Quando meus pais se separaram, passamos por algumas dificuldades emocionais e financeiras, por isso, eles me faziam passar grande parte do tempo na casa da minha tia. Tia Geice era uma cinquentona bem bonita para a idade dela. Era vaidosa, tinha um par de peitos enormes, bunda gigante, e apesar de gordinha, tinha tudo bem distribuído. Ela chegou a fazer alguns procedimentos estéticos no rosto, e até dava para perceber, mas não era nada exagerado. Nem preciso dizer que ela foi inspiração para minhas primeiras punhetas. Mais tarde, isso passou. Ela envelheceu, nós havíamos criado um laço mais forte, e eu sentia até certo arrependimento pelos pensamentos que invadiam minha cabeça quando eu era mais novo. Hoje também tinha mais motivos de inspirações: as garotas da minha idade. Eu não tinha muita experiência com as garotas. Demorei um pouco mais que o normal para dar meu primeiro beijo, que não foi lá grande coisa, e ainda era virgem, enquanto todas as pessoas da minha idade já tinham bastante experiência nessa área. Isso foi me afastando cada vez mais de criar coragem de transar com uma garota, já que eu não tinha experiência e ia passar vergonha. Conheci uma garota no tinder, e na internet eu não era nem um pouco tímido. Mandava foto do pau, fala que ia fazer isso e aquilo, e batia umas punhetas quando recebia nudes. Mas essa garota começou a insistir para que nós nos encontrássemos pessoalmente. Marcamos. Porém, ao chegar próximo do dia, comecei a ficar muito nervoso. Estava há uns 20 dias na casa da Tia Gleice, praticamente morava lá, e ela notou que eu estava agindo diferente. Quando questionou, respondi seco e com poucas palavras, e ela não insistiu. No dia anterior ao encontro com a garota do tinder, eu estava cabisbaixo no sofá, pensando com ansiedade no dia seguinte, e Tia Gleice sentou ao meu lado: – E aí, vai ficar aí com essa carinha e não vai me falar o que está acontecendo? – Nada não, tia. Só um pouco ansioso. – Ansioso? Ué, mas por que? – Nada tia, é besteira. Ela me encarou por alguns segundos. – É mulher? Claro que é, o que mais poderia ser? – E deu uma gargalhada. – É, tia. É mulher. Agora me deixa quieto, por favor. – Meu filho, pra que essa ansiedade toda? Você é tão jovem, tem tanta coisa pra viver. Saia, divirta-se, e pare de se preocupar tanto. – Você não entende, tia. – Claro que não, você nao me explica. Conta o que houve, quem sabe eu não te ajudo? – Duvido que você possa me ajudar com isso. – Com o que? Sexo? Olhei espantado para ela, e ela gargalhou novamente. – Tenho experiência nessa área, meu filho. Anda, pergunta o que você quer saber. É sobre sexo, nao é? – Meu Deus, tia. Você acha mesmo que eu quero falar sobre isso com você? – E com quem mais você pode falar? Já falei, tenho experiência, sou mulher, e sei o que uma menina da sua idade pensa. Anda, moleque, desembucha. Pensei um pouco, e não é que ela tinha razão? Nunca conversamos sobr sexo, eu tinha vergonha, mas, quem sabe ela não poderia me ajudar? – Ok, vamos lá. Eu vou sair com uma garota e estou nervoso por não saber o que fazer. Ela parece ser muito experiente, eu... Bom. Não sou. – Certo. Com "não sou" você quer dizer que tem pouca experiência, ou nenhuma experiência? – Nenhuma. Ela me olhou com certo espanto, mas tentou agir como se não. – Isso é normal na sua idade. Você acha que todos os meninos da sua idade estão comendo todo mundo por aí? – Acenei que sim com a cabeça e ela continuou: – Claro que não. Eles gostam é de falar, mas não sabem nem como chupar uma