Do tédio ao susto, do susto a putaria!

Renato acordou naquele dia comum de férias sentindo um tédio que pesava no peito como uma pedra. O sol mal tinha nascido, o café estava morno e a casa vazia demais. “Porra, hoje vai ser uma merda total”, pensou ele, vestindo a jaqueta preta e pegando o capacete. A moto era a única saída. Ligou o motor, sentiu o ronco vibrando entre as pernas e partiu sem destino certo. Duas cidades adiante, em Pojuca, parou na casa dos amigos. Riu, tomou uma cerveja gelada, contou umas piadas velhas e, depois de quase duas horas, sentiu o chamado da estrada de novo.
No caminho de volta, uma ideia piscou na cabeça como um farol. Tainara. A amiga de longa data que trabalhava em São Sebastião do Passé. Ele sorriu por baixo do capacete fechado e mudou o rumo. O vento quente batia no peito enquanto acelerava. Quando chegou no local de trabalho dela, estacionou a moto com cuidado, desceu e entrou devagar. Vestido todo de preto, capacete ainda no rosto, ele parecia saído de um filme de assalto. Tainara, que estava sozinha no escritório pequeno e abafado, virou o rosto e quase infartou.
— Caralho, quem é você? Sai daqui! — gritou ela, recuando contra a parede, o coração disparado.
Renato tirou o capacete devagar, revelando o sorriso safado que ela conhecia bem.
— Sou eu, sua louca. Calma aí.
Tainara respirou aliviada por um segundo, pois era seu amigo de longa data, ao qual carinhosamente ela o chamava de Reginaldo, Job ou Job Regi, mas logo a raiva tomou conta. Ela avançou, batendo no peito dele com os punhos fechados.
— Seu filho da puta! Quase me matou de susto! Eu pensei que era um ladrão, Reginaldo! Como você faz uma merda dessas?
Ele riu baixo, envolveu os braços fortes ao redor dela e a puxou contra o corpo. O abraço era firme, quente, daqueles que não deixam espaço para fuga. Antes que ela pudesse continuar reclamando, ele a pegou no colo como se ela não pesasse nada. Tainara soltou um gritinho surpreso, as pernas balançando no ar.
— Para com isso, Reginaldo! Me bota no chão!
Mas ele já estava caminhando até a cadeira do escritório, sentando-a com delicadeza no colo dele. As mãos grandes começaram a massagear os ombros dela, descendo pelas costas, apertando os músculos tensos. Tainara tentou resistir, mas o toque era bom demais. Os dedos dele subiram pela lateral do corpo, por baixo da camiseta fina, encontrando os peitinhos macios. Ele os apertou devagar, sentindo os bicos endurecerem na palma da mão.
— Job... para... alguém pode ver... — murmurou ela, a voz já falhando em um gemidinho baixo.
Ele não parou. As câmeras do lugar estavam desligadas aquele dia, sorte grande. As mãos dele entraram completamente por baixo da camisa, acariciando os seios com fome, roçando os polegares nos mamilos duros. Beijou o pescoço dela, depois o rostinho delicado, mordiscando a orelha.
— Shhh, relaxa, gostosa. Você tá precisando disso tanto quanto eu.
Tainara soltou gemidinhos baixos, o corpo traindo a mente. — Ahh... não... para com isso...
Mas Renato continuou, tirando a camisa dela devagar, revelando os peitos redondos e firmes. A boca dele desceu voraz, chupando um mamilo com força, lambendo em círculos, mordendo de leve enquanto a outra mão apertava o outro seio. Tainara arqueou as costas, gemendo mais alto agora.
— Hummm... caralho... Job... que delícia... mas a gente não devia...
Ele sorriu contra a pele dela, chupando mais forte, fazendo barulhinhos molhados. A respiração dela acelerava. Ele desceu as mãos até a calça dela, abrindo o botão e puxando o zíper. A calça desceu pelas coxas grossas. A mão dele passou por cima da calcinha fina, sentindo o calor e a umidade que já encharcava o tecido.
— Olha só como essa bucetinha já tá molhada pra mim, hein, safada.
Tainara mordeu o lábio, gemendo desesperada. — Aiii, porra... toca aí, toca no meu grelinho... não para...
Ele a deitou sobre a mesa do escritório, espalhando papéis e canetas. Abriu as pernas dela bem abertas, expondo a calcinha colada na carne inchada. Deu um tapa forte bem em cima do grelinho por cima do tecido. O som ecoou no escritório vazio.
— Ahhh! Porra, Job Regi! — gritou ela, o corpo tremendo.
Ele puxou a calcinha para o lado e depois tirou completamente, jogando longe. Caiu de boca como um animal faminto. A língua lambeu toda a extensão da buceta molhada, sugando o suco que escorria, focando no grelinho inchado. Chupava forte, fazendo barulhos obscenos, enfiando a língua dentro do buraco apertado enquanto dois dedos fodiam devagar.
— Haaaa... caralho... chupa essa buceta... assim... — gemia Tainara, as mãos segurando a cabeça dele, empurrando contra a cara.
Ele acelerou, dedos entrando e saindo rápido, curvando para acertar o ponto G. A boca sugava o clitóris sem piedade. Tainara delirava, o corpo se contorcendo na mesa.
— Aiiii, meu Deus, Job...já vou gozar... não para... porraaa...
O orgasmo veio vagaroso e profundo, as coxas apertando a cabeça dele enquanto ela esguichava um pouco na boca dele, gemendo alto e desesperada. — Aaaahhh... que gostoso... caralho...
Sem dar tempo para ela recuperar o fôlego, Renato se levantou, abriu a calça e tirou a pica latejante. Estava dura como pedra, veias pulsando, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ele esfregou na entrada da buceta molhada.
