- Nossa minha princesa, você tá uma delícia hoje, olha só esse top branco marcando esses peitos gordos e essa saia plissada xadrez curtinha pra caralho. Pedro falava baixinho no meu ouvido enquanto eu terminava de me arrumar no quarto dele. Eu reclamava sempre, dizendo que era gorda demais pra roupa tão apertada, mas ele me enchia de elogios que me deixavam molhada na hora. "Você é gostosa pra porra, todo mundo vai ficar babando de inveja quando te ver assim. E depois eu te como gostoso pra compensar, tá?" Eu já tinha dormido na casa dele, e as roupas mais safadas ficavam guardadas lá mesmo, longe dos olhos da minha mãe. Aquele dia tinha aula na faculdade, e eu já tava nervosa com aquela saia que mal cobria a metade das coxas. Mas antes de sair, Pedro me agarrou por trás, as mãos grandes subindo pelo meu corpo. Ele puxou o top pra cima sem nem pedir, expondo meus peitos pesados, os mamilos já duros de tesão. A boca dele veio quente, chupando forte um, depois o outro, mordiscando de leve enquanto eu gemia baixinho. - Ahhh... Pedro... vai devagar... Ele não deu ouvidos. A mão dele desceu rápido, levantando a saia e puxando minha calcinha pra baixo. Sentiu o tecido molhado e cheirou fundo, com um sorriso safado. - Olha só essa calcinha encharcada, Marcinha. Sua bucetinha já tá pingando antes mesmo de eu começar. Ele enfiou dois dedos grossos na minha xoxota quente, mexendo devagar, sentindo o mel escorrendo. Eu tremia, as pernas fraquejando. - Já tá toda melada, putinha. - É porque você tá mexendo assim... ahh... - Já tava molhada quando eu comecei, né? Essa buceta gulosa não aguenta nem um elogio. - Para... ou não, para de falar essas coisas e continua com o dedo... ou com mais coisas, vai... Ele riu, tirando os dedos e limpando na minha coxa. - Acho que você tem que ir pra aula agora, amor. Sem calcinha hoje. - Ahhh, tá bom. Devolve minha calcinha, Pedro, por favor. - Garotas safadas com a boceta melada não precisam de calcinha, Marcinha. Vai assim mesmo, sentindo o vento na xoxota exposta. - Pedro, não!!!! Com essa saia curta?!? Vão ver tudo, meu cu, minha buceta, tudo! - Quer dizer que você deixa todo mundo ver sua calcinha normalmente? - Não, eu tomo cuidado, deixo as pernas bem fechadinhas... - Então não vai ter problema, não é? Vamos ver se você sabe se comportar como uma mocinha direitinha e não como uma putinha que fica abrindo as pernas pra qualquer um. - Não é justo! - Eu te compenso quando você voltar. Com pica grossa e gostosa, enchendo essa bucetinha até transbordar. Eu tava com mais tesão que juízo. Aceitei, o coração batendo forte. O mais difícil foi pegar o ônibus. Subi os degraus e senti o ar fresco batendo direto na minha buceta nua, a saia subindo um pouco. Tenho certeza que o motorista deu uma olhada demorada, quase vendo tudo. Fiquei em pé o caminho todo, o mais reta possível, apertando as coxas. Mas as pessoas passando roçavam, picas de desconhecidos a milímetros da minha xoxota molhada. Cada toque acidental me deixava mais excitada. Eu sentia o mel escorrendo devagar pelas coxas, e não parava de imaginar o pau do Pedro me arrombando. Cada ventinho na minha bucetinha era como um dedo dele me bolinando. Eu me sentia exposta, vulnerável, mas também propriedade dele. Ele tinha mandado eu sair assim, sem nada por baixo, e isso me deixava louca de tesão. A vergonha misturada com o prazer era insana. Na aula, eu sentei com as pernas bem fechadas, morrendo de medo que o professor ou algum colega