O que eu vou contar aqui aconteceu quando eu tinha uns 19 anos e era um fudido que estudava e trabalhava. Minha mãe tinha 36 anos, era uma trabalhadora da construção civil nos anos 90. Era um ambiente hostil para ela, que sempre era assediada, ridicularizada e oprimida pelos trabalhadores homens. Como forma de lidar com o estresse do trabalho, ela se tornou alcoólatra. Nas folgas, ela saía de manhã e só voltava para casa para dormir e ir para o trabalho. Às vezes ela não voltava pra casa e ia virada para o trabalho. Em algum momento da minha adolescência, eu devia ter por volta de 16 anos, o vício tomou conta dela por completo e ela começou a faltar no trabalho ao ponto de ser demitida pela primeira vez, fazendo com que eu precisasse arrumar um emprego de jovem aprendiz no supermercado, que foi a única opção que tive naquela época. Quando me pagavam, pagavam só suficiente pra comprar comida e raramente pagar as contas, que geralmente minha mãe conseguia pagar, mas nem sempre. Então às vezes tínhamos que decidir entre comprar comida e pagar a conta de luz. Minha mãe chega quase derrubando a porta, suja de cimento e suor, fedendo a álcool e caindo de bêbada. Ajudo ela a entrar e tranco a porta. — Olha se não é o meu filho — ela diz sorrindo, tentando ocultar as lágrimas enquanto tenta me abraçar. Ela só fazia isso quando tava bêbada. — Eu te falei pra não beber hoje — grito com raiva. — Você só tem uma função nessa casa, que é trabalhar o suficiente pra pagar apenas a conta de luz, e nem isso você consegue. — Me desculpa — ela diz ironicamente. — Da próxima vez eu chego mais cedo pra você. Eu dou um tapa na cara dela, não muito forte, mas já é o suficiente pra derrubar ela no chão. — Qual é o seu problema? — ela diz chorando. — Só queria esquecer como eles me olham, o que eles falam pra mim... Você não entende como é trabalhar o dia inteiro sendo chamada de puta, com homens se esfregando em você. Eu só queria um pouco de paz! — Você reclama de ser chamada de puta mas nem sequer um sutiã você usa. Dá pra ver tudo quando você tá suada com essa blusa. Minha mãe fica envergonhada e tenta cobrir os seios. — A putinha está com vergonha agora? Que pena... — digo isso rasgando a blusa, que diga-se de passagem não foi muito difícil. Porém a blusa não se rasga inteira, só da gola até o meio, o suficiente pra expor aquele peitão gostoso. Ela tenta puxar a blusa pra se cobrir de novo, me olhando em choque pelo que eu acabei de fazer. — Que caralhos deu em você? Eu sou sua mãe! Não te criei pra ser assim. Eu vou dormir agora, amanhã a gente vai ter uma conversa séria. — Ela tenta se levantar apoiada na parede. — O que deu em mim? É sério que você tá perguntando isso? Eu passo o dia fora trabalhando igual um condenado pra depois ir pra faculdade ter uma aula com um professor que não fode com a esposa porque já fode demais com os alunos, pra chegar em casa fazer comida e limpar tudo pra você chegar bêbada de madrugada reclamando que te tratam como vadia depois de você se vestir e se portar como uma. — digo gritando, já fora de mim. — Então cala essa boca, sua vadia. — Já que gosta tanto de agir como uma, hoje eu vou te mostrar como realmente se trata uma vadia — começo a bolinar os peitos dela. — O que cê tá fazendo? Para com isso — ela tenta impedir, mas está bêbada demais. A voz falha, os olhos marejam. — O que fizeram com você nessa faculdade? Você não era assim. Eu sempre trabalhei pra te dar educação e um teto. Eu vou... eu vou... — ela se perde. — Amanhã a gente resolve isso. — Amanhã a gente resolve isso — eu repito rindo. — Acha que pode passar anos chegando bêbada, pulando de emprego em emprego, deixando faltar em casa pra beber e sair assim como se nada tivesse acontecido? Eu cuspo na cara dela. Ela fica imóvel, processando o que acabou de acontecer, sentindo a saliva escorrer pela bochecha e pingar no peito exposto. Algo muda dentro dela. — Você acha que eu não sei cada centavo que você traz pra dentro dessa casa? Acha que eu não valorizo quando você tapa um buraco que era minha responsabilidade? Meu silêncio carrega um peso que eu espero que você nunca precise sentir. Então, se isso te faz sentir melhor, cuspa de novo. Mas você não sabe o que eu carrego — ela diz com lágrimas escorrendo pelo rosto e a mão tremendo. — Lutei todos os dias por você e ainda sigo tentando, mesmo quando não consigo mais. E é isso que você faz... Eu bebo porque não suporto ser apenas um brinquedo pra todos os homens que surgem na minha vida. Seu pai foi o último que me tratou com o mínimo de respeito, mas pelo visto você não herdou isso dele. — É isso que você