Gordinha Tímida do Condomínio!

Sheila era uma milf asiática de 35 anos, insegura com o próprio peso por experiências traumáticas no passado, o que a levava a ser mais recatada contra a vontade dela. O cabelo de Sheila é liso e preto até a altura do ombro, uma boca fina clarinha, olhos castanhos escuros. Pesava 90 kg com 1,70 m, o que a deixava muito insegura, mas, em contrapartida, dava a ela um corpo voluptuoso, com coxas grossas, uma bunda grande e seios pesados; qualquer decote era visto como indecente pelos outros. Por mais que ela fosse tímida, depois eu descobri que ela podia ter um lado bem safado.
Sheila morava no térreo do condomínio e cuidava do jardim que tinha em frente a sua janela. Não sei com o que ela trabalhava, mas quase nunca a via sair de casa.
Numa terça-feira, quando eu estava de férias, no momento em que eu estava indo comprar algo para fazer o almoço, eu passo na janela de Sheila e ela está lá usando um vestido marrom com um decote em U, debruçada na janela com um pingente enterrado no meio do peito (mais tarde eu descobriria que tem relação com BDSM). Ela me chama quando eu passo.
— Ei... vem cá, rapidinho.
— Você tinha dito que gostava de biscoitos de baunilha, tem uma fornada quase pronta e o almoço já tá quase saindo se quiser ficar...
— Já que você insiste — eu digo rindo — eu tava indo agora mesmo comprar alguma coisa pra almoçar, não podia ter me chamado num momento melhor.
Eu dou a volta e bato na porta, ela grita da cozinha que está destrancada. Eu vou até a cozinha, aproveito que ela tá de costas pra mim e dou uma boa olhada na bunda dela com a calcinha marcando. Sinto o cheiro de baunilha no ar.
— Já deve estar na hora de tirar os biscoitos, não? Pego um pano de prato, tiro a travessa do forno.
— Obrigada, tô meio enrolada aqui — ela diz secando a mão. — Pode por na mesa.
— Pega um e vê se eu acertei a receita — ela diz apreensiva, meio ansiosa.
Eu provo um e estão realmente bons e ela fica animada com a minha reação. Ela começa a pôr os pratos na mesa e percebo uma disposição meio suspeita, parecia um encontro, um de frente pro outro.
A gente começa a almoçar e papo vai, papo vem, até que uma hora eu me perco no decote dela, tava muito difícil manter o contato visual, os peitos dela estavam quase pulando pra fora do decote. Ela devia estar usando um sutiã realmente apertado naquele dia. Ela percebe pra onde eu tava olhando e fica toda vermelha, e solta um sorriso tímido. Ela levanta e vai buscar mais suco pra disfarçar a vergonha, no fundo ela fica feliz por finalmente ter uma presa depois de tanto tempo sendo negligenciada.
Vejo ela se abaixando para pegar o suco, com certeza ela fez aquilo de propósito. Ela se abaixa só pra mostrar aquela bunda gorda pra mim. Quando ela tá voltando, ela tropeça e quase morre de vergonha.
Eu finalmente pergunto:
— Por que você usa esse colar, é importante pra você?
Ela desvia o olhar e segura o colar nervosamente.
— É de um clube — ela diz com um sorriso perverso — esse é só para mulheres como eu.
— E o que seriam "mulheres como você"?
— Quer mesmo descobrir? É um caminho sem volta, pense bem. — ela diz com um olhar que mexe comigo.
— Para de suspense e fala logo.
— É de um clube de BDSM, mulheres especiais recebem um quando entram. Quer descobrir o que eu tenho de especial? Posso te mostrar se você puder ficar um tempinho a mais — ela pergunta baixinho, ansiosa, me olhando com um olhar predador.
— Acho que não tenho nada importante pra fazer hoje — digo sentindo como o olhar mexeu comigo, tão dominador...
— Que bom que você pode ficar, tenho muitas coisas pra mostrar — ela diz puxando a barra do vestido pra cima, mostrando uma parte de um arnês de couro com anéis de metal.
Eu fico surpreso, não pensei que ela seria tão direta. Talvez encontrar alguém que olha para ela, ou para os peitos dela, depois de tanto tempo sendo excluída tenha deixado ela um pouco sedenta.
Eu me levanto e fico de pé, frente a frente, mas ainda sem tocar nela.
