Preciso contar uma coisa que rolou no trabalho esses dias. Tem um colega meu, o Rafael. Nome fictício, claro. Ele é bem quieto, meio tímido, daqueles que fica no cantinho dele, quase não conversa com ninguém, só responde quando alguém pergunta alguma coisa. Eu sempre achei ele gatinho. Corpo magro, ombros largos, aquele jeito de quem não sabe o quanto é gostoso. Nunca tinha feito nada. Até que outro dia acordei com a cabeça totalmente safada. Levantei da cama já com a buceta latejando só de imaginar. Decidi que ia provocar ele de verdade. Tomei banho bem devagar, passei creme no corpo inteiro, escolhi uma saia plissada bem curta, daquelas que sobe fácil, e não coloquei calcinha. Só a saia e uma blusa apertada que marcava os peitos. Olhei no espelho e a bucetinha já tava um pouco molhada só de pensar no que eu ia fazer. Saí de casa assim, pelada por baixo, sentindo o ar friozinho entre as pernas no caminho até o escritório. Cheguei, cumprimentei todo mundo normal, sentei na minha mesa e fiquei olhando pro Rafael de longe. Ele tava concentrado no computador, digitando, a testa franzida. Esperei um tempo, deixei o tesão crescer. Quando não aguentei mais, levantei e fui até a mesa dele com o pretexto de pedir ajuda num relatório. Cheguei por trás. Ele nem viu. Me inclinei bem perto, o peito quase encostando nas costas dele, e falei bem baixinho, bem do ladinho do ouvido: - Rafael, preciso de uma ajuda urgente nesse relatório. Você pode me dar uma olhada agora? Ele virou o rosto, me olhou meio surpreso, as sobrancelhas levantadas. Eu sorri, inocente. Aí fiz a melhor parte. Me balancei de leve, como se tivesse perdido o equilíbrio, e “tropecei”. A bunda caiu de lado bem no colo dele. A saia subiu na hora. Minha bunda pelada, quente, encostou direto na calça dele. Senti na hora. O pau dele começou a endurecer bem rapidinho embaixo de mim. Primeiro um volume macio, depois foi ficando duro, grosso, empurrando contra a minha bunda. Eu fingi que não tinha percebido. Fiquei lá, “ajustando” a postura, rebolando de leve como se estivesse tentando me acomodar melhor. - Desculpa, tropecei. A cadeira tá escorregadia. - falei, a voz baixa, e rebolei de novo, só um pouquinho, sentindo o pau dele crescer mais. Quanto mais eu mexia, mais duro ele ficava. Dá pra sentir a marca dele crescendo bem no meio da minha bunda, o volume grosso apertando contra o meu cu e a buceta. Eu quase soltei um sorrisinho. Ele ficou todo sem jeito. As orelhas ficaram vermelhas, ele engoliu seco, tentou se mexer na cadeira, mas eu não saí. Fiquei falando do trabalho normalmente, como se nada estivesse acontecendo, mas rebolando bem de leve de vez em quando, só pra sentir o pau dele latejando embaixo de mim. - Então, o relatório tá com esses números errados. Você consegue ver? - falei, e apertei a bunda um pouquinho mais contra ele de propósito. Senti ele tremer. O pau tava duro pra caralho agora, grosso, quente, marcando a calça. Eu movia o quadril devagar, de um lado pro outro, sentindo a cabeça do pau dele roçar bem perto do meu cu. A buceta já tava encharcada. O melzinho escorria, eu tinha certeza que ia manchar a calça dele se ficasse mais um pouco. Ele tentou falar alguma coisa, a voz falhando: - Eu… eu posso olhar depois… - balbuciou, a cara vermelha, tentando cruzar as pernas sem conseguir porque eu tava em cima. Eu não saí. Fiquei mais um pouco, rebolando de leve, sentindo o pau dele latejar contra a minha bunda. Cada movimento fazia o volume grosso esfregar no meu cu. Eu apertava de propósito, sentindo a forma dele, imaginando como seria se ele abrisse o zíper e enfiasse aquela pica grossa na minha buceta ali mesmo, no meio do escritório. - Acho que já deu. Obrigada, Rafael. - falei por fim, e levantei devagar, deixando a bunda arrastar um pouco no pau duro dele na saída. Quando levantei, ele tava com a cara vermelha, tentando cruzar as pernas. Eu olhei pra baixo rapidinho e vi o volume bem marcado na calça. A pica dele tava dura pra caralho, o formato grosso visível, a cabeça marcando o tecido. Ele não conseguiu nem falar direito. Só ficou balbuciando que ia me ajudar depois. Voltei pra minha mesa com a bucetinha molhada pra caralho e um sorrisinho safado. Sentei e senti o melzinho escorrendo na cadeira. Fiquei o resto do dia pensando nele. Toda vez que passava perto da mesa dele, ele ficava nervoso, olhava pra baixo, tentava disfarçar. E eu adoro. Passava bem perto, de propósito, a saia subindo um pouco quando eu andava, e sentia o olhar dele na minha bunda. Na hora do almoço, fui ao banheiro. Trancquei a porta, levantei a saia e enfiei dois dedos na buceta. Tava encharcada. Comecei a meter os dedos fundo, esfregando o grelo ao mesmo tempo, imaginando o pau grosso do Rafael entrando em mim. Gemia baixinho, mordia o lábio pra não fazer barulho. - Porra… que pica gostosa… - sussurrava sozinha, metendo os dedos mais rápido. Gozei ali mesmo, apertando as pernas, a buceta contraindo nos dedos, o melzinho escorrendo pela mão. Limpei, voltei pro trabalho ainda latejando. Agora toda vez que passo perto da mesa dele, ele fica nervoso. E eu já tô pensando em provocar de novo. Talvez amanhã eu sente de novo, mas dessa vez fique mais tempo. Ou talvez eu “tropece” de frente, deixe a buceta pelada roçar direto no pau duro dele. A ideia de sentir aquela pica grossa pulsando contra a minha xoxota me deixa louca. Quero ver até onde ele aguenta antes de perder o controle. Quero sentir ele tremer de novo, a cara vermelha, o pau explodindo de tesão por causa de mim. Fiquei a noite inteira pensando nisso. Cheguei em casa, tirei a saia, deitei na cama e enfiei três dedos na buceta enquanto imaginava o Rafael me fodendo em cima da mesa dele. Metia fundo, esfregava o grelo, gemia alto: - Aaaaahh… mete essa pica… fode minha buceta… - falava sozinha, rebolando nos dedos. Gozei várias vezes, a buceta latejando, o cu apertando sozinho. Ainda tô sentindo o corpo sensível só de lembrar do volume grosso dele crescendo embaixo da minha bunda. E já tô planejando a próxima provocação. Dessa vez quero ir mais longe. Quero deixar ele tão duro que ele não consiga nem disfarçar. Quero ver o pau dele saltar na calça, quero sentir o calor, a dureza, a vontade dele de me foder ali mesmo. E eu vou rebolar mais, apertar mais, deixar ele sentir o quanto a minha buceta tá molhada por causa dele.
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