Eu sempre fui viciado nela. Minha irmã mais velha, 25 anos, corpo de puta profissional, peitos firmes que balançavam gostoso quando ela andava, bunda redonda que parecia pedir pra ser apertada, e aquela buceta lisa que eu já tinha visto mil vezes quando ela saía do banho. Eu tinha 20 e o meu pau já subia só de pensar nela nua. Todo dia eu inventava desculpa pra entrar no quarto dela enquanto ela trocava de roupa. Ela nunca ligava. Tirava a toalha na minha frente, secava o corpo devagar, passava creme nas coxas, no cu, nos peitos, e eu ficava ali de pau duro dentro da calça, fingindo que estava só conversando. Ontem foi diferente. A gente estava jogando Verdade ou Desafio no sofá da sala, os dois já meio excitados de tanto olhar um pro outro. Eu confessei, sem aguentar mais: - Eu fico me masturbando pensando em você. Imagino sua boca na minha pica, sua buceta esfregando no meu pau, seu cu apertando... Ela riu, mas o rosto dela ficou vermelho. Quando chegou a vez dela e ela escolheu desafio, eu não perdi tempo. - Tira toda a roupa. Fica pelada aqui na minha frente. Ela levantou, puxou a camiseta por cima da cabeça, tirou o sutiã, depois a calça e a calcinha. Ficou nua, peitos empinados, mamilos duros, a buceta depilada, o grelinho já um pouco inchado. Eu engoli seco. Meu pau estava tão duro que doía. - Agora você também - ela falou, me desafiando de volta. Eu tirei tudo. Meu pau saltou pra fora, grosso, veias saltadas, a cabeça já molhada de porra. Ela olhou direto pra ele e eu vi a língua dela passar devagar pelos lábios. - Me chupa - eu pedi, a voz já rouca. - Só uma rapidinha. Por favor. - Não - ela respondeu, mas não tirou os olhos da minha pica. - Eu não quero foder com você. Eu quase implorei. - Então me dá a mão. Só toca um pouco. Ela riu de novo, aquele riso safado que eu conhecia. Deu dois passos na minha direção, estendeu a mão e pegou meu pau. A primeira vez. Os dedos dela quentes, macios, apertando o pau inteiro. Eu gemí alto, um gemido desesperado que saiu do fundo da garganta. - Caralho, irmã... - eu gemi, a voz quebrada. - Aperta mais... porra, sua mão é quente pra caralho... Ela subia e descia devagar, a mão fechada em volta da minha pica, o polegar passando na cabeça molhada, espalhando o pré-gozo. Eu estava tremendo. Meu pau latejava na mão dela, ainda mais duro do que eu já tinha sentido na vida. Ela se aproximou mais, ajoelhou um pouco e, sem avisar, beijou a cabeça do meu pau. Um beijo molhado, a língua passando de leve, lambendo o líquido que escorria. - Porraaaa - eu gritei, quase caindo pra trás. - Chupa, porra, coloca na boca... Ela não colocou. Só beijou de novo, mais fundo, a boca aberta envolvendo a cabeça, a língua girando em volta, chupando só a ponta como se estivesse experimentando. Eu estava desesperado. Meus quadris se moviam sozinhos, tentando enfiar mais. Ela soltou um gemido baixo, um gemido de puta, e eu vi a outra mão dela descer entre as próprias pernas. Ela começou a se tocar. Dois dedos na buceta, abrindo os lábios, esfregando o grelinho inchado enquanto chupava só a cabeça do meu pau. - Olha pra mim - eu pedi, a voz falhando. - Olha pra sua pica, irmã... olha o quanto eu tô duro por sua causa... Ela olhou. Olhos semicerrados, boca molhada de saliva e porra, gemendo enquanto se dedava mais rápido. Os dedos dela entravam e saíam da buceta, o barulho molhado ecoando na sala. Eu via o grelinho dela saltar a cada movimento, a buceta brilhando de tesão. Meu pau latejava na boca dela. Eu estava prestes a gozar só com aquilo. - Continua - eu gemi, quase chorando de tesão. - Não para... porra, chupa mais... mete a língua no furo... Ela não meteu. Só chupou mais forte a cabeça, a língua apertando o freio, a mão subindo e descendo o pau inteiro enquanto a outra se enterrava na própria buceta. Eu via os peitos dela balançando, os mamilos duros, a bunda empinada enquanto ela se masturbava ajoelhada na minha frente. O cheiro de buceta molhada invadiu o ar. Eu estava louco. De repente ela parou. Tirou a boca do meu pau com um barulho molhado, a saliva escorrendo pelo queixo. A mão dela ainda apertava minha pica, mas ela olhou pra mim com aquele sorriso safado e falou: - Não quero continuar o jogo. Ela se levantou, a buceta pingando, os dedos ainda molhados. Tentou ir pro quarto. Eu a segurei pelo braço. - Pelo menos me dá a mão até eu gozar - eu implorei, a voz desesperada. - Só isso. Eu tô doendo, irmã... minha pica tá doendo de tanto tesão... Ela riu de novo, baixa, safada. Voltou, agarrou meu pau com força e começou a bater punheta rápido, a mão molhada de saliva e pré-gozo, o polegar apertando a cabeça a cada subida. Eu gemia alto, sem vergonha nenhuma. - Isso... assim... mais rápido... porra, sua mão é perfeita... aperta o pau todo... esfrega o grelinho com o polegar... Ela acelerou. A mão dela fazia um barulho molhado, o pau latejando, a porra subindo. Eu estava prestes a explodir. Ela se aproximou, colou o corpo no meu, os peitos apertados no meu peito, a boca perto do meu ouvido. - Goza pra mim - ela sussurrou, a voz grossa de tesão. - Goza na minha mão, irmão... enche minha mão de porra... Eu não aguentei. Gemi alto, um gemido longo, desesperado, o corpo todo tremendo. A porra saiu em jatos fortes, espirrando na mão dela, no meu peito, no chão. Ela continuou batendo, espremendo cada gota, a mão escorregadia de porra. Eu tremia, as pernas fraquejando, o pau ainda latejando na mão dela. Quando eu terminei, ela soltou, olhou pra mão cheia de porra e passou os dedos nos próprios lábios, lambendo um pouco. Depois limpou o resto na minha barriga, riu de novo e foi embora pro quarto, a bunda balançando, a buceta ainda molhada. Eu fiquei ali, pelado, o pau ainda semi-duro, coberto de porra, o coração batendo descontrolado. Fiquei feliz pra caralho e ao mesmo tempo triste pra porra. Porque eu queria mais. Queria enfiar a língua naquela buceta, chupar o grelinho até ela gritar, meter o pau no cu dela, foder ela até ela implorar pra parar. Mas ela tinha ido embora. Naquela noite eu me masturbei de novo, três vezes, imaginando a boca dela na minha pica, a mão dela apertando, o gemido dela enquanto se tocava. Hoje de manhã eu estava com medo de olhar pra ela. Mas quando a vi na cozinha, tomando café, nua de novo por baixo da camisola, tudo voltou ao normal. Ela sorriu pra mim como se nada tivesse acontecido. Eu sorri de volta, o pau já começando a endurecer de novo dentro da calça. E eu sei que vai rolar de novo. Porque agora ela já tocou. Já beijou. Já chupou a cabeça. E o tesão que eu vi nos olhos dela enquanto se dedava na minha frente não mente. Uma hora ela vai querer mais. E eu vou estar pronto, pau duro, pra enfiar tudo o que ela quiser.
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