Eu sou o Felipe e a Bia minha namorada, três anos juntos, vinte e dois anos cada um, a gente se ama de um jeito que dá pra sentir no peito. Vamos casar, isso tá certo. Sexo sempre foi bom, mas nos últimos tempos ela começou a se soltar mais, a gemer mais alto, a falar porcaria quando eu pedia. E eu, porra, eu descobri que gosto de ouvir ela falando de outros caras. Aquele final de semana foi o estopim. A gente tinha acabado de transar, eu ainda tava com o pau mole e suado colado nela, quando ela sussurrou no meu ouvido: - Amor... se o amigo teu, aquele alto e sarado, me pedisse agora pra meter essa pica grossa na minha buceta, eu deixava. Eu abria as pernas bem largas e deixava ele enfiar tudo. Meu pau deu um pulo na hora. Eu virei ela de bruços, segurei o cabelo dela e enfiei de uma vez só, bem fundo, bem forte, como se quisesse punir aquela boca safada. - Fala mais, porra - eu gemia no ouvido dela, metendo sem dó. - Fala como você daria essa buceta pra ele. Ela gemia alto, a voz já quebrada: - Eu daria... aaah, porra... eu daria bem gostoso. Deixava ele chupar meu grelinho até eu gozar na cara dele, depois sentava em cima e engolia essa pica inteira. Queria sentir ele gozar dentro de mim enquanto você olhava... Eu gozei tão forte que quase desmaiei. Depois a gente ficou em silêncio um tempo. Ela disse que tinha falado só pra me agradar, que não sentia tesão de verdade em outros. Mas eu sabia. Eu via o jeito que a buceta dela apertava quando ela falava essas coisas. E eu queria mais. Queria a verdade crua, do jeito que ela conversa com as amigas. Na sexta à noite a gente resolveu brincar de verdade. Eu chamei o Rafa, meu amigo de faculdade, o mesmo que ela tinha citado. Ele chegou, meio tenso, e eu fui direto: - Ela quer dar pra você. Eu quero ver. A Bia ficou vermelha, mas os olhos dela brilharam. Ela se levantou, tirou a blusa devagar, o sutiã, a calça, a calcinha. Ficou nua no meio da sala, a buceta já molhada, o grelinho inchadinho aparecendo entre os lábios. - Vem cá - ela disse pro Rafa, a voz rouca. - Vem chupar essa buceta enquanto o Felipe olha. O Rafa ajoelhou na frente dela. Eu sentei no sofá, abrindo a calça, o pau já duro pra caralho. Ele abriu as pernas dela e passou a língua devagar no meio da fenda. Ela gemeu alto, a cabeça jogada pra trás: - Isso... lambe direito, porra. Chupa esse grelinho... aaaah, assim... Ele chupava com fome, fazendo barulho molhado. Eu batia punheta devagar, olhando cada detalhe. A Bia olhou pra mim e falou, a voz já tremendo: - Amor... ele tá chupando tão gostoso... a língua dele é diferente da sua... mais grossa... tá entrando toda na minha buceta... Eu me masturbava mais rápido. - Mete os dedos nela - eu mandei. O Rafa enfiou dois dedos de uma vez e chupou o grelinho ao mesmo tempo. A Bia gritou: - Porraaaaa! Assim... assim... eu vou gozar... não para... não para de chupar esse grelinho... Ela gozou na cara dele, as pernas tremendo, a buceta pulsando, escorrendo porra fina na boca do Rafa. Ele se levantou, tirou a roupa, e o pau dele era mesmo grosso, veiudo, maior que o meu. A Bia olhou e lambeu os lábios. - Que pica linda... quero essa porra na minha boca agora. Ela ajoelhou e engoliu o pau dele quase inteiro de uma vez. Fazia barulho, baba escorrendo pelo queixo, olhando pra mim enquanto chupava. Eu me aproximei, peguei o cabelo dela e empurrei a cabeça pra frente. - Engole tudo, vadia. Mostra pro seu namorado como você chupa a pica de outro cara. Ela gemia com a boca cheia: - Nhnnhh... gosto... gosto de chupar essa pica enquanto você olha... O Rafa puxou ela pelo cabelo e deitou ela no sofá. Abriu as pernas dela bem abertas e enfiou de uma vez. O gemido que saiu da boca dela foi desesperado: - AAAAAH, PORRA! Que pica grossa... tá abrindo toda a minha buceta... mais fundo... mete mais fundo, caralho! Ele metia forte, a porra do pau entrando e saindo todo molhado, fazendo barulho de buceta sendo arrombada. Eu me ajoelhei perto da cara dela e enfiei meu pau na boca dela. Agora ela estava recheada dos dois lados. - Isso... chupa meu pau enquanto ele te fode - eu gemia. - Fala o que você tá sentindo. Ela, com a boca cheia, ainda conseguia falar entre as estocadas: - Tô... tô sendo comida por dois... a pica dele tá tão fundo... tá batendo no fundo da minha buceta... aaah, porra... eu amo isso... amo dar pra outro na sua frente... O Rafa puxou o pau pra fora, virou ela de quatro e enfiou de novo, agora mais fundo ainda. Eu saí da boca dela e fui atrás. Abri as nádegas dela e cuspi no cu. Ela olhou pra trás, assustada e excitada ao mesmo tempo: - Vai... enfia no meu cu também... quero os dois buracos cheios... Eu enfiei o pau no cu dela devagar, sentindo ela abrir. Quando entrei todo, ela gritou de um jeito que nunca tinha ouvido: - AAAAAAAH, MEU DEUS! Tá doendo gostoso... as duas picas... a buceta e o cu... tá me arrombando toda... mais forte... mete mais forte, porra! A gente metia no mesmo ritmo, eu no cu, o Rafa na buceta. Ela gemia sem parar, a voz já rouca, desesperada: - Eu tô gozando... tô gozando de novo... não para... não para de meter nessa vadia... enche meus buracos de porra... O Rafa gozou primeiro, gemendo alto e descarregando tudo dentro da buceta dela. Eu senti o pau dele latejando do outro lado da parede fina. Eu tirei do cu, enfiei na buceta ainda cheia de porra dele e gozei junto, misturando tudo. A Bia estava tremendo, a buceta escorrendo leite branco, o cu aberto e vermelho. Ela se virou, com a cara suja de saliva e porra, e falou, ainda ofegante: - Foi tão bom... eu amei dar pra ele na sua frente... quero de novo... quero que vocês dois me comam toda vez que a gente ficar com tesão... Eu beijei a boca suja dela e sussurrei: - Vai ter. Toda vez que você quiser falar que daria pra qualquer um, eu vou te fazer provar. Ela sorriu, a buceta ainda pulsando, e puxou a gente de novo pro sofá. A noite ainda estava só começando.
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