Entre amigos é bom, com as esposas juntas é melhor ainda!
Para contextualizar, vou dar o nome (obviamente não os verdadeiros) das pessoas envolvidas para não ficar confuso: Minha esposa: Beatriz Amigo: Breno Esposa do Bruno: Priscila Bom, meu amigo Breno tem a lata e o corpo iguais aos caras de Alphaville: branquinho, cabelo liso e aquele estilo mais arrumadinho. Mas ele é muito gente boa. A gente se conhece desde os tempos de escola. Conheço o Breno há mais tempo do que conheço minha esposa, Beatriz. Somos casados há três anos. Eu e ela já abrimos a relação algumas vezes, mas isso acontecia apenas quando ela sentia vontade de ficar com outra mulher, já que ela é bi. E, por incrível que pareça, nunca era eu quem sugeria um ménage com outra mulher; era sempre ela. Na verdade, meu interesse era outro: eu queria fazer menage com outro homem. E não era cuckold, era porque eu também queria ter contato com ele durante a experiência (transar com dois gêneros diferentes as vezes pode ser mais divertido que com duas do mesmo). Na época, eu me considerava hétero curioso, mas tinha medo de como a Beatriz reagiria se eu contasse. E a Priscila, esposa do Breno, está casada com ele há menos tempo, mais ou menos um ano e meio. Os dois viviam perguntando para mim e para a Beatriz como era abrir a relação, mas nós sempre incentivávamos os dois a não fazer isso, a não ser que ambos tivessem certeza de que era o que queriam. Tínhamos medo de que isso acabasse gerando algum desentendimento entre eles. Bom, eu e Breno estávamos na academia, e começamos as cobiçar a mulher do outro, mas era sempre na zoeira, a gente tem muita intimidade, então nunca rolou intriga. No meio do papo, apareceu um homem esperando alguém liberar a esteira. Quando terminei, ele segurou firme nos meus ombros e perguntou se eu já tinha terminado. Fiquei nervoso, vidrado nele, porque achei ele muito bonito, e respondi com uma voz trêmula. Quando saímos da academia, Breno disse que eu tinha ficado corado na hora. Dei uma desculpa, falando que tinha levado um susto com a aproximação dele. Breno respondeu que ninguém fica vermelho só por levar um susto. Eu apenas respondi que era estranho e ficamos em silêncio por um tempo. Então ele perguntou se, nessas experiências com Beatriz, já tinha acontecido de eu aproveitar a abertura e ficar com algum homem. Menti, dizendo que não sentia nenhum interesse e que isso nunca tinha passado pela minha cabeça. Ele me olhou desconfiado, rindo, e disse que estava de olho em mim. Também comentou: "estamos em 2026, é normal homens experimentarem de vez em quando", mas eu não sabia se ele estava me zoando ou falando sério. Isso ficou na minha cabeça por um tempo. Eu não poderia ficar com um homem sem ela saber. Mesmo que às vezes abríssemos a relação, tínhamos um acordo: seria apenas para ménage, nunca separadamente. Bom, tomei coragem e resolvi propor, mas não de uma forma que fizesse parecer que eu queria muito aquilo. Apenas falei, fazendo parecer que queria recompensá-la, que, já que eu transava com duas mulheres, ela também poderia transar com dois homens. Ela ficou muito animada, a ponto de eu quase sentir ciúmes. Disse que tinha vontade de fazer DP e várias outras coisas, e então me perguntou se eu queria ter contato com o cara durante o sexo. Eu respondi perguntando o que ela acharia. Ela foi sincera e disse que gostava de verdade de ver dois caras se beijando e transando, mas que não queria me ver dando o cu, porque ela gosta de me ver como machão, e também tinha receio de eu gostar além da conta porque ela jamais conseguiria me satisfazer desta forma. Porém, se eu fosse ativo, ela disse que poderia até se tocar vendo. Eu falei "ok", tentando parecer tranquilo, mas por dentro estava feliz pra caralho. Já estávamos decididos, só faltava procurar o nosso marmito