Ajudando minha mãe no banho!

Cada vez que volto pra casa da minha mãe, o coração bate mais forte, a boca seca e a pica já começa a latejar só de imaginar. Ela não mora mais comigo há anos, mas sempre que apareço, as coisas esquentam de um jeito que nenhum de nós admite em voz alta.
Dessa vez foi numa tarde quente. Cheguei sem avisar. A porta estava aberta. Ouvi o barulho da água correndo e a voz dela cantarolando baixo no banheiro. Entrei devagar, tirei os sapatos e fui até a porta. A cortina do box estava só meio fechada, como sempre. Eu puxei um banquinho, sentei e falei:
- Mãe, cheguei.
Ela não se assustou. Nunca se assusta mais.
- Entra, filho. Tô só me lavando.
Puxei a cortina devagar. A água quente escorria pelo corpo robusto dela. Seios pesados, barriga macia, coxas grossas e aquela bunda que sempre me deixava duro. A espuma escorria entre os peitos, descia pela barriga e se perdia entre as pernas. Ela se virou de frente pra mim, sem fechar as pernas, e continuou passando a mão no corpo como se eu não estivesse ali.
- Tá me olhando de novo, né?
- Tô. Não consigo parar.
Ela passou a mão entre as pernas, esfregando a buceta com a esponja, devagar, abrindo os lábios sem pudor. A água escorria pelo grelinho inchado. Minha pica já estava dura pra caralho dentro da calça. Eu abaixei o zíper e tirei ela pra fora. Ela olhou direto pro pau latejando na minha mão e não disse nada. Só sorriu de canto e se inclinou pra frente, lavando as costas, o cu e a buceta de novo, bem na minha cara.
- Você sempre fica assim quando me vê nua, né, filho?
- Sempre. Quero te tocar.
Ela não respondeu. Continuou se lavando, passando a mão nos peitos, apertando os mamilos, deixando a espuma escorrer. Eu me masturbava devagar, olhando cada centímetro. Quando ela terminou, abriu a torneira só pra enxaguar e ficou parada sob a água, me encarando.
- Enxuga pra mim.
Levantei, peguei a toalha e comecei a secar o corpo dela. Passei a toalha nos seios, apertando de leve. Ela soltou um gemido baixo. Desci pela barriga, pelas coxas, e quando cheguei entre as pernas, segurei a toalha e esfreguei a buceta molhada com mais pressão. Ela abriu as pernas um pouco mais.
- Filho... não faz isso.
Mas não se afastou. Eu ajoelhei na frente dela e continuei secando, agora com a mão por baixo da toalha, tocando o grelinho inchado. Ela gemeu mais alto.
- Caralho, mãe... sua buceta tá quente pra porra.
- Para... a gente não pode...
Eu ignorei. Passei o dedo entre os lábios, sentindo a umidade. Ela agarrou meu cabelo, mas não puxou pra longe. Puxou pra perto. Lámbi o grelinho dela ali mesmo, de joelhos no banheiro molhado. Ela soltou um gemido desesperado.
- Ahhhh... filho... caralho...
Continuei lambendo, chupando o grelinho inchado, enfiando a língua dentro da buceta. Ela abria as pernas mais, empurrando a caralha na minha cara. A água ainda escorria pelo corpo dela, misturando com o gosto da buceta. Eu masturbava minha pica com força enquanto comia ela.
- Chupa mais forte... assim... ahhh, porra...
Ela gemia alto agora, sem se importar. Eu enfiei dois dedos na buceta molhada e continuei chupando o grelinho. Ela tremeu toda, apertando minha cabeça contra a caralha.
- Vou gozar... filho... não para... ahhhhhh!
Ela gozou na minha boca, molhando meu rosto, gemendo desesperada, as pernas bambas. Eu não parei. Continuei lambendo até ela empurrar minha cabeça pra longe, ofegante.
Levantei, a pica dura pra caralho, pingando pré-porra. Ela olhou pro pau e engoliu seco.
- Vem pro quarto.
Segui ela. Ainda nua, a toalha jogada no chão. No quarto, ela se sentou na beira da cama. Eu fiquei em pé na frente dela. Ela segurou minha pica com as duas mãos e olhou pra cima.
- Isso é errado... mas eu quero.
- Então chupa.
Ela abriu a boca e engoliu a cabeça do pau. Chupou devagar no começo, depois com vontade, engasgando, baba escorrendo pelo queixo. Eu segurei a cabeça dela e enfiei mais fundo, fodendo a boca dela. Ela gemia com a pica na garganta, olhos marejados, mas sem parar.
- Isso... mama essa pica, mãe... chupa tudo...
Ela chupou até eu quase gozar. Tirei da boca dela e empurrei ela de costas na cama. Abri as pernas grossas dela e enfiei a pica de uma vez na buceta molhada. Ela gritou.
- Ahhhhh! Caralho, filho... que pica grossa...
Comecei a meter forte, a cama batendo na parede. Os seios dela balançavam a cada estocada. Eu apertava os peitos, chupava os mamilos, enquanto metia fundo.
- Sua buceta aperta tanto... porra...
- Mais forte... fode essa buceta... ahhh... assim...
Eu virei ela de quatro. A bunda grande na minha cara. Abri as nádegas e cuspi no cu dela, passando o polegar. Ela gemeu.
- Enfia no cu também... quero sentir tudo...
Enfiei a pica na buceta de novo e o dedo no cu. Ela gritava, empurrando pra trás. Depois tirei da buceta e enfiei devagar no cu apertado. Ela soltou um gemido longo, quase um grito.
- Ahhhhh! Que porra... arromba esse cu...
Meti no cu dela com força, segurando a cintura. Ela gemia desesperada, a cara afundada no travesseiro, a mão na própria buceta se esfregando.
- Mais fundo... fode meu cu... filho... ahhh, caralho...
Eu metia sem piedade, a pica sumindo no cu dela. O barulho molhado, os gemidos altos, a cama rangendo. Ela gozou de novo, o corpo todo tremendo, o cu apertando minha pica.
Tirei e virei ela de novo. Enfiei na buceta e meti rápido, fundo, até sentir a porra subindo.
- Vou gozar... onde quer?
- Dentro... enche essa buceta de porra...
Gozai fundo, jatos quentes enchendo a buceta dela. Ela gemeu alto sentindo cada jato. Continuei metendo devagar, a porra escorrendo pelas coxas.
Deitamos ofegantes. Eu ainda com a pica semi-dura dentro dela. Ela passou a mão no meu peito.
- Isso não pode acontecer de novo...
Mas o sorriso no rosto dela dizia outra coisa. Eu beijei o pescoço suado dela e respondi baixo:
- Vai acontecer. Toda vez que eu vier aqui.
Ela não negou. Só puxou minha mão pra entre as pernas de novo, onde a buceta ainda escorria minha porra misturada com o gozo dela. E a gente recomeçou.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ajudando minha mãe no banho!

Codigo do conto:
269451

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/08/2026

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