No treino com minha mãe, ela me ensinou sobre sexo!
Não consigo acreditar que estou fazendo isso. Mas o desejo não me deixa em paz. Amanhã chegou. Eu acordei com a pica já dura, latejando dentro da cueca, só de imaginar as leggings pretas coladas na bunda da minha mãe. Três anos fantasiando com aquilo. Três anos gozando escondido pensando na buceta dela. E agora eu ia tentar. Desci pro andar de baixo. Ela estava na sala, de costas pra mim, usando exatamente o que eu queria: leggings pretas de academia, aquelas que marcam o racha do cu e o contorno da buceta. A blusa cropped deixava a barriga de fora. Meu pau deu um pulo. — Mãe… tô pronto pra te ajudar com os braços. Ela virou, sorrindo. — Que bom, filho. Vem aqui. Ficamos um na frente do outro. Eu mostrei os exercícios, segurando os cotovelos dela, sentindo o calor da pele. Cada vez que ela flexionava, os peitos se moviam. Eu não conseguia parar de olhar. — Mãe… posso te fazer uma pergunta? — Claro, amor. — Eu nunca transei. Nunca. E… eu fico confuso. Tipo… como é que se faz pra não gozar rápido? Como se come uma mulher de verdade? Ela parou o exercício. Olhou pra mim com aqueles olhos que eu conhecia desde criança, só que agora tinham outra coisa. — Você tá me pedindo pra te ensinar? Minha voz saiu rouca. — Se você quiser… eu queria. Silêncio. Só o barulho da minha respiração. Ela deu um passo à frente. A mão dela desceu e apertou minha pica por cima do short. — Nossa… tá duro pra caralho, filho. — Por sua causa. Ela puxou o short e a cueca de uma vez. Minha pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça já molhada de porra. Ela enrolou os dedos e puxou a pele pra baixo, olhando o pau do próprio filho. — Que pica linda… grosso assim. Vai doer na mamãe. — Quero que doa. Ela se ajoelhou ali mesmo na sala. Passou a língua na cabeça, chupou devagar, gemendo enquanto engolia. Eu segurei o cabelo dela e enfiei mais fundo. — Chupa essa porra… toma tudo, mãe… Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo, mas não parou. Chupava com fome, olhando pra cima, o som molhado enchendo a sala. Quando tirei a pica da boca dela, um fio de saliva ligava a minha glande aos lábios dela. — Tira essa legging. Agora. Ela se levantou, puxou o tecido pra baixo. A buceta apareceu inchada, o grelinho inchado e molhado, um fio de porra escorrendo pela coxa. O cu apertadinho, rosa. — Deita no sofá e abre as pernas. Ela obedeceu. Eu ajoelhei entre as coxas dela e chupei a buceta como um desesperado. Língua no grelinho, chupando, mordendo de leve, enfiando dois dedos e fodendo ela enquanto mamava. Ela se contorcia, gemendo alto. — Filho… assim não… ai caralho… chupa a buceta da mamãe… — Fala mais alto. — Chupa essa puta… mama o grelinho… enfia a língua no meu cu… Eu enfiei a língua no cu dela. Ela gritou. As pernas tremeram. Continuei lambendo o cu enquanto os dedos fodiam a buceta molhada. Quando ela veio, esguichou na minha cara, gemendo desesperada. — Porraaaaaaaaa… tô gozando… filho… Não dei tempo dela recuperar. Levantei, coloquei a cabeça da pica na entrada da buceta e enfiei de uma vez só. Ela gritou. — Aiiiiiiii caralho que pica grossa… tá rasgando a mamãe… Comecei a meter forte, sem dó. O sofá batia na parede. Cada estocada fazia a buceta dela fazer aquele barulho molhado de xereca sendo fodida. Eu segurava as coxas dela e enfiava até o saco bater. — Isso… fode a buceta da sua mãe… mete essa pica… — Tá gostoso, mãe? — Tá… tá me matando de tesão… mais forte… Virei ela de quatro. A bunda dela ficou empinada, o cu piscando. Enfiei de novo na buceta e comecei a meter sem misericórdia. Ela gritava, a cara afundada no sofá. — Fala o que você é. — Sou a puta do meu filho… a buceta da mamãe é sua… Tirei a pica, cuspindo no cu dela, e enfiei o polegar. Ela gemeu baixo. — Quer no cu também? — Quero… enfia no cu da mamãe… Enfiei a cabeça. Foi apertado pra caralho. Empurrei devagar até enfiar tudo. Ela gritou, as unhas arranhando o sofá. — Caralho… tá me arrombando… Comecei a foder o cu dela com força. A cada estocada ela soltava um gemido rouco, quase chorando de tesão. — Isso… arromba o cu da mamãe… mete essa pica… Eu metia e ao mesmo tempo passava a mão por baixo, esfregando o grelinho. Ela veio de novo, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando minha pica com força. — Tô gozaaaando… porra… Não parei. Continuei fodendo o cu até sentir a porra subindo. — Vou gozar… onde você quer? — Dentro… jorra tudo dentro do cu da mamãe… Gozei fundo, jatos quentes enchendo o cu dela. Continuei metendo enquanto descarregava, gemendo alto. Quando tirei, a porra escorreu pelo racha, pingando no sofá. Ela virou, ainda ofegante, e me puxou pra beijar. O beijo era sujo, com gosto de buceta e porra. — Ainda não acabou, filho. Ela me empurrou pro sofá, montou em cima e enfiou a pica de novo na buceta. Começou a cavalgar com força, a bunda batendo, a buceta engolindo tudo. Eu segurava a cintura dela e metia de baixo pra cima. — Isso… soca essa pica… usa a mamãe… Ela se inclinava pra frente, os peitos na minha cara. Eu chupava os mamilos enquanto ela rebolava. O barulho da xereca molhada era obsceno. Mais uma vez ela gozou em cima de mim, o corpo travando, a buceta pulsando. Eu segurei e enfiei até o fundo, gozando de novo dentro dela. Ficamos assim, suados, a porra escorrendo, o cheiro de sexo preenchendo a sala. Ela passou a mão no meu rosto, ainda com a pica dentro. — Amanhã a gente treina de novo. — Pode ser todo dia. Ela sorriu, aquele sorriso sujo que eu nunca tinha visto. — Então prepara essa pica, porque a mamãe ainda tem muito o que te ensinar.
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