A bundinha de Alice era demais pra mim, mano. Sério, daquelas que você olha e já sente o sangue descer, mesmo que o resto do corpo não acompanhe. Ela era uma morena baixinha pra caralho, uns 30 anos, corpo miúdo, cintura fina e aquela bunda redondinha, firme, que balançava só de respirar. Eu sabia um pouco do passado quente dela, umas histórias de putaria que rolava por aí, e isso me deixava meio intimidado, tipo “porra, será que eu dou conta?”. Mas ela tava tão carente naquela noite que eu nem pensei muito. Quando entrei no quarto, ela já tava de quatro na cama, bunda pra cima, cara enfiada no travesseiro, esperando. A posição clássica de quem tá pedindo porra sem falar nada. Eu não esperava aquilo. Só via em porno, aquelas minas se oferecendo assim, cu e buceta à mostra, esperando o pau entrar. Fiquei parado um tempo só olhando. A calcinha dela era minúscula, preta, enfiada no meio da bunda, deixando as duas metades à mostra. Eu ajoelhei atrás dela e comecei a lamber. Passei a língua devagar pelo tecido, sentindo o cheiro quente dela, aquele cheiro de buceta molhada misturado com perfume barato. Puxei a calcinha pro lado e enfiei a língua direto no grelinho. Ela gemeu baixo, um gemido rouco. - Aaaah… assim… lamba mais forte… Eu lambi com vontade, chupando o grelinho, passando a língua pela fenda, entrando um pouco na buceta. O gosto era forte, salgado, delicioso. Enquanto isso, minha mão descia pro meu pau. Tava mole. Completamente flácido. Eu esfregava, apertava, puxava a pele pra frente e pra trás, tentando fazer ele crescer. Nada. Continuava mole, quente, mas sem força nenhuma. Eu continuei lambendo ela, metendo a língua no cu dela também, porque a bundinha era tão perfeita que eu não conseguia resistir. O cu apertadinho, rosado, se contraindo cada vez que eu tocava. - Isso… chupa meu cu… porra… Ela balançava a bunda pra trás, empurrando o rosto dela na minha boca. Eu masturbava meu pau mole com força, a mão deslizando rápido, a boca aberta, a língua pra fora, babando naquela bundinha minúscula que balançava na minha cara. Eu tava de joelhos, sentindo o peso do meu corpo, me sentindo dominante por uns segundos porque ela era tão pequena. Eu me ergui um pouco, fiquei de pé atrás dela, o pau mole balançando no ar bem na frente da buceta molhada. Continuei me masturbando furiosamente, a mão apertando o pau flácido, esfregando a cabeça mole contra o ar, quase tocando nela mas sem entrar. - Me come… por favor… enfia essa pica em mim… Ela implorava. A voz dela saía abafada pelo travesseiro, mas dava pra ouvir o desespero. Eu batia naquela bunda com a mão livre. O som seco da palmada ecoava no quarto. A pele dela ficava vermelha na hora. Ela gemia mais alto e mudava de posição, abrindo mais as pernas, empurrando a bunda pra cima. - Mais forte… bate mais… Eu batia de novo, e de novo. A bundinha balançava. Eu pensava em como seria foder ela sem misericórdia, pegar ela pelos cabelos pretos, puxar a cabeça pra trás e meter até o fundo, ouvindo ela gritar. Mas meu pau não colaborava. Continuava mole, e pior: eu sentia ele encolhendo ainda mais. Parecia que quanto mais eu tentava, menor e mais mole ficava. Eu gemia feito um animal, um gemido baixo, desesperado, enquanto a mão ia e vinha no pau flácido. - Porra… porra… eu quero gozar… Eu tava me alisando desesperadamente bem atrás dela. O pau mole gotejava um pouco de pré-porra, a cabeça brilhando. Eu movia os quadris devagar, como se estivesse fodendo ela de verdade. O pau flácido balançava no ar, batendo de leve na entrada da buceta dela, mas sem força pra entrar. Era patético. Eu me sentia inseguro pra caralho. A vista era maravilhosa: aquela bunda pequena, o