Esse fato citado acabou de acontecer. Segunda feira, dia 10/08/2026, 06:35, a manhã começou como qualquer outra. Meu marido saiu cedo pro trabalho, a porta bateu e o silêncio da casa ficou pesado. O amigo dele, vamos chamar de Ricardo, ainda dormia no sofá da sala. Trinta e dois anos, solteiro, desempregado, corpo atlético de quem sempre malhou e agora tinha tempo sobrando. Eu, Franciele, 31 anos, casada, calcinha já um pouco úmida só de pensar no que ia fazer. Preparei o café. Cheiro de pó fresco encheu a cozinha. Quando ele apareceu, cabelo bagunçado, camiseta largada e short moletom, eu já estava de roupão aberto o suficiente pra mostrar a curva dos seios. - Café? - ofereci, voz baixa, quase rouca. Ele aceitou, sorriu meio tímido. Enquanto ele bebia, anunciei: - Vou tomar um banho. Já volto. No banheiro eu me toquei. Dedos escorregando entre os lábios da buceta, esfregando o grelinho inchado. Gemi baixinho, imaginando a pica dele. Quando saí, o roupão ainda grudava na pele molhada. Fui até ele com as calças novas do meu marido na mão. - Comprei essa pra ele de surpresa. Acho que vocês têm o mesmo tamanho de cintura. Experimenta pra mim? Quero ver se serve. Ricardo levantou, pegou a calça. Voltou do quarto vestido. Estava um pouco larga na cintura, caía um pouco nos quadris. Eu me aproximei, coração batendo forte. - Preciso ajustar. Deixa eu medir tua cintura direito. Depois levo pro costureiro. Ele hesitou. Cinco segundos longos. Depois desabotoou. O botão saltou e o zíper desceu um pouco. Eu me ajoelhei na frente dele. A fita métrica gelada na minha mão contrastava com o calor que subia das minhas pernas. Passei a fita em volta da cintura dele. A boxe azul-marinho apareceu, só um pedacinho. O tecido já marcava um volume grosso, meio duro. Senti o cheiro dele, suor leve, homem. - Agora as coxas - disse, sem pedir licença. Puxei a calça até os joelhos de uma vez. O short moletom e a calça caíram juntos. Ele ficou só de cueca. A pica dele já estava ereta, empurrando o tecido azul, a cabeça marcada, grossa. Um ponto úmido de pré-sêmen manchava a frente. Meu grelinho latejou. Eu estava molhada pra caralho. Passei a fita em volta da coxa direita dele, bem perto da virilha. Os pelos escuros escapavam da elástica. A pica dele deu um pulo, se contorceu dentro da cueca, e outra gota de porra transparente escorreu, formando uma mancha maior. - A cueca tá acumulando aqui na cintura - menti, voz rouca. - Deixa eu ajeitar. Puxei a elástica cinco centímetros pra baixo. Os pelos pubianos pretos e grossos apareceram. A base da pica dele, veias saltadas, pele quente, ficou exposta. O pau latejou de novo, e o pré-sêmen escorreu pela haste, brilhando. Eu estava de joelhos, cara na altura daquela pica latejante. Minha buceta escorria, a calcinha encharcada colada nos lábios. Ele engoliu seco. - Porra... - murmurou. Eu não parei. Passei o dedo indicador bem devagar pela base exposta, sentindo a pele quente, o pulsar. Ele soltou um gemido baixo, quase um grunhido. - Tá duro pra caralho - falei, olhando pra cima. - Isso tudo por causa de uma medição? Ele não respondeu com palavras. Só empurrou o quadril um centímetro pra frente. Eu puxei a cueca mais um pouco. A cabeça rosada, inchada, salta pra fora. Grossa, com uma gota grossa de porra pendurada no buraquinho. Eu lambei os lábios. - Posso... tocar direito? Ele balançou a cabeça, quase desesperado. Puxei a cueca até as bolas. A pica saltou inteira, pesada, veias latejando, uns dezoito centímetros duros apontando pro meu rosto. Cheirei. Cheiro de homem excitado, de pré-sêmen. Enrolei os dedos em volta da base e apertei. Ele gemeu alto dessa vez. - Aah, porra... Comecei a masturbar devagar, subindo e descendo a mão, espalhando o líquido pegajoso pela haste. A pele deslizava, quente. Com a outra mão puxei o roupão e abri as pernas, enfiando dois dedos na minha buceta molhada. O barulho molhado encheu a sala. Esfreguei o grelinho com o polegar enquanto chupava a cabeça da pica dele. - Porra, que buceta molhada - gemí com a boca cheia. - Tô encharcada só de sentir essa pica. Ele agarrou meu cabelo. Empurrou a pica mais fundo na minha garganta. Eu engasguei, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parei. Chupei com vontade, língua girando na cabeça, sugando forte, mão apertando as bolas pesadas. Ele gemía sem parar, voz grossa, desesperada. - Isso... chupa essa