Vi meu irmão mais novo batendo punheta vendo meu Instagram!
A casa estava silenciosa naquela noite, só o zumbido baixo da geladeira na cozinha ecoando pelo corredor. Eu tinha acordado com vontade de mijar, mas quando cheguei na porta do banheiro, vi que estava entreaberta. Meu irmão mais novo, o Lucas, de dezessete anos, achava que todo mundo dormia. Pela fresta, a luz amarelada do abajur batia direto nele. Ele estava sentado na borda da banheira, short abaixado até os tornozelos, a mão subindo e descendo rápido naquela pica dura e grossa. Meu coração disparou. Fiquei paralisada, os pés colados no chão frio. Ele gemia baixinho, os olhos semicerrados, o rosto vermelho de esforço. A mão apertava firme, o prepúcio subindo e descendo, revelando a cabeça inchada e brilhante de pré-gozo. Eu sabia que era errado pra caralho, ele era meu irmão, mas minha buceta traiu na hora. Senti um calor subir pela barriga, os bicos dos peitos endurecendo contra a camisola fina. Ele acelerou o punho, a respiração virando um arquejo desesperado. - Ahh... porra... mana... - murmurou ele, quase inaudível. Meu estômago deu um salto. Ele estava pensando em mim. Quando ele gozou, o jato grosso acertou o lenço que segurava com a outra mão, espirrando branco e viscoso. Três, quatro jatos fortes, o corpo dele tremendo inteiro. Ele limpou a pica devagar, ainda meio dura, e colocou o celular na bancada. Foi aí que eu me estiquei na ponta dos pés, curiosa pra caralho. A tela brilhava com minhas fotos do Instagram. Selfies de biquíni, aquelas em que o decote ficava generoso, a barriga tanquinho aparecendo, a bunda empinada na areia. Prints que ele tinha salvado. Meu rosto queimou de vergonha, mas a buceta pulsou forte, molhando a calcinha na hora. Voltei pro meu quarto na ponta dos pés, o coração martelando. Deitei na cama, a mão descendo sozinha pra dentro do short. Toquei o grelinho inchado e molhado, imaginando aquela pica do Lucas gozando por minha causa. Gozei rápido, mordendo o travesseiro pra não gemer alto. Depois, quando ouvi ele voltar pro quarto, levantei. Fui pro banheiro, me olhei no espelho. Tirei uma selfie provocante: decote baixo, os peitos quase pulando pra fora da blusa, lábios entreabertos. Mandei direto pra ele no WhatsApp e voltei pra cama, o corpo inteiro latejando de expectativa. Na manhã seguinte, eu saí pra correr como sempre. Mas dessa vez preparei tudo. Coloquei uma regata esportiva velha, bem apertada, que marcava meus peitos redondos e deixava o decote generoso. O shortinho era daqueles que mal cobriam a bunda, justo nas coxas grossas. Corri bastante, suei pra valer. Antes de entrar em casa, molhei o corpo todo com a garrafa d'água, a regata ficando quase transparente, os mamilos escuros marcando forte. Entrei direto na cozinha. Lucas estava lá, tomando café, cabelo bagunçado de quem tinha acabado de acordar. Seus olhos grudaram em mim imediatamente. - E aí, maninho, dormiu bem? - perguntei, sorrindo safada, pegando a garrafa e chupando o canudo devagar, os lábios carnudos envolvendo ele. Ele só assentiu, a boca entreaberta, os olhos descendo pro meu decote molhado, pros bicos duros furando o tecido. Eu podia ver o volume crescendo na calça dele. Fiquei ali um pouco mais, virando de lado pra ele ver a bunda suada e empinada. - Ok então, tenha um bom dia - disse, saindo rebolando devagar. Senti o olhar dele queimando minha bunda o caminho todo até o quarto. No quarto, abri o celular. Ele tinha visto a selfie da noite anterior, mas nenhuma resposta. Sorri. Mandei outra: no espelho, busto pra cima, mão no quadril, decote explodindo, os peitos quase saindo. Ele