quer? Respeito? Não se pode cobrar respeito de alguém com quem você falhou em cuidar — digo com raiva estampada no meu rosto. Ponho a mão no pescoço da minha mãe, pressionando ela contra a parede. — Mas você ainda pode se redimir. Você não sabe o quanto seu filho sente falta do seio materno... Ponho o mamilo da minha mãe na boca. Ela tenta me afastar, mas eu pressiono mais forte contra a parede e ela começa a sufocar, desistindo de resistir. Ela puxa meu braço, aliviando o suficiente para falar. — Para com isso. Você não sabe o que está fazendo. Nem deve estar sóbrio. Amanhã, quando o álcool passar, você vai se odiar e vai levar isso pro resto da sua vida. Me solta, eu faço um café, qualquer coisa, mas por favor, vamos conversar, mas não assim. Não enquanto você estiver confundindo as coisas. — Você tá começando a me irritar — digo, mordendo um mamilo. Ela grita de dor e tenta inutilmente me chutar. — Quem está confundindo as coisas aqui é você. Era só você não ter chegado bêbada. Agora, que tal parar de resistir antes que eu te machuque? Ela fecha os olhos e respira fundo. — Filho, para com isso — ela diz com uma tristeza enorme estampada no rosto e na voz. — Descontar sua dor em mim não vai fazer você se sentir melhor. Ela aproveita que me deixou atônito e me afasta. Ela se vira para seguir para o quarto, ainda se escorando na parede por estar bêbada, e cai no chão meio de quatro, meio de joelhos, de costas para mim. Ela percebe a situação e tenta se levantar rápido, mas não consegue. Eu chego por trás e seguro, pondo todo meu peso nas suas costas, fazendo ela ficar de bruços. Ela soluça baixinho e parece perceber o que vai acontecer. — Tudo bem. Você venceu. Era isso que você queria, né? — ela olha para baixo com vergonha. — Na obra, no bar, e agora aqui... — ela diz, já sem lutar mais contra mim por falta de força. Eu retiro parte do meu peso, avaliando se ela vai ou não revidar. Ela parece aceitar que esse é o seu destino. Começo a puxar a calça dela para baixo até os joelhos, mostrando uma calcinha bege suada que devia ser mais velha que eu. Ponho a calcinha de lado e vejo que minha mãe não se depilava. A visão daquele cuzinho peludo, o cheiro de suor... tudo isso faz com que meu pau queira furar minha calça. Imediatamente abaixo minha calça. — Fica de quatro, mamãe. Você pode colaborar ou... Ela me olha com uma mistura de humilhação e tristeza. Demora um pouco, mas fica de quatro. Pego meu pau e começo a pincelar da boceta até o cu, sentindo os pelinhos dela. — Mamãe, hoje você pode escolher onde você quer primeiro: nesse cuzinho tão bonitinho ou na sua xoxota? Aproveita que hoje eu tô bonzinho. — Como assim primeiro? — ela diz preocupada. — Na minha boceta, por favor. — Que triste, queria tanto o seu cu... Posiciono meu pau na boceta dela. Me surpreendo ao sentir os pelinhos um pouco molhados. — Não esperava que sua boceta fosse implorar por mim enquanto você tava tentando fugir. Começo a penetrar a boceta da minha mãe, o que não é muito difícil, a putinha já estava toda melada. — Termina isso rápido — ela diz entre dentes. — Não é você quem dá as ordens aqui — digo, dando um tapa na bunda dela. Começo a meter mais forte e alguns gemidos escapam dela, mas ela tenta ao máximo se conter. Eu percebo esse esforço e levo isso como um desafio pessoal. Começo a acariciar o clitóris dela com uma mão, cuspo em cima do cu dela e começo a fazer movimentos com a minha mão ameaçando invadi-lo por trás também. — No meu cu não, por favor — ela implora. Depois de um tempo, ela parece reconhecer o lugar dela e se empina como uma boa puta, jogando aquela raba pra trás. Um tesão. Ela até começa a gemer mais livremente, mas longe do que eu queria ouvir. Começo a meter mais forte e sinto a boceta da minha mãe, que devia estar a um bom tempo sem sentir um pau, começar a pulsar. Ela começa a gemer baixinho, mais continuamente. Ouvir minha mãe gemer no pau do próprio filho me deixa louco. Começo a meter mais forte. Cada tapa que eu dava deixava a bunda dela mais vermelha. Ela gritava de dor e gemia de prazer. Chega um momento em que ela não resiste e goza no pau do próprio filho. A boceta da minha mãe contrai quando ela tem um squirt e pulsa apertando meu pau, como que implorando por porra. Eu finalmente gozo no fundo da boceta da minha mãe. Ela geme de prazer sentindo meu pau inchar dentro dela, preenchendo ela com jatos de porra. — Te amo, mãe — digo, me levantando e indo pro sofá, enquanto ela fica no chão molhado pelo próprio squirt, com a boceta escorrendo, os peitos tocando o chão gelado.
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