Um estranho invadiu minha casa e me dominou!

Já tinha tomado banho, enfiado uma tanguinha amarela de dormir e o chinelinho quando abri a porta dos fundos que dá pro quintal pra estender a toalha no varal. Surtei ao ver um rapazinho de uns 18 anos, até que bem bonitinho, apoiado com a perna num vaso de flores, já sem o shorts e a regata, nadinha de pelo, parecia um japonês. Estava peladinho com a seta apontada pra mim, dura, vermelha na cabeça, pingando um fiozinho de porra na ponta.
Paralisei de medo. Não sabia se ficava ou se voltava correndo. Soltei um gritinho abafado e a toalha caiu no chão, bem na hora que ele avançou dois passos saindo da sombra da lâmpada, quase tão perto que poderia me tocar.
- Não precisa ter medo, não vou te machucar. Só vim mesmo te conhecer de pertinho.
Sem me mexer, acompanhei ele se abaixando pra juntar a toalha, envolvendo-a com as mãos pequenas e aproximando do meu corpinho todo arrepiado. Minhas tetinhas estavam duras com a brisa da noite e ainda mais com aquele pirralho me surpreendendo com aquele joguinho sexual aquela hora da noite.
- Ai moço, que que você quer? Você não pode invadir a minha casa assim. Eu quase morri de susto. Vai embora!
Puxei a toalha das mãos dele e fugi pra dentro de casa, mas não consegui trancar a porta. Putz, agora eu estava sendo abraçada por trás, sentindo aquela picinha dura me cutucando bem no meio das nádegas, por cima da calcinha. Minha bunda grande estava sendo espremida pelo corpo suado e sem banho dele, ao mesmo tempo que uma mão apalpava os bicos dos mamilos e a outra procurava afundar um dedo no meu umbigo.
Meu corpo já dava sinal de fraqueza. Sem poder me soltar, mas tentando, acabava esfregando o bumbum cada vez mais no pau dele. Não saía voz, só gemidos e suspiros até que ele beijou meu pescoço, com lambidas deslizando até encontrar o buraquinho da minha orelha. Aí não me contive e soltei um:
- Ainnnnn... Para, moço...
Cada linguada no ouvido soltava um gemido cada vez mais feminino, mais envergonhado que temeroso de ser violentada por ele. A pegada dele havia me encurralado entre o refrigerador e um armário, de modo que agora eu estava sendo despida, sem resistir, até meio que ajudando, sem noção do que estava por vir.
Ele puxou a tanguinha amarela pra baixo com um movimento só, e a calcinha foi junto, deixando minha buceta molhada exposta pro ar frio da cozinha. A mãozinha dele desceu rápido, separou os beiços da minha xota e enfiou dois dedos de uma vez, fazendo um barulho molhado nojento.
- Porra, que buceta quente... Tava molhada já, hein, vadia. Tava esperando alguém te foder essa noite?
- Nããão... Sai daqui... Ahhh, caralho...
Meus joelhos tremeram. Os dedos dele entravam e saíam com força, fazendo squelch, squelch, enquanto o polegar apertava meu grelinho inchado. Eu tentava empurrar o braço dele, mas minhas mãos só conseguiam se agarrar na porta do armário. A picinha dele continuava esfregando entre as minhas nádegas, agora sem tecido nenhum no caminho, a cabeça lisa deslizando pro meu cu a cada movimento.
Ele tirou os dedos da minha buceta, enfiou na minha boca e mandou eu chupar.
- Chupa limpinho. Quero te beijar com gosto da sua porra.
Engasguei no gosto ácido da minha própria xota, mas chupei mesmo assim, lambendo entre os dedos enquanto ele me virava de frente e me beijava fundo, língua grossa invadindo minha boca. O gosto misturado de saliva e buceta me fez gemer no beijo. Ele me pegou pelas coxas e me ergueu como se eu não pesasse nada, sentando meu cu no balcão da pia. As pernas abertas, a buceta aberta, pingando no mármore.
- Olha pra essa xota linda... Toda rosadinha, o grelinho inchado pedindo porra.
Ele ajoelhou na minha frente e enfiou a cara inteira. A língua dele era quente e rápida, lambendo do meu cu até o grelinho em movimentos longos e molhados. Quando chegou no clitóris, chupou com força, fazendo um barulho de sucção que ecoou na cozinha vazia.
- Ahhhhh porraaaa... Assim não... Vou gozar... Ainnn caralho...
Minhas mãos foram pro cabelo curto dele, empurrando a cabeça pra mais perto. Ele meteu a língua dentro da minha buceta, fodendo com a boca enquanto dois dedos voltavam a abrir meu cu, girando e esticando o buraquinho apertado. Eu estava gozando já, as pernas tremendo descontroladas, o suco escorrendo pela bunda e molhando o balcão.
- Isso, goza na minha boca, putinha. Quero beber tudo.
Ele não parou. Continuou chupando meu grelinho com a língua batendo rapidinho enquanto eu gozava, o corpo inteiro se contorcendo, gemidos altos saindo sem vergonha nenhuma.
- Ahhhhh porraaaaaa... Tô gozando... Aiiii caralho... Não para... Não paraaaa...
Quando as ondas passaram, ele se levantou, puxou meu corpo pro peito dele e me virou de costas de novo, inclinando meu tronco sobre a pia. A pica dele, agora ainda mais dura e veiuda, bateu na entrada da minha buceta.
- Agora vai sentir essa pica inteira. Abre essa xota pra mim.