— Me sinto tão sozinha desde que me mudei — ela sussurra no meu ouvido, meu pau já tá implorando — ninguém olhava pra mim... até você aparecer e não ter o mínimo de pudor, você não tirava os olhos do meu peito quando me viu pela primeira vez.
Levo uma mão ao quadril dela e pergunto: você tava usando uma blusinha solta e sem sutiã e eu que sou o errado?
Ela cora quando sente minha mão na sua cintura.
— Que tal a gente parar com esse teatrinho? — ela diz pegando no meu queixo e olhando nos meus olhos, nossos lábios quase se tocando. — Sempre tive fantasias com você...
Eu não resisto e beijo ela, um beijo molhado, puro tesão se misturando. Pego ela no colo e coloco em cima do balcão. Desço para o pescoço dela.
Ela ficou surpresa quando eu levantei ela, o peso era a pior insegurança dela.
— Eu sempre quis isso... sempre quis você — ela diz ofegante.
Ponho uma mão no peito dela enquanto sigo beijando. Ela pega minha mão e põe por dentro do vestido. Sinto as tiras de couro do arnês que estavam deixando os peitos dela tão empinados. Ela solta um gemidinho quando eu belisco o mamilo dela. Paro de beijar e pergunto:
— Posso? — enquanto eu puxo o decote do vestido para baixo. Não espero a resposta, já estou sedento demais. Vejo o arnês vermelho quase se rompendo pelo peso, os anéis pressionando os mamilos, eu solto o arnês e caio de boca naqueles peitos gigantes. Definitivamente, uma das melhores experiências que já tive. Ela afunda minha cara entre os peitos dela e aperta até eu sufocar; quando ela me solta, eu tô com lágrimas nos olhos e respirando pesado. Meu pau latejando a todo momento.
Eu chupo aqueles peitos e descubro o porquê estavam tão inchados. Ela tava lactando. Sheila era uma verdadeira vadia com tetas de vaca. Eu me delicio naqueles peitos enquanto ela gemia baixinho com vergonha.
Pego ela no colo e levo até a sala que tinha a janela. Ponho ela no sofá e me ajoelho para ela.
— Estou na sua casa, você que manda. — digo com leite escorrendo pelo meu queixo e pescoço, encharcando a blusa.
— Tira essa blusa, quero ver meu homem por completo, a calça também — ela se levanta e me olha de cima.
Eu fico de joelhos, agora pelado, encarando ela, tendo a melhor visão que eu podia daquele peito que ainda pingava leite. Ela tira o vestido e mostra o que vestia por baixo: uma calcinha de látex preta que parecia ser uns três números menores pelo tanto que dividia aquela xoxota. O conjunto do arnês também se estendia para a coxa e quadril, ela parecia transbordar pelas tiras.
— ME CHUPA — ela diz cuspindo na minha cara e abrindo as pernas.
Eu puxo a calcinha dela até o meio das coxas e começo a chupar a boceta dela. Os pelos ainda estavam crescendo, arranhando de leve meus lábios. Eu me entrego por completo.
Ponho dois dedos dentro daquela boceta molhada. Masturbo ela enquanto lambia o clitóris dela. Ela gemia alto puxando meu cabelo e esfregando meu rosto inteiro na boceta dela. Minha cara fica toda babada.
Sheila se afasta e dá um chute leve no meu peito, me fazendo cair de costas no chão. Ela manda eu ficar parado e senta no meu rosto. Ela decidia quando eu lambia o cu ou a xota dela, me mantendo preso no chão com aquela bunda gorda, não aliviando nem quando eu sufocava. Ela tava desesperada pra gozar, finalmente encontrou alguém e não ia perder essa chance.
Os gemidos dela começam a falhar, ela passa a rebolar na minha cara. Esfrega com força a boceta no meu rosto. Ela goza. Ela tem espasmos e se deita em cima e eu sigo lambendo a xotinha dela até ela se recuperar o suficiente pra falar.
— Para, por... por favor. Não aguento mais.
Eu paro e ela rola pro lado, deitando de costas no chão. Eu me levanto e olho de relance pra janela, me assusto quando percebo que tem uma multidão nos olhando; ela percebe também e grita, pegando uma manta que estava no sofá para se cobrir. A plateia percebe que o show acabou e se desfaz.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Gordinha Tímida do Condomínio!

Codigo do conto:
269487

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
09/08/2026

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