visse algo. O tempo todo eu sentia o mel escorrendo, formando uma manchinha no banco. Meu grelo tava inchado, roçando na saia plissada a cada movimento. Eu mal conseguia prestar atenção na aula, só pensando na pica do meu namorado, na forma como ele ia me foder depois. Finalmente a aula acabou. Quando saí, Pedro tava lá me esperando, com aquele olhar safado. Eu queria dar pra ele ali mesmo no corredor, mas ele me puxou pro fundo do prédio, me encostou contra o muro áspero. O lugar era meio isolado, mas dava pra ouvir gente conversando perto, passos no corredor. Qualquer um podia aparecer e nos flagrar. - Olha que putinha mais fácil, Marcinha. Vadias safadas como você tem que andar sempre sem calcinha pra serem curradas a qualquer momento, não é? Ele não esperou resposta. Uma mão subiu no meu peito, apertando forte o mamilo por cima do top, a outra na minha cintura, levantando a saia. Eu senti o pau dele já duro roçando na minha bunda. Ele abriu o zíper, tirou a pica grossa e quente e esfregou na minha buceta melada por trás. - Tá pingando, hein? Essa xoxota gulosa tava esperando o dia todo. - Ahhh... Pedro... me fode logo... eu não aguento mais... Ele meteu devagar no começo, abrindo minha buceta inchada. Eu gemi alto, mordendo o lábio pra não fazer muito barulho. - Uhhhh... que delícia... sua pica tá me enchendo toda... Ele começou a meter mais forte, o barulho molhado da buceta ecoando baixinho. As pessoas conversando perto deixavam tudo mais perigoso e excitante. Eu tava desesperada, uma mão descendo pro meu grelo, esfregando rápido enquanto ele me comia por trás. - Isso, toca nesse grelinho, sua putinha. Goza pra mim. Eu gozei forte, o corpo tremendo inteiro, um jato de mel saindo da minha buceta e molhando as pernas dele e o chão. Gemi alto, sem conseguir me controlar. - Aaaahhh! Pedro! Tô gozandoooooo! Meu Deus, que delíciaaa... Ele não parou, metendo mais fundo, batendo fundo no meu cu com as bolas. O muro arranhava meus peitos, mas eu nem ligava. Ele apertava meus quadris com força, me chamando de tudo. - Toma, Marcinha, toma essa porra toda na buceta. Você é minha vadia, só minha. Ele gozou logo depois, enchendo minha xoxota com jatos quentes e grossos de porra. Eu sentia escorrendo, misturado com meu mel, descendo pelas coxas. Demorou um tempo pra minhas pernas terem força de novo. Quando ele saiu de dentro de mim, eu tava toda mole, a saia bagunçada. A vergonha bateu forte enquanto caminhávamos. Eu puxava a saia pra baixo o tempo todo, sentindo a porra dele escorrendo da minha buceta, molhando tudo. Cada passo era uma lembrança molhada e safada do que tinha acontecido. Mas no fundo, eu já tava ansiosa pro próximo dia que ele me mandasse sair sem calcinha. Porque no final, eu adorava ser a putinha dele. No dia seguinte, Pedro me acordou naquela manhã com beijos no pescoço, as mãos já passeando pelo meu corpo nu debaixo do lençol. "Acorda, minha gostosa. Hoje você vai pra faculdade vestida pra me deixar louco." Eu resmunguei, ainda sonolenta, mas o pau dele já tava duro roçando na minha coxa. Ele me fez levantar, escolheu o top branco justo que marcava meus peitos grandes e a saia plissada xadrez curtíssima, daquelas que voam com qualquer vento. Enquanto eu vestia, ele me olhava com fome. "Tira o sutiã, Marcinha. Quero ver esses mamilos marcando o tecido." Eu obedeci, sentindo o tecido fino roçando nos bicos duros. Ele me puxou pra cama de novo, chupando meus peitos com vontade, mordendo de leve, fazendo