cu apertado, a buceta inchada e molhada esperando. Mas eu só queria ir embora e me masturbar sozinho. Eu sabia que não ia ficar duro. Eu sabia que logo ia gozar nas folhas dela, mesmo tentando me segurar. Eu masturbava com mais força, a mão apertando a base do pau mole, puxando até a cabeça, espremendo. Os quadris se moviam num ritmo de foda imaginária. Eu gemia alto agora, sem vergonha. - Aaaah… porra… que bundinha gostosa… Ela olhou pra trás por cima do ombro, o rosto corado, a boca entreaberta. - Mete… pelo amor de Deus… me fode… Eu não conseguia. O pau continuava mole, gotejando, balançando. Então ela fez uma coisa que me destruiu. Moveu os pezinhos dela pra trás, devagar, e encostou a sola quente e macia no meu pau flácido. Os dedinhos apertaram de leve, esfregando a cabeça mole, massageando o pau todo com os pés. O toque foi o suficiente. Eu gozei na hora. A porra saiu forte, em jatos, espirrando nas folhas da cama, na bunda dela, escorrendo pelo cu e pela buceta. Eu gemia desesperado, o corpo inteiro tremendo, a mão ainda apertando o pau mole que pulsava e despejava porra. - Aaaaaah… porra… tô gozando… tô gozandoooooo… Ela sentiu a porra quente e gemeu também, mas era um gemido de frustração misturado com excitação. - Que isso… você gozou sem nem meter… Eu continuei espremendo o pau, tirando as últimas gotas, a porra escorrendo pelos meus dedos. Me sentia patético, inseguro, mas ao mesmo tempo aliviado. A vista ainda era incrível. Eu me abaixei rápido, beijei aquela bundinha uma última vez, lambendo um pouco da minha própria porra que tinha escorrido. Depois, enquanto ela ainda tava de quatro, meio confusa, eu roubei uma das calcinhas dela que tava jogada no chão. Era minúscula, preta, já um pouco úmida do cheiro dela. Enfiei no bolso e saí sem falar quase nada. - Vou embora… desculpa… Cheguei em casa com o pau ainda mole, mas a cabeça fervendo. Fechei a porta do quarto, tirei a roupa e peguei a calcinha. Enrolei ela em volta do meu pau. No mesmo segundo ele endureceu. Ficou duro pra caralho, latejando, a veia saltada. Eu ajoelhei no chão, enfiei o pau na calcinha e comecei a foder meu travesseiro como se fosse a bunda dela. Apertava o tecido macio com as duas mãos, metia com força, o pau entrando e saindo da dobra do travesseiro, a calcinha esfregando a cabeça a cada estocada. - Porra… que bundinha… toma essa pica… Eu gemia alto, sem se importar se alguém ouvia. O travesseiro amassava sob o meu peso. Eu metia forte, os quadris batendo, o pau duro deslizando na calcinha molhada de porra antiga e saliva. Imaginava a bunda dela se abrindo, o cu apertando, a buceta engolindo tudo. Eu falava sozinho, a voz rouca. - Abre essa bunda… deixa eu meter no teu cu… toma… toma porra… Gemia feito um animal de novo, mas agora com o pau duro, latejando. A mão livre apertava a base, segurando pra não gozar rápido demais. Mas era impossível. A imagem dela de quatro, a sensação dos pezinhos no pau mole, a porra espirrando nas folhas… tudo voltava. Eu metia mais forte, o travesseiro se movendo no chão, a calcinha encharcada. - Aaaah… vou gozar… vou gozar nessa bundinha… Gozei de novo. A porra saiu em jatos grossos, enchendo a calcinha, escorrendo pelo travesseiro, pelos meus dedos. Eu continuei metendo enquanto gozava, o corpo inteiro tremendo, os gemidos desesperados saindo sem controle. Fiquei ajoelhado ali um tempo, o pau ainda latejando dentro da calcinha, a respiração ofegante. Foi uma das melhores punhetas da minha vida. Eu me sentia seguro, em êxtase, sem a pressão de ter que performar. Só eu, a calcinha dela e a memória daquela bundinha perfeita.
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