na minha barriga.
- Você realmente veio, seu safado.
- Eu passaria a noite inteira na sua porta se precisasse. Pode me xingar o quanto quiser, Miss. Eu mereço.
Arrastei ele até a sala. O sofá engoliu nossos corpos. Ele ajoelhou entre minhas pernas sem eu pedir. Puxou a saia pra cima, puxou a calcinha pro lado e enfiou o nariz na minha buceta como se fosse cheirar a primeira vez. Lambia com fome, língua larga passando pelo grelinho inchado, chupando o clitóris inteiro pra dentro da boca. Eu segurei a nuca dele e esfreguei a cara dele na minha carne.
- Isso, come essa buceta com a língua, seu putinho. Chupa esse grelinho pra caralho.
Ele gemeu contra mim, o som vibrando direto no nervo. Dois dedos entraram sem aviso, grossos, curvados pra cima, procurando aquele ponto que faz a gente ver estrela. Eu já estava encharcada. O barulho molhado da buceta engolindo os dedos dele enchia a sala junto com os meus gemidos.
- Porra… assim… mais fundo… ahhh, caralho…
Ele tirou a boca só pra falar, a voz rouca de tesão:
- Eu gozava pensando nessa buceta quando tinha treze anos. Agora tô com a cara nela de verdade. Me deixa te foder com a língua até você squirtar na minha boca.
Empurrei a cabeça dele de volta. Ele chupou com mais força, dedos fodendo rápido, o polegar apertando o grelinho em círculos. A onda veio sem aviso. Minhas coxas tremeram, o cu se contraiu e eu gozei com um grito rouco, jorrando um pouco na boca e no queixo dele. Ele lambeu tudo, engoliu, e olhou pra cima com os olhos brilhando.
- Gostosa pra caralho. Agora eu quero essa pica dentro de você.
Levantei, puxei ele pelo cabelo e o botei de pé. Desci o zíper, a pica saltou pra fora, grossa, veia saltada, a cabeça já molhada de porra. Eu ajoelhei na hora. Engoli até a base de uma vez, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. Ele gemeu alto, as mãos nos meus cabelos.
- Porra, Miss… sua boca é um forno. Engole essa pica inteira, engole tudo…
Eu chupava com vontade, babando, fazendo barulho, olhando pra cima pra ver a cara dele se contorcendo. Tirei a boca só pra falar com a voz rouca de saliva:
- Você ia gozar só de olhar pra minha boca naquela época, né? Agora olha… engolindo sua pica gorda até o saco.
Voltei a chupar. Ele agarrou meus cabelos e começou a foder minha boca de verdade, estocadas curtas e profundas. Eu engasguei, babando no queixo, mas não tirei. Quando senti ele tremer, puxei pra fora.
- Não goza ainda. Quero essa porra dentro da minha buceta.
Levantei, virei de quatro no sofá e abri as pernas. Ele se posicionou atrás, a cabeça da pica esfregando no meu grelinho molhado. Enfiou de uma vez, até o fundo. Eu gritei.
- Ahhh, caralho! Que pica grossa… enche essa buceta, filho da puta…
Ele segurou minha cintura e começou a foder pesado. Cada estocada fazia minha bunda bater nele com um estalo molhado. A pica entrava inteira, saía quase toda e entrava de novo, arrastando nas paredes inchadas. Eu empurrava pra trás, pedindo mais.
- Isso… fode mais forte… arrebenta essa buceta de professora safada…
- Você é tão apertada… porra… sua buceta tá engolindo minha pica toda… eu vou gozar rápido se continuar assim…
- Não ousa. Me fode até eu não aguentar mais.
Ele puxou meu cabelo, forçando meu pescoço pra trás, e meteu ainda mais fundo. O barulho da nossa pele se batendo misturava com os gemidos desesperados que saíam da minha boca. Eu já estava babando no sofá, os olhos revirando.
- Ahhh… ahhh… caralho… mais… mais… fode meu cu também… enfia o dedo no meu cu enquanto mete…
Ele enfiou o polegar no meu cu sem parar de foder a buceta. O duplo estímulo me fez gritar de novo. O orgasmo veio violento, a buceta se contraindo em volta da pica dele, o cu apertando o dedo. Eu gozei gritando o nome dele, o corpo inteiro tremendo.
Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu ainda estava no meio do orgasmo, forçando mais um. Quando sentiu que eu ia gozar de novo, tirou a pica, me virou de costas e se deitou no sofá. Eu sentei em cima, encaixei a buceta na pica e desci devagar, sentindo cada centímetro abrir caminho.
- Olha pra mim enquanto senta nessa pica. Quero ver sua cara de puta.
Eu balancei a bunda, subindo e descendo, o grelinho esfregando na base dele a cada descida. Ele segurou meus peitos, apertou os mamilos e mordeu um. Eu gemía sem parar, a voz já rouca.
- Assim… assim… sua pica tá tão fundo… tá batendo no fundo da minha buceta… ahhh, porra…
Ele segurou minha cintura e começou a meter pra cima, encontrando o ritmo. O sofá rangia. Eu joguei a cabeça pra trás e gozei de novo, squirtando um pouco na barriga dele. Ele sentiu e riu baixo, safado.
- Olha isso… sua buceta tá jorrando na minha pica. Continua, porra. Quero mais.
Eu continuei. Quando as pernas começaram a falhar, ele me tirou de cima, me deitou de lado e entrou por trás, uma perna minha levantada. A posição deixava a pica ainda mais profunda. Ele metia devagar agora, sentindo cada contração, beijando meu pescoço, mordendo a orelha.
- Eu sonhava com isso. Sonhava em te foder até você não conseguir nem falar. Olha o que você virou… uma putinha gemendo na minha pica.
- Eu sou… sou sua putinha… fode… fode até eu não aguentar mais…
Ele acelerou de novo. A mão dele desceu e começou a esfregar meu grelinho em círculos rápidos enquanto metia. Eu gritei, o corpo inteiro em espasmo. O terceiro orgasmo veio tão forte que meus olhos encheram d’água. Eu tremia, gemia, pedia por favor sem nem saber o que estava pedindo.
Ele tirou a pica, me virou de quatro outra vez e enfiou de uma vez só. Agora era só foda pesada, animal. Cada estocada fazia minha bunda tremer. Ele cuspiu na minha bunda, espalhou a saliva no meu cu e enfiou o dedo de novo enquanto metia na buceta.
- Porra… seu cu tá tão apertado… quero foder esse cu também…
- Fode… enfia no meu cu… quero sentir sua pica no meu cu…
Ele tirou da buceta, esfregou a cabeça no meu cu molhado de saliva e de tesão, e empurrou devagar. A cabeça entrou. Eu gritei, o corpo se contraindo. Ele esperou um segundo e foi enfiando mais, centímetro por centímetro, até estar inteiro dentro do meu cu.
- Caralho… que cu gostoso… tão quente… tão apertado…
Ele começou a foder meu cu com estocadas curtas e profundas. Eu empurrava pra trás, pedindo mais, a boca aberta, babando. A mão dele voltou pro meu grelinho e esfregava sem parar. O prazer era quase dolorido de tão intenso.
- Ahhh… ahhh… fode meu cu… arrebenta esse cu… porra… eu vou gozar de novo…
- Goza… goza com minha pica no seu cu, sua puta…
Eu gozei gritando, o corpo inteiro em convulsão, o cu apertando a pica dele com força. Ele não aguentou. Metendo fundo, ele gozou dentro do meu cu, jorrando quente, enchendo, gemendo alto como se tivesse quebrado.
Ficamos ali, suados, ofegantes, a pica ainda dentro de mim, pulsando. Ele beijou minha nuca, a voz rouca:
- Eu não vou conseguir parar de te foder agora que provei.
Eu ri, ainda sem fôlego, e apertei o cu em volta da pica dele de propósito.
- Então não para. Ainda tem o resto da noite. E amanhã. E o dia seguinte.
Ele puxou devagar, a porra escorrendo pelo meu cu e pela minha coxa. Me virou, me beijou fundo e já estava endurecendo de novo contra a minha barriga.
- De quatro outra vez. Quero ver essa porra escorrendo enquanto eu te fodo de novo.
Eu obedeeci. Porque naquela noite, a única coisa que importava era a pica dele, a minha buceta, o meu cu, e os gemidos que não paravam de sair da minha boca.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Caso com ex-aluno!

Codigo do conto:
269420

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
08/08/2026

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