Encoxando uma delicinha no trem lotado!

Puta merda, pessoal daqui do site, deixa eu contar esse rolê que rolou agora há pouco no trem da CPTM, estação da Luz sentido Estudantes. Eu, Renato, um cara de 1,76, 23 anos, me acho bonito pra caralho, e tava caçando alguma gostosinha pra encoxar mesmo. Já tinha chegado, olhando de um lado pro outro, até que vi aquela loirinha de legging pretinha colada no corpo. Uns 1,65, bundinha redonda, perfeita, daquelas que o tecido marca o formatinho do cu e a fenda da buceta. Tava toda de preto, blusinha curta, cabelão loiro solto. O trem parou lotado pra porra e eu fui atrás dela, me empurrando no meio daquela multidão.
Na hora que o povo me espremou pra cima dela, meu pau, que já tava meio animado só de olhar, encostou firme naquela bundinha. CARALHO. A legging era fina, eu senti a maciez da carne, o calor, e meu pau endureceu na hora, ficou de pau duro pra fora, empurrando a calça jeans. Tenho certeza que ela sentiu, porque ela virou o rostinho pra trás e nossos olhares se cruzaram. Olhos claros, boca carnuda. Eu fiquei nervoso pra caralho, recuei um pouco, mas o trem tava tão lotado que meu pau continuava colado nela mesmo assim. Ela não se importou. Virou pra frente de novo e ficou mexendo no celular como se nada tivesse acontecido.
Eu fiquei ali, meio inseguro, só o pau encostando, mas a porra do tesão subindo. Meu pau latejava, a cabeça já molhada de porra pré-gozo. Aí ela começou a se mexer. Não era só o balanço do trem. Ela se mexia de propósito, jogando a bunda pra trás, pra um lado, pro outro, até que encaixou meu pau bem no meio daquelas duas metades. CARAAA. A pica ficou presa ali, entre as nádegas, a cabeça pressionando bem no furinho do cu dela por cima da legging. Eu quase gozei na hora. Meu pau latejava forte, e ela sentiu. Empurrou mais pra trás, esmagando a pica dela.
A gente tava de frente pra porta. Pelo reflexo do vidro eu via o rosto dela, e ela via o meu. Nossos olhares se prenderam ali. Eu olhando pra ela, ela olhando pra mim, meu pau enterrado no meio da bunda dela. O tesão subiu tanto que eu senti a porra subindo na virilha. Não aguentei. Passei a mão e apertei aquela bunda. Duas mãos, uma em cada lado, apertando forte, sentindo a carne macia, o calor. Ela não se mexeu pra longe. Continuou me olhando pelo reflexo e empurrou mais um pouco pra trás.
- Porra... que bundinha gostosa, falei baixinho perto da orelha dela, quase no ouvido.
Ela não respondeu com palavras, mas soltou um suspiro curto e se esfregou mais. Eu apertei de novo, dessa vez subindo a mão e descendo, massageando as duas metades, abrindo um pouco e fechando, fazendo o pau deslizar no meio. A legging tava quente, úmida já. Eu sentia o cheiro dela misturado com o suor do trem. Minha pica latejava, a cabeça inchada, o saco pesado.
Ela virou um pouco o rosto de novo, ainda me olhando pelo canto do olho.
- Continua... murmurou baixinho, quase inaudível.
Eu não precisei de mais. Apertei mais forte, empurrei o pau com força no meio da bunda dela, e ela rebolou devagar, de cima pra baixo, como se estivesse cavalgando. O movimento fazia a cabeça da minha pica esfregar bem no furinho do cu dela. Eu gemi baixo.
- Aiii porra... que delícia essa sua bundinha...
Ela rebolou mais rápido. Eu soltei uma das mãos e passei pela cintura dela, descendo até a frente, sentindo a barriga lisa, depois o osso do púbis. A legging tava tão colada que eu senti o relevo do grelinho inchado. Apertei de leve e ela soltou um gemido abafado, mordendo o lábio.
- Isso... aperta aí...
Eu esfreguei o grelinho por cima da legging, circular, enquanto empurrava o pau no cu dela. Ela estava molhada pra caralho. A legging já tinha uma mancha escura. Eu desci mais a mão, encontrei a fenda da buceta e passei o dedo no meio, de cima pra baixo, sentindo o calor e a umidade. Ela abriu um pouco as pernas, o máximo que dava no meio daquela multidão, e empurrou a buceta contra minha mão.