— Agora você vai levar essa pica toda, piranha.
— Me fode... enfia logo... — pediu ela, a voz rouca de tesão.
Ele meteu de uma vez, até o fundo. Tainara gritou de prazer. — Aaaaiii... que pica grossa... me rasga...
Renato começou a meter forte, as bolas batendo na bunda dela. A mesa rangia a cada estocada. Ele segurava os quadris dela, puxando contra si. Os peitos balançavam, os gemidos enchiam o ambiente.
— Toma essa rola, cachorra! Geme pra mim!
— Hummm... mais forte... me fode como uma puta... aaaahhh...
Ele virou ela de quatro sobre a mesa, metendo por trás, dando tapas na bunda que ficava vermelha. A pica entrava e saía brilhando de tanto mel. Ele puxava o cabelo dela, inclinando a cabeça para trás.
— Diz que você é minha vadia!
— Sou sua vadia... sua puta... mete mais... aaaahh... vou gozar de novo!
O segundo orgasmo veio mais forte, a buceta apertando a pica dele como um punho. Ela esguichou na mesa, o corpo tremendo inteiro, gemidos escandalosos saindo sem controle. — Porraaa... estou gozando... não para... me enche!
Renato não parou. Virou ela de novo, de frente, levantou uma perna dela no ombro e meteu fundo. Dava tapas leves na cara dela, chamando de todos os nomes.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo, piranha. Essa buceta é minha hoje.
— Sim... sua... me bate... me fode... hummmm...
Ele metia com intensidade animal, suor escorrendo dos dois corpos. O cheiro de sexo dominava o escritório. Ele chupava os peitos enquanto socava, mordia o pescoço, deixava marcas. Tainara gozou pela terceira vez, as unhas cravando nas costas dele, gritando rouca.
— Aaaahhh... caralho... que delícia... me enche de porra...
Renato sentiu o próprio gozo subindo. Acelerou mais, o pau inchando dentro dela. Com um urro, gozou forte, jatos quentes enchendo a buceta dela até transbordar. Ele ficou ali, pulsando, esvaziando tudo.
Os dois ficaram ofegantes, suados, exaustos. Tainara sorria fraca, o corpo mole.
— Porra, Job Regi... você me destruiu... nunca gozei assim na vida.
Ele beijou ela devagar, ainda dentro dela.
— E isso foi só o começo do dia, safada.
Eles riram baixinho, se abraçando na bagunça do escritório. O dia que começou uma merda tinha virado o melhor de todos.
Depois daquele primeiro round intenso, Renato não deu trégua. A pica dele ainda estava meio dura dentro dela. Ele começou a mexer devagar de novo, sentindo o próprio gozo misturado com o mel dela escorrendo.
— Olha só como você tá cheia de porra... mas ainda quer mais, né?
Tainara gemeu baixinho, mordendo o ombro dele. — Quero... não tira ainda... fode devagar agora...
Ele obedeceu, metendo em ritmo lento e profundo, girando os quadris para roçar em todos os cantos da buceta sensível. Os gemidos dela voltavam, mais suaves no começo, depois crescendo. Ele lambeu o suor entre os peitos dela, chupando os mamilos inchados de novo. As mãos apertavam a bunda, abrindo as nádegas.
— Quero esse cu também mais tarde, sua cachorra.
— Tudo que você quiser... aaaah... assim...
Eles passaram longos minutos assim, corpos colados, suor e porra misturados. Renato acelerou de novo, fazendo ela gozar mais uma vez com a pica dentro, os espasmos apertando ele até ficar duro completo outra vez. Tirou devagar, a buceta dela piscando aberta, gozo escorrendo pelas coxas.
Ele a colocou de joelhos no chão. — Chupa agora, limpa essa pica suja de buceta e porra.
Tainara obedeceu com fome, pegando a rola grossa na boca, lambendo da base até a cabeça, sugando as bolas. Gemendo com a boca cheia. — Hmmm... gosto bom pra caralho...
Renato segurava a cabeça dela, fodendo a boca devagar no começo, depois mais fundo, até bater na garganta. Lágrimas escorriam dos olhos dela, mas ela não parava, babando toda.
— Isso, engole fundo, cachorra...
Depois de minutos de boquete guloso, ele a levantou, virou contra a parede e meteu por trás de novo. Os tapas na bunda ecoavam. Ele enfiou um dedo no cu dela enquanto socava a buceta.
— Ahhh... devagar no meu cuzinho... mas não para de meter.....aaaaahhhhh porraaaaa me fode mais forte Jooooob
Os gemidos desesperados voltavam, mais altos. Ele metia alternando buracos, dedo no cu, pica na buceta, depois trocando. Tainara delirava, o corpo inteiro tremendo.
Eles transaram por mais de uma hora, mudando de posição: ela cavalgando ele na cadeira, ele comendo de lado, de frente com as pernas dela no pescoço, sempre com tapas, xingamentos e gemidos escandalosos. Cada orgasmo dela era mais intenso, esguichos molhando o chão. Quando gozou pela última vez, Renato encheu a boca dela de porra quente, mandando engolir tudo.
— Boa menina... agora sim você tá satisfeita.
Exaustos, suados, marcados de chupões e tapas, eles se vestiram devagar, rindo da loucura que tinham feito. O dia que prometia ser uma merda virou um festival de sacanagem inesquecível. Renato saiu de moto com um sorriso enorme, sabendo que voltaria em breve para repetir.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Do tédio ao susto, do susto a putaria!

Codigo do conto:
264266

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/06/2026

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