Eu tinha 24. Ela, 19. A quarentena trancou a gente sozinhos na casa. Pais longe, trabalhando em outra cidade. Só nós dois, dias e noites intermináveis, sem saída, sem distração de verdade. O tesão foi crescendo como uma febre. No começo era só provocação. Ela saía do quarto de madrugada de blusinha fina, sem sutiã, os peitos balançando, mamilos duros marcando o tecido. Passava pela sala e se jogava no sofá com as pernas abertas, a calcinha fina subindo no meio da bunda. Deixava as calcinhas usadas no chão do banheiro, ainda úmidas, cheirando a buceta. Uma vez deixou o notebook aberto na sala com um vídeo de uma mina sendo comida no cu. Eu olhei, ela apareceu atrás de mim e não fechou. Só falou: - Tá gostando? Eu engoli seco e respondi: - Tô. Ela riu baixo e saiu. No outro dia me pegou no banheiro com a pica na mão, batendo uma. A porta estava entreaberta. Ela parou, olhou direto pro pau duro e não desviou. Eu continuei. Ela ficou olhando até eu gozar na pia. Depois só virou e foi embora. Começamos a brincar. Tipo brincadeira de criança, mas não era. Eu passava a mão na coxa dela no sofá “sem querer”. Ela sentava no meu colo quando a gente assistia série e rebolava de leve. Uma tarde na cozinha ela estava de costas, lavando louça. Eu cheguei por trás, colei a pica dura na bunda dela e falei: - Isso aqui tá te incomodando? Ela empurrou a bunda pra trás e respondeu: - Não. Eu enfiei a mão por baixo da saia, puxei a calcinha pro lado e passei o dedo no meio da buceta. Estava molhada pra caralho. Continuei esfregando o grelinho enquanto ela segurava a pia. Ela gemia baixo, a voz saindo travada: - Mais forte… assim… Enfiei dois dedos de uma vez. A buceta apertou. Continuei metendo os dedos enquanto o polegar esfregava o grelinho. Ela gozou em pé, as pernas tremendo, a buceta contraindo nos meus dedos, um gemido longo e desesperado saindo da boca: - Ahhhh… porra… tô gozando… A porra dela escorreu pelos meus dedos. Eu tirei a mão e chupei. Ela virou o rosto e me olhou com a cara vermelha, ainda ofegante. Na noite seguinte ela apareceu no meu quarto de camisola. Sem falar nada se ajoelhou na frente da cama, puxou minha bermuda e engoliu a pica. Chupou com vontade, baba escorrendo pelo queixo, a mão apertando o saco. Eu segurei a cabeça dela e enfiei mais fundo. Ela engasgou, mas não parou. Quando eu avisei que ia gozar ela só acelerou. Enchi a boca dela de porra. Ela engoliu tudo, limpou o canto da boca com o dedo e falou: - Gostei do gosto. Depois disso a gente fazia quase tudo. Eu comia a buceta dela no sofá até ela gozar gritando no travesseiro. Ela me chupava até eu gozar no rosto. Eu metia os dedos no cu dela enquanto ela se esfregava em mim. Mas nunca enfiei a pica de verdade. Faltava só isso. Uma sexta-feira a gente bebeu. Muito. Vodka barata misturada com refrigerante. As roupas foram saindo no sofá. Eu tirei a calcinha dela e ela já estava encharcada. Deitei ela de costas, abri as pernas e encaixei a cabeça da pica na entrada da buceta. Estava prestes a enfiar quando os dois pararam ao mesmo tempo. - Camisinha… a gente não tem. - Eu não tomo nada. Ficamos olhando um pro outro, a pica latejando na entrada molhada dela. Eu falei baixo: - Posso meter no outro buraco? Ela demorou a responder. Respirou fundo e disse: - Vai… mas devagar. Virei ela de quatro no sofá. Abri as nádegas e cuspi no cu apertado. Passei o dedo, entrando devagar. Ela fez careta e gemeu: - Dói… Continuei com o dedo, entrando e saindo, abrindo. Depois enfiei dois. Ela gemia com o rosto enterrado no sofá. Quando o cu já estava mais aberto, tirei os dedos, cuspi de novo e encaixei a cabeça da pica. Empurrei devagar. A entrada apertou pra caralho. Ela soltou um gemido agudo: - Ahhh… porra… tá grosso… Parei só com a cabeça dentro. Esperei. Ela respirou fundo algumas vezes e depois acenou com a cabeça. Continuei empurrando, centímetro por centímetro. O cu dela engolia a pica com dificuldade. Quando enfiei até a metade ela já estava gemendo mais alto: - Continua… vai fundo… Empurrei o resto. A pica sumiu inteira no cu apertado. Fiquei parado, sentindo a pressão. Ela começou a se empurrar pra trás sozinha. Eu segurei a cintura e comecei a meter. No começo lento, depois mais forte. O barulho molhado da saliva e do cu se abrindo enchia a sala. Ela enfiu a mão entre as pernas e esfregava o grelinho com força enquanto eu arrombava o cu. - Mais fundo… fode meu cu… ahhh caralho… Meti com vontade. A cada estocada ela gemia desesperada, a voz saindo embargada: - Isso… assim… arromba… porra… Senti o cu dela apertar de repente. Ela gozou com a pica enterrada até o fundo, o corpo todo tremendo, o cu contraindo em volta do meu pau de um jeito que me arrancou a porra. Gozai dentro, jatos quentes enchendo o cu dela. Continuei metendo enquanto gozava, a porra escorrendo pelas coxas quando eu saí. Ficamos caídos no sofá, suados, a pica ainda semi-dura e o cu dela piscando, soltando porra. Nenhum dos dois falou nada por um tempo. Depois ela virou o rosto e disse só: - A gente cruzou a linha. Eu respondi: - E não vai voltar. Não parou. No dia seguinte ela já veio de novo pro meu quarto de madrugada. Dessa vez pediu pra eu meter no cu de novo. E eu meti. Depois meti na buceta sem camisinha, gozei dentro, e ela só abriu as pernas mais. A gente passou a transar todo dia. Na cozinha, no sofá, no chuveiro, no meu quarto, no dela. Eu comia a buceta dela até ela gozar duas, três vezes. Ela chupava minha pica até eu gozar na garganta. Eu arrombava o cu dela até ela gritar e gozar com o dedo no grelinho. Às vezes eu metia nos dois buracos na mesma noite, enchendo os dois de porra. Uma tarde ela estava de quatro na cama, a bunda pra cima, me pedindo: - Mete no cu primeiro… quero sentir grosso… Eu enfiei devagar, abrindo o cu até a pica sumir. Meti forte enquanto ela se esfregava. Depois tirei e enfiei na buceta molhada de uma vez. Ela gritou: - Ahhhh! Que porra… enfia fundo… Continuei alternando. Umas estocadas no cu, outras na buceta. Ela gozava sem parar, o corpo mole, a voz rouca de tanto gemer. No final eu gozei no cu de novo e ela ficou deitada de lado, a porra escorrendo dos dois buracos, me olhando com um sorriso cansado. - A gente tá fodido, né? - Tá. E eu não quero parar. Ela puxou minha mão e colocou entre as pernas, onde a buceta e o cu ainda estavam abertos e sujos de porra. Eu enfiei dois dedos de novo e ela só fechou os olhos e gemeu baixo. A gente continuou. Toda noite. Toda manhã. O lockdown virou só uma desculpa pra gente se foder sem limite. E a gente se fodia. Sem dó.
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