Trabalho no primeiro andar de um prédio, no setor de marketing. Normalmente dou preferência para usar as escadas de emergência, já que os elevadores dão problema constantemente. Nessas idas e vindas pelas escadas, vez ou outra acabo me encontrando com uma faxineira que trabalha no prédio. Não sei o nome dela, pois nesses quase dois anos que trabaho aqui passamos um bom tempo nos damos bom dia e boa tarde. Isso mudou um dia em que eu fui descansar nas escadas no meu horário de almoço. Fiquei sentado sozinho nos degraus rolando o feed do Reddit, até que cheguei em uns subreddits +18. Passei um tempo assistindo alguns vídeos, e até fiquei de pau duro, mas não fiz nada, apenas estava assistindo. Quando decido levantar para voltar ao trabalho, tomei um susto. A faxineira estava atrás de mim sem eu perceber. Passei por ela sem falar nada e fiquei sentado na minha mesa sem conseguir pensar em outra coisa se não se ela conseguiu ver a tela do meu celular. No dia seguinte, descendo as escadas para ir almoçar, lá estava ela limpando as escadas. Dei boa tarde e evitei contato visual, porém, ela me chamou. – Moço, posso te fazer uma pergunta? Virei para trás morrendo de vergonha. –Claro, o que? Percebi que ela estava um pouco tímida e criando coragem para falar o que quera, mas falou. –Ontem... Eu vi... Você estava assistindo uns vídeos no celular. Queria saber qual site era, eu não conheço. Senti o sangue subindo de tanta vergonha. Não acreditei no que ela estava perguntando, mas acabei respondendo. –Ah, é uma rede social, se chama reddit. Eu acabei me distraindo por um tempo e não percebi que você estava aqui, que vergonha. Ela começou a se soltar e falou um pouco menos tímida. –Imagina, não tem porquê ter vergonha, todo mundo faz isso – e deu uma risadinha sem graça – Será que vc pode colocar aqui no meu celular? Ela me o celular, eu instalei o app e dei risada da situação. Segui meu caminho e fiquei pensando nessa situação inusitada. À noite, ao chegar em casa, ainda pensando sobre o que aconteceu, fui ficando excitado com a situação. Será que ela estava flertando? Sempre a vejo pelas escadas do prédio mas nunca pensei nela dessa forma. Era uma mulher comum, de uns 35 anos, gordinha, baixinha... Acabei batendo uma pensando nela. Nos próximos dias, quando esbarrava com ela pelas escadas, trocávamos alguns olhares, mas falávamos apenas bom dia e boa tarde, nada mais. Minhas punhetas pensando nela continuaram por algumas semanas, até que pensei em tomar iniciativa. Me gravei tocando uma até gozar. Quando encontrei com ela novamente nas escadas, falei: – Boa tarde. – Boa tarde. – respondeu e logo voltou a olhar para baixo, limpando o chão – Está usando o app? Ela me olhou espantada e sorriu. – Sim, tem muita coisa boa ali, obrigada pela indicação. – Dá uma olhada nisso aqui. Puxei meu celular e mostrei meu vídeo. Ela ficou paralisada olhando para a tela, e meu pau ficou duro na hora. Ela olhou pra mim e falou: – Nossa, muito bom. – Gostou? Se quiser ver pessoalmente é só ma avisar. Ela ficou me olhando espantada por alguns segundos e perguntou: – É você? – Quer conferir? Ela apenas acenou com a cabeça. Peguei a mão dela e levei ao meu pau, que estava pulsando na calça. Abri o zíper e puxei o pau pra fora. Ela ficou paralisada observando. – Chupa, eu sei que você quer. Ela ficou punhetando meu pau de pé, olhando para os lados desconfiada. Até que tomou coragem, ajoelhou e começou a esfregar meu pau na cara. Ela beijava e punhetava olhando para cima, completamente submissa. Abria a boca e olhava fixamente nos meus olhos. Segurei ela pela nuca, prendi o cabelo dela entre meus dedos e puxei a cabeça dela, fazendo com que ela engolisse meu pau todo de uma vez. Ela engasgou e sua primeira reação foi empurrar minha coxa para impedir o movimento, mas logo cedeu e me deixou conduzir os movimentos de sua cabeça. Com o tempo parei de guiar e ela fazia tudo sozinha. Engolia meu pau todo, babava nele e voltava a engolir. Punhetava e chupava a cabeça. Não demorou muito para que eu sentisse vontade de gozar. Avisei e a reação dela me excitou mais ainda. Ela abriu bem a boca, colocou a língua para fora e punhetou meu pau com mais velocidade, passando a língua na cabeça. O primeiro jato foi forte chegou até o cabelo dela. O próximo foi um pouco mais fraco e pousou na cara dela. O terceiro e o quarto pararam na boca, e ela engoliu. Guardei meu pau na calça e ela passou a mao sobre o rosto e o cabelo, tentando limpar a porra, mas apenas sujou mais. – Preciso ir, mas depois a gente continua nossa brincadeira. Ela sorriu e abanou a mão me dando tchau. Essa foi apenas a primeira das muitas outras que rolaram na escada aqui do prédio em que trabalho. O mais engraçado é que eu ainda nem sei o nome dela.
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