mulher. – Tia, por favor... – Para com essa timidez, menino. Vamos, eu vou te ajudar. O que você tem dúvida? – Ué, com tudo. Eu nunca vi uma mulher pelada pessoalmente. – Bom, você tem que ser gentil, mas ao mesmo tempo safado. Mulher adora homem com atitude, mas você não pode ser grosseiro. Faz um carinho nela... – e enquanto falava, passava a mão no meu braço, lentamente, depois desceu para a minha coxa. Eu fiquei paralisado e ela olhou com indignação – Que isso? Tá com medo? Você sabe que ela vai te tocar, né? Vai ficar com medo dela também? – Não, tia... Mas... Você é minha tia, né. – Tá bom, eu sei que não sou a mulher mais gostosa do mundo. Óbvio que você prefere uma novinha, mas você tem que se acostumar com os toques. – Não, tia, não tem nada a ver. A senhora é linda, mas ainda é minha tia. – Obrigado pelo elogio, meu amor. Mas ainda assim, esqueça que eu sou sua tia por um minuto. – e voltou a passar a mão na minha coxa enquanto falava com naturalidade – Vai, filho. Vai ficar aí parado? Ou vai tocar sua amiga de volta? Passei a mao sobre seu rosto, lentamente, e morrendo de vergonha da situação. – Iiiiiisso... Agora você aprendeu. – e gargalhou. Parou com os toques e falou – Você está pensando demais. Não tem porque ficar nervoso, nenhuma mulher vai te morder se você passar a mão nela. – Tá, tia. Já entendi. Mas eu não tô afim de só passar a mão no rosto e na perna dela. Na hora de transar, o que eu faço? Ela me olhou com uma cara de dúvida por alguns segundos, até que falou: – Quer ajuda com isso? Eu não tenho problema nenhum. Encarei ela esperando a risada, que não veio. – Como assim, tia? – Eu te ajudo. Tem outro jeito de ganhar experiência se não praticando? – Você tá brincando, né? – Meu filho, pare de besteira. Anda, não quero que você passe vergonha amanhã. – ela vestia uma camiseta surrada, que usava apenas em casa, e um short curtinho. Levantou a camiseta e eu vi a cena toda em câmera lenta. Enquanto ela puxava a camiseta para cima, seus peitões acompanharam e logo despencaram, balançando. Fiquei hipnotizado, e ela pareceu gostar da minha reação. – Anda, toca. Fiquei olhando para aqueles peitos, e voltei a olhar para os olhos dela. – Anda. Com carinho, como eu disse. – Tia, isso é estranho... – Meu amor, eu quero te ajudar. – disse apertando minhas bochechas – Isso não vai sair daqui. É só para te ajudar a não ficar nervoso amanhã, tá bom? Concordei, mas ainda nervoso, segurei seus peitos com as duas mãos. – Isso, agora aperta meus mamilos, mas sem fazer muita força. – obedeci – Ótimo, tá muito bom. Agora pode beijar se você quiser. Morder também, mas sem fazer muita força. Toquei meus lábios nos seus mamilos, passei a língua e dei mordiscadas. Ela riu e disse: – Você já fez isso antes né? Nem parece a primeira vez. Tá muito bom, meu amor. Agora vamos para o que interessa. – disse enquanto levava a mão ao meu pau, que estava duro. Ficou surpresa com a minha ereção. – Nossa, por essa eu não esperava. Bom, vamos ver o que você está escondendo aqui. Se ajoelhou na frente do sofá e puxou minha bermuda para baixo. Meu pau duro pulou para fora e ela fez uma cara de espanto. – O que é isso, menino? – E pela primeira vez pareceu séria, sem fazer gracinhas. Falou gaguejando – É... Deixa eu ver... Espera, me desconcertei um pouco. Vamos lá. Qual o tamanho disso? – 23 cm. – Uau. Sua amiga está com muita sorte – e sorriu. Começou a punhetar meu pau enquanto olhava para mim. – Tá tudo bem até aqui? O que está achando? – Tá muito gostoso, tia. Ela sorriu. Olhou