Ele empurrou de uma vez só. A cabeça grossa abriu meus beiços e a rola inteira sumiu dentro de mim num único movimento fundo. Eu gritei, as unhas arranhando a pia.
- Aiiiiiiii caralhooooo... Que pica grossa... Tá rasgando...
Ele não deu tempo de eu me acostumar. Segurou minhas ancas com força e começou a meter pesado, a bunda batendo na barriga dele com estalos molhados. Cada estocada fazia minha buceta engolir a rola inteira até as bolas baterem no meu grelinho.
- Porra, que buceta apertada... Tá engolindo tudo... Escuta esse barulho de xota molhada...
O som era obsceno. Squelch, squelch, squelch, misturado com o bater de pele e meus gemidos desesperados. Ele metia fundo e girava o quadril, raspando a cabeça da pica em todos os cantinhos dentro de mim. Uma das mãos dele desceu e começou a esfregar meu clitóris com dois dedos enquanto fodia.
- Vou gozar de novo... Ahhh porra... Mais forte... Mete mais forte nessa puta...
Ele riu baixo e acelerou. As estocadas ficaram selvagens, o pau saindo quase inteiro e entrando de uma vez, fazendo minha bunda tremer. Senti o cu dele apertar e a rola inchar ainda mais dentro da minha xota.
- Tô gozando... Vou encher essa buceta de porra...
- Dentro... Joga tudo dentro... Ahhhhh caralhooooo...
Ele enterrou até o fundo e gozou. Eu senti os jatos quentes batendo fundo, enchendo minha buceta até transbordar. A porra escorria pelas minhas coxas enquanto ele continuava metendo devagar, empurrando o leite pra dentro. Eu gozei de novo só com a sensação da porra quente escorrendo, o corpo inteiro tremendo, a boca aberta soltando gemidos roucos.
Mas ele não tirou. Continuou dentro, semi-duro, se mexendo devagar enquanto a porra fazia barulho de gozo misturado com lubrificante natural. Depois de um minuto ele voltou a ficar duro de novo, ainda enterrado.
- Ainda não terminei com você. Quero esse cu agora.
Ele tirou a pica da minha buceta, toda melada de porra, e posicionou a cabeça no meu cu. Eu tensionou, mas ele já estava empurrando. A cabeça abriu o buraquinho devagar, forçando a entrada enquanto eu gemia alto, a testa encostada no armário.
- Aiiiiiii porra... Tá entrando no cu... Ai caralho... Devagar...
Ele não foi devagar. Assim que a cabeça passou, ele enterrou o resto num empurrão só. Minha visão escureceu por um segundo. A dor misturou com prazer de um jeito sujo. Ele começou a foder meu cu com a mesma força que tinha fodido a buceta, as bolas batendo na minha xota ainda pingando porra.
- Que cu apertado da porra... Tá sugando minha pica... Grita pra mim, puta.
- Ahhhhh... Tá fudendo meu cu... Mais fundo... Arromba esse cu... Porraaaaa...
Cada estocada fazia eu soltar um gemido mais alto. A mão dele voltou pro meu grelinho, esfregando rápido enquanto o pau destroçava meu cu. Eu gozei de novo, dessa vez mais forte, o corpo inteiro se contraindo ao redor da rola dele. Ele sentiu e acelerou ainda mais, metendo como um animal.
- Vou gozar de novo... No seu cu dessa vez...
- Joga... Enche meu cu de porra... Ahhhhh caralhooooo...
Ele enterrou até as bolas e gozou de novo, jatos quentes enchendo meu intestino. Eu senti a porra escorrendo pra fora enquanto ele ainda se mexia, empurrando tudo pra dentro. Quando finalmente tirou, um fio grosso de porra ligou a cabeça da pica ao meu cu aberto e vermelho.
Ele me virou de frente, me beijou na boca suja e me puxou pro chão da cozinha. Me deitou de costas no piso frio, abriu minhas pernas e enfiou a língua de novo na minha buceta, chupando a porra que ainda escorria misturada com meu suco.
- Limpa tudo com a boca... Ahhh porra...
Eu estava mole, tremendo, mas ainda gozando em espasmos pequenos cada vez que a língua dele passava no grelinho. Depois ele subiu, ajoelhou sobre meu peito e enfiou a pica melada de porra e xota na minha boca.
- Chupa e deixa limpinho. Quero ver você engolir tudo.
Eu abri a boca e deixei ele foder minha garganta. O gosto de porra, buceta e cu misturados me fez gemer ao redor da rola. Ele meteu fundo até eu engasgar, lágrimas escorrendo pelo rosto, e gozou pela terceira vez direto na minha garganta. Eu engoli tudo, a porra quente descendo enquanto ele puxava o pau pra fora e batia a cabeça nos meus lábios, sujando meu queixo.
Ele se jogou ao meu lado no chão, os dois ofegantes, o corpo suado colado. A mão dele ainda acariciava minha buceta molhada, brincando com o grelinho sensível.
- Ainda não terminei. Amanhã eu volto. E da próxima vez quero te ver de quatro no quintal, gemendo alto pra todo mundo ouvir.
Eu só consegui soltar um gemido fraco, as pernas ainda abertas, a buceta e o cu latejando, a porra escorrendo pelo chão da cozinha. O pirralho tinha invadido minha casa, dominado meu corpo e me transformado numa puta gemendo desesperada em menos de uma hora. E o pior era que eu já tava com vontade que ele voltasse.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um estranho invadiu minha casa e me dominou!

Codigo do conto:
269689

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/08/2026

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