visualizou na hora e respondeu só: amei. Fui tomar banho e, no meio do sabonete, chegou outra mensagem dele. - Espero que a corrida tenha sido boa. Sorri, lavei as mãos rápido e digitei: - Sim, é assim que sua irmã mais velha mantém a forma. O dia passou devagar. Ele saiu pra aula, eu trabalhei em casa. Mas à noite, eu me arrumei pra provocar mais. Coloquei uma camiseta cropped velha, apertadíssima, sem sutiã. Os peitos grandes esticavam o tecido, os mamilos duros e escuros aparecendo claramente. Shortinho minúsculo, cabelo num coque bagunçado, óculos no rosto. Bati na porta dele. Lucas abriu e as pupilas dilataram na hora. Ficou olhando meus peitos, a boca seca. - Maninho, me empresta o carregador portátil? - pedi, voz manhosa, inclinando o corpo pra frente de propósito. Ele entregou sem dizer nada, os olhos grudados nos meus mamilos. Eu sorri devagar, virei e voltei pro quarto rebolando, sentindo ele me devorando com o olhar. Mas aquilo não parou ali. O tesão estava crescendo demais pros dois. Na noite seguinte, eu não aguentei. Esperei todo mundo dormir e fui até o quarto dele. A porta estava entreaberta de novo. Entrei devagar. Ele estava na cama, celular na mão, punhetando devagar aquela pica grossa enquanto olhava minhas fotos. - Lucas... - chamei baixinho. Ele pulou de susto, tentando esconder a pica. - Mana... o que você... - Shhh. Eu vi você no banheiro ontem. Vi você gozando olhando minhas fotos. E eu gostei. Ele ficou vermelho, mas a pica deu um pulo na mão dele, babando pré-gozo. Eu me aproximei, tirei a cropped devagar, deixando os peitos grandes pularem livres, mamilos duros como pedra. - Você quer tocar neles, maninho? Quer chupar a buceta da sua irmã mais velha? - Porra, mana... isso é errado... mas eu quero tanto... - ele gemeu, voz rouca de tesão. Eu subi na cama, tirei o shortinho e a calcinha molhada. Minha buceta estava inchada, os lábios grandes brilhando de tesão, o grelinho protuberante. Sentei no rosto dele sem aviso. - Chupa, Lucas. Lambe a buceta da mana. Ele gemeu alto e enfiou a língua quente, lambendo tudo. Sugava meu grelinho com fome, enfiava a língua fundo na entrada molhada. Eu rebolava no rosto dele, peitos balançando, mãos agarrando o cabelo dele. - Isso, maninho... assim... ahhh porra, que língua gostosa... lambe o grelinho da mana... Ele gemia abafado contra minha buceta, as mãos apertando minha bunda, um dedo atrevido roçando meu cu. Eu estava ensopada, gozando na boca dele em minutos, o corpo tremendo, gemendo desesperada. - Aaaahhh Lucas... tô gozando... engole o leitinho da mana... Ele lambeu tudo, louco. Eu desci, peguei aquela pica grossa na mão. Era maior do que eu imaginava, veias pulsando, cabeça roxa inchada. - Que pica linda, maninho. Tão dura pra mim... Comecei a masturbar devagar, depois baixei a boca. Chupei a cabeça, lambendo o pré-gozo salgado, descendo até engolir metade. Ele gemia alto, quadril subindo. - Mana... sua boca... porra... tá quente demais... Eu chupei com vontade, babando tudo, garganta apertando a glande. Ele segurava minha cabeça, fodendo minha boca devagar. Depois eu subi, posicionei a buceta na cabeça da pica e desci devagar. - Aaaaiii... que grossa... tá abrindo minha buceta todinha... Ele gemeu desesperado quando entrei fundo. Comecei a cavalgar, peitos pulando, bunda batendo nas coxas dele. O quarto encheu de sons molhados, pele contra pele, gemidos. - Mana... sua buceta é tão apertada... tá engolindo minha pica... ahh porra... Eu cavalgava mais rápido, o grelinho roçando na base dele a cada descida. Ele apertava meus peitos, chupava os mamilos com força. - Morde, maninho... mama