para o meu pau com olhar de desejo e começou a chupá-lo. Assim que senti sua língua na cabeça do meu pau, achei que ia gozar, mas consegui segurar. Meu pau pulsava, e ela falava sem tirar a boca dele: – Calma, meu amor, não goza ainda. Eu me contorcia de tesão, mas me concentrei para não gozar. Pedi para ela parar um pouco e ela obedeceu. Sentou ao meu lado e falou: – Tá tudo bem, você está se saindo muito bem. Respira um pouco que a gente já volta. Enquanto isso, vou te ensinar a chupar uma buceta. – Sentou no sofá, abriu as pernas e tirou o short. Estava sem calcinha. Sua buceta era linda, estava melada e raspadinha. – Sorte que me depilei ontem – e riu. Ela aproximou dois dedos da buceta, abriu e falou – Aqui é o clitóris, onde você mais tem que dar atenção. Mas pode brincar com ela toda. Vem, me mostra o que você sabe. Me ajoelhei, dei lambidas na buceta dela toda e no primeiro contato senti ela se arrepiando. Dei alguns beijos e ela se ajeitou no sofá. Achei que tivesse feito algo errado e parei, olhei para ela e ela puxou minha cabeça de volta – Tá ótimo, não para. – Senti confiança e comecei a chupá-la com mais vontade. Ela ia me guiando às vezes, e quando eu fazia algo que ela mandava ela dava um gemido bem baixinho, abafado. Chegou um ponto em que ela não dava mais instruções, e gemia mais alto. Olhei para cima e perguntei: – Tô fazendo certo? Ela suspirou e arregalou os olhos – Certíssimo, aprendeu rápido. Agora, bom, vamos voltar para você. Se ajeitou no sofá, abriu mais as pernas e pediu para eu ir por cima dela. Obedeci, e meu pau tocou a sua buceta pela primeira vez. A sensação foi incrível. Ela me instruiu: – Segura seu pau e ajeita ele com carinho bem aqui, e apontou um dedo na entrada da sua buceta. Coloquei meu pau onde estava seu dedo, e ela deu um gemido. – Isso, isso... Agora calma. Empurra ele bem devagarinho. Fiz movimentos lentos e meu pau foi entrando. Ela fazia cara de dor e prazer, e pedia: – Isso. Calma, amor, mais devagar. Isso. Continua. Calma, deixa eu conduzir. Começou a fazer movimentos de vai e vem com o quadril, bem lentamente, e deixando meu pau entrar cada vez mais, até que ele entrou inteiro e ela soltou um grito. Tomei um susto e ela soltou uma risada no meio da respiração ofegante: – Calma meu amor, tá tudo bem. É que seu pau é grande, mas tá tudo bem. Agora pode meter. Comecei a meter devagar. Vi que ela gemia de prazer e rebolava conforme eu investia, então aumentei o ritmo e a força. Ela foi gemendo cada vez mais alto: – Não para... Não para... Isso... Não para... Ahhhh, vou gozar. Fiquei surpreso com o que ela disse. Também estava perto de gozar, mas dessa vez consegui segurar. – Vaii... Vaiii... Ahhhhhhh, gozei. Suas pernas tremeram, seu rosto ficou pálido e ela passou a mão sobre meu rosto, ainda tento alguns espasmos: – Meu filho... Você foi ótimo. Fiquei orgulhoso e me levantei. Quando peguei minha bermuda ela falou: – Ei! Você acha que acabou? E você? Fiquei parado, observando ela. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a mamar meu pau. Chupava com vontade, batia com ele no rosto e babava. Anunciei que ia gozar, ela me punhetou com a boca na cabeça do meu pau, fazendo movimentos de sucção. Drenou cada gota de porra. Continou me punhetando e olhou para cima com a boca aberta, mostrando todo o meu leite. Fechou a boca, engoliu, e abriu novamente, mostrando que não sobrou nada, enquanto seus olhos lacrimejavam – E aí, se sente mais confiante agora?
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