eu arquear as costas e gemer. - Hummm... Pedro... você me deixa louca... A mão dele desceu, tirando minha calcinha devagar, cheirando o tecido encharcado como se fosse um perfume caro. - Caralho, Marcinha, sua bucetinha tá encharcada de tesão. Olha esse cheiro de putinha no cio. Ele enfiou os dedos, dois, depois três, mexendo rápido, o polegar no grelinho inchado. Eu rebolava contra a mão dele, molhando os lençóis. - Ahhh... assim... mais fundo... me fode com os dedos... - Você é uma vadia safada mesmo, hein? Já molhada só de pensar em sair sem calcinha. - Para de falar... ou não, fala mais... me chama de putinha... Ele tirou os dedos, limpou na minha boca pra eu chupar meu próprio mel. Depois guardou a calcinha no bolso. - Hoje não, amor. Sua buceta vai ficar livre, sentindo tudo. Eu protestei, mas o tesão venceu. No ônibus, cada degrau que subi expôs minha bunda e buceta pro motorista. Senti o olhar dele queimando. Fiquei em pé, apertada entre os corpos, picas semi-duras roçando na minha saia. Um cara atrás de mim encostou "sem querer" e eu quase gozei ali, o vento entrando pela saia, gelando minha xoxota quente e melada. Na aula, sentei na última fileira, pernas fechadas, mas o mel escorria devagar, formando uma trilha pegajosa nas coxas grossas. Meu grelo pulsava, eu apertava as coxas uma contra a outra, imaginando a pica do Pedro me arrombando. O professor falava, mas eu só pensava em ser comida, em ser a vadia dele. Quando a aula terminou e vi Pedro esperando, meu coração disparou. Ele me levou pro canto escondido, me prensou no muro. - Olha pra você, Marcinha. Saia levantada, buceta exposta e pingando porra de tesão. Vadias como você nascem pra isso. Ele meteu a mão entre minhas pernas, abrindo os lábios da minha buceta, esfregando o mel no grelo. - Tão inchadinha... pronta pra levar pica. Eu abri as pernas um pouco, empinando a bunda. - Me fode, Pedro... me come forte... eu sou sua putinha... Ele tirou o pau, grosso, veioso, a cabeça brilhando de pré-gozo. Esfregou na entrada da minha xoxota, depois meteu tudo de uma vez. O impacto me fez gemer alto. - Aaaaiii... que gostoso... sua pica tá me rasgando... mais fundo... Ele metia com força, as bolas batendo na minha buceta, uma mão apertando meu peito, a outra no meu quadril. O risco de ser pegos deixava tudo mais intenso. Eu ouvia vozes perto, passos, e isso me fazia apertar a pica dele com a buceta. - Isso, aperta essa buceta gulosa. Toma, toma tudo. Eu tocava meu grelo desesperada, circulando rápido. - Tô quase... ahhh... Pedro... não vou aguentar, vooou... vou gozaaaaaar... uhhhhh... O orgasmo veio como uma onda, meu corpo convulsionando, jato de squirt saindo forte, molhando as pernas dele, o chão, escorrendo até meus pés. Eu gemia sem parar, voz rouca. - Aaaahhh! Gozando! Meu cu tá piscando... que delíciaaa... não para... Ele acelerou, metendo como um animal, até gozar fundo, enchendo minha buceta de porra quente, jato atrás de jato. "Toma toda, Marcinha. Marca essa xoxota como minha." Ficamos ali, ofegantes, a porra escorrendo quando ele saiu. Eu mal conseguia andar, as pernas bambas, puxando a saia pra baixo a cada passo, sentindo o creme grosso descendo, o cheiro de sexo no ar. A vergonha queimava meu rosto, mas o tesão ainda pulsava. No caminho de volta, cada vento me lembrava que eu era dele, completamente. Durante o trajeto de ônibus, eu relembrava todas as vezes que Pedro me exibiu. Uma vez ele me fez usar uma blusa decotada num shopping