Não vou mentir, meu sonho era ser com o cara da academia, mas ele não parece ser bi e nem marmito. Passaram-se dias e não encontrávamos um marmito, mas tudo bem, não tínhamos pressa. Eu e Breno fomos jogar bola em uma quadra nova que a prefeitura tinha inaugurado. Quando o jogo acabou, fomos conhecer a área e acabamos nos deparando com o vestiário masculino. Estava um pouco cheio, e quase decidimos não entrar. Mas estávamos suados e, vendo a água caindo dos chuveiros, não resistimos. Apesar de ser um lugar novo, ainda não tinham feito divisórias de um chuveiro pro outro. Só tinha paredes separando cada área. Eu e Breno fomos para uma área mais vazia, e fomos tomar um do lado do outro, sei que falando assim parece ser meio sus, mas era para evitar que um random tome perto de nós. Tiramos a roupa e o negócio foi ficando cada vez mais estranho, trocávamos olhares disfarçadamente, mas naquela altura já percebemos que um estava olhando pro outro. E para cortar o clima ele meteu um "Você tem uma bela bunda" e eu respondi:"que susto achei que você estava olhando pro meu pau, já ia perguntar se você é " Começamos a rir e, quando desligamos o chuveiro, ele disse que queria ver minha tatuagem na coxa mais de perto. Naquele momento, meu coração acelerou a mil e comecei a sentir borboletas no estômago. Ele chegou perto e disse que nunca tinha reparado na tatuagem igual naquele momento, e ainda disse que tenho um coxão. Naquele momento, eu estava totalmente entregue, as minhas pernas estavam bambas e eu só estava esperando se ele iria me agarrar e me beijar. Nós nos aproximamos, nossos lábios chegaram a se encostar, mas não chegamos a nos beijar porque graças a Deus, pelo bem do meu casamento, naquele exato momento, apareceu um tiozão e cortou o clima. Nós nos secamos, vestimos a roupa e, quando estávamos saindo, o tiozão olhou para nós com aquele olhar de quem parecia dizer: “Eu sei o que vocês estavam fazendo.” Saímos de lá em silêncio total. A única coisa que fizemos foi dar um “tchau” quando cada um foi para o seu carro. Ficamos um dois dias sem conversar, para nós 2 dias sem se falar era muita coisa, já que conversávamos todo santo dia para saber como o outro estava. E quando chegou o dia em que iríamos juntos à academia, mandei uma mensagem perguntando se ele iria. Ele disse que estava com dor de cabeça, então respondi dizendo que precisava falar com ele urgentemente, pelo bem da nossa amizade. Nós encontramos na academia sentamos juntos no banco, e disse a ele que precisamos saber lidar com isso, que não poderíamos esfriar uma amizade por algo que quase aconteceu. Ele disse que não era só isto, e que precisava falar isso em um lugar mais privado. Fomos a casa dele, e ele foi bem direto e confessou não sente nada romântico, mas que sente atração sexual por mim faz um tempo, e tinha superado até me ver pelado. Eu fiquei sem meio sem reação, não sabia se ficava "nossa, que delicia " ou "Meu Deus " No entanto, falei que perdemos a chance de experimentarmos, agora casados ficaria mais complicado. A conversa acabou fluindo bem, não rolou nada, mas combinamos de convencer nossas esposas a fazer sexo a 4. Não precisei de muito para convencer a Beatriz. Já estávamos acostumados com o mundo liberal e, para quem estava buscando uma marmita, achar duas marmitas era praticamente um pote de ouro. Como seria entre amigos, sabíamos que poderia ficar estranho, mas vimos aquilo mais como uma forma de fortalecer a amizade, já que todos nós respeitávamos a relação um do outro. Mas a Priscila reagiu de outra forma. Ela achou aquilo uma loucura, era mais conservadora, mas ficou meio com uma pulga atrás da orelha. Então, ela aceitou ir para a nossa casa, mas deixou claro que não toparia fazer sexo. Eu, a Beatriz e o Breno sabíamos que dava para convencê-la, porque ela não viria