Quase fui pega me acabando na siririca, enquanto jantava com a família!



Eu tava sentada naquela mesa enorme de domingo, a casa cheia, todo mundo falando ao mesmo tempo, o cheiro de comida misturado com o perfume barato da tia e o suor leve do verão que entrava pela janela. A toalha de mesa branca descia até quase o chão, escondendo perfeitamente minhas coxas. Eu tinha vinte anos, o corpo ainda quente daquelas histórias sujas que tinha lido mais cedo no celular, escondida no quarto. Histórias de gente se tocando em lugares errados, de bucetas escorrendo sem ninguém perceber. Não conseguia tirar aquilo da cabeça.
Deslizei a mão devagar por baixo da toalha. Os jeans estavam um pouco apertados, então abri o botão com cuidado, sem fazer barulho. A mão entrou por dentro da calcinha. Já tava quente ali embaixo. O grelinho inchado, sensível pra caralho. Comecei a esfregar em círculos lentos, só a ponta do dedo médio, bem de leve no começo. A buceta respondeu na hora. Ficou molhada rápido, aquele líquido quente grudando nos dedos.
Continuei. Mais pressão. O clitóris latejando sob o dedo. Eu mantinha o rosto neutro, olhando pra frente, fingindo prestar atenção na conversa sobre o time de futebol do tio. Por dentro, eu tava fodida. A buceta latejando, pedindo mais. Aumentei o ritmo. Dois dedos agora, abrindo os lábios e esfregando com força. O barulho molhado quase saía, mas a conversa alta cobria tudo.
Minha mãe riu de alguma coisa e eu senti o orgasmo subindo. As pernas tremeram de leve sob a mesa. Eu mordia a parte de dentro da bochecha pra não gemer. O grelinho estava duro, inchado, escorregadio. Eu enfiava o dedo mais fundo de vez em quando, sentindo as paredes da buceta apertarem, molhadas pra caralho.
Foi aí que minha mãe me olhou de frente.
— Amor, você quer mais arroz?
A voz dela cortou tudo. Meus dedos ainda estavam se movendo. Eu engoli seco, a buceta pulsando, o orgasmo bem ali na beira.
— Quero sim, mãe — respondi, a voz um pouco rouca. Continuei esfregando por baixo da mesa enquanto ela me servia. O prato cheio, a colher batendo. Eu só conseguia pensar em como a buceta estava escorrendo, o dedo encharcado, o grelinho latejando como se fosse explodir.
Alguém contou uma piada e a mesa inteira riu. Eu aproveitei pra ir mais fundo. Dois dedos entrando e saindo, o polegar no clitóris, apertando, girando. A calcinha já estava encharcada. Eu sentia o líquido escorrendo pela fenda, descendo um pouco em direção ao cu. A cada esfregada eu quase gozava. Tinha que segurar. As unhas da outra mão cravadas na coxa pra me controlar.
O jantar durou uma eternidade. Eu continuei. Mais devagar às vezes, pra não perder o controle. Mais rápido quando todo mundo falava alto. A buceta latejava sem parar. O grelinho estava tão sensível que cada toque mandava um choque direto na barriga. Eu pensava nas histórias. Imaginava uma pica grossa me fudendo ali mesmo, embaixo da mesa, sem ninguém perceber. A cabeça da pica abrindo minha buceta, entrando fundo, me enchendo. Eu quase gemi alto pensando nisso.
Quando finalmente levantaram os pratos, eu não aguentei mais. Disse que ia ao banheiro e saí rápido. Tranciei a porta. O coração batendo forte. Puxei o jeans até os tornozelos, a calcinha junto. Fiquei de pé na frente da pia, as pernas abertas. Olhei no espelho. Rosto corado, lábios entreabertos. Enfiei dois dedos fundo na buceta molhada e comecei a foder com força.
— Porra… — soltei baixo, a voz embargada. — Que delícia…
Os dedos entravam e saíam com um barulho molhado, gosmento. O polegar no grelinho, apertando, esfregando rápido. A outra mão na pia, segurando. As pernas tremendo. Eu gozei quase na hora. O orgasmo veio forte, a buceta apertando os dedos com força, o líquido escorrendo pela mão, pelos dedos, pingando no chão. Eu gemi alto, sem conseguir segurar.
— Ahhh… porra… tô gozando… — a voz saiu quebrada, desesperada. Continuei esfregando, prolongando. Outro orgasmo veio logo atrás, mais forte. As pernas fraquejaram. Eu me segurei na pia, o corpo inteiro tremendo, a buceta pulsando, escorrendo sem parar.
Fiquei ali um tempo, respirando pesado, os dedos ainda dentro, sentindo as contrações. Quando consegui me mexer, limpei tudo com papel higiênico. A calcinha ainda molhada. Puxei o jeans, lavei as mãos, olhei no espelho. Rosto normal de novo. Saí como se nada tivesse acontecido.
Voltei pra sala. Ninguém desconfiou de nada. Mas eu ainda sentia a buceta latejando, o grelinho sensível, o cheiro da minha própria putaria grudado nos dedos.

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Comentários


foto perfil usuario safadasiririqueira

safadasiririqueira Comentou em 06/09/2026

Adorei, pq eu amo siriricar quem quiser saber mais. Me chama no ninaninha88




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Quase fui pega me acabando na siririca, enquanto jantava com a família!

Codigo do conto:
269598

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
10/08/2026

Quant.de Votos:
6

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