Dei uma mamada no meu irmão mais novo na madrugada de hoje!
A casa estava em silêncio absoluto quando o relógio do corredor marcou 04:00. Hoje, 25/07/2026. Aniversário de Ruan. Eu já tinha esperado tempo demais. A tradição da família era sempre a mesma: à meia-noite todo mundo invadia o quarto do aniversariante com bolo, abraços e aquela falsa inocência. Eu o abracei forte na frente dos nossos pais, beijei a testa dele como boa irmã mais velha, e só então me inclineí até o ouvido dele, quase roçando os lábios na pele quente: - Deixa a porta aberta. Ele engoliu seco. Eu senti o corpo dele retesar contra o meu. Depois saímos todos, cada um pro seu quarto. Esperei. Ouvi o barulho da porta dos pais se fechando, o silêncio se instalando de verdade. Esperei mais um pouco. Quando tive certeza de que ninguém ia se mexer, saí da cama. Estava usando só a saia de babados preta, bem curta, a ponto de quase mostrar a bunda. Seios nus, mamilos já duros de tesão e de frio. Nada de calcinha. A buceta já estava úmida só de imaginar o que eu ia fazer. Empurrei a porta do quarto dele sem bater. Ele estava deitado de lado, short cinza, sem cueca por baixo – exatamente como eu gosto. Quando viu a silhueta no vão da porta, o coração dele disparou tão alto que eu ouvi do outro lado do quarto. Os olhos se arregalaram. Eu caminhei devagar, a saia balançando a cada passo, seios balançando levemente. Pareei ao lado da cama, me curvei e beijei a boca dele. Língua quente, profunda, provocando. Ele respondeu no mesmo instante, como se estivesse esperando por aquilo há meses. Eu sussurrei contra os lábios dele, sorrindo: - Feliz aniversário, seu safado. Beijei de novo, mais forte. Minha mão desceu direto pro volume que já marcava o short. O pau dele estava duro pra caralho, latejando sob o tecido fino. Apertei, esfreguei a palma, sentindo o formato grosso e quente. Ao mesmo tempo peguei as mãos dele e coloquei nos meus seios. - Pode tocar. De verdade. Depois de tanto tempo me provocando... Os dedos dele apertaram com cuidado no começo, depois com mais fome. Polegares roçando os mamilos, apertando, puxando de leve. Eu gemi baixo dentro da boca dele. A buceta latejou, grelinho já inchado e molhado. Continuei beijando enquanto a mão dele explorava, enquanto a minha apertava o pau por cima do short, sentindo o pré-gozo já manchar o tecido. Não aguentei muito. Me afastei só o suficiente pra cair de joelhos entre as pernas dele. Puxei o short pra baixo de uma vez. O pau saltou livre, duro como pedra, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Eu segurei a base com uma mão e beijei a ponta, lambendo o líquido salgado que já escorria. - Porra... que pau gostoso... Envolvi os lábios ao redor da cabeça e chupei devagar, sugando forte, fazendo barulho molhado. A língua girou em volta, lambendo a fenda, descendo pela lateral até a base e voltando. Ele soltou um gemido abafado, mão já no meu cabelo. Eu desci mais, engolindo o máximo que dava, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. Saliva escorreu pelo queixo. Chupei os ovos dele com a boca aberta, lambendo, sugando cada um enquanto a mão subia e descia no pau babado. - Isso... chupa esses ovos, safada... Voltei pra cabeça, mordisquei de leve a glande, depois engoli de novo até engasgar. O barulho era obsceno: glub-gluc, saliva pingando nos ovos, gemidos baixos e desesperados saindo da garganta dele. As mãos dele apertavam meus seios enquanto eu trabalhava, dedos brincando com os mamilos, puxando, apertando com força. De repente ele agarrou meu cabelo com as duas mãos, desesperado, empurrando a cabeça pra baixo. Eu soltei o pau com um pop molhado, olhei pra cima com a boca brilhando de baba e perguntei, voz rouca: - Quer gozar? Ele só acenou com a cabeça, olhos vidrados, respiração ofegante. Eu sorri, abri a boca bem e engoli o pau até o fundo da garganta de uma vez. Segurei lá. Garganta apertando, engolindo ao redor. Ele gritou baixo, corpo retesando. Senti o pau latejar forte, e então a porra veio quente e grossa, jato atrás de jato direto na minha garganta. Eu engoli tudo, olhando nos olhos dele, enquanto brincava com meus próprios seios, apertando os mamilos, gemendo ao redor do pau que ainda pulsava. Continuei chupando até a última gota, limpando a cabeça com a língua, sugando o que restava. Quando finalmente soltei, o pau dele ainda estava semi-duro, brilhando de saliva e porra. Eu me levantei, limpei o canto da boca com o polegar e sussurrei bem baixinho, quase no ouvido dele: - Seja um bom menino e durma agora. Saí do quarto sem olhar pra trás, saia ainda curta, seios ainda à mostra, buceta escorrendo de tesão. Fechei a porta com cuidado e voltei pro meu quarto. Deitei na cama, mão descendo direto pro grelinho inchado. Ainda sentia o gosto da porra dele na língua. Ainda sentia o peso do pau na garganta. Uau. Ainda parece irreal. Mas aconteceu. E eu já estava planejando a próxima surpresa pra mais tarde naquela mesma noite. Porque um aniversário de verdade não termina com uma gozada só.
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