à toa. Já imaginávamos que poderia existir uma certa curiosidade ali. Escolhemos um filme que tinha muitas cenas de sexo, na esperança de aumentar o clima entre todos. Em uma dessas cenas, comecei a beijar a Beatriz. A Priscila começou a olhar para nós, enquanto o Breno fazia carinho nas coxas dela. Então, de repente, a Priscila deu um beijão no Breno. Eu e a Beatriz paramos de nós beijar, e ela começou beijar o pescoço da Priscila, A Priscila soltou um suspiro curto, ainda meio tensa, mas não se afastou. Breno continuou passando a mão pelas coxas dela, subindo devagar por baixo da saia até chegar na calcinha. Eu me aproximei mais, beijei a Beatriz na boca de novo e, ao mesmo tempo, estiquei a mão e acaricie o peito da Priscila por cima da blusa. Ela olhou para mim por um segundo, os olhos meio arregalados, depois fechou os olhos e deixou a cabeça cair para trás, apoiada no ombro do Breno. Beatriz puxou a blusa da Priscila para cima. A Priscila levantou os braços.. Os seios dela eram firmes, pequeninos, com os mamilos já duros. Beatriz chupou um deles enquanto eu chupava o outro. Breno, do lado, abriu o zíper da própria calça e tirou o pau para fora. Ele pegou a mão da Priscila e colocou em cima dele. Ela apertou, ai e começou bater uma para ele devagar. Eu tirei a camisa e a calça. Meu pau estava latejando. Beatriz, sem parar de lamber o seio da Priscila, estendeu a mão e me agarrou. Depois olhou para o Breno e, com um sorriso safado, fez sinal com a cabeça. Eu me ajoelhei na frente dos dois. Breno olhou para mim, fiquei muito nervoso Eu segurei o pau dele e chupei a cabeça, lentamente no começo. O pau endureciamais a cada linguada. Ele gemeu baixo e enfiou a mão no meu cabelo. Priscila, vendo aquilo, soltou um “puta merda…” e se abaixou também, beijando o pescoço do marido enquanto eu engolia o pau dele cada vez mais fundo. Beatriz se levantou, tirou a própria calcinha e se sentou no sofá, abrindo as pernas bem na nossa frente. Começou a se masturbar, olhando a gente. Priscila, finalmente se soltando, se ajoelhou do meu lado e começou a chupar as bolas do Breno enquanto eu continuava na cabeça. Nossas línguas se tocaram algumas vezes, e ela não se afastou. Quando terminamos a Priscila avançou e me beijou. Breno puxou a Priscila para cima, e deitou de costas no sofá. Ele abriu as pernas dela e começou a chupar a buceta dela com vontade. Eu me posicionei atrás dele, passei a mão pela bunda dele e enfiei dois dedos molhados no cu dele, devagar. Ele gemeu alto contra a buceta da mulher. Beatriz veio até mim, se ajoelhou e começou a chupar meu pau enquanto eu dedava o Breno. Depois de um tempo, Breno se levantou, virado para mim. Nossos paus se roçaram. Eu o agarrei pela nuca e o beijei de verdade, e senti uma energia forte, como se tivéssemos muita química, nao sei explicar. Beatriz e Priscila estavam se beijando ao lado, mãos uma na buceta da outra. Breno me virou de costas, me empurrou de quatro no sofá e enfiou o pau no meu cu de uma vez, bem lubrificado com saliva. Eu gritei de prazer e dor misturados. Beatriz se enfiou debaixo de mim e começou a chupar meu pau enquanto eu era fodido. Priscila, já completamente entregue, montou na cara da Beatriz e começou a rebolar, gemendo alto. Breno metia fundo em mim, segurando minha cintura com força. Depois ele saiu, me virou de frente e me fez chupar o pau dele de novo, desta vez o pau dele tas com o gosto do meu cu, mas tudo bem, no tesão não pensei nisto. Beatriz se levantou, empurrou a Priscila de quatro e começou a comer a buceta dela com a língua enquanto eu enfiava o pau na boca da Priscila. Os gemidos, erro cheiro de sexo e suor deixava tudo mais gostoso. Breno se ajoelhou atrás da Beatriz e enfiou o pau nela de uma vez. Eu continuei fodendo a boca da Priscila. Depois trocamos e fomos cada um para sua