pica, puta... aah, caralho... Levantei, tirei o roupão de uma vez. Fiquei nua. Seios pesados, mamilos duros, buceta depilada só nas laterais, os lábios inchados e brilhando de tesão. Empurrei ele pro sofá. Subi no colo dele, esfreguei a buceta aberta na pica dura, deixando o pau dele todo lambuzado no meu mel. - Olha como eu tô molhada pra essa pica - falei no ouvido dele. - Quero sentir ela estourando minha buceta. Alinhei a cabeça gorda na entrada. Desci devagar. A pica abriu meus lábios, esticou a buceta, entrou centímetro por centímetro. Eu gemi alto, a voz quebrando. - Aahn... porra... que pica grossa... tá abrindo tudo... Sentei até o fundo. As bolas dele bateram na minha bunda. Fiquei parada um segundo, sentindo o pau latejar dentro de mim, preenchendo tudo. Depois comecei a quicar. Devagar no começo, depois mais rápido. A buceta engolia a pica com barulho molhado, esguichando. Meus seios balançavam na cara dele. Ele chupou um mamilo com força, dentes arranhando. - Cavalgando essa pica... olha essa putinha casada - ele rosnou, mãos apertando minha bunda, abrindo as nádegas. - Tua buceta tá chupando meu pau inteiro. Eu gemia sem parar, desesperada. Cada descida batia fundo, a cabeça da pica batendo no fundo da minha buceta. O grelinho esfregava na base dele a cada movimento. Já estava perto. - Vou gozar... porra, vou gozar nessa pica... aahn, aahn, aahn! A primeira onda veio forte. A buceta apertou, latejou, esguichou. Eu gritei, corpo todo tremendo, unhas cravadas nas costas dele. Continuei quicando mesmo gozando, a pica ainda dura me fodendo. Ele segurou minha cintura e começou a meter de baixo pra cima, forte, fundo. - Toma, toma essa porra... - ele gemia. - Tua buceta tá me milhando... Virei de costas, fiquei de quatro no sofá. Ele se ajoelhou atrás, enfiou a pica de uma vez até o fundo. Começou a meter com força, mãos apertando minha bunda, dedo polegar esfregando o cu apertado. Eu empurrava pra trás, encontrando cada estocada. - Mais forte... fode essa buceta... aah, porra, que delícia... Ele cuspiu no meu cu e enfirou o dedo. Dois dedos no cu enquanto a pica martelava a buceta. O duplo estímulo me fez gritar. Outra gozada veio, mais forte, pernas tremendo, buceta contraindo em volta do pau dele. - To gozando de novo... aahn, caralho... não para... Ele tirou a pica, deu um tapa forte na minha bunda e enfiou de novo. O barulho das bolas batendo na minha buceta era obsceno. Suor escorria pelas minhas costas. Eu olhava pra trás, vendo a cara dele contorcida de tesão, a pica sumindo e aparecendo na minha buceta inchada. - Quero no cu também - pedi, voz quebrada. - Enfia no meu cuzinho. Ele tirou a pica, toda brilhando do meu mel, e posicionou a cabeça no meu cu. Empurrou devagar. O anel apertado resistiu, depois cedeu. A pica entrou, grossa, esticando meu cu. Eu gemi alto, quase chorando de prazer. - Aah... porra... tá entrando no cu... que pica grande... Ele enterrou até as bolas. Ficou parado, deixando eu me acostumar. Depois começou a meter. Devagar no começo, depois mais fundo, mais rápido. Uma mão alcançou na frente e esfregou meu grelinho com força. Eu gozei de novo, o cu apertando a pica dele em espasmos. - Tô gozando pelo cu... aahn, aahn... não para de foder meu cuzinho... Ele metia com tudo agora, gemendo alto, descontrolado. - Vou gozar... onde quer essa porra? - Dentro... jorra tudo no meu cu... enche ele de porra... Ele enterrou fundo e gozou. Pulsou forte, jatos quentes enchendo meu cu. Eu sentia cada jato, a porra esquentando por dentro. Ele continuou metendo enquanto gozava, empurrando a porra mais fundo. Quando parou, a pica saiu devagar, e a porra branca começou a escorrer do meu cu aberto, descendo pela buceta, pingando no sofá. Eu me virei, ainda tremendo, e chupei a pica mole dele, limpando o resto da porra misturada com meu mel e a saliva. Ele gemeu de novo, sensível. - Porra... que puta safada... Ficamos ali, suados, fedendo a sexo. Eu passei o dedo no meu cu, peguei um pouco da porra dele e chupei. - Da próxima vez que meu marido sair - falei, olhando nos olhos dele -, quero essa pica de novo. Quero gozar até não aguentar mais. Ele sorriu, ainda ofegante, e puxou meu rosto pra um beijo sujo, sabor de porra e buceta. Não consigo acreditar que fiz isso. Mas caralho... foi a melhor foda da minha vida. E não vai ser a última.
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