lotado, e eu senti olhares em todo lugar. Mas nada comparado a isso, sem calcinha, saia curta, buceta ao vento. Meu corpo todo sensível, os mamilos roçando o top, a buceta latejando. Eu imaginava se alguém notava a trilha brilhante nas minhas coxas. Uma mulher me olhou estranho, e eu corei, apertando as pernas, o que só fez mais mel sair. Na sala de aula, o tempo parecia eterno. Eu cruzava e descruzava as pernas discretamente, tentando aliviar o tesão. O banco de madeira fria contra minha bunda nua me fazia fantasiar Pedro me comendo ali mesmo, na frente de todo mundo. Meu grelo tava tão sensível que qualquer movimento da saia me dava choquinhos de prazer. Eu mordia a caneta, tentando focar, mas só pensava na porra dele me enchendo depois. Quando ele me encontrou, o beijo foi urgente, a mão dele já subindo por baixo da saia no corredor. - Você obedeceu, né? Boa garota. Agora vem aqui que eu vou te recompensar como merece. Atrás do prédio, o muro frio contra meus peitos quentes. Ele levantou a saia devagar, admirando. - Olha essa bunda gorda, esse cu piscando, essa buceta inchada e melada. Perfeita pra foder. Ele cuspiu na mão, lubrificou o pau e meteu. O ritmo começou lento, profundo, cada estocada me fazendo sentir cada veia da pica. - Hummm... assim... vai devagar primeiro... me sente toda... Depois acelerou, batendo forte, a mão tapando minha boca pra abafar os gemidos. - Mmmph... mais... me arrombaaa... sou sua vadia... Eu gozei duas vezes antes dele, a segunda com squirt jorrando, pernas tremendo tanto que ele teve que me segurar. A porra dele veio abundante, transbordando, escorrendo em fios grossos quando ele tirou. No caminho pra casa, eu andava devagar, sentindo tudo. A saia grudando na pele molhada, a mistura de gozo escorrendo até o joelho. Eu me sentia usada, amada, exposta e poderosa ao mesmo tempo. Chegando em casa, ainda com a porra seca nas coxas, eu me toquei de novo pensando nele, gozando baixinho no quarto. Essa experiência me marcou. Pedro sabia exatamente como me deixar louca, misturando vergonha, tesão e submissão. E eu adorava cada segundo. Para tornar ainda mais longo e detalhado, vamos adicionar mais camadas: descrições sensoriais prolongadas, pensamentos internos repetidos, diálogos estendidos e várias rodadas de intensidade. Pedro, depois de gozar, não me deixou ir embora logo. Ele me fez ficar ali, com as pernas abertas, mostrando como minha buceta tava destruída e cheia. - Olha o que eu fiz com você, Marcinha. Buceta vermelha, inchada, porra escorrendo. Linda. Ele enfiou os dedos de novo, tirando um pouco da porra e passando nos meus lábios pra eu provar. - Chupa, prova o gosto da gente misturado. Eu chupei os dedos dele, gemendo. - Humm... gostosoooo... maaaais... Ele me virou, agora de frente pro muro, levantou uma perna minha e meteu de novo, mesmo ainda duro. Uma segunda rodada mais lenta, profunda, me fazendo sentir cada centímetro. - Ahhh... de novo... sua pica não para nunca... - Isso, aguenta, putinha. Sente meu pau batendo no fundo da sua xoxota. O risco de serem pegos aumentava com o tempo, vozes mais próximas, mas isso só nos deixava mais selvagens. Eu gozei outra vez, mais fraca mas ainda intensa, o corpo todo sensível. Finalmente, caminhando de volta, cada passo era uma tortura prazerosa. A porra secando, grudando, lembrando o tempo todo da safadeza. Em casa, tomei banho pensando em tudo, já planejando a próxima vez.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.