esposa. Fui meter na Beatriz por trás, Breno meteu na Priscila. As duas se beijavam, gemendo uma na boca da outra. Em algum momento as duas se deitaram de lado, uma de frente para a outra, e nós dois comemos elas ao mesmo tempo, pau entrando fundo enquanto as bocas delas se encontravam. Beatriz se virou para mim, ainda ofegante, e falou que queria DP Priscila sentou no sofá se tocando, e disse que queria ver. Eu me deitei de costas no tapete. Beatriz montou em mim. Ela ficou um tempo só rebolando, no meu pau, enquanto Breno se ajoelhava atrás dela. Ele passou a mão pela coluna dela, depois desceu até a bunda, abriu as nádegas e passou a cabeça do pau no cu dela, só provocando. Beatriz olhou por cima do ombro e deu um beijo nele. Breno empurrou com cuidado. Beatriz prendeu a respiração, as unhas cravaram no meu peito. Quando ele entrou por completo, ela soltou um gemido longo, quase um soluço. Eu e Breno começamos a nos mexer juntos, sem pressa. Dava para sentir o pau dele roçando no meu lá dentro. Beatriz se inclinava para frente e para trás, gemendo sem parar, os olhos semicerrados. Priscila assistia tudo de perto, a mão voltando para a própria buceta, os dedos molhados. Beatriz teve múltiplos orgasmos. O corpo dela tremeu forte, apertando os dois paus ao mesmo tempo. Eu tive que morder o lábio para não gozar junto. Quando a Beatriz goza ela geralmente cansa, então paramos por ali, e aproveitamos para geral repor as energias, pois eu tava quase gozando. Ficamos um tempo deitados, até que Priscila disse que também queria. Dessa vez trocamos as posições: Breno ficou por baixo dela. Priscila montou nele, encaixou o pau dele na buceta. Eu fiquei de joelhos atrás dela, passei saliva no meu pau e no cu dela, e fui entrando devagar. Priscila agarrou o ombro do Breno com força, a testa apoiada no peito dele. Quando eu estava todo dentro, os três ficamos parados por alguns segundos, só sentindo. Aí começamos a nos mexer. Breno por baixo, eu por trás. Priscila gemia mais alto do que a Beatriz tinha gemido, a voz falhando a cada metida. Beatriz se ajoelhou ao lado e ficou acariciando o cabelo dela, beijando a boca, sussurrando coisas baixas. Priscila gozou com o corpo inteiro se contraindo, um grito abafado contra o peito do Breno. Depois disso o ritmo foi caindo. Nós quatro estavamos suados, ofegantes, o cheiro de sexo impregnado na sala. Eu saí de dentro da Priscila e me sentei no chão, as costas apoiadas no sofá. Breno ainda estava deitado, com ela em cima dele. Beatriz se aconchegou do meu lado, a cabeça no meu ombro. Por um tempo ninguém falou nada, famosa ressaca pós gozo. E enfim perguntei a Priscila o que achou, ela disse que amou. Breno olhou para mim e depois para a esposa. Não tinha aquela tensão de antes. Só um cansaço gostoso e um silêncio confortável. Ficamos mais um tempo ali, sem roupa, sem pressa de colocar nada. Beatriz se levantou, foi até a cozinha e voltou com água para todo mundo. E depois começamos a nós vestir Quando estavam indo embora, Priscila me deu um abraço rápido e depois abraçou a Beatriz por mais tempo. Breno me deu um aperto de mão firme, o mesmo de sempre, só que agora com um olhar diferente. Não era culpa, nem constrangimento. Era só a certeza de que alguma coisa tinha mudado entre a gente, e que, pelo menos naquela noite, tinha sido bom. Eles saíram. Eu fechei a porta e me virei para Beatriz. Ela ainda estava descalça, o cabelo bagunçado, a camiseta colocada de qualquer jeito. Ela me disse que disse que foi a noite mais intensa e gostosa... e concordei. Tomamos banho juntos e apagamos rápido na cama, estávamos exaustos. No dia seguinte eu perguntei a Beatriz, se ela viu problema nas minhas interações com o Breno, mas ela disse não ligou, o que importa é que foi gostoso.
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