os peitos da mana enquanto fode ela... Ele obedeceu, dentes roçando, língua girando. Eu estava perdida de tesão. Virei de quatro, empinando a bunda. - Me fode por trás agora. Enfia essa pica grossa na buceta da mana. Lucas ajoelhou, segurou meus quadris e meteu fundo de uma vez. O barulho molhado ecoou. Ele metia forte, bolas batendo no meu grelinho, uma mão descendo pra esfregar ele. - Aaaahhh... assim... fode sua irmã... mete fundo... - eu gemia, rosto no colchão, bunda empinada. Ele acelerava, suado, gemendo rouco. - Mana... tô quase... sua buceta tá me apertando... - Goza dentro, Lucas... enche a buceta da mana com porra quente... Ele urrou, metendo fundo e gozando forte. Jatos grossos enchendo minha buceta, transbordando. Eu gozei junto, corpo convulsionando, gemendo desesperada. Mas não acabou. Depois de alguns minutos descansando, eu virei e chupei a pica dele de novo, limpando nossa mistura de gozo. Ele endureceu rápido. - Agora quero no cu, maninho. Você já fantasiou foder o cuzinho da mana? Ele arregalou os olhos, mas o tesão venceu. Eu cuspi na pica, posicionei no meu cu virgem e desci devagar. A dor misturada com prazer era insana. - Aaaaiii... tá abrindo meu cu... devagar... que pica grande... Ele segurava minha cintura, gemendo. - Mana... tão apertado... porra... Quando entrou todo, comecei a rebolar. Ele metia devagar no começo, depois mais forte. Eu esfregava o grelinho com a mão, peitos balançando. - Fode o cu da mana... mete tudo... ahhh... Os gemidos dele viraram rosnados. Ele me virou de lado, levantou uma perna e meteu no cu de novo, a outra mão no meu grelinho. Eu gozei de novo, buceta esguichando no lençol. Ele gozou pela segunda vez, enchendo meu cu de porra quente. Ficamos ali, suados, colados. Ele me abraçou, beijando meu pescoço. - Mana... isso foi... - Shhh. Amanhã a gente continua. Agora dorme com sua irmã mais velha. E assim começou nossa sacanagem secreta. Todo dia eu provocava mais, mandava fotos, usava roupas mínimas pela casa. Ele não resistia. Às vezes me comia na cozinha de manhã cedo, pica enfiada na buceta enquanto eu segurava o balcão, gemendo baixinho pra não acordar ninguém. Outras vezes eu ia pro quarto dele à noite e cavalgava até o sol raiar, peitos na cara dele, buceta molhada engolindo aquela pica sem parar. Uma tarde, quando nossos pais saíram, eu o chamei pro meu quarto. Estava só de calcinha. Ele chegou já duro. Eu me ajoelhei e chupei devagar, olhando nos olhos dele. - Chupa minha pica, mana... isso... engole fundo... Depois ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e lambeu minha buceta até eu implorar. Enfiou dois dedos, depois três, abrindo meu furinho. - Quero te foder gostoso hoje. - Então mete, maninho. Destrói a buceta da mana. Ele meteu forte, posição de missionário, meus pés no ombro dele. Cada estocada fundo, a cama batendo na parede. Eu gemia sem controle. - Aaaahhh Lucas... tá batendo no fundo... que delícia... fode mais forte... Ele suava, pica inchada pulsando dentro de mim. Gozamos juntos de novo, ele enchendo minha buceta até transbordar. Depois ainda me virou e lambeu o cu sujo de porra, enfiando a língua fundo enquanto eu gemia. Nossa relação virou isso: tesão puro, proibido, viciante. Eu me sentia poderosa e safada, sabendo que meu corpo deixava meu irmão mais novo louco. Ele se sentia o cara mais sortudo do mundo, fodendo a irmã gostosa todo dia. E a cada noite, os gemidos baixos enchiam o quarto, a pica dele na minha buceta, no meu cu, na minha boca, sem parar. A culpa ainda existia, mas o prazer era maior. Muito maior.
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