- Mete o dedo... por favor...
Eu não pensei duas vezes. Passei a mão por baixo da blusinha dela, desci até a cintura da legging e enfiei a mão por dentro. Pele quente, lisa, sem calcinha. A buceta estava encharcada, os lábios inchados, o grelinho duro. Eu esfreguei dois dedos no meio, abrindo a fenda, e ela gemiou mais alto, tentando abafar com a mão.
- Porra... sua buceta tá pingando...
Enfiei o dedo médio no meio, devagar, sentindo as paredes quentes apertando. Ela estava apertada pra caralho. Empurrei até o fundo e ela rebolou na minha mão, enquanto a bunda continuava esmagando meu pau. Eu meti o dedo mais rápido, entrando e saindo, o polegar esfregando o grelinho. Ela tremia.
- Aiiii... aiiiii porra... mais rápido...
Eu acelerei. O barulho molhado da buceta dela se misturava com o barulho do trem. Minha pica estava doendo de tão dura, a cabeça esfregando no cu dela por cima da legging. Eu tirei a mão da buceta um segundo, puxei a legging dela um pouco pra baixo na parte de trás, só o suficiente pra expor o furinho do cu, e esfreguei a cabeça da pica direto naquele buraquinho apertado. A pele quente, o anel se contraindo.
Ela olhou pelo reflexo de novo, olhos vidrados.
- Enfia... enfia no cu...
Eu não esperava. Molhei a cabeça da pica com a porra pré-gozo que já escorria e empurrei devagar. O cu dela resistiu um pouco, depois cedeu, engolindo a cabeça. Eu gemi alto demais.
- Porra... que cu apertado...
Empurrei mais, centímetro por centímetro, até metade da pica sumir dentro dela. Ela soltou um gemido longo, desesperado, a mão tremendo no celular que nem olhava mais. Eu comecei a meter devagar, só a metade, sentindo o anel apertar a cada vez. A outra mão voltou pra frente, dois dedos na buceta, polegar no grelinho.
- Aiiii caralho... mete... mete mais fundo...
Eu enfiei até o saco bater na bunda dela. O cu apertava tanto que eu sentia cada veia da pica. Comecei a meter mais rápido, o barulho molhado, a carne batendo. Ela rebolava ao contrário, engolindo tudo. Os gemidos dela estavam saindo sem controle.
- Aiii... aiii porra... assim... não para...
Eu metia fundo, tirava quase tudo e enfiava de novo, enquanto os dedos fodia a buceta dela. Ela estava gozando. Eu senti as paredes da buceta contraindo forte, o cu apertando minha pica como se quisesse arrancar a porra. Ela mordeu o lábio pra não gritar, mas o gemido saiu mesmo assim, longo, desesperado.
- To gozandoooooo... to gozando caralho...
O corpo dela tremeu todo. A buceta esguichou um pouco na minha mão, o cu pulsando em volta da pica. Eu não aguentei. Empurrei até o fundo e gozei. A porra saiu forte, jato atrás de jato, enchendo o cu dela. Eu continuei metendo enquanto gozava, sentindo a porra escorrer pra fora, molhando a legging e minha calça.
Ela ainda tremia, ofegante.
- Porra... que delícia...
Eu tirei a pica devagar, a porra escorrendo pelo furinho. Puxei a legging dela de volta no lugar e limpei a mão na calça. Ela virou o rosto de novo, olhou pra mim de verdade dessa vez, e sorriu de canto.
- Próxima estação eu desço... se quiser continuar...
O trem já tava chegando. Eu ainda tava ofegante, o pau mole e sujo de porra. Ela ajeitou a roupa, pegou a bolsa e quando as portas abriram, saiu. Eu fiquei olhando a bundinha balançando, ainda sentindo o cheiro dela na mão.
Caralho, gente. Nunca tinha metido no cu de uma desconhecida no meio do trem lotado. E ela pediu. Ainda tô com o pau latejando só de lembrar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Encoxando uma delicinha no trem lotado!

Codigo do conto